Irmã da Maria

Uma sexta-feira de festa pela cidade e depois de uns encontros com a irmã mais nova da María, a gente se esbarrou de festa pela cidade...
Era sexta à noite, só tinha passado uma semana do último encontro com a irmã da María, quando saí com os parceiros pra tomar umas cervejinhas e trombei com ela...
Ela tava arrasadora, vestindo um vestido cinza prateado de alcinha e decotado, marcando aqueles peitos durinhos e firmes, e olha, o vestido de uma peça só se ajustava como uma luva no corpo dela, realçando umas pernas lindas e compridas, cabelo preso num coque que valorizava o pescoço dela...
Eu tava com uns dois parceiros, e olha, quando percebi que a Bea tava no lugar, fiquei meio besta olhando pra ela, sem conseguir falar nada, ela tava deslumbrante. Um parceiro me observou, viu o que eu tava olhando e falou.
Amigo: "Caralho, mano, a María é muito gostosa, mas a irmãzinha dela não fica devendo nada, e além disso já é toda uma mulher..." "Que puta transa!"
Eu: "Não fala merda, seu idiota, ela é uma garota..."
Amigo: "Sim, sim, garota, o caralho... essa aí é uma mulherão pedindo guerra. E agora mesmo você tava devorando ela com o olhar!"
Eu: "Caralho, macho, você tá é doido varrido"
E depois disso a gente riu os três e pediu uma dose... mas tenho que admitir que meu amigo tinha razão, eu tava devorando ela com o olhar, ela tava impressionante e não aparentava nem de longe a idade que tinha...
Ela tava com outras três amigas que pareciam mais novinhas, claro, do lado dela, já que eram da mesma turma...
Quando a Bea percebeu que a gente tava lá, eu levantei meu copo como sinal de saudação... ela falou algo pras amigas, elas sorriram e eu vi que vinham na nossa direção...
Bea: "E aí, gato..." "Faz tempo que não te via (enquanto falava isso, ela piscava um olho pra mim)" "Conhece minhas amigas?"
Eu: "Não, pra ser sincero, não!" (e admito que pouco me importavam as amigas dela...) "Sua irmã saiu?" "Ela me disse que talvez saísse hoje!"
Bea: "Não sei, e pra falar a verdade, nem vi ela visto"
Vi que ela ficou meio irritada por eu ter perguntado pela irmã dela, porque ela fez uma careta e o sorriso dela virou uma expressão de tédio... depois disso fizemos as apresentações devidas, ela me apresentou às amigas dela, e olha, as amigas dela eram bem gostosas e também estavam vestindo umas roupas meio provocantes, mas dava pra ver que eram mais novinhas que a Bea, pareciam mais novas... e eu apresentei meus amigos, e pelo que percebi eles não ligavam pra idade, porque estavam todos sorridentes e riam de todas as besteiras que elas falavam...
Um colega depois das apresentações falou: "Bom, apresentações feitas, e já que vocês são tão gatas, que tal a gente jogar um quinito (pra quem não sabe, é um jogo que consiste em beber, basicamente em encher a cara...)"
Eu: "Não fode, mano, elas são umas novinhas!!"
A Bea e as amigas dela ficaram bravas...
Bea: "Novinhas?" Não vai ser desculpa, o que acontece é que você tem medo de umas novinhas te derrubarem e seu ego masculino não aguentar, né?"
Meus amigos zoaram de mim e as amigas dela estavam rindo...
Eu: "Como vocês quiserem, mas não tô a fim de depois sua irmã encher meu saco porque você chegou em casa toda prejudicada..."
Quando a Bea ia reclamar do que eu tinha acabado de falar, meus amigos saíram em defesa dela...
Meus amigos: "Qual é, mano, aposto que essas aí já aguentam mais que a gente..." "Lembra que na idade delas a gente nem bebia água de lavar louça... hehe"
Bea: "Então, a gente pode jogar o quê?" Ou a gente procura outros parceiros!!!"
Meus amigos: "Vamos sentar, não se fala mais nisso..."
Vi que a Bea tava me olhando com um sorriso safado, como se esperasse meu aval, ou como se estivesse me dizendo que essa primeira batalha ela tinha vencido, então eu sorri e com um leve movimento de cabeça assenti positivamente...
Depois disso sentamos numa mesa um pouco afastada, claro que por ser sexta-feira não tinha muita gente e a gente praticamente tinha o bar só pra gente...
Começamos com Calimocho (vinho com coca Booty), fizemos uma pirâmide mentirosa, que consiste em dar a cada participante 4 cartas que só podem ver uma vez e depois colocá-las viradas para baixo para não serem vistas, o resto das cartas são colocadas sobre a mesa viradas para baixo também em forma de pirâmide, uma vez colocadas todas as cartas, vão se virando as cartas da pirâmide da base até o topo (com as cartas da primeira fileira você bebe um copo, com as cartas da segunda dois... e assim até o topo da pirâmide) conforme vão virando as cartas uma a uma você manda beber, dependendo da carta que é revelada da pirâmide, você pode mentir... mas se te mandarem virar a carta e você não tiver, quem perde bebe em dobro!!!
O caso é que logo virou uma batalha dos sexos, ou seja, os caras contra as minas e vice-versa..., a gente ria e continuava jogando e conversando animadamente até que o dono do local nos avisou que estava fechando, que já tava com vontade de ir pra casa descansar...
Terminamos o que tínhamos e saímos do local, animados entre risadas e bem contentes..., a verdade é que depois de ficar um tempo com aquelas minas, elas eram muito agradáveis além de gostosas...
Pude ver que a Bea estava especialmente contente..., um brother chegou perto de mim e falou: "Cara, a Bea já é uma mulher e não tirou os olhos de você a noite inteira..." "Eu acho que você tá pegando ela..."
Eu: "Cara, você tá viajando ou o quê???"
Amigo: "Bom, bom, não fica assim não, que o pequeno aqui parece você..hehe"
Depois disso a Bea veio até mim, me abraçou e falou: "Bom, e agora, pra onde a gente vai?"
Amigo: "Agora a gente vai pros Pub tomar uns cubas, e dançar, vocês topam?"
Todo mundo vibrou e fomos juntos pros Pub..., lá ficamos bebendo feito uns condenados, um cuba atrás do outro e dançando a noite toda.. uns com os outros... embora a Bea e eu coincidíssemos mais vezes do que eu gostaria..., e dava pra ver claramente que a gente era quem animava a festa, porque embora começássemos a dançar de forma normal, depois de um tempo cubatas, as danças eram mais sensuais, mais quentes e apaixonadas... como se estivéssemos sozinhos no bar, sem precisar esconder nada....
Quase no final da noite, uma das amigas foi embora pra casa porque tinha estourado o horário que os pais tinham marcado, um dos colegas foi com a namorada e ficamos o resto.. pude ver que a Bea estava bem afetada, e pedi pra ela parar de beber, que não tava a fim de levar ela pra casa naquele estado e que a irmã dela ia ficar muito puta comigo..
Logicamente ela não me deu muita bola e continuou bebendo, até que chegou um ponto em que ela ficou dormindo sentada no sofá, toda esparramada e com a cabeça encostada na parede...
A verdade é que mesmo assim ela tava uma gostosa, só que o vestido tinha subido um pouco e não era difícil ver a calcinha dela..., por sorte não tinha muita gente, já que era sexta-feira e numa cidade pequena não tinha saído muita gente, então ninguém percebeu a cena...
Eu falei pra amiga dela que por favor levasse ela pra casa, que ela tava muito chapada... ela me disse pra eu acompanhar, já que sozinha não conseguiria levar ela naquele estado até em casa... meu amigo ficou meio perdido e me disse que ia embora pra casa e que amanhã a gente se via...
Quando a gente tava indo pra casa dela num estado lamentável... já que ela não abria os olhos, ficava sorrindo o tempo todo e dava beijos tanto na amiga quanto em mim... não parava de falar coisas incoerentes e ininteligíveis...
A gente tava nessa quando tocou um celular, era o celular da amiga dela, os pais dela estavam ligando, a gente parou um momento, ela soltou a Bea, então eu fiquei com ela nos meus braços, e atendeu o telefone, conforme ela falava com eles, a cara dela foi mudando e ficando séria, parecia muito preocupada...
Amiga: "Desculpa, são meus pais, chegaram em casa e viram que eu ainda não cheguei, vou tomar uma bronca daquelas... você se importa de eu ir pra casa?" "Dá pra você levar ela?"
Eu reclamei um pouco, mas falei pra ela não se preocupar que eu levava ela...
A gente ia de No caminho para casa, a Bea estava muito engraçada, embora chata ao mesmo tempo, já que jogava todo o peso em cima de mim e me empurrava pros lados... na verdade, a gente ia fazendo zigue-zague pela rua, mas não cruzamos com muita gente...

Numa das paradas que fizemos, e como se um raio de lucidez tivesse passado pela cabeça dela, a Bea me disse:

Bea: "Por favor, não posso ir pra casa assim!!!" "Meu pai me mata!!!" "Vamo cair na farra! hehe"

Eu: "Cê tá doida?" "Fechou tudo, não sobrou nada aberto!" Se quiser, a gente pode dar uma volta pra você clarear as ideias..."

A Bea tirou os sapatos pra ir descalça e me disse: "Não, vamos pra sua casa, eu tomo um banho e depois vou pra minha!" "E se você se comportar bem comigo, talvez ganhe um presentinho gostoso como final de uma noite daquelas..."

Não me pareceu boa ideia, mas menos ainda me agradava abrir a porta e dar de cara com o pai dela e ter que dar explicações...

Depois de um tempo, chegamos em casa, ela se jogou no sofá e apagou de vez... tentei acordá-la mas era impossível... parecia que tava em coma... não respondia... assim seria impossível levá-la pra casa...

A peguei no colo e levei pra cama... com a ideia de deitá-la pra ela dormir a bebedeira que tava!

Porém, quando fui cobri-la, me veio uma ideia... sempre fantasiei em drogar uma mulher e poder fazer com ela tudo o que quisesse, sem que ela resistisse nem percebesse nada... no começo hesitei um pouco, porque uma coisa é fantasia e outra bem diferente é tornar realidade... mas por que não? no fim das contas, a Bea era minha amante e se estivesse acordada e lúcida, com certeza a gente tava transando... por que não realizar minha fantasia com ela?

Com essa ideia, descobri ela de novo, fiquei um tempo observando aquele corpo lindo, totalmente exposto e à minha disposição, então comecei suavemente a acariciar um peito dela com delicadeza, chamando-a pra acordar, pude ver o mamilo dela reagindo aos carinhos mas nada além disso, ela tava completamente dormindo... não se ... não se imutava..., aliás, a respiração dela agora estava mais forte sem chegar a ser um ronco..
Comecei a tirar o vestido dela com suavidade, até deixá-la só de calcinha e sutiã, estava linda e indefesa, vestia uma fio dental azul-céu e um sutiã da mesma cor..., abri as pernas dela, aproximei meu nariz pra cheirar a buceta dela... pude sentir que a fio dental estava meio molhada.., dei uma lambida, e não obtive resposta..., meu pau começou a reagir à situação.. me despir, subi na cama e, ajoelhado na frente dela, passei meu pau pelos lábios dela, com suavidade, primeiro de um lado pro outro, e depois tentei introduzir um pouquinho a cabeça do pau já que ela estava com a boca entreaberta e com aqueles lábios carnudos e o roçar na minha cabecinha com os dentes dela, tava me deixando muito bruto...
Tirei o sutiã dela, e comecei a amassar os peitos dela suavemente, mordiscava os bicos e podia sentir como eles endureciam na minha boca quando eu passava a língua em movimentos circulares, sobre cada um dos peitos dela, tirei o pau da boca dela, e comecei a fazer uma cubana, meti meu pau duro entre os peitos dela e, segurando pelos bicos, comecei a esfregar os peitos dela contra meu pau... depois, suavemente, desci até a virilha dela, abri bem as pernas e comecei a acariciar a bucetinha por cima da fio dental... eu adorava a sensação daquele tecido.. com um dedo, passava por toda a frestinha dela e podia sentir como ela ficava cada vez mais molhada e como meu dedo, apesar da limitação do pouco pano da fio dental, afundava na bucetinha dela, marcando aqueles lábios vaginais..., peguei com uma mão a parte de cima da fio dental e puxei pra cima, marcando ainda mais aqueles lábios vaginais, e enfiando a fio dental naquela buceta que tava pedindo guerra..., passei novamente um dedinho pela frestinha dela e quando localizei o clitóris comecei a esfregar com movimentos circulares com meu dedão..., pude ver como ela ficou com a pele arrepiada, não sabia se por o trabalho que eu estava fazendo ali embaixo ou porque, estando pelada em cima da cama, sentia frio, embora eu estivesse igual e, a menos que tivesse febre, o que duvido, estava muito quente, então continuei com o que estava fazendo. Por isso, puxei a calcinha fio dental para o lado e, enquanto com uma mão massageava o clitóris, com a outra introduzia dois dedos na buceta dela, primeiro com suavidade, aos poucos ia enfiando devagar e tirando, aumentando o ritmo pouco a pouco, depois parava e deixava os dedos dentro da buceta, movendo-os lateralmente e tentando enfiá-los o mais fundo que podia, para voltar a um entra e sai frenético. E fiquei assim por um bom tempo até ver que aquela bucetinha começava a responder às minhas carícias e a ficar mais molhada de forma evidente... Então levantei as pernas dela, vi que havia um pequeno rastro de umidade no lençol da cama, e as apoiei nos meus ombros, tirei a calcinha fio dental azul e a levei ao meu nariz para cheirar. Adorei o cheiro, era um cheiro de sexo que estava me enlouquecendo... Na posição em que estava, tinha ela à minha disposição, então mirei a entrada da bucetinha dela e, graças à posição e ao quanto estava encharcada, enfiei sem muita dificuldade... Pensei que ela fosse acordar, mas não chegou a acordar, nem sequer chegou a gemer... é como se eu estivesse fodendo um cadáver, um cadáver lindo, e que a cada estocada eu podia ver os peitos dela balançando.. Depois de um tempo assim, peguei-a pelas ancas, saindo eu da cama para puxá-la para a borda, a bucetinha dela estava praticamente fora da cama, então abri bem as pernas dela e, com toda aquela buceta oferecida, enfiei de uma vez, quase gozei ali mesmo. Ela estava toda escancarada e eu podia enfiar meu pau praticamente inteiro sem nenhum impedimento, e entrava perfeitamente porque a Bea estava bem relaxada e aberta... Fiquei fodendo ela assim por um bom tempo, tirava quase inteiro e com um movimento brusco de... ela voltava a introduzir de uma só vez, cada vez mais forte e mais rápido por um bom tempo, já que eu também tinha bebido bastante e demorei pra gozar, mas quando gozei, um formigamento percorreu todo o meu corpo e minha gozada foi abundante... toda dentro da bucetinha da Bea... Fiquei um tempo parado com toda a minha pica enfiada na bucetinha dela e, com espasmos, me deitei em cima dela mordiscando um dos pezinhos dela, que estavam durinhos... e quando senti que minha pica perdia um pouco da força, tirei de uma vez... Pude ver como tinha ficado a bucetinha dela, tinha um buraco enorme e uma gota de porra saindo da bucetinha e começando a escorrer pela parte de dentro da coxa dela... Deitei ela na cama e ela ficou de lado no meio dela... Fui pegar uns lencinhos umedecidos que tinha no banheiro, pra limpar ela um pouco... quando voltei pro quarto, a Bea não tinha se mexido, só que agora dava pra ver bastante porra escorrendo da bucetinha dela. Peguei um lencinho umedecido e passei com cuidado na bucetinha dela, sem tirar ela da posição... Claro que a posição em que a Bea estava dificultava a limpeza, então virei ela, ficando a Bea de bruços, abri bem as pernas dela e dava pra ver toda a porra que eu tinha gozado minutos antes saindo... e o que começou como uma limpeza sem malícia, aos poucos eu ia me dedicando com mais vontade nessa limpeza... teve um momento em que larguei o lencinho de lado e enfiei dois dedos em forma de gancho, como se fosse uma colherzinha pra tirar a porra que ainda tinha dentro dela... Quando não saía mais nada, eu continuava enfiando os dedos, tava meio besta... só que agora eu enfiava bem mais rápido e completamente retos, enquanto começava a mordiscar aquelas nádegas redondinhas e duras... por um instante a Bea pareceu acordar e resmungar, mas foi só um segundo, logo minha pica começou a reagir de novo, minha mente tava ruminando uma... nova ideia, queria comer o cu dela, mas tava com medo porque a gente só tinha feito isso umas duas vezes e eu não sabia se ia doer e se eu podia machucar ela e ela não conseguiria me avisar, além disso não tinha mais lubrificante...
Então fui pra cozinha, peguei uma garrafa de óleo e voltei rápido pro quarto, joguei um pouco de óleo nas costas dela e comecei a fazer massagem, depois de um tempo joguei um pouquinho de óleo no cu dela, joguei um pouco de óleo na minha mão e esfreguei bem as mãos, quando tava com as mãos bem meladas de óleo, joguei mais um pouquinho nas nádegas dela.. e comecei a amassar aquelas nádegas suculentas que começavam a brilhar com o óleo e ficavam ainda mais gostosas e apetitosas... Peguei a garrafa de óleo de novo, enquanto com uma mão eu abria as bandas do cu dela, com a outra jogava óleo no furinho dela, larguei a garrafa e enfiei suavemente um dedo no cu dela.
pra falar a verdade, me surpreendi com a facilidade que entrou... então comecei a tirar e meter o dedo cada vez mais rápido..
Depois de um tempo parei, tentei enfiar outro dedo, mas esse custou um pouco mais, então fui enfiando devagar, me impressionava como aquele furinho tava relaxado sendo que era praticamente uma parte virgem, com a outra mão passei por baixo procurando o clitóris dela, quando achei comecei a fazer uma massagem circular suave com o dedão, sentindo o clitóris dela inchar...
Quando passou um tempo, já tava com os dois dedos dentro do cu dela, mexendo do meu jeito e com outro dedo dentro da buceta dela, de novo molhada e fazendo massagem suave no clitóris...
Depois de um tempo tirei os dois dedos do cu dela, ficando um buraco considerável assim como o dedo da buceta, coloquei ela de quatro e enfiei a língua naquele novo furinho anal.
Depois de um tempo fui pra cozinha, uma ideia mais perversa e maluca passava pela minha cabeça, quando cheguei na cozinha abri a geladeira e peguei uma abobrinha que tinha comprado no dia anterior pra uma crema de abobrinha... e voltei correndo pro quarto. Coloquei o travesseiro na região pélvica da Bea pra deixar ela um pouco mais elevada, abri as pernas dela de novo, besuntei a abobrinha de óleo e fui introduzindo aos poucos a abobrinha na buceta dela... aí sim a Bea deu um pulinho, acho que pela frieza do legume e também pelo tamanho dele... mas sem mais, eu fiquei imóvel por um momento, e se ela acordasse naquela hora, o que eu diria?, depois de um tempo tentei de novo enfiar o pedaço de legume que ficou pra fora, e ela reclamou de novo, dessa vez falou uma frase que não dava pra entender, mas apagou de novo... Eu continuei meu trabalho com o pepino e ia enfiando cada vez um pouquinho mais, aí quando já tinha mais de três quartos dentro da buceta dela, soltei e saiu um pedacinho, peguei o celular e comecei a tirar fotos, de todas as posições, ela dormindo, a abobrinha enfiada na buceta dela... aff que tesão!!!, tirei o pepino e fiz outra foto pra dar pra ver o pedaço de abobrinha que tinha entrado e o buraco que ficou na xereca dela, depois disso voltei pro meu trabalho com o legume e a xereca dela, enfiando aos poucos, só que dessa vez sem parar de fotografar o processo... Depois de um tempo e já com meu pau bem duro, deixei a abobrinha enfiada na buceta dela, depois de babar bem a entradinha anal dela e enfiar um dedo no cuzinho empinado dela, comecei a meter meu pau no cu dela... ele tava bem apertadinho, sensação que eu amo, dava pra sentir meu pau lutando pra entrar e o cu dela lutando pelo contrário, queria cuspir o invasor..., então fui enfiando aos poucos, ficando imóvel pra esse cuzão se adaptar ao meu pau.., cada vez que parava, me distraía com a abobrinha que tava na buceta dela. Porém quando tive meio pau enfiado no cu dela, fiquei um tempo imóvel pra esse cu gostoso e apertado se adaptar àquilo membro que estava perfurando ela por trás...
Com um movimento rápido de quadril, enfiei de uma vez toda a pica, ela reclamou de novo e até abriu os olhos, mas não entendi o que ela dizia e ela voltou a dormir... fiquei um tempo imóvel... e comecei um vai e vem lento e ritmado... e aos poucos fui aumentando o ritmo... depois de um tempo, cansado da posição, tirei completamente e fotografei ela várias vezes de novo, o buraco que ela tinha no cu era surreal, agora eu conseguia enfiar dois dedos sem problema e ainda sobrava espaço... a abobrinha tinha saído da buceta dela, então enfiei de volta, peguei a câmera e comecei a gravar enquanto comia aquela bunda empinada e sem nenhuma oposição!!!...
Fiquei assim por um bom tempo, porque entre a bebedeira que eu tava e já ter gozado uma vez, aguentei bastante até gozar de novo no cu dela...
Depois disso, tirei a hortaliça da ppk, levantei ela um pouco na cama e cobri, fui ao banheiro e tomei banho, depois fui pra cama e, como a noite toda, a Bea não tinha se mexido...
Deitei e depois de um tempo... o telefone da Bea tocou, peguei o telefone pra ver quem era, na tela do celular dizia "Papai Celular"... e eu não ia atender, dei uma cotovelada na Bea e ela reclamou.
Bea: "Bea, porra, é seu pai!!!"
Bea: "QUÊ????" "Que horas são?" "Que que eu tô fazendo aqui???"
Eu: "Ontem você tava muito mal e decidi te trazer pra minha casa!!!"
Bea: "Porra, meus pais me matam..."
Eu: "Diz que você tá na casa de uma amiga..., ou que vocês foram pra alguma cidadezinha aqui perto pra festa e que agora vocês tão voltando.."
Bea: "Porra, só espero que não tenham ligado pra ninguém..."
O telefone parou de tocar, a Bea foi se sentar e soltou um grito
Bea: "AAAAI, que que você me fez, seu filho da puta, como dói meu cu..."
Eu: "hehe é que você tava maravilhosa e do jeito que você me deixou a noite toda, decidi cobrar meu prêmio..., e como você não falava nada!!!"
A Bea se vestiu rapidinho, eram oito da manhã e, claro, os pais dela, ao verem que ela não tinha chegado em casa, ficaram preocupados... A Bea ligou pra casa e disse que tinha acompanhado uma amiga que estava muito bêbada e que tinha ficado no Txoko pra os pais dela não verem ela naquela situação... e que ela ficou com medo de deixar a amiga sozinha lá... mas que já tava indo embora agora... Claro que os pais não acreditaram nela e ela não escapou do castigo, então por umas duas semanas não pude vê-la de novo. Aí, pra ela não ficar entediada, mandei umas "fotinhas" pra ela se distrair e o vídeo que eu tinha gravado...

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