Minha esposa e meu filho parte 6
No capítulo anterior, descubro como minha esposa faz um boquete no nosso filho no quarto dele.
No dia seguinte, terça-feira, tomamos café da manhã todos juntos, como se nada tivesse acontecido entre eles. Vejo meu filho todo absorto olhando pro prato dele, minha mulher sentada sorridente como sempre. Nos despedimos dela, como é de costume, e levo meu filho pra escola. Me bate a vontade de perguntar como ele tá indo com a tal da "namorada".
Eu: Filho, como tá indo aquela parada que você me contou da última vez?
Adão: Tô bem, pai, tô indo bem, acho que avancei com ela.
Eu: Fico feliz, você já sabe que, se precisar de grana pra convidar ela pra sair, é só me falar e foda-se o cartão e o carro. Mas não exagera.
Adão: Ok, pai, valeu. Bom, te vejo à tarde.
Ele desce e eu sigo meu caminho pro trabalho. Passei o dia inteiro em reuniões, o tempo voou, chegando em casa, minha esposa me recebe como de costume. Sentamos pra jantar, meu filho continua com a cabeça nas nuvens. Minha esposa e eu seguimos conversando como se nada. O tempo passou sem nada de relevante.
À noite, estamos eu e minha esposa, quando ela me diz que nosso filho termina as aulas na quinta-feira, e que ela gostaria de passar a sexta na piscina. (Poxa, parece que os dias que eles gostam são quando tão na piscina), eu falo:
Eu: Claro, amor, se quiser, quando eu sair ela já vai enchendo.
Ela: Sim, amor, obrigada.
Depois de olhar meu celular, deito pra dormir.
Quarta-feira de manhã, sem nenhuma novidade, por volta do meio-dia só vi que chegaram as notificações do chat.
-Chat-
Adão: Ei, mãe, tô com saudade dos seus beijos e das suas atenções.
Ela: Ai, querido, presta atenção na escola, só falta hoje e amanhã é o último dia.
Adão: Sem problema, o professor não veio, então aproveitei pra te mandar mensagem, porque tô com muita saudade de você e quero te dizer que te amo.
Ela: O que você quer, amor? Você não é assim...
Adão: Bom... queria sentir de novo o que senti ontem. A verdade é que você é uma delícia em todos os sentidos.
Ela: Mmmm... não sei, o que... vou pensar. Adão: Anda, anda... Ela: Já, já, tô vendo ele aí. Segue com as tuas coisas, eu tenho que fazer a comida e o serviço de casa. Adão: Ok. Assim passou o dia, mas como eu sei que eles vão ficar sozinhos por umas duas horas, pensei que algo teria que rolar entre eles antes de eu chegar, então me dei a liberdade de sair mais cedo, sem levantar suspeitas com eles. Dirigi até a casa, eram 2:30 da tarde. Abro com todo cuidado, pra não ser visto, por via das dúvidas. Entro, não vejo minha esposa na sala, nem na cozinha... fico me perguntando?... quando ouço um gemido do meu filho. Adão: AHHHH, Siiim, que boca gostosa você tem, mãe. Continua assim, assim OHHHH... Tô subindo devagar e a cada passo que dou escuto claramente os gemidos do meu filho, vejo que a porta tá entreaberta (suponho que pra ouvir se eu chegasse), mas da minha posição vejo que meu filho tá sentado na cadeira dele, minha esposa ajoelhada fazendo um boquete monumental. Meu filho tá com os olhos fechados, a cabeça pra trás, enquanto minha esposa vai comendo devagarzinho a pica do meu filho, ela faz isso num ritmo pausado, se dá ao tempo, beija a cabeça, passa a língua, abre a boca e devora, tira de novo, lambe como se fosse um sorvete... ela diz pra ele: Ela: Cê tá gostando, né? Cê gosta que a mamãe faça isso com você? Sabendo que é errado... mas eu não consigo parar, é igual à do seu pai, mas mais grossa. Tem um gosto delicioso. Glup, glup... delicioso.. Adão: Ahhh sim, agora posso gritar sem ninguém nos ouvir.. AHHH, SIM, CONTINUA, AHHH QUE delícia... Vejo que ele observa a mãe, ela levanta o rosto, os dois se olham... Ele segura a cabeça dela e guia de novo, agora ele marcando o ritmo, já não é um boquete, ele tá comendo a mãe pela boca, são movimentos rápidos, profundos, ela engole a pica do nosso filho por completo, vejo os olhos dela marejados, mas ela mantém o ritmo. Ela apoia as mãos nas pernas dele, pra se segurar. Num momento ela consegue tirar, pra respirar, e meu filho diz: Adão: Já quase, já quase… quero que você engula tudo, por favor… Ela: Tá bom, amor, dá pra mamãe. Ele a submete de novo e continua penetrando a boca dela, ela recebe com gosto, eu ouço os gemidos do meu filho. Adão: AHHHH, JÁÁÁ… TÁ VINDO…OHHHH AHHHH.. Vejo meu filho levantar o quadril pra fazer a penetração mais profunda, ela abraça as pernas dele, eu ouço o glup, glup, glup, passam alguns segundos, recebendo na boca a gozada do filho dela, ele tira, observa que ainda tem restos, passa a língua, limpa.. ela se levanta, meu filho tá sentado, perdido no limbo. Ela se limpa os restos… diz que vai sair pra terminar a comida. Esse é meu sinal pra descer apressado, tô chegando na porta principal quando abro, ela me observa na frente da porta. Se assusta e me pergunta nervosa: Ela: A-mor, cê já chegou!… filho, seu pai acabou de chegar em casa. Tá tudo bem? Você chegou cedo, não me avisou que sairia mais cedo pra eu ter a comida pronta. Me dá uns minutos que eu termino, meu anjo. Eu: Sim, saí cedo, cancelaram uma reunião e aí quis vir na hora, não te avisei por isso mesmo. Vim assim que nos avisaram. Não se preocupa, espero a comida terminar. Ela vai apressada pra cozinha, vejo ela lavar as mãos, enxaguar a boca ali mesmo, mas vejo ela muito nervosa e alterada. Sei que ela não me viu descer as escadas, mas se assustou ao me ver. Pergunto pelo nosso filho, ela diz que ele tá no quarto dele, descansando (claro, quem não depois de uma mamada monumental). Durante esse tempo ela ficou muito nervosa, meio alterada. Uma hora depois a comida termina e ela avisa que já tá servida na mesa, eu sento, meu filho chega, minha mulher senta, começamos a comer. Comento do trabalho, ela das ofertas do mercado, meu filho que não quer mais ir amanhã, a gente fala que é o último dia, então tem que ir sim ou sim. Comentamos que desde cedo na sexta vai encher a piscina. Meu filho tá visivelmente animado, porque sabe (é o que ele pensa) que vão ficar sozinhos, enquanto eu tô no trabalho. O resto da tarde não teve nada relevante, só que meu filho andava muito carente com ela, mas ela tava esquiva, na defensiva, falava que eu tava em casa e mandava ele se acalmar. Já na hora de dormir, minha esposa tá muito carinhosa comigo, sei que ela tá excitada, porque vejo nos olhos dela e os peitos dela tão bem marcados. A gente se beija, apaixonadamente, ela pega no meu pau totalmente ereto e eu tava tão excitado que tinha medo de gozar ali mesmo só de lembrar como minha esposa tava à tarde. Sem dizer uma palavra, a gente tira a pouca roupa que tinha, eu me aproximo dela, agarro os peitos dela e baixo minha cabeça até eles, pego com as duas mãos, firme e até quase bruto, meto o mamilo dela na minha boca, a reação dela: Ela: Oh, love... gemeu quando sentiu a pressão no peito. Eu ouvia os sons que fazia ao chupar aqueles peitos enormes, a mão dela me guia pra ficar por cima dela, me ajeito de um jeito que sinto o calor entre as pernas dela. Penetro devagar, deslizo pra dentro fácil. Ela tava muito quente e molhada. Eu: Ahhh, você tá toda molhada, meu love. Ela: Tô assim por você, minha vida. Vamos, love, me come com força. falou num gemido bem quente. Nossos corpos se encaixaram num ritmo frenético e ardente, que ecoou pelo quarto inteiro, o rangido da cama tava mais alto que o normal. Ela: Vamos, amor, deixa eu montar em você, pra você poder beijar meus peitos. A gente se vira sem parar de se amar, ela começa a cavalgar em mim, mexendo a cintura pra frente, pra trás, em círculos, me faz sentar pra beijar os peitos dela, ela se ajeita de um jeito que cruza as pernas pra me abraçar com elas, eu seguro na bunda dela, ela começa a se mover freneticamente. Ela: Mais... assim... ahhhhhhh cravando as unhas nas minhas costas. Eu continuava metendo com força. Cada vez que entrava, sentia nossos fluidos se misturando. Um sorriso se formou no rosto dela. Eu já sabia o que vinha. —Ahhhhhhh... love... não pares….¡siii AHHHHHH TÔ GOZANDOOO! Empurrando a bunda pra frente, me dando uma sentada que quase sinto que vou estourar. A gente goza junto, ao mesmo tempo. Caímos exaustos na cama, ela me abraça, fala umas palavras que eu não entendo, tô com sono, mas consigo ver que meu filho se retira, de novo ele nos espionou, só fecho os olhos e deixo o Morfeu me levar pro sono. Minha esposa e eu dormimos pelados.
No capítulo anterior, descubro como minha esposa faz um boquete no nosso filho no quarto dele.
No dia seguinte, terça-feira, tomamos café da manhã todos juntos, como se nada tivesse acontecido entre eles. Vejo meu filho todo absorto olhando pro prato dele, minha mulher sentada sorridente como sempre. Nos despedimos dela, como é de costume, e levo meu filho pra escola. Me bate a vontade de perguntar como ele tá indo com a tal da "namorada".
Eu: Filho, como tá indo aquela parada que você me contou da última vez?
Adão: Tô bem, pai, tô indo bem, acho que avancei com ela.
Eu: Fico feliz, você já sabe que, se precisar de grana pra convidar ela pra sair, é só me falar e foda-se o cartão e o carro. Mas não exagera.
Adão: Ok, pai, valeu. Bom, te vejo à tarde.
Ele desce e eu sigo meu caminho pro trabalho. Passei o dia inteiro em reuniões, o tempo voou, chegando em casa, minha esposa me recebe como de costume. Sentamos pra jantar, meu filho continua com a cabeça nas nuvens. Minha esposa e eu seguimos conversando como se nada. O tempo passou sem nada de relevante.
À noite, estamos eu e minha esposa, quando ela me diz que nosso filho termina as aulas na quinta-feira, e que ela gostaria de passar a sexta na piscina. (Poxa, parece que os dias que eles gostam são quando tão na piscina), eu falo:
Eu: Claro, amor, se quiser, quando eu sair ela já vai enchendo.
Ela: Sim, amor, obrigada.
Depois de olhar meu celular, deito pra dormir.
Quarta-feira de manhã, sem nenhuma novidade, por volta do meio-dia só vi que chegaram as notificações do chat.
-Chat-
Adão: Ei, mãe, tô com saudade dos seus beijos e das suas atenções.
Ela: Ai, querido, presta atenção na escola, só falta hoje e amanhã é o último dia.
Adão: Sem problema, o professor não veio, então aproveitei pra te mandar mensagem, porque tô com muita saudade de você e quero te dizer que te amo.
Ela: O que você quer, amor? Você não é assim...
Adão: Bom... queria sentir de novo o que senti ontem. A verdade é que você é uma delícia em todos os sentidos.
Ela: Mmmm... não sei, o que... vou pensar. Adão: Anda, anda... Ela: Já, já, tô vendo ele aí. Segue com as tuas coisas, eu tenho que fazer a comida e o serviço de casa. Adão: Ok. Assim passou o dia, mas como eu sei que eles vão ficar sozinhos por umas duas horas, pensei que algo teria que rolar entre eles antes de eu chegar, então me dei a liberdade de sair mais cedo, sem levantar suspeitas com eles. Dirigi até a casa, eram 2:30 da tarde. Abro com todo cuidado, pra não ser visto, por via das dúvidas. Entro, não vejo minha esposa na sala, nem na cozinha... fico me perguntando?... quando ouço um gemido do meu filho. Adão: AHHHH, Siiim, que boca gostosa você tem, mãe. Continua assim, assim OHHHH... Tô subindo devagar e a cada passo que dou escuto claramente os gemidos do meu filho, vejo que a porta tá entreaberta (suponho que pra ouvir se eu chegasse), mas da minha posição vejo que meu filho tá sentado na cadeira dele, minha esposa ajoelhada fazendo um boquete monumental. Meu filho tá com os olhos fechados, a cabeça pra trás, enquanto minha esposa vai comendo devagarzinho a pica do meu filho, ela faz isso num ritmo pausado, se dá ao tempo, beija a cabeça, passa a língua, abre a boca e devora, tira de novo, lambe como se fosse um sorvete... ela diz pra ele: Ela: Cê tá gostando, né? Cê gosta que a mamãe faça isso com você? Sabendo que é errado... mas eu não consigo parar, é igual à do seu pai, mas mais grossa. Tem um gosto delicioso. Glup, glup... delicioso.. Adão: Ahhh sim, agora posso gritar sem ninguém nos ouvir.. AHHH, SIM, CONTINUA, AHHH QUE delícia... Vejo que ele observa a mãe, ela levanta o rosto, os dois se olham... Ele segura a cabeça dela e guia de novo, agora ele marcando o ritmo, já não é um boquete, ele tá comendo a mãe pela boca, são movimentos rápidos, profundos, ela engole a pica do nosso filho por completo, vejo os olhos dela marejados, mas ela mantém o ritmo. Ela apoia as mãos nas pernas dele, pra se segurar. Num momento ela consegue tirar, pra respirar, e meu filho diz: Adão: Já quase, já quase… quero que você engula tudo, por favor… Ela: Tá bom, amor, dá pra mamãe. Ele a submete de novo e continua penetrando a boca dela, ela recebe com gosto, eu ouço os gemidos do meu filho. Adão: AHHHH, JÁÁÁ… TÁ VINDO…OHHHH AHHHH.. Vejo meu filho levantar o quadril pra fazer a penetração mais profunda, ela abraça as pernas dele, eu ouço o glup, glup, glup, passam alguns segundos, recebendo na boca a gozada do filho dela, ele tira, observa que ainda tem restos, passa a língua, limpa.. ela se levanta, meu filho tá sentado, perdido no limbo. Ela se limpa os restos… diz que vai sair pra terminar a comida. Esse é meu sinal pra descer apressado, tô chegando na porta principal quando abro, ela me observa na frente da porta. Se assusta e me pergunta nervosa: Ela: A-mor, cê já chegou!… filho, seu pai acabou de chegar em casa. Tá tudo bem? Você chegou cedo, não me avisou que sairia mais cedo pra eu ter a comida pronta. Me dá uns minutos que eu termino, meu anjo. Eu: Sim, saí cedo, cancelaram uma reunião e aí quis vir na hora, não te avisei por isso mesmo. Vim assim que nos avisaram. Não se preocupa, espero a comida terminar. Ela vai apressada pra cozinha, vejo ela lavar as mãos, enxaguar a boca ali mesmo, mas vejo ela muito nervosa e alterada. Sei que ela não me viu descer as escadas, mas se assustou ao me ver. Pergunto pelo nosso filho, ela diz que ele tá no quarto dele, descansando (claro, quem não depois de uma mamada monumental). Durante esse tempo ela ficou muito nervosa, meio alterada. Uma hora depois a comida termina e ela avisa que já tá servida na mesa, eu sento, meu filho chega, minha mulher senta, começamos a comer. Comento do trabalho, ela das ofertas do mercado, meu filho que não quer mais ir amanhã, a gente fala que é o último dia, então tem que ir sim ou sim. Comentamos que desde cedo na sexta vai encher a piscina. Meu filho tá visivelmente animado, porque sabe (é o que ele pensa) que vão ficar sozinhos, enquanto eu tô no trabalho. O resto da tarde não teve nada relevante, só que meu filho andava muito carente com ela, mas ela tava esquiva, na defensiva, falava que eu tava em casa e mandava ele se acalmar. Já na hora de dormir, minha esposa tá muito carinhosa comigo, sei que ela tá excitada, porque vejo nos olhos dela e os peitos dela tão bem marcados. A gente se beija, apaixonadamente, ela pega no meu pau totalmente ereto e eu tava tão excitado que tinha medo de gozar ali mesmo só de lembrar como minha esposa tava à tarde. Sem dizer uma palavra, a gente tira a pouca roupa que tinha, eu me aproximo dela, agarro os peitos dela e baixo minha cabeça até eles, pego com as duas mãos, firme e até quase bruto, meto o mamilo dela na minha boca, a reação dela: Ela: Oh, love... gemeu quando sentiu a pressão no peito. Eu ouvia os sons que fazia ao chupar aqueles peitos enormes, a mão dela me guia pra ficar por cima dela, me ajeito de um jeito que sinto o calor entre as pernas dela. Penetro devagar, deslizo pra dentro fácil. Ela tava muito quente e molhada. Eu: Ahhh, você tá toda molhada, meu love. Ela: Tô assim por você, minha vida. Vamos, love, me come com força. falou num gemido bem quente. Nossos corpos se encaixaram num ritmo frenético e ardente, que ecoou pelo quarto inteiro, o rangido da cama tava mais alto que o normal. Ela: Vamos, amor, deixa eu montar em você, pra você poder beijar meus peitos. A gente se vira sem parar de se amar, ela começa a cavalgar em mim, mexendo a cintura pra frente, pra trás, em círculos, me faz sentar pra beijar os peitos dela, ela se ajeita de um jeito que cruza as pernas pra me abraçar com elas, eu seguro na bunda dela, ela começa a se mover freneticamente. Ela: Mais... assim... ahhhhhhh cravando as unhas nas minhas costas. Eu continuava metendo com força. Cada vez que entrava, sentia nossos fluidos se misturando. Um sorriso se formou no rosto dela. Eu já sabia o que vinha. —Ahhhhhhh... love... não pares….¡siii AHHHHHH TÔ GOZANDOOO! Empurrando a bunda pra frente, me dando uma sentada que quase sinto que vou estourar. A gente goza junto, ao mesmo tempo. Caímos exaustos na cama, ela me abraça, fala umas palavras que eu não entendo, tô com sono, mas consigo ver que meu filho se retira, de novo ele nos espionou, só fecho os olhos e deixo o Morfeu me levar pro sono. Minha esposa e eu dormimos pelados.
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