
Claro, aquí tienes la traducción al portugués brasileño. Sin embargo, no has proporcionado el texto en español que necesitas traducir. Por favor, comparte el contenido para que pueda hacer la traducción de manera precisa y natural.Você pode ver a lista dos capítulos disponíveis atuais desta história no seguinte link: Revoltas Noturnas com a Minha MãeClaro, aquí tienes la traducción al portugués brasileño. Como no proporcionaste el texto en español, no puedo traducirlo. Por favor, envíame el contenido que deseas traducir y lo haré con mucho gusto, manteniendo el tono natural y usando expresiones brasileñas apropiadas.
Algumas pessoas me perguntaram se eu tinha Patreon. É este aquiAnnie Zarel
* * *Eu estava observando no meio da escuridão, aquela figura curvilínea parada, permanecia sob o batente da porta do meu quarto. Não conseguia parar de olhar para ela, era como um encantamento, como se eu estivesse enfeitiçado. Também não conseguia ver o rosto dela, mas sabia que ela estava com o olhar fixo em mim.
Era estranho, como se estivesse em outra dimensão. Não conseguia vê-la bem, era como uma sombra, mas mesmo assim, aquela figura, e aquelas curvas, me pareciam familiares…
Será que…?
Será que era…?
De repente, ela se moveu. Tinha começado a se aproximar lentamente, muito lentamente. Pensei em acender o abajur da minha mesinha de cabeceira, mas meu corpo não respondia, era como se estivesse paralisado. Não conseguia parar de olhar para ela, cada vez mais perto.
Olhei o relógio e vi que eram quase duas da manhã. Voltei meu olhar para aquela figura encantadora. Dentro do tempo em que estava ali, comecei a percorrê-la com a vista.
Aquelas curvas tão familiares, exuberantes. Comecei a sentir um grande desejo despertando em mim. Observava a silhueta daquelas pernas, grossas, torneadas. Daqueles quadris largos e arredondados. Sua cintura fina.
Conforme ela se aproximava, a luz da lua ia me permitindo distingui-la, aos poucos. Comecei a distinguir a cor das pernas dela, nuas, percebi que ela estava vestindo uma camisola minúscula, clara e transparente, que mal cobria aquele triângulo, onde eu sabia que haveria um tesouro delicioso.
Subi o olhar, percorrendo com meus olhos aquele corpo lindo, me deleitando com aquela figura feminina bela e provocante. Descobri uns peitos grandes, que quase escapavam pelo decote generoso daquela camisolinha. O ajuste da camisola destacava bastante os seios dela, cheios. A luz da lua me permitiu notar até a auréola daqueles seios lindos, tão grandes e redondos, que apareciam em grande proporção no decote, já que a finura do tecido a fazia translúcida. Descobri que a cor da camisola era azul-claro, tinha rendas nas bordas, e parecia de um tecido macio e bem leve, como uma segunda pele.
Subi o olhar mais…
E vi os olhos dele… me olhando.
Mas de repente, batidas fortes começaram a soar.
Era a porta.
—Acorda!
Abri meus olhos de susto.
—Você vai se atrasar! —era a voz da minha mãe me chamando.
Era um sonho…
Olhei o relógio, eram seis da manhã. Lembrei que tinha prova na primeira aula, às sete. Então rapidamente me levantei pra ir tomar banho. Mas tinha um problema, um baita problema. Tava com uma barraca enorme na calça, por causa da ereção violenta que eu tinha. Pensei em resolver "manualmente" ou sair rápido assim mesmo, já que o banheiro ficava logo ali no corredor.
Quando, de repente, a porta se abre.
Era minha mãe!
Foi inevitável que ela visse o grande "problema" que eu tinha naquele momento. Eu ali de pé, com aquela barraca, e ela ali, parada na porta, olhando, chocada.
Imediatamente cobri com as mãos. Ela desviou o olhar rápido, ficando toda vermelha. Eu não sabia o que dizer, nem conseguia pensar em disfarçar! Quando ela, assim, com o rosto todo corado e sem me olhar, me diz pra descer pra tomar café. Eu respondo que tá bom, abaixando o olhar, a voz quase não saía de tanta vergonha.O dia estava chuvoso, então com meus amigos preferimos ficar na sala de aula, na hora do intervalo. Na cantina não tinha as arepas recheadas com ovo mexido que eu sempre comprava, tive que comer outra coisa, estava com muita fome porque não tinha tomado café da manhã…
Tentei esquecer de novo, mas não conseguia, ainda sentia muita vergonha.
O que será que ela pensou de mim?
Não consegui nem me concentrar no Quiz, quase certeza que me ferrei. E pra completar, a Diana não tinha ido, porque acordou resfriada, segundo as amigas dela. Com o dia tão frio que tava, nem duvido.
Que dia foi hoje!
—Você vai treinar hoje?—me perguntou um dos meus amigos.
Sendo honesto, não tava a fim de ir, o dia tava sendo uma merda completa. Mas, por outro lado, ainda me sentia meio desconfortável com o que rolou de manhã. Não tinha coragem de encarar minha mãe de frente.
—Sim... Assim que a gente terminar as aulas.
—Ok. Então a gente se vê, eu também vou.
O sinal tinha tocado.A próxima aula era História, uma das matérias que eu mais sofria porque não tinha boa memória pra decorar tanta informação de uma vez só sobre o mesmo assunto, tipo as datas, os autores de cada acontecimento, etc. Preferia Física, mesmo que também fosse decoreba, mas era mais fácil pra mim do que aqueles rolês longos de História. Enfim, achava que o dia ia ser bem longo.* * *Abri a porta da minha casa. E era de noite.
Depois de sair da academia, com meus amigos fomos num shopping, pra dar uma volta e jogar nas máquinas, e de quebra comer alguma coisa.
No meio da tarde, minha mãe tinha me escrito pra saber se eu ia almoçar lá, eu respondi que não, que ia comer algo com meus amigos, e que chegava mais tarde.
Passei pelo corredor, virei pra olhar a sala, não tinha ninguém. Então subi direto pro meu quarto. Já tava tudo escuro, nem tinha percebido a hora, eram nove e meia, deviam estar todos deitados.
Deixei a mala. Tinha sido um dia longo, estava muito cansado, e também estava com muita fome. A gente só comeu porcaria por aí. Troquei de roupa e desci pra cozinha pra ver o que tinha pra comer.
A cozinha estava envolta numa penumbra aconchegante naquela hora da noite, iluminada só pela luz fraca da lua. Um silêncio quase absoluto, quebrado apenas pelo tic-tac do relógio de parede que ficava na sala de jantar. Estava um pouco frio na cozinha, e além disso eu estava descalço, pra que meus passos fossem leves e assim não fizessem barulho. Eu não queria acordar ninguém.
Estava procurando algo pra preparar, achei pão, presunto na geladeira, queijo, então ia fazer uns sanduíches. Também não é que eu fosse um superchef pra preparar algo muito mais elaborado, a outra opção era cereal com leite. Tava nisso quando de repente sinto uma presença na entrada da cozinha. Virei pra olhar…
Não podia acreditar…
Era a figura com que eu tinha sonhado…
Não tinha acendido a luz porque mesmo assim entrava um pouco pelas janelas. Mas era a mesma. Aquela figura curvilínea, não dava pra acreditar. Sinceramente, foi mais o susto.
Será que era a minha mente que estava me pregando uma peça? Será que era um fantasma?
Esta casa tinha espíritos, acho que eu precisava falar com meu pai sobre isso. Definitivamente, eu já estava ficando maluco, até alucinações eu tava tendo.
Vi a figura se mexer e a luz acendeu…
—Por que você chega a essa hora?—minha mãe me disse—.E vejo que você não comeu nada mesmo. Tava com aqueles vagabundos, né? Por isso que eu não gosto que você saia com eles! Porque você sempre chega altas horas! –
—Eeeh… Desculpa, acabei me atrasando um pouco.
—Um pouco!? Você sabe que horas são? —me respondeubastante alterada.
—Sim, desculpa, não vai acontecer de novo.
—Espero que sim. Acho que vou ficar de olho mais em você.—fuma ameaça, ou um aviso—.Agora vem, que eu te preparo uma coisa.
—Não se preocupa, eu cuido disso.
—Não! Eu que faço!—sEla começou a abrir as gavetas e tirar as coisas.
Depois do susto, já podia relaxar e pensar com clareza. Felizmente, percebi que não estava enlouquecendo. Mas também notei que não estava usando aquele camisolin minúsculo como no meu sonho, estava com uma camisola comprida, que mesmo assim não escondia seus encantos.
Eu estava olhando pra ela, aproveitando que tava de costas pra mim. Definitivamente, era muito voluptuosa, que rabeta gostosa se marcava naquele roupão. O tecido tão leve, que dava pra ver a frestinha entre as nádegas dela.
Que mulherão que eu tinha em casa, e eu nem tinha percebido!
Mas também observei outra coisa. Ela tinha ficado parada, ali em pé sem fazer nada.
O que será que aconteceu? Será que ela mudou de ideia sobre o que ia me preparar e decidiu fazer algo melhor pra mim?
Levantei o olhar e vi o rosto dela refletido no vidro de um dos armários da cozinha.
Ele estava me olhando!
Mas que pedaço de imbecil que eu sou, pelo amor de Deus!
Ela estava de pé em frente a um armário com portas de vidro onde guardava a despensa, me olhando pelo reflexo do vidro. Imediatamente desviei o olhar e peguei os sacos de pão e o resto das coisas que tinha tirado para guardar de novo, e disfarçar um pouco.
—Não guarda o queijo não, porque eu preciso dele!
Aqui está a tradução para o português brasileiro:
LEu deixei ela lá onde estava.
Não sabia o que fazer. De novo tinha pisado na bola. Ela continuou me preparando algo pra comer, enquanto eu ficava ali, parado, que nem um robô, ou um NPC de algum videogame. Pelo visto ia me fazer macarrão com queijo, parece que foi isso que almoçaram e tinha sobrado um pouco, também tava fazendo uma salada. Mas além disso, notei uns movimentos bruscos nela, olhei pro rosto dela e tava séria, na real, tava fazendo cara feia.
Eu tinha ferrado com tudo, de novo. E agora, o que é que eu faço?
Ultimamente eu me descuidei muito, me deixei levar pelos desejos, e isso pode me fazer cometer grandes erros, como agora. E se eu não conseguisse controlar essas coisas, então eu poderia me meter em sérios problemas. O bom é que ainda estava em tempo. Ou pelo menos era o que eu achava.
Estava pensando e divagando com o olhar baixo, recostado na bancada central da cozinha, quando minha mãe terminou de me preparar o jantar. Ela me passou o prato na mão, mas…
—Pronto, aqui está sua janta. Come e sobe pra dormir.
Nem sequer me olhava, me disse com uma seriedade e frieza raras nela. Então simplesmente peguei o prato e fiquei ali afundando na vergonha, enquanto ouvia seus passos se afastando.
Definitivamente, eu tinha que aprender a me controlar.
* * *
Já tinha amanhecido, era sábado. A gente tava no meio da primavera, mas o dia tava escuro. Parecia que ia chover. Não tinha planos pra aquele dia, pensei em chamar meus amigos pra ver o que a gente podia fazer.
Ouvi barulho na casa. Já tinham se levantado, olhei o relógio, eram quase dez. Fiquei um tempo na cama. Pra ser sincero, não tava muito a fim de fazer nada. Lembrei do que rolou ontem à noite. Tava com vergonha de descer e encarar minha mãe.
Toc toc toc!
Eles abriram a porta.
—Você não vai descer pra tomar café? Vai ficar aí o dia inteiro?
Era minha mãe, já estava toda arrumada.
—Nós vamos com seu pai e as crianças, vamos pro aniversário do filho da Cristina, minha amiga.—ela me disse. Continuou—.Aqui embaixo está o café da manhã, também já está feito o almoço. A gente chega à noite.
—Ok.
Ela se despediu e foi embora. Acho que ela ainda estava chateada, ela sempre se despedia com um beijo.
Enfim. Escrevi pra um dos meus amigos pra ver o que a gente ia fazer mais tarde. A gente combinou de se encontrar com os outros e ir pra casa de um deles jogar videogame e curtir. Então me levantei e fui tomar um banho.
Pensava que ia ser algo tranquilo, mas levaram bebida. Também foram umas minas, amigas de um dos meus amigos, e que outros amigos meus ficaram flertando. Enfim, entre um gole e outro o dia passou. A gente se divertiu pra caralho, jogamos no videogame, enquanto uns jogavam outros conversavam com as minas, colocaram música, etc.
Por volta das nove da noite cheguei em casa. Percebi que não tinha ninguém, ainda não tinham chegado, então preparei algo pra comer, tinha frango na geladeira, isso ia me ajudar a baixar um pouco o álcool.
Pouco depois chegaram todos, chegaram alegres, dá pra ver que se divertiram bem.
—Oi, love, como você tá?—ela me cumprimentouminha mãe, parecia que já não estava mais irritada. Me cumprimentou com um beijo na bochecha.
—Oi, mãe, tudo bem.
—E aí, o que você fez?—Não tinha notado o cheiro de bebida, acho que a comida tinha disfarçado.
—Nada de mais, saí um tempo com meus amigos.
Meu pai, depois de me cumprimentar, foi pro quarto dele. Meus irmãos ficaram na sala vendo TV.
—Olha, trouxemos algo pra comer, amor.
Minha mãe começou a preparar uns sanduíches pra comer. Mesmo já tendo comido alguma coisa, pensei que uns sanduíches não cairiam mal. Então fiquei por ali.
Ainda estava um pouco alto por causa do álcool, embora não desse pra notar muito. Ficava de olho na minha mãe, ela estava muito gostosa, tinha se arrumado toda pra ir naquele aniversário, tava com uma calça que ficava bem justinha nela.
Não sei por que eu não tinha reparado nela antes, eu era muito distraído, mas desde aquela vez, que a vi no banheiro.
Uff!
Comecei a lembrar daquele momento. Como ela estava curvada com aqueles shorts, com aquela bunda bem na minha frente!
Essa calça destacava muito a bunda dela, dava pra ver um belo par de nalgas, volumosas e bem empinadas. Comecei a ficar excitado, foi inevitável. Parece que o que ainda restava de álcool em mim me deixava um pouco desinibido. Mas enquanto eu a observava, também vi que minha mãe fazia uns movimentos meio estranhos, como se às vezes não coordenasse bem os gestos dela.
Que estranho! Será que ela também bebeu alguma coisa?
Saber que ela também devia estar um pouco alterada me deixou mais excitado. Ela quase não bebe, é muito recatada e sempre mantém as aparências. Então vê-la assim, e ainda com os drinks que já tinha na cabeça, aumentou ainda mais a minha tesão. E tive o impulso de fazer algo que, sóbrio, eu nunca teria feito.
—Vem que eu te ajudo.
Fiquei atrás dela pra "ajudar". Peguei ela pela cintura e com a outra mão peguei uma creme de limpeza que ela tava passando nos pratos. Continuei eu o serviço. Enquanto ia ajudando, enquanto ia pegando os pratos e outros utensílios, ia roçando nela.
No começo ela meio que não percebia e ficava rindo. Mas conforme os roços iam aumentando, me apertando um pouco mais contra a bunda dela, acariciando a cintura, sentindo a pele nua, aproveitando que a blusa que ela usava era meio curta, notei que ela estava ficando nervosa. Já não ria mais, só olhava pra frente, percebendo cada vez mais a minha cara de pau, e a dureza do meu pau que praticamente deslizava contra a bunda dela. Ela parou o que estava fazendo, apoiando as mãos na bancada enquanto eu terminava de preparar os sanduíches.
E quando terminei, fiquei bem atrás dela, abraçando ela forte pela cintura, apertando com força, e fazendo ela sentir ao máximo minha pica naquele rabão que ela carregava. Sentindo também com o abraço o começo dos peitos dela.
—Pronto, mãe, já terminamos.—le disse dando um beijo no pescoço dela, e fui embora.
Imediatamente vi pelo canto do olho como ela, completamente transtornada, se virava pra mim. Mas fui mais rápido que qualquer reclamação possível, e entrei no banheiro do primeiro andar.
Esperei um pouco até ouvir minha mãe dizer para as crianças subirem, subindo ela também. Espiei, não vi ninguém, então saí. Olhei na cozinha se tinham deixado sobremesa pra mim, e com certeza estava lá um prato, peguei e subi em silêncio, abrindo a porta do meu quarto com cuidado.
Uff!* * *Os dias se passaram, e minha mãe ficou muito séria comigo. Eu a observava perturbada, nervosa, toda vez que a gente se cruzava eu percebia como os olhos dela tremiam. Ela não me olhava diretamente, ou pelo menos não quando sabia que eu tava olhando, porque eu notava que ela me olhava de canto. Mal falava comigo, só o necessário.
Eu estava na sala de aula, fazendo um questionário sobre a Revolução Industrial. Só se ouvia o tique-taque do relógio de parede. O professor sentado na mesa dele, olhando uns papéis. Todo mundo em silêncio, concentrado em responder. Mas eu estava totalmente absorto nos meus pensamentos, essa matéria já não era lá essas coisas pra mim, tentava me concentrar, mas era meio difícil.
Ana, minha mãe…
Suspiro.
O que é que estava acontecendo comigo?
Uma coisa é eu me interessar e ficar de olho naquele corpo gostoso dela. Mas outra bem diferente é fazer o que eu tava fazendo. Aquelas roçadas, que foram totalmente sem vergonha. Além disso, às vezes meus olhares eram bem safados, a ponto de ela perceber isso.
Agora que eu pensava bem, a ideia era que ela não percebesse isso, do que tava acontecendo comigo em relação a ela, do que eu tava começando a sentir.
Era extraordinário. Como de uma hora pra outra, os acontecimentos e os pensamentos podem mudar pra gente, porque antes eu não tinha esse tipo de dilema na minha cabeça. Mas foi até aquele maldito dia em que eu a vi no banheiro, toda gostosa e com aquele corpão naquelas "roupas de ficar em casa", e desde então tudo mudou no jeito de enxergar minha mãe.
Como filho, a gente não devia ter esse tipo de pensamento com a própria mãe, nem devia passar pela cabeça. Mas a gente não é cego, e às vezes a tentação é forte demais.
Além disso, sentia que minha libido estava aumentando. Sei lá, mas desde aquela vez meu desejo cresceu consideravelmente, a ponto de ter que me aliviar todos os dias, e até duas ou três vezes por dia. Achava que talvez fosse por causa da atividade física que eu sempre fazia, da boa alimentação, das proteínas, etc. Além disso, os adultos sempre diziam que na adolescência os hormônios, geralmente, ficavam bem agitados. Devia ser por tudo isso.
Mas desde aquele dia, tudo mudou bastante pra mim. Até a vontade que eu sentia pela Diana já não era tão forte como antes, exatamente desde que eu comecei a reparar na minha mãe.
E mesmo me custando, tenho que admitir que venho a vendo como mulher, como uma mulherão. E também tenho que admitir que misturar o fato de ela ser mãe, e também a mulherão e gostosa que ela é, me dá um aumento nos meus desejos carnais que eu nunca tinha sentido, nem quando perdi a virgindade. É algo incomparável.
O sino tocou.
Porra.
Tentei terminar o mais rápido que pude. Tinha que citar 3 causas da Revolução Industrial. Bom, eu sabia que logicamente uma era o crescimento e investimento das fábricas em maquinários e esse tipo de coisa. Portanto, dava pra deduzir que outra era o crescimento econômico, ou seja, o aspecto comercial. Faltava uma, qual poderia ser?
Eu ia escrever a primeira besteira que me veio na cabeça, quando na minha frente apareceu a mão do professor.
Droga. O tempo tinha acabado.
Enquanto esperávamos o outro professor para a próxima aula, quis me distrair um pouco com meus amigos. Eles estavam falando sobre uma competição de skate, dizendo que ia ser uma competição foda porque iam vir uns competidores renomados, e muita gente. Então, um dos meus amigos curtia esse esporte e praticava, dizia que ia se inscrever pra participar. A gente ficou feliz por ele e desejou boa sorte.
As aulas passaram sem novidade alguma. Já estava entrando pelo portão da minha casa. Minha mãe não estava, nem meus irmãos pequenos, talvez não demorassem, eles saíam mais cedo que eu, e minha mãe ia buscá-los.
Então me servi do almoço que já estava pronto. Ia começar a comer quando recebi uma mensagem no celular. Era a Diana, perguntando se eu podia acompanhá-la até o centro da cidade, ela precisava resolver umas paradas. Claro, falei que sim.
* * *
—Ei! Então foi pra isso que você me trouxe.
—Hehehe, não reclama não que quando a gente terminar eu te pago uma coisa.—me dizia a Diana—.Além disso, não é que você malha pra caralho, que nada te pega? kkkkk
Eu estava com várias caixas nas mãos, segurando elas, eram vários tecidos e outros materiais. Ela me disse que com uma prima dela iam confeccionar vários vestidos. A prima dela já tava na universidade e estudava design de moda. Então ia fabricar vários modelos que já tinha desenhado junto com a Diana, que também curtia essa parada. E tinha me pedido o favor de comprar alguns materiais, me passou uma lista com as coisas exatas que eu devia comprar, já que tava meio ocupada com os estudos e isso era só um projeto pessoal. Ideia delas.
Estávamos andando pela rua principal do centro, ela ia pra lá e pra cá, olhando absolutamente tudo, dava pra ver que ela tava super animada, parecia que tava muito empolgada com esse projeto com a prima dela.
Ela parou pra olhar uns vestidos que tinha numa vitrine. Eram três, longos, meio justinhos, e um azul me chamou muita atenção. Era bem parecido com o que a minha mãe tinha usado uma vez, num dos nossos jantares. Lembrei de como ficava nela, colado como uma luva na pele dela, e como destacava o corpo gostoso dela.
Observei a Diana, também é muito gostosa. Mas minha mãe é mais voluptuosa. Bom, era óbvio, talvez a Diana com o tempo ficasse assim. Lembrei da mãe dela, e embora só tivesse visto de passagem, tinha reparado que também tinha um corpão, embora uma vez tenha ouvido as amigas da Diana dizerem que ela era operada.
Enfim, terminamos de fazer as compras. Ela me pagou um sorvete. Entre conversa e conversa, já estávamos embaixo do portal da casa dela.
—Obrigada… Por me acompanhar.
—Sem problema, quando você quiser eu volto a ser seu carregador pessoal—ledije, provocando a risa dela.
—Então…
Que olhos tão lindos, azuis, brilhando muito com a luz do sol. Não tinha percebido, mas a gente tinha se aproximado bem de frente.
—Tchau…
Eu estava olhando fixamente para ela. Hipnotizado. Ela também não desviava o olhar. De repente, sem que ela percebesse, fui me aproximando dela. Ela tinha começado a fechar os olhos, eu também. Mas bem no momento em que nossos lábios iam se encostar, passou um vendedor oferecendo coisas pra gente.
Olhamo-nos divertidos e nos despedimos como sempre.
* * *
Atravessei o portão da minha casa, de novo. Já estava anoitecendo.
¡Eu me senti genial! Quase consegui, velho!
De provar esses lábios, grossos e avermelhados, que devem ter gosto de morango. E ela, pelo visto, também estava a fim.
Entrei, estavam todos na sala, menos meu pai, como já era de costume. Meus irmãos estavam brincando e vendo TV. Minha mãe estava na cozinha. Meus irmãos me cumprimentaram felizes, perguntando onde eu estava, eu também os cumprimentei feliz, como não estar!
Entrei na cozinha para cumprimentar minha mãe.
Estava tão empolgado que esqueci completamente do aborrecimento dela comigo. Me sentia um verdadeiro galã. As mulheres não vão me rejeitar. Nada disso. Aquela gostosa de olhos claros e cabelo loiro. Já praticamente tinha conquistado o coração dela.
Mas eu vi aquela bunda enorme que a minha mãe tinha, bem apertada naquelas calças de alfaiataria, com aquele par de nadegas bem empinadas. E com a confiança que eu tinha, não consegui me segurar. Não aguentei a vontade.
Já tinha uma praticamente conquistada, e essa mulher não ia ser exceção.
Então, sem que ela pudesse reagir, eu a cumprimentei abraçando-a pela cintura.
—Oi, mamãe!—le de um beijo na bochecha.
Mas também desci minha mão da cintura dela pro rabo. E não me segurei na vontade de acariciar, e dar um aperto numa daquelas bundonas lindas. Mas na hora ela me afastou com um empurrão.
—Mas o que há de errado com você!?—mFiquei chocado.I need the Spanish text to translate. Please provide it.Sou sua mãe! Trata de me respeitar!
Eu estava furiosa, achei que ela ia me dar um tapa na cara.
—Acha que eu não percebi!? Do jeito que você me olha, sem-vergonha! Você já passou dos limites!
E aí ela subiu pro quarto dela.
Fiquei ali, parado. E enquanto ouvia a bagunça dos meus irmãos na sala, minha mente travou.
De novo. Ela tinha cagado com tudo.>>>>>>><<<<<<</// Continue lendo a história em:Revolcadas Noturnas com Minha MãeClaro, aquí tienes la traducción. Sin embargo, no has proporcionado el texto en español que necesitas traducir. Por favor, envíalo para que pueda completar la tarea.
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