Ano novo em Madrid (8)

A cabeça de Marta estava a mil. A parada de ano-novo tinha saído do controle, e ela culpava o álcool por isso. A outra vez, fazendo uma punheta no irmão dela, não tinha explicação nenhuma, exceto que ela, o irmão e o namorado eram uns depravados.
Toda vez que lembrava desses eventos, Marta se escandalizava no começo, mas depois entrava nos detalhes da coisa e começava a subir um calor e uma vontade de transar que assustavam ela.
Ela encontrou o Manolo na Universidade e não sabe por que não quis contar pra ele o episódio com o irmão.
Quando ficaram sozinhos e já a caminho do apartamento espaçoso da Marta, ela soltou:            Vamos pra casa, Manolo, que não tem ninguém lá.            Nem seu irmão?            Não, ele é de um amigo.            Vamos então…
Chegaram ao apartamento e, mal fecharam a porta, Marta se atirou no namorado.            Eu tava doida pra ficar sozinha contigo, Manolo            Eu também, minha gatinha.

Manolo a despiu por completo. Marta lembrou de colocar as chaves na fechadura para evitar que alguém os descobrisse no meio do ato.
Num piscar de olhos, despiu o namorado e se despiu ela mesma mal atravessando a porta.            Vamos para o seu quarto            Agora vamos, quero te foder aqui.
Era a primeira vez que Marta dizia o verbo foder na primeira pessoa do singular. Até ali, sempre tinha sido ela a fodida e não a Ninfomaníaca.            Adoro que você esteja toda pegando fogo, gatinha!            Estou ardendo, Manolo.            Por que tanta tesão assim?            Não posso estar morrendo de vontade de comer meu namorado?            Eu te conheço, Marta, alguma coisa aconteceu que você não tá me contando.            Primeiro, me fode e depois eu te conto.            Deixa eu comer tua buceta            Não, Manolo, quero sentir você dentro de mim.            Já agora?            Agora mesmo, quero que você meta em mim.
Manolo não ia desobedecer um pedido desses. Ele se acomodou sentado no sofá da sala, sempre seguindo as instruções da sua agora dominadora namorada.            Vou te foder, seu filho da puta            Siiii            Me fode como a putinha que você é            Aghhh siiiim Manolo, sou muito safadinha, sou muito putinha.            Menina, você tá me deixando tão excitado que eu não vou aguentar muito.            Espera, então chupa minha buceta que eu não quero ficar sem gozar.            Seus desejos são ordens, minha rainha.
 
Manolo se ajoelhou no chão e começou a chupar a buceta molhada da Marta. Ele não lembrava de tê-la visto assim.
Pela cabeça do Manolo passavam milhares de ideias do que poderia estar deixando a namorada tão safada, mas ele queria ouvir dela.
Marta anunciou a chegada do seu orgasmo, quase com um grito misturado com um berro:
 
-            Aghhhhhhh Aghhh seu filho da puta, tô gozandooooooo            Mmmmmm            Aghhh chupa minha buceta do jeito que só você sabe fazer.            Marta, adorei muito fazer você gozar.            Vem, pega as coisas e vamos pro meu quarto.
Levaram as roupas e entraram no quarto da Marta. Ela deixou a porta aberta.            Vai me contar o que é que tá te deixando tão tarada?            Tipo, eu fiz uma punheta pro meu irmão, Manolo.            Aghhh, putinha, eh!            Você não tá bravo?            Olha, garota, não vou te mentir que me dá uma certa inveja, mas fui eu que despertei essa safadeza em você. Tenho que admitir.            Obrigado, Manolo, por me entender, é que eu me sinto uma puta, uma pervertida.            E me conta como foi, mas antes quero te foder.            Foi aqui no meu quarto. No dia do acidente que te contei.            Mas... isso foi há mais de 15 dias.            Sim, sim, eu não tinha coragem de te contar.
Manolo olhou pra ela com severidade.            Menina, a gente precisa ter confiança uma na outra.            Obrigada, Manolo, e me desculpa por não ter te contado antes.            Tá tudo bem, minha princesa. Agora conta.            Foi aqui mesmo, encostado naquela janela. Eu tava olhando o acidente e ele colou em mim por trás, eu senti a dureza dele, o pau dele. Meus pais tavam olhando pela outra janela. Eu, sem pensar duas vezes, comecei a massagear o pau dele por cima da calça e depois por dentro. Em segundos ele gozou, deixando minha mão inteira cheia da porra dele.
Marta parou ali. Não quis contar pra ele que tinha provado e tinha se masturbado enquanto fazia isso.            Vamos contra a janela, gostosa, que eu quero te comer ali, como se fosse seu irmão.            Eles podem nos ver.            Quem é Marta, ninguém fica olhando pra cima as janelas dos prédios, além disso vou ser rápido, eu prometo.            Vem, Manolo, me fode            Lá vou eu
Marta se encostou na janela, apoiando os bicos durinhos no vidro frio. Manolo, por trás, se abaixou um pouco e, de uma só vez, enfiou a rola na buceta da namorada.
Ela instintivamente fechou os olhos.            Imagina que é o teu irmão que te fode com aquela pica enorme que ele tem.            Aghhh Manolo
 
Manolo acariciou o clitóris dela enquanto metia nela.            Quero que você goze dentro de mim, Manolo            Aghhh garota, você me faz gozar agora mesmo            Eu também, Manolo, eu também já tô gozando...

Os dois gozaram e ficaram assim, de pé, colados um atrás do outro, enquanto se beijavam com loucura e sem freio.
Se separaram, limparam o esperma com papel e se trocaram.
Marta correu pra tirar a chave da fechadura e não demorou nada pra despachar o Manolo.
Ela tinha saciado a vontade e se confessado pro namorado. Não se sentia mais tão culpada.
A vontade ia voltar logo. Ela sabia.


Continuará...
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