Filho da puta 📑302

Filho da puta 📑302
milfTomás estava há meses sem conseguir parar de olhar. A casa era velha, de paredes finas e portas que nunca fechavam direito. A mãe dele, Clara, tinha 34 anos, o corpo firme, peitos grandes que marcavam por baixo das blusas baratas e um jeito de andar que ia direto pra virilha dele.maeDesde que o pai abandonou eles, ela trazia homens pra dentro de casa. Não era todo dia, mas com frequência suficiente pra que Tomás já conhecesse o ritual.
Chegavam de noite. Ela recebia eles na sala com um sorriso fácil, servia uma bebida e levava pro quarto do fundo. Aquele que tinha sido o quarto de casal. Tomás esperava uns minutos, depois se esgueirava pro quarto ao lado, o dele, que ficava colado naquela parede, e sentava no chão, junto à fresta entre as tábuas velhas e o batente. De lá, ele via quase tudo.
Naquela noite, o cara era alto, uns 40 anos, com uma pica grossa que Clara não demorou a tirar pra fora. Tomás baixou a calça assim que ouviu eles entrarem. Agarrou a pica já dura e se espiou.
A mãe dele tava ajoelhada no chão. Tinha tirado a blusa. As tetas pendiam pesadas, os bicos escuros. Ela tava com a pica do desconhecido na boca e chupava com vontade, subindo e descendo a cabeça, babando, olhando pra cima de vez em quando. O homem segurava o cabelo dela e empurrava. Tomás se masturbava no mesmo ritmo, mordendo o lábio pra não fazer barulho.filho da putaDepois Clara se levantou, tirou a saia e a calcinha fio dental e se jogou na cama. O homem se acomodou entre as pernas dela e enfiou a pica nela de uma vez só, direto na buceta. Começou a comer ela com força. As tetas da mãe dele quicavam. Ela gemia, com as pernas abertas, se agarrando nos ombros dele. Tomás apertou mais forte a própria pica, a mão subindo e descendo rápido, os olhos fixos em como aquela pica estranha sumia dentro da buceta da mãe dele.

Depois ela subiu por cima. Enfiou sozinha e começou a cavalgar. Quicava com as mãos apoiadas no peito do homem, as tetas balançando, a bunda batendo contra as coxas dele. Tomás quase gozou naquele momento, mas se segurou. Queria ver o final.

O homem grunhiu, levantou ela um pouco e saiu. Clara se deitou e apertou as próprias tetas com as duas mãos. Ele se masturbou por cima dela e gozou em jatos sobre as tetas da mãe, respingando nos bicos e no meio dos peitos. Clara riu baixinho, passou um dedo no leite e levou à boca.

Tomás gozou em silêncio, na própria mão, tremendo atrás do muro, com a imagem das tetas da mãe cobertas de porra alheia gravada a fogo.

No outro quarto, Clara limpava o peito com uma toalha e dizia pro homem que ele já podia ir embora. Tomás ficou sentado no chão, a pica sensível, a respiração ofegante, ouvindo a porta da casa se fechar.

A mãe dele era uma puta.
E ele não conseguia parar de olhar pra ela. Nem de se tocar enquanto fazia isso.mae e filhoOutro Dia Tomás abriu a porta e fingiu surpresa o melhor que pôde.

Lá estava o diretor da escola dele. Terno escuro, gravata frouxa, aquele sorriso cordial que usava nas reuniões de pais. Tomás sentiu um aperto no estômago.

—Oi, diretor… o que o senhor faz por aqui?

—Oi, Tomás. Vim te pe…, se corrigiu com uma risadinha curta, vim conversar com a sua mãe. Ela está?

Antes que ele pudesse responder, Clara apareceu atrás, com um vestido curto e o cabelo solto. Sorriu como se nada fosse.

—Pode entrar, diretor. Que prazer.

Ela pegou no braço dele e o guiou direto pro quarto do fundo. Tomás ficou uns segundos na sala, com o coração acelerado, e depois se esgueirou pro quarto dele. Sentou no chão, junto à fresta de sempre, e baixou a calça. A pica já tava ficando dura.

No outro quarto, o diretor tirou um maço de notas e estendeu pra ela. Clara pegou sem hesitar, contou por cima e guardou na gaveta da mesinha. Depois agarrou ele pela gravata e beijou com intensidade, com língua, se apertando contra ele.

Ela se separou só pra se despir. Tirou o vestido de uma vez e ficou completamente nua.Relatos eroticosO diretor foi direto nas tetas dela: beijou, chupou, passou a língua nos bicos. Depois deitou ela na cama, abriu as pernas dela e comeu a buceta dela, lambendo devagar, metendo a língua. Clara gemia e agarrava a cabeça dele.

Depois ela se sentou, despiu ele com pressa e puxou a pica dele pra fora. Não era tão grossa quanto a do cara da outra noite, mas tava bem dura. Clara se ajoelhou e enfiou na boca até as bolas. Chupou babando, fazendo barulho molhado, subindo e descendo a cabeça enquanto apertava os ovos dele com uma mão.

Tomás se masturbava olhando os dois, a mão rápida, os olhos fixos em como a mãe dele se engasgava com a pica do diretor da escola dele.

Clara subiu em cima dele. Pegou a pica e enfiou na buceta dela e começou a cavalgar com intensidade. As tetas quicavam. O diretor chupava elas enquanto ela subia e descia, a bunda batendo nas coxas dele. Tomás apertou mais forte a própria pica, segurando um gemido.relatos quentesDepois o diretor deitou ela de lado, levantou uma perna dela e meteu com força e fundo, apalpando as tetas dela ao mesmo tempo. Clara gemia contra o travesseiro. Depois colocou ela de quatro e penetrou mais forte, segurando na cintura dela, enquanto comia ela com força, o som da pele batendo na pele chegando claro até o quarto do Tomás.

— O cu, disse o diretor, rouco.

Clara hesitou só um segundo.

— Tá bom… mas devagar.

Ele cuspiu no buraco dela, encostou a ponta e enfiou. Clara soltou um gemido longo quando ele foi entrando. O diretor começou a comer ela por trás, dando tapas na bunda, enquanto ela se tocava a buceta com uma mão. Tomás gozou naquele momento, contra o próprio punho, tremendo, sem conseguir tirar os olhos de como aquela pica sumia no cu da mãe dele.

O diretor acelerou mais umas metidas, ofegando, saiu de uma vez e bateu uma rápido, gozando nas nádegas da Clara, respingando o cu dela com jatos grossos.

No quarto ao lado, Tomás ficou sentado contra a parede, a mão suja, a respiração descontrolada.

Ele acabava de ver o diretor da escola comer a mãe dele pelo cu…
e pagar por isso.

E o pior
era que ele também queria meter nela.vadia maeDepois daquela noite com o diretor, Tomás já não conseguia fingir que era só curiosidade.
Queria meter na mãe dele.

À noite, sozinho na cama, ele se masturbava pensando nela. Nas tetas que tinha visto quicando. No jeito que ela abria a boca pra chupar pica alheia. Na bunda que tinham pegado de quatro. Fechava os olhos, agarrava a própria pica com força e imaginava que era ele quem a tinha por baixo, quem metia, quem gozava em cima das tetas dela. Ele gozava mordendo o travesseiro, sussurrando "mãe" contra o pano.

Clara percebeu.

Percebeu nos olhares que duravam demais. No volume que marcava quando ela saía de roupão. No silêncio estranho que fazia quando se cruzavam no corredor. Uma manhã, ao servir o café da manhã, ela o pegou olhando pro decote dela e ficou um segundo encarando. Tomás ficou vermelho. Ela não disse nada. Só desviou o olhar e seguiu como se nada tivesse acontecido.

Também não deu bola.

Continuou trazendo homens estranhos pra casa. Uns mais novos, outros mais velhos. Ela os levava pro quarto do fundo e Tomás, embora nem sempre se escondesse mais pra olhar, escutava do mesmo jeito. Cada gemido dela ardia por dentro dele. Cada vez que um desconhecido gozava, ele se tocava no quarto pensando que deveria ser ele.

Até que um sábado à tarde.

Clara tinha entrado no banho. A porta do banheiro não fechava direito; o trinco estava frouxo há meses. Tomás passou pelo corredor e ouviu a água. Parou. O coração batia forte nas costelas. Ele empurrou a porta um pouco com a ponta dos dedos.

Ela estava de costas, embaixo do chuveiro. A água escorria pelo cabelo escuro, pelas costas, pela bunda redonda. Ela se virou um pouco pra ensaboar os peitos e Tomás viu as tetas molhadas, os bicos duros, a buceta entreaberta quando ela levantou uma perna pra se lavar.

Ele ficou paralisado, com a pica dura dentro da calça, sem conseguir desviar o olhar.

Clara Ela abriu os olhos e o viu.

Não gritou. Não se cobriu na hora. Ficou olhando pra ele através do vapor, a água escorrendo pelo corpo, com uma expressão difícil de ler: surpresa, irritação… e algo mais sombrio.

— O que você tá fazendo aí, Tomás? — perguntou com a voz baixa, quase cansada.

Ele não conseguiu responder. Só engoliu seco, vermelho até as orelhas, com o pau durinho impossível de esconder.

Clara fechou o chuveiro, pegou a toalha e enrolou no corpo sem pressa. Caminhou até a porta, olhou ele de cima a baixo e falou bem pertinho, perto o bastante pra ele sentir o cheiro do sabonete dela.

— Se vai me espionar…
pelo menos aprende a não se deixar pegar tão fácil.

Bateu a porta na cara dele.

Tomás ficou no corredor, tremendo, com o pau pulsando e uma certeza que ele já não conseguia negar:

A mãe dele sabia. Sabia que ele olhava pra ela.
Sabia que ele queria comer ela.

E mesmo assim,
não dizia nada.relatos pornoEra o aniversário de 18 anos do Tomás. Na mesa da cozinha tinha um bolo simples e um par de velas. Clara olhou pra ele um tempo em silêncio, com aquela expressão séria que ele já não sabia mais como interpretar.

— Filho… eu sei o que rola entre você e eu.
Sei que você me espia enquanto eu… trabalho.
Entendo que eu despertei uma excitação em você e que você me deseja.

Tomás ficou parado, vermelho, sem saber onde enfiar as mãos.

Clara se levantou, se aproximou e acariciou o rosto dele.

— Agora que você já é um homem feito, vou realizar o seu desejo.

Ela tirou a blusa. Depois o sutiã. As tetas que ele tinha visto tantas vezes pela fresta ficaram na frente do rosto dele, pesadas, de bicos escuros. Ela abaixou a saia e a calcinha fio dental. Ficou nua no meio da cozinha.

— Vou tirar sua virgindade. E vou te comer.

Ela colocou a mão por cima da calça dele e acariciou a pica, já dura, marcando no tecido. Tomás engoliu seco, a voz tremendo.

— Mãe… eu não sei o que dizer.

— Não diz nada. Só aproveita.

Ela abaixou a calça e a cueca dele. A pica do Tomás pulou pra fora, dura, vazando um pouco. Clara se ajoelhou e enfiou na boca. Chupou devagar, fundo, subindo e descendo, usando a língua, enquanto ele se agarrava na borda da mesa pra não dobrar. Ele nunca tinha sentido algo assim. O calor, a umidade, a visão da mãe com a boca cheia da pica dele.

Depois ela se levantou, pegou a cabeça dele e colocou as tetas na cara dele.

— Chupa elas.

Tomás obedeceu. Agarrou os peitos dela com as duas mãos e chupou os bicos com fome atrapalhada, de virgem, lambendo, mordiscando um pouco. Clara gemia baixinho e acariciava o cabelo dele.

Depois ela levou ele pro quarto dela, o do fundo, o mesmo onde ele tinha espionado ela tantas vezes, e se deitou na cama. Abrindo as pernas.mae puta—Vem. Passa a língua assim… devagar… agora o clitóris… isso, aí.

Tomás se ajoelhou entre as coxas dela e lambeu como ela ia indicando. O gosto, o cheiro, o calor da buceta da mãe contra a boca dele o deixavam à beira. Clara se contorcia e apertava a cabeça dele com as coxas.

Quando ficou bem molhada, puxou ele para cima.

—Mete. Devagar.

Tomás se acomodou entre as pernas dela, encostou a ponta na entrada da buceta e meteu. Entrou com dificuldade, apertado, quente. Soltou um gemido longo. Começou a bombar, primeiro sem jeito, depois mais forte, mais rápido, perdido na sensação.

—Devagar…, avisou ela, acariciando as costas dele. Ou você vai gozar cedo.

Ela o fez parar, deitou ele de costas e subiu por cima. Guiou o pau até a buceta e meteu de uma vez. Tomás arqueou as costas. Clara começou a cavalgar num ritmo crescente: lento no começo, depois mais intenso. Ele acariciava os peitos dela, apertava, olhava eles quicando enquanto a mãe o cavalgava.

—Me olha, disse ela. Aproveita.Filho da puta 📑302Tomás não podia fazer outra coisa. Tinha a mãe por cima, a buceta dela engolindo o pau dele uma e outra vez, as tetas nas mãos dele, o mesmo quarto onde a tinha visto com outros homens. O prazer subiu de uma vez. Clara percebeu e quicou mais rápido, mais forte, apertando ele.

Tomás gozou dentro dela com um gemido rouco, abraçando-a com força, o quadril se levantando sozinho enquanto se esvaziava. Clara ficou sentada em cima dele por uns segundos, sentindo as pulsações, e depois se inclinou para beijar a testa dele.

—Que gostoso foi...
Parabéns. Você não é mais virgem.
Você é todo um homem.

Tomás ficou debaixo dela, ainda dentro, tremendo, com a cara enterrada entre as tetas da mãe e uma única ideia rodando na cabeça:

Não precisava mais espiar.
Agora ele comeu de verdade.

Ainda estavam na cama, suados, quando Tomás falou, a voz baixa e um pouco envergonhada:

—Mãe... esqueci de te pedir por trás.

Clara soltou uma gargalhada, safada e satisfeita.

—Então você também quer isso? Você não é nada bobo, Tomás.

Ela agarrou o pau dele, ainda sensível, e bateu uma devagar até ele responder de novo. Depois se inclinou e enfiou na boca outra vez. Chupou com calma, fundo, usando a língua, até deixar ele completamente duro de novo. Tomás jogou a cabeça para trás e gemeu.milfClara se ajoelhou na cama, de quatro, e olhou pra ele por cima do ombro.

— Mete devagar. E com cuidado.

Tomás se posicionou atrás, afastou um pouco as nádegas dela e encostou a ponta na bunda dela. Enfiando o pau aos poucos. Clara apertou os lençóis e soltou um gemido longo enquanto ele ia abrindo ela. Centímetro por centímetro, até enfiar tudo. Ele ficou parado um instante e depois começou a meter nela.

Ela gemia, se tocando na buceta com uma mão enquanto o filho comia ela por trás. Tomás segurava os quadris dela, cada vez mais confiante, mais fundo. O som molhado enchia o quarto.

— Mãe… vou gozar…

Clara se virou na hora, agarrou o pau dele com as duas mãos. Bateu uma rápida, apontando pro peito. Tomás gozou em jatos sobre os peitos da mãe, respingando nos bicos e no meio dos seios. Ela olhou o esperma, se inclinou e lambeu a ponta pra limpar as últimas gotas.

Ela olhou pra ele de baixo, com um sorriso maroto.

— Espero que você não se incomode com o que eu faço.

Tomás, ainda ofegante, acariciou o cabelo dela.

— Não, mãe. Você é a melhor. E eu tenho orgulho de você.

Clara riu baixinho, passou um dedo no esperma dos peitos e deu de ombros.

— Que bom.

Ela sabia que era uma puta. Mas não ligava.

Ele tinha comido ela. Tinha enfiado o pau na buceta e na bunda dela. Tinha gozado dentro e por cima dela.

Já não sentia ciúmes dos homens que ela trazia pra casa. Porque depois, quando eles iam embora, a mãe dele também dava pra ele.

Naquela casa velha de paredes finas, Clara continuava trabalhando.

E Tomás, o verdadeiro filho da puta,
já não precisava mais espiar atrás do muro.mae

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