Em uma festa de casamento de um empresário importante, parente de Carlos e Mônica.
Eu procurava o Máximo com o olhar e via que ele me observava, com intenção escondida, de perto e de longe. Era meio que ver quem dos dois provocava mais.
Havia muitos convidados, confusão e bagunça, no baile depois do jantar.
Decidi sair para o jardim anexo ao salão de festa, precisava tirar a mente, pelo menos por um tempo, do jogo de sedução. Não tinha quase ninguém. Não se passaram nem dois minutos e senti duas mãos na minha cintura, me puxando para trás.
Pensei que era o Carlos, mas era o Máximo que, me sussurrou no ouvido para fazer silêncio, depois me pegou pela mão e me levou para um canto escuro do jardim, me encostou de costas no tronco de uma árvore e começou a me beijar com veemência, a língua dele entrava na minha boca com prepotência, enquanto as mãos dele, tão ou mais insolentes que a língua, não paravam de apalpar minha buceta, meu culo e minhas tetas. Uma delas, ele pôs pra fora, afastando sutiã e blusa, e os lábios e a língua dele passaram a beijar, chupar e lamber minha teta e meu mamilo. Eu, não sabia como segurar os gemidos.
-Se eu me deixar levar, eu me agacho, tiro sua calcinha e chupo sua buceta toda,... use a palavra: buceta e raba,... você imagina o que viria depois?... fico te devendo essa,...- sussurrou.
Enquanto voltávamos para o salão, ele me disse para eu entrar primeiro, que depois ele daria um jeito de me passar o número do celular dele, pra gente marcar um encontro a sós.
Foi assim, e no dia seguinte mandei um whatsapp pra ele com um texto neutro “… pra você ter meu número..” que, obviamente, era uma confirmação de que eu tava afim de transar com ele.
Três dias depois, consegui me libertar por algumas horas dos meus 3 amores (Carlos e nossos 2 filhinhos) e coordenar com o Máximo.
Com blusa, saia, lingerie sexy, maquiagem caprichada, perfume, pulseiras e bolsa, fui pro ponto de encontro, o estacionamento de um shopping não muito longe da minha casa. Ele já tinha chegado. Saiu do carro e, quando me viu, pela expressão no rosto dele, entendi que eu tinha impressionado ele, até mais do que eu imaginava. Sem dizer nada, me beijou ali mesmo, com minhas costas apoiadas na lataria do carro. Deixei ele agir sem me preocupar com o fato de estarmos perto da minha casa, de alguém que me conhecia poder nos ver. Enquanto ele me beijava com paixão como se fôssemos adolescentes, senti que "o desejo" dele por mim estava crescendo e pressionando contra minha buceta. Eu estava toda vaidosa, convencida pra caralho por ser tão desejada. Nunca tinha sentido tanta emoção ao ser desejada daquele jeito. Subimos no carro dele e fomos pra rua.
-Pra onde a gente vai?
- Reservei num hotel, aqui perto, que gostosa vou comer! - respondeu
No elevador, a caminho do quarto do hotel, a gente se beijava feito loucos. Ele enfiava as mãos em todo lugar, até eu sentir os dedos dele por cima da calcinha, na minha buceta. Acho que eu já tava escorrendo. Agarrei o pau dele, tava doida pra tirar pra fora, segurar e provar.
No quarto, com as bocas coladas e as línguas entrelaçadas, a gente se despiu. Minhas roupas e a lingerie super gostosa que eu tinha vestido pra ocasião, o Máximo jogou numa poltroninha. A gente se separou por um instante. O batom que eu tinha passado tão meticulosamente nos lábios, um tempo antes no carro, estava na boca dele. Aquela boca vermelha me excitava, era sensual, tava com fome de mim. Eu o despi com frenesi, as roupas dele ficaram por cima das minhas.
Nu, pelado ele era até melhor do que vestido, tinha um físico atlético, ombros largos, barriga chapada, mas acima de tudo tinha uma das rolas mais grossas que eu já tinha visto na vida; não que eu tivesse visto muitas, mas, antes daquele dia, já tinha me dado umas boas satisfações. Não era tão comprida, era mais encorpada. Aquela pedaço grande de carne dura me hipnotizou, eu peguei e segurei na minha mão, soltei sem querer, ele se deitou e me ofereceu, ereta, feito uma torre.
Começo lambendo, minha mão na base mal consegue envolvê-la por completo, pra meter a cabeça na boca, tenho que abrir tudo. Fico vidrada, me excita chupar essa pica linda, mas depois de um tempo solto, subo em cima dele, de cócoras sobre a cara dele e ofereço minha depilação fresquinha de 3 dias atrás. Gozo quase na hora, ele sabe usar a língua! Durante os espasmos do orgasmo, sinto que quero ele dentro, me reposiciono, sempre montada, pego a pica, dura, pulsando, grossa, com a mão e guio até a buceta molhada dos meus fluidos e da saliva dele e enfio. Ele tem uma expressão de quem tá brincando com o brinquedo favorito. Pergunto:
- Você gosta?
- Eu gosto... eu gosto de você desde o primeiro momento em que te vi!!!!-
Eu sabia que eu agradava ele, mas a gente, mulher, sempre adora ouvir isso.
Começo a me mover sobre ele, curto muito, a sensação de prazer ao sentir que ele me preenche, que a pica dele desliza entre as paredes da minha buceta molhada, é indescritível, me deixa louca. Eu tremo, sacudida pelo orgasmo.
Ele aproveita a minha bunda, me deita, me monta, me penetra, me fode cada vez mais forte, sinto as batidas da pélvis dele contra a minha. Eu gozo de novo bem alto, gemendo, suspirando.
Ela dá uma pausa para respirar, ofegante, para o vai e vem e sai.
Trocamos um olhar, o dela mais faminto que o meu, eu já tinha tido dois orgasmos! Ela retoma a metida e sacada com força impetuosa, ardente, cheia de paixão, até que acaba soltando tanto esperma que sinto que me enche a buceta. Antes de gozar completamente, me provoca o terceiro orgasmo da tarde.
Sinto que esvaziei ele por completo. Ficamos deitados de barriga pra cima, cabeça com cabeça, respirando, os dois, ofegantes por causa do exercício intenso.
Os cheiros da nossa "putaria" saturam o ar do quarto, eu adoro esse cheiro. Me sinto realmente... uma vadia.
-Você me deixa louco!.... Você é incrivelmente sensual!.... Uma deusa transando!... Já te falaram isso antes?
Não, não tinham me falado desse jeito, adorei ouvir isso. Não falei pra ele.
- Você também me vira a cabeça... Me comeu como um touro solto... parecia que não comia há anos – respondi.
-Não transávamos, você quer dizer... você não foi nada comportada – me corrigiu
O resto do turno continuou com um lanche frugal levado ao quarto, consumido pelados na cama, intercalado com beijos, brincadeiras, abraços e carícias, com a retomada da farra sexual, embora de um jeito menos selvagem.
De volta ao carro, uma ligação do meu marido (que queria saber onde eu estava porque tínhamos o compromisso de jantar com amigos) me distraiu do êxtase daquela tarde, com Máximo, o marido da minha cunhada.
Eu procurava o Máximo com o olhar e via que ele me observava, com intenção escondida, de perto e de longe. Era meio que ver quem dos dois provocava mais.
Havia muitos convidados, confusão e bagunça, no baile depois do jantar.
Decidi sair para o jardim anexo ao salão de festa, precisava tirar a mente, pelo menos por um tempo, do jogo de sedução. Não tinha quase ninguém. Não se passaram nem dois minutos e senti duas mãos na minha cintura, me puxando para trás.
Pensei que era o Carlos, mas era o Máximo que, me sussurrou no ouvido para fazer silêncio, depois me pegou pela mão e me levou para um canto escuro do jardim, me encostou de costas no tronco de uma árvore e começou a me beijar com veemência, a língua dele entrava na minha boca com prepotência, enquanto as mãos dele, tão ou mais insolentes que a língua, não paravam de apalpar minha buceta, meu culo e minhas tetas. Uma delas, ele pôs pra fora, afastando sutiã e blusa, e os lábios e a língua dele passaram a beijar, chupar e lamber minha teta e meu mamilo. Eu, não sabia como segurar os gemidos.
-Se eu me deixar levar, eu me agacho, tiro sua calcinha e chupo sua buceta toda,... use a palavra: buceta e raba,... você imagina o que viria depois?... fico te devendo essa,...- sussurrou.
Enquanto voltávamos para o salão, ele me disse para eu entrar primeiro, que depois ele daria um jeito de me passar o número do celular dele, pra gente marcar um encontro a sós.
Foi assim, e no dia seguinte mandei um whatsapp pra ele com um texto neutro “… pra você ter meu número..” que, obviamente, era uma confirmação de que eu tava afim de transar com ele.
Três dias depois, consegui me libertar por algumas horas dos meus 3 amores (Carlos e nossos 2 filhinhos) e coordenar com o Máximo.
Com blusa, saia, lingerie sexy, maquiagem caprichada, perfume, pulseiras e bolsa, fui pro ponto de encontro, o estacionamento de um shopping não muito longe da minha casa. Ele já tinha chegado. Saiu do carro e, quando me viu, pela expressão no rosto dele, entendi que eu tinha impressionado ele, até mais do que eu imaginava. Sem dizer nada, me beijou ali mesmo, com minhas costas apoiadas na lataria do carro. Deixei ele agir sem me preocupar com o fato de estarmos perto da minha casa, de alguém que me conhecia poder nos ver. Enquanto ele me beijava com paixão como se fôssemos adolescentes, senti que "o desejo" dele por mim estava crescendo e pressionando contra minha buceta. Eu estava toda vaidosa, convencida pra caralho por ser tão desejada. Nunca tinha sentido tanta emoção ao ser desejada daquele jeito. Subimos no carro dele e fomos pra rua.
-Pra onde a gente vai?
- Reservei num hotel, aqui perto, que gostosa vou comer! - respondeu
No elevador, a caminho do quarto do hotel, a gente se beijava feito loucos. Ele enfiava as mãos em todo lugar, até eu sentir os dedos dele por cima da calcinha, na minha buceta. Acho que eu já tava escorrendo. Agarrei o pau dele, tava doida pra tirar pra fora, segurar e provar.
No quarto, com as bocas coladas e as línguas entrelaçadas, a gente se despiu. Minhas roupas e a lingerie super gostosa que eu tinha vestido pra ocasião, o Máximo jogou numa poltroninha. A gente se separou por um instante. O batom que eu tinha passado tão meticulosamente nos lábios, um tempo antes no carro, estava na boca dele. Aquela boca vermelha me excitava, era sensual, tava com fome de mim. Eu o despi com frenesi, as roupas dele ficaram por cima das minhas.
Nu, pelado ele era até melhor do que vestido, tinha um físico atlético, ombros largos, barriga chapada, mas acima de tudo tinha uma das rolas mais grossas que eu já tinha visto na vida; não que eu tivesse visto muitas, mas, antes daquele dia, já tinha me dado umas boas satisfações. Não era tão comprida, era mais encorpada. Aquela pedaço grande de carne dura me hipnotizou, eu peguei e segurei na minha mão, soltei sem querer, ele se deitou e me ofereceu, ereta, feito uma torre.
Começo lambendo, minha mão na base mal consegue envolvê-la por completo, pra meter a cabeça na boca, tenho que abrir tudo. Fico vidrada, me excita chupar essa pica linda, mas depois de um tempo solto, subo em cima dele, de cócoras sobre a cara dele e ofereço minha depilação fresquinha de 3 dias atrás. Gozo quase na hora, ele sabe usar a língua! Durante os espasmos do orgasmo, sinto que quero ele dentro, me reposiciono, sempre montada, pego a pica, dura, pulsando, grossa, com a mão e guio até a buceta molhada dos meus fluidos e da saliva dele e enfio. Ele tem uma expressão de quem tá brincando com o brinquedo favorito. Pergunto:
- Você gosta?
- Eu gosto... eu gosto de você desde o primeiro momento em que te vi!!!!-
Eu sabia que eu agradava ele, mas a gente, mulher, sempre adora ouvir isso.
Começo a me mover sobre ele, curto muito, a sensação de prazer ao sentir que ele me preenche, que a pica dele desliza entre as paredes da minha buceta molhada, é indescritível, me deixa louca. Eu tremo, sacudida pelo orgasmo.
Ele aproveita a minha bunda, me deita, me monta, me penetra, me fode cada vez mais forte, sinto as batidas da pélvis dele contra a minha. Eu gozo de novo bem alto, gemendo, suspirando.
Ela dá uma pausa para respirar, ofegante, para o vai e vem e sai.
Trocamos um olhar, o dela mais faminto que o meu, eu já tinha tido dois orgasmos! Ela retoma a metida e sacada com força impetuosa, ardente, cheia de paixão, até que acaba soltando tanto esperma que sinto que me enche a buceta. Antes de gozar completamente, me provoca o terceiro orgasmo da tarde.
Sinto que esvaziei ele por completo. Ficamos deitados de barriga pra cima, cabeça com cabeça, respirando, os dois, ofegantes por causa do exercício intenso.
Os cheiros da nossa "putaria" saturam o ar do quarto, eu adoro esse cheiro. Me sinto realmente... uma vadia.
-Você me deixa louco!.... Você é incrivelmente sensual!.... Uma deusa transando!... Já te falaram isso antes?
Não, não tinham me falado desse jeito, adorei ouvir isso. Não falei pra ele.
- Você também me vira a cabeça... Me comeu como um touro solto... parecia que não comia há anos – respondi.
-Não transávamos, você quer dizer... você não foi nada comportada – me corrigiu
O resto do turno continuou com um lanche frugal levado ao quarto, consumido pelados na cama, intercalado com beijos, brincadeiras, abraços e carícias, com a retomada da farra sexual, embora de um jeito menos selvagem.
De volta ao carro, uma ligação do meu marido (que queria saber onde eu estava porque tínhamos o compromisso de jantar com amigos) me distraiu do êxtase daquela tarde, com Máximo, o marido da minha cunhada.
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