Bom, pra começar esse lindo relato, a gente tem que voltar no tempo lá pra 2023, quando eu ainda morava e trabalhava em Capital Federal. Por causa do salário baixo, das horas de viagem e o quanto era cansativo viajar horas e horas de trem, decidi me mudar de Ezeiza, onde eu tinha meu apartamento bonito, confortável e barato, pra divina cidade da fúria, mais precisamente pros cortiços de San Telmo, que são geralmente pra estudantes e pessoal da força. É banheiro compartilhado, um quarto de 3x3, onde se ligava uma chaleira elétrica e caía o disjuntor. Triste mas real. A questão é que era um preço acessível e com 15 minutos de distância do meu trabalho. Com o tempo, me acostumei e não era tão ruim assim. Eu ficava no fundo do corredor, tinham 5 quartos um do lado do outro, eu tava no meio de dois quartos vazios, onde chega um casal: o cara, um "conhecido" meu, que não é meu amigo, e a namorada dele, uma mina da prefeitura. A descrição dela (gordinha, 1,60m, umas tetas grandes lindas e naturais, e uma bunda gorda bonita, simpática). Dos quartos que estavam vazios, deram pra eles um antes do meu, ou seja, meus vizinhos de parede. Pra minha sorte, bem ativos sexualmente, onde vou admitir que todas as noites que eu os ouvia transando, eu batia uma duas vezes por noite, com certeza. Era gostoso ouvir ela gemer que nem uma puta e pedir pra ele comer ela por trás, que pelo que percebi era o vício dela. Teve uma boa vibe entre a gente, nunca se mencionou o assunto de ouvir eles transando, eu fingia demência e fazia de conta que nada tava acontecendo. Um dia, a mina expulsa meu comparsa do quarto porque descobriu que o cara tava traindo ela com uma colega de trabalho dele. Aí a mina da prefeitura ficou sozinha e não demorou mais que uns dias pra começar a vingança dela, e foi aí que começou a putaria no cortiço. Os horários de trabalho dela variavam muito, às vezes de manhã, às vezes de tarde. A questão é que dava pra ver ela entrando com 3 caras diferentes por dia, e na linda Capital Federal não tem distinção de raça, você encontra o que deseja. Um dia eu cruzei com um moreno daqueles nigerianos que você cruza em Flores vendendo relógio ou boné, uf quando vi que estavam entrando no quarto, voando entrei no meu quarto, tranquei tudo, peguei uma meia pra começar a masturbação. Que foda que ele deu, por favor, foi muito intenso, eu vivia como se fosse eu. E assim, vários desses caras, e ela não fazia asco de nada, e foi aí que me tentou o tesão e a vontade de dar no cu daquela puta, já que todo mundo tava comendo ela, eu também queria. Cruzei com ela várias vezes depois que terminava de foder com algum, eu saía lá fora sorrateiramente pra ver quando ela passava e ia pro banheiro, e me excitava ver ela passar de calcinha, coberta com toalhas, semi nua, pra se limpar da gozada que acabavam de dar nela. Eu calculo que ela percebia como eu olhava pra ela, com vontade de comer ela inteira. Sempre pra tomar banho ela tinha que passar na frente do meu quarto, e às vezes quando eu tava lavando minha roupa também cruzava com ela, e reforço que o banheiro não tem cortina e muito menos tranca, ou seja, dava pra entrar acidentalmente sem querer quando alguém tava lá dentro. Em meados daquele ano, em junho, eu fui de férias pra Misiones visitar minha família, foi aí que um amigo que morava em Ezeiza me pediu o quarto emprestado até eu voltar, porque tava tendo problema com a parceira e porque também queria usar como hotel, e sem problemas eu disse que sim. Meu amigo David é um cara gato, 1,80 de altura e atleta, muito pegador com as mulheres, só que muito tímido, mas mesmo assim comeu minha vizinha e na volta me contou detalhes de como ela era puta, a ponto de dizer que gravou ela chupando a pica e fazendo o boquete, mas a filmagem era pra ficar no celular dela. Bom, ficou muito longo e não quero entediar com a extensão, amanhã subo a segunda parte.. espero que estejam gostando..
3 comentários - Foda-se no Cortiço de San Telmo, capital federal