NAYELI NO PARQUE DA CIDADE PARTE 1 Vou me descrever pra vocês terem uma ideia de mim, tá? Sou morena clara, cabelo meio comprido castanho escuro cacheado, olhos castanhos claros não muito grandes mas com cílios de puxados e longos, lábios finos, sou alta, tenho 1,90 atualmente e sou um pouco gordinha também não vou negar, mas graças a isso tenho um pouco de peitos, pernas longas e uma bunda normal mas gostosa e apertadinha, me depilo já que tenho o problema de ser meio peludinha, nada afeminado nem óbvio, mas muito submissa e complacente na intimidade. Já tinha passado um tempo desde a parada do meu tio e eu realmente me acostumei a andar com coleira, além de que me lembrava da minha condição e do meu gosto, assim como também calcinhas e minha joia anal, então comecei a usar todo dia. Não parecia coleira de cachorro, mas era uma coleira justa de couro com argolas e o resto realmente não dava pra notar. Como fazia direto, matei aula do ensino médio onde eu estudava, era uma quinta-feira por volta das 9:00 da manhã quando eu estava indo pro parque da cidade, um parque onde tem animais e um lago onde as famílias vão se distrair nos fins de semana, mas durante a semana geralmente tá vazio. Já lá dentro comecei a caminhar e ver os animais e viajar na maionese. Chegou um momento em que me deitei num dos bancos pra descansar quando do nada comecei a sentir a sensação de que alguém me olhava, mas não dei bola, mas sentia o olhar. De repente levantei a cabeça e na minha frente, em outro banco, vi um cara um pouco mais velho que eu me olhando intensamente. Era bonito e dava pra ver que trabalhava com algo pesado porque parecia bruto. Não dei muita bola e me deitei de novo, mas a sensação não sumia, o que me deixava nervosa, então levantei e me dispus a continuar andando. Quando já tinha andado um tempo ao redor do lago, parei pra ver a água e nisso o cara se aproximou e me cumprimentou dizendo: oi, tudo bem, linda? Como você se chama? Uma coisa que me pegou de surpresa porque ele me chamava de linda. A única coisa que fiz foi dizer: que se enganava, e rindo me disse: você tem certeza, linda, porque essa thong que você está usando diz outra coisa, então caiu a ficha de que em algum momento em que me agachei, pode ter sido vista a thong que eu estava usando, já que desde muito pequeno sempre gostei de usar roupas de mulher, é meu delírio, principalmente as tangas, meias e minissaias, e naquele dia eu estava usando uma thong e ele deve ter visto, então fiquei muito nervoso e não soube o que dizer, ele só riu e me disse que não havia problema, que se eu me incomodasse ou não quisesse, ele iria embora, dando meia volta e me deixando ali sozinho. Tenho que admitir que isso me desestabilizou e me desequilibrou, já que no fundo sempre fui muito safado e, principalmente, sempre me senti uma menina no corpo de um homem, e sou submisso por natureza, gosto de me sentir sob o domínio de homens de verdade, machos fortes e dominantes que me submetam, me usem, me dominem e me façam de puta, e ele era um desses, apesar de ser mais baixo que eu, algo dentro de mim disparou e me fez falar, não é o que, mas a única coisa que eu disse foi: não vá embora, por favor. Ele virou a cabeça com um sorriso de orelha a orelha, o que me deu arrepios e excitação ao mesmo tempo. Depois ele voltou e me pegou pela mão, eu tremia, já que era a primeira vez que eu estava com um desconhecido, sozinho. Então ele começou a se aproximar mais e a me dizer coisas, me convidou para caminhar. No decorrer do passeio, ele me disse: se eu o acompanhasse até a casa dele, lá poderíamos continuar conversando tranquilos, e eu assenti. Ele me disse: que eu o seguisse, mas que eu deveria ir com o olhar no chão, ao lado dele, e calado, que uma puta só fala quando lhe é permitido, e eu assenti com a cabeça. Ele sorriu e me disse que fôssemos. Saímos do parque e caminhamos em direção à Carmelo Pérez e Chimalhuacán. No caminho, falamos sobre meus gostos, confessando a ele que eu gostava de ser uma sissy submissa e que adorava agradar homens de verdade, e ele sorriu encantado e me disse: acho que finalmente vou me divertir de montão, e continuamos. falando de coisas triviais e sem muita importância. Chegamos na casa dele e entramos, era uma vila, entramos no quarto dele e ele me disse: que eu me deixasse à vontade, me trouxe uma cerveja e me ordenou tomá-la, eu obedeci e ele me disse: que eu deveria ser mais feminina, que seria uma boa puta e do guarda-roupa dele tirou uma blusa decotada, um sutiã e uma minissaia, me disse que eram da irmã dele e que eu os vestisse, eu estava morta de medo, mas com o álcool criei coragem, eu me preparava para ir ao banheiro quando ele me disse: que não, que o fizesse ali, coisa que tive que fazer, me despi pouco a pouco e depois me vesti de novo, ele só bebia e sorria me dizendo: que eu era uma puta muito gostosa e que ia aproveitar me dando o meu merecido, eu respondi, mas esqueci que não devia falar sem a permissão dele, então ele me deu uma tremenda bofetada que virou meu rosto e me disse: que me calasse ou me colocaria assim na rua e não me devolveria minhas coisas, isso sim me assustou, pois era quase meio-dia e todo mundo estaria na rua e me veriam, e se eu já tinha saído à rua vestida sozinha, mas nunca sozinha, então me acalmei e assenti com a cabeça, ele sorriu e me pegou pelo queixo, me disse: bom, puta safada, vê como não é necessário te castigar, se comporta bem e só terás prazer, mas ao mínimo erro te castigarei, entendido? eu assenti de novo e ele se levantou e tirou de uma gaveta uma mordaça, uma corda e uns prendedores de roupa, voltou até mim e tirou meus peitos da blusa e colocou os prendedores nos meus mamilos e me disse: que não me queixasse ou iria mal, eu só mordi meus lábios para não gemer, já que isso me excitava, depois ele abriu minha boca e colocou a bola, fechando-a na minha nuca, depois pegou a corda, amarrou no meu colar e deslizou para baixo sobre meu peito e abdômen e amarrou na base do meu pauzinho, depois amarrou minha glande e passou para trás puxando-a para trás, então foi que ele viu a joia anal que eu sempre usava, o presente do meu tio, ele me disse que então sim eu era uma puta e me deu uma palmada na bunda, eu só assenti, depois ele passou entre minhas nádegas e eu puxo muito até que meu pauzinho ficou enfiado entre minhas bolas depois subiu pelas minhas costas e amarrou de novo na minha coleira ele me disse: me segue slut que agora você vai fazer algumas coisas e se fizer bem e se comportar direitinho talvez eu te dê seu prêmio, eu estava no céu me sentir usada dominada ao serviço de um macho de um homem de verdade me deixa louca de verdade não consigo evitar. Ele me levou pra cozinha dele e disse: que lavasse a louça e deixasse tudo limpo enquanto ele me observava da porta eu me dispus a fazer o ordenado lavando os pratos que não eram muitos limpando e passando pano depois ele entrou e revisou tudo encontrando alguns detalhes mas me dizendo: bem slut vejo que você precisa de mais cuidado mas isso a gente corrige logo você teve 10 erros então vão ser 10 chibatadas entendido, eu só assenti, mas isso será no final slut agora continua com o quarto e a sala ok tudo limpo e a gente vê quantos erros mais você comete, eu me dispus a limpar e arrumar a cama sacudir e passar pano acabando tudo ele revisou e encontrou outros 20 erros mais, tenho que aceitar que entre o fato de que era muito difícil me mover, a excitação e o sincero desejo de ser chibatada cometi alguns erros de verdade, depois disso ele me disse: bem slut pronta pro seu castigo quero que você fique de quatro com a cara no chão e que empine bem essa bunda de slut slut que você tem ok as mãos nas costas cruzadas e nada de mexer entendido e com cada chibatada quero te ouvir contando e me agradecendo entendido e assim eu fiz, depois ele só deu umas voltas ao meu redor como me observando depois tirou o cinto e começou a passar pelas minhas costas cara, pernas e bunda o que me deixava muito tensa, nervosa e ansiosa devo admitir que eu ansiava e precisava realmente como uma louca dentro de mim eu implorava pra que começasse e me deixasse sentir o calor do couro sobre minha pele a sensação de correção e domínio mas principalmente meu desejo de entrega e submissão, a primeira chibatada não Ele se fez esperar e eu obedeci. Um… obrigada Dois… obrigada Três… obrigada Trinta… obrigada A cada uma das chicotadas minha pele ficava mais e mais quente e meus gemidos já eram impossíveis de esconder apesar de estar com a bola na boca mas não me importei só queria continuar sentindo aquilo eu desejava e precisava meu amo (temporário) percebeu isso e me agarrando pelo cabelo me aproximou do rosto dele e disse: então essa putinha adora ser chicoteada e maltratada né que bom então isso a putinha vai ter, mas antes putinha quero que você me chupe o cu, as bolas e o pau entendido, dizendo isso abaixou a calça e colocou meu rosto entre as nádegas peludas dele e com um forte cheiro de macho que mais do que me desagradar me deixava mais excitada comecei a lamber ao redor do cu dele e a deslizar minha língua em direção às bolas enormes que até aquele momento eu não tinha percebido que ele tinha um pau e ovos de tamanho bem considerável e isso me assustou mas também me excitou demais, fiquei lambendo e chupando o cu e as bolas dele um bom tempo de repente ele se levantou e se virou agora sim putinha a chupar o ferro chupa e não tira as mãos das costas entendido e também olha pra minha cara quero ver a cara de putinha que você faz enquanto chupa putinha, comecei beijando a glande e passando a língua depois comecei a colocar o pau dele na boca devagar chupando e lambendo aproveitando mas ele tinha outra ideia e intenção senti como agarrou minha nuca e de um golpe enfiou o mastro dele até a garganta me fazendo abrir os olhos como pratos enquanto ele controlava o boquete eu só tentava respirar e não tirar as mãos das costas enquanto olhava pra ele mas era muito difícil me controlar começava a me desesperar e ele percebia intensificando meu suplício sem poder evitar tirei as mãos das costas e ele ficou puto e me repreendeu, gritando comigo putinha estúpida vejo que você não entende e não aprende agora vai saber o que é bom sua putinha idiota vamos estúpida e continuava me fazendo isso violação da minha garganta enquanto ele começou a me açoitar a bunda e as costas com o cinto dele, não batia forte mas sim em muitas ocasiões o que tornava aquilo meio desesperador e eu sem conseguir respirar direito, eu sentia que tudo ficava embaçado e de repente eu desmaiei quando acordei ainda estava no chão mas com a novidade de ter minhas mãos e pés amarrados entre si, ou seja, minha perna e braço direito juntos e da mesma forma minhas extremidades esquerdas de forma que não podia me desamarrar nem me mover, e também estava presa ao chão, meus mamilos foram amarrados com fio de cânhamo e também presos ao chão bem tensos de forma que também não pudesse mover meu tronco, meu pau pequeno era puxado junto com minhas bolas por uma corda para baixo fazendo com que se eu tentasse subir o quadril ele puxasse e doesse, meu pescoço estava acorrentado a uma correntinha minúscula numa argola no chão me impossibilitando de mover ou levantar a cabeça, o que me assustou já que nem sequer tinha percebido que aquilo estava no chão, mas enfim de repente ouvi meu senhor falar de trás de mim me dizendo: muito bem, que bom que já acordou sua puta, vejo que já percebeu que não pode se mover, né, bom agora tenho uma surpresinha pra você, olha, convidei uns amigos que estão pra chegar e entre todos vamos te dar uma foda especial sua puta porque vejo que você é uma puta pervertida submissa e não posso deixar de me exibir pela putinha que acabei de conseguir, sinceramente você ainda tem muito o que aprender mas hoje vai aprender a fazer muitas coisas sua idiota, meus amigos são um pouco desajeitados e brutos, te aviso que você vai satisfazê-los e servi-los por enquanto, então por agora você só se limita a receber os paus deles no seu cu que por sinal vai ficar bem destruído depois de hoje hahahahahahaha, mas enfim de uma vez te aviso sua puta, daqui você não vai sair até que a gente tenha gozado tudo, mas sei que isso te encanta, né, eu não podia esconder nem disfarçar a cara de prazer, vício, degeneração e desejo que eu tinha, sim, eu estava com medo, sim, estava à mercê de um louco, mas estava prestes a ser usada por vários males e estaria cheia de porra. Iam levar uns 20 minutos mais ou menos, mas pra mim pareceu uma eternidade. Ouvi que bateram quando meu senhor saiu, percebi que estava começando a escurecer, então entraram 3 caras além do meu senhor, eram morenos, gordos, feios, sujos, um sonho realizado, dava pra ver que eram pedreiros ou algo do tipo. Me rodearam e começaram a me dizer coisas como: olha que vadia boa que esse cara conseguiu pra gente, essa vadia vai aguentar a gente, que buceta mais apertadinha que a vadia tem, olha, que vadia que parece, olha, ele deixou ela bem preparadinha pra gente, então ouvi eles dizerem que se a tarifa seria a mesma, ao que ele disse que não, que aumentaria porque essa era uma vadia especial. O que aconteceu depois foi incrível, mas isso eu conto na outra parte do meu relato. Saudações e lembrem de escrever seus comentários.
0 comentários - Minha história como a porca viada que eu sou