Vizinha gostosa 22

A ideia que ele propôs foi direta, sem enrolação nem brincadeira, nós dois queríamos que o outro cumprisse com a sua parte do prometido e eu estava disposta a fazer o que fosse preciso pra que isso acontecesse, na verdade já tinha começado com o Nico. Primeiro, antes de começar a me contar o plano, ele me pediu pra sentar na cama e terminar de limpar as tetas.

Eu: Tá bom, me passa um papel ou a toalha.
N: Papel? Toalha? Não, Maca, termina de engolir.

Juntei um pouco de porra e coloquei na minha boca, já não estava quente, mas também não fria, o que posso dizer é que o gosto tinha dobrado pelo menos e estava mais viscosa, não era tão agradável de engolir como no começo, mas obedeci sem reclamar.

N: Agora veste algo diferente, uma fio dental boa ou um conjunto, mas não o melhor, esse você vai guardar pra mim.
Eu: Fica tranquilo, que já tenho algo pensado só pra você, gato.
N: Assim? O quê?
Eu: Prefiro te dar a surpresa.

Procurei algo apropriado pelo que ele tinha pedido e acho que encontrei o certo, porque ele, sem dúvida, gostou. Ele me olhava sentado na minha cama, se acariciando por baixo da roupa enquanto eu me despia e me vestia de novo com o que escolhi.

Eu: E agora?
N: Vamos fazer uma mini sessão de fotos.
Eu: Você vai mandar pra eles?
N: Não, primeiro vou tentar convencê-los com palavras.

Tirei várias fotos em poses diferentes, mandei ou não pros amigos dele e voltei a esquentar. Ele escreveu no grupo que só tinha eles, perguntando o que iam fazer e se viriam pra minha casa, mas ele não disse em nenhum momento que estava comigo. A resposta não era positiva, parecia que queriam continuar com aquele joguinho besta de se fazerem de difíceis, até que o Nico tirou o ás da manga e mandou no grupo que eu estava lá, as fotos que ele tinha tirado de mim e embaixo escreveu "Vocês estão perdendo, vou ficar com ela só pra mim". Ele achou que a resposta seria outra, mas os amigos dele ficaram muito putos com ele por não cumprir o pacto que os 3 tinham, embora tenham mudado de opinião e agora viriam, problema deles, eu por dentro estava mais que contente.

N: Você pensa em transar com eles?
Eu: Não sei, talvez um boquete ou que me apalpem um pouco, vou ver na hora. Por quê?
N: Eles vão querer cobrar a merda que eu fiz e não vão querer que eu participe, tenho certeza.
Eu: Bom, mas você e eu ainda temos um segredo, eu não vou contar nada, e você?
N: Não, não vou falar nada.
Eu: Além disso, eles vinham mais tarde, não vinham?
N: Sim, e daí?

Me deu um pouco de pena, a carinha dele me matou, eu sabia que era bem provável que não quisessem que o Nico participasse mais tarde por causa do que ele tinha me dito, e bom, pensei: o que é uma mancha a mais no tigre? Me aproximei mais dele, ele estava sentado com as costas no encosto da minha cama e eu sentei mais do lado dele, estiquei meu braço acariciando do joelho dele, passei pela coxa e cheguei a pegar no "pacote" dele por cima da roupa.

Eu: Como assim e daí? Já que eles vão demorar e tal, não quer aproveitar um pouquinho, bebê?
N: Adoraria.

Eu baixei a roupa dele e comecei a bater uma devagar com a mão esquerda, ele esticou uma mão e pegou na minha teta, massageava muito gostoso, sinceramente. Me virei um pouco mais, pra ficar de frente pra ele, minha mão esquerda coloquei entre as pernas dele e agora com a direita batia uma, assim minhas tetas ficavam ainda mais juntas.

Eu: Você gosta?
N: Suas tetas me enlouquecem.

Lembrei que num momento, tive uma fantasia um pouco mais safada, uma brincadeira, nada exagerado também.

Eu: Quer chupá-las?
N: Sim, adoraria. Disse se aproximando.
Eu: Tá com fome?

Ele me olhou, confuso.

Eu: Se tá com fome, a mamãe pode te dar a teta.

A safadeza tomou conta dele, pelo visto ele também gostou da brincadeira.

N: Uff, sim mamãe, me dá a teta. E começou a chupar meus mamilos.
Eu: Assim bebê, chupa que a mamãe te dá a teta.
N: Assim? Disse, com a boca cheia.
Eu: Sim, meu amor, assim. Tá gostando como a mamãe bate uma pra você?
N: Tô amando, quero mais forte.
Eu: Mmm... que brincalhão que você é, hein. neném.
Eu bati punheta mais forte, mas com a mão esquerda e com a direita segurava a cabeça dele, pela nuca, apertando contra mim, pra ele não me soltar nem pra respirar.
N: Você tá muito gostosa, mami.
Eu: Pois é, continua chupando, bebê.
A putaria que eu tava sentindo era absurda, esse jogo agradou nós dois, pelo visto a sacanagem atraía a gente.
N: Tá doendo aqui, mami, onde você tá tocando.
Eu: Aqui? A pica?
N: Sim, tá doendo muito.
Eu: Tenho uma solução, pra parar de doer. Mas você tem que prometer que não vai contar pra nenhum dos seus amiguinhos, tá?
N: Sim, mami, não conto nada.
Eu: Não pode falar nada, nem pro Ale nem pro Dani, tá?
N: Te prometo, mas me ajuda.
Chegou o momento, era hora do Nico deixar de ser um nene, um adolescente, pra virar homem, e eu ia cuidar disso, ele nunca mais ia me esquecer.
Eu: Primeiro tem que molhar um pouco aqui assim, viu? Eu afastei o cabelo pro lado e chupei a pica dele um pouco. Isso ajuda, né?
N: Sim, já sinto melhor.
Eu: Muito bem, aos pouquinhos você vai se sentir melhor, te garanto.
N: E agora?
Ele fazia uma cara triste, tipo quando um moleque se sente mal, me dava uma mistura de dó e tesão.
Eu: Agora junta as pernas um pouco, assim, muito bem. Eu subi em cima dele. Ajuda a mami e cospe na minha mão um pouquinho. Ele fez e eu passei a saliva dele na minha buceta. Agora sim, você vai sentir quente, mas não se assusta, tá? Relaxa.
N: Tá bom, confio em você.
Eu fui enfiando devagar em mim, lentamente até entrar tudo, meus olhos viraram, enquanto ele me segurava pela cintura.
Eu: Como tá se sentindo?
N: Melhor, mami, mas se mexe mais.
Eu: Te desvirginei, bebê.
N: Sim, finalmente.
Devagar e com uma certa timidez, ele foi descendo as mãos até minha bunda.
Eu: Agarra, bebê, agarra a bunda da mamãe.
N: Uff, como me dá tesão você falando assim comigo.
Eu: É? Sua mami te dá tesão? Chupa, chupa as tetas da mami.
Ele enfiou elas na boca, eu acelerei o ritmo.
Eu: Me bate, bebê. bate na bunda da mamãe.
Tapa.
N: Assim?
Eu: Mais forte, bate mais forte na mamãe.
Tapa.
Eu: Ai que gostoso, continua assim, neném, chupa, chupa forte meus peitos.

Eu tava ficando cega de prazer e ele percebeu, enfiou um dedo na minha boca, chupei um pouco, de repente senti que com a mão esquerda ele abria a bunda da mamãe e imediatamente o dedo molhado da minha saliva da mão direita tava acariciando meu cu.

Eu: Que safado que é meu neném.
N: Posso?
Eu: Só um pouquinho porque a mamãe dói.

Ele enfiou uma falange no meu cu e foi ali que eu explodi de prazer.

Eu: Desculpa, neném, mas a mamãe vai gozar, sabe? Não aguento mais.
N: Goza toda na minha pica, mamãe.

Uma respiração funda e um "Ahh" no ouvido dele bastaram pra ele saber que eu tinha gozado.

N: Eu também vou gozar, já não aguento mais.
Eu: Goza, vai.
N: Onde?
Eu: Onde você quiser, bebê. Falei com as últimas forças que eu tinha, sem pensar.

De repente senti que a pica dele teve um espasmo e percebi que ele ia gozar dentro de mim, mas quando tentei sair, já era tarde. Ele me segurava firme pela cintura, nossos corpos pareciam um só, literalmente não tinha espaço entre nós, e senti o gozo quente dele enchendo minha buceta. Isso não devia acontecer, mas o prazer foi imenso.

Fiquei por um minuto ou dois em cima dele, a pica dele foi amolecendo dentro de mim e só aí tive força pra sair de cima. Custamos a recuperar o fôlego, mas olhei a hora e percebi que a gente tinha que se apressar, os outros não podiam nos achar assim. Fui tomar um banho rápido e, antes de terminar, ele entrou comigo, lavei a pica dele com muito amor e até esfreguei um pouco na minha bunda "sem querer", a gente se secou rápido e ele ficou me olhando sentado na cama, como antes.

Mostrei duas calcinhas fio dental e ele escolheu uma, pra mim a mais feia das duas, ele queria que eu ficasse o mais gostosa possível só pra ele.

A campainha tocou.

Eu: Vai abrir pra eles, enquanto eu termino.
N: Bem.
Antes de ele sair do quarto, eu dei um beijo nele.
Eu: Eu me diverti muito com você hoje, a gente vai repetir e vai ser nosso segredo. A carinha dele mudou.
N: Tá me falando sério?
Eu: Óbvio, mamãe sempre vai te dar o que você quer, agora vai abrir a porta pros seus amigos que também querem brincar.
N: Sim, mamãe.

Ele saiu, ficou um silêncio até que começaram a entrar na minha casa e aí começou a bagunça, eles começaram a discutir. "Tá vendo que você é um otário?" "Eu sabia que não dava pra confiar em você" "Bom, desculpa mas...".

Eu gritei do meu quarto.

Eu: Ei, chega, parem de brigar. Qual é o problema?
Ale: O Nico não cumpriu com a parte dele e veio sozinho.

Eu suspirei e abri a porta do quarto, fiz uma pose sensual na moldura da porta, levantando o braço e fazendo uma cara de puta impressionante.

Eu: E daí? Tem Maca pra todo mundo, não acham?

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