Voltamos de Mendoza e seguimos nossa vida normal, não voltamos a falar do nosso encontro com o Gustavo e eu, claro, nunca mencionei o que aconteceu no dia em que voltávamos. Já conhecíamos as famílias um do outro, porque era estranho ter viajado juntos e você não conhecer os pais dela, embora eu já conhecesse a irmã dela, a Anahí, antes. A Adri tinha uma relação péssima com o pai dela, e isso seria um assunto mais pra frente. Não tivemos problema em retomar nossa atividade sexual, éramos bem ativos e eu sempre assumia o papel de dominante, agarrando ela com força, chamando ela de puta ou slut e oferecendo o fruto do meu ser em toda oportunidade que a boca viciosa dela pedia. Também continuamos vendo pornô, com bastante frequência, até que um dia ela veio com a ideia de comprar uns brinquedos extras pra ela. A gente já tinha naquela época umas algemas, coleira e vários apetrechos, mas dessa vez ela decidiu que eu comprasse um plug anal e um vibrador daqueles que têm formato de microfone clássico. Foi divertido! Tenho que dizer, ver ela brincando e fazendo amor com ela enquanto ela tremia pra gozar com o vibrador foi uma experiência linda. Assim chegamos a mais um dia em que estávamos vendo pornô e ela recebeu uma notificação do Instagram onde um cara respondia um story dela. Ela fechou a notificação na hora e a gente continuou, mas eu perguntei quem era e ela respondeu que era "um amigo que conheceu na facul" — esse amigo, 10 anos mais velho que a gente, era o típico estudante crônico de agrupamento estudantil, que ela apoiava e que eu, mesmo apoiando as ideias meio de esquerda dela, duvidava em validar porque nunca se formavam na universidade — a gente continuou um pouco mais procurando vídeos e eu decidi investigar mais a fundo a mensagem, pedi pra ela contar mais e ela topou. Neves era o sobrenome do cara, um magrelo que parecia ter uns 40 anos por causa da barba desleixada e da roupa, sempre com algum motivo político, de camiseta branca e com pais bem de vida. Ela me contou quem era e que conhecia ele desde que entrou na facul 6 anos antes, que ele tinha ajudado ela a se integrar e, mais de uma vez, tinha conseguido bolsas de xerox e ajudou ela a pegar horas de trabalho que a faculdade dava como estágio. Não curti o perfil, pelo que falei antes, mas ela parecia tolerar e ter um carinho por ele. Pedi pra ela me contar do que falavam e ela me mostrou que ele respondeu um story que ela tinha postado na varanda tomando um mate, que ele sempre mandava vídeos engraçados e eles riam de um monte de coisa, então ela começou a rolar o chat. O que eu não esperava é que, um pouco mais acima, tinha umas respostas bem safadas pra ela, onde ele respondia uma das várias fotos que ela sempre postava de calcinha e regata fumando um baseado. "Sempre a vista mais linda" ele dizia... isso não é coisa que dois estranhos ou conhecidos de faculdade falam, e eu perguntei se eles tinham rolado algo, coisa que ela negou pra depois se corrigir dizendo que quando tinha 18 e tava recém-entrando, ficou com ele algumas vezes já que era o único que acompanhava ela e integrava ela no grupo da agremiação política. Podia dizer que fiquei puto, mas senti tesão, já era algo encerrado e não rolava nada atualmente, mas me excitava a ideia da minha mina sendo comida e continuar falando com o cara, coisa que não consegui falar mas transmiti com minhas perguntas - ahh, olha, e ele te falou mais coisa assim antes? - perguntei com um sorriso de aprovação e ela, entendendo o recado, continuou subindo no chat, acontece que o Neves sempre respondia os stories dela, principalmente os mais safados que eu, por não usar tantas redes sociais, nem sabia que existiam em tanta quantidade. A gente continuou lendo até chegar antes da data em que começamos a namorar e de repente não eram mais mensagens de que ela era gostosa ou que algo caía bem nela, a gente tinha chegado a ler praticamente sexo por mensagem, onde ela mandava fotos, algumas que já não dava mais pra ver e outras que dava, quase todas de peito ou de sutiã ou no espelho mostrando aquela bunda linda, e ele respondia com fotos do pau dele, às vezes de cueca e às vezes sem nada. O tesão tava no ar e eu comecei a beijar ela, enquanto não parava de olhar fotos de nós dois. Assim cheguei a um orgasmo tão repentino que surpreendeu a gente, eu tinha descoberto que ela me era fiel e isso era suficiente pra eu poder curtir imaginando o passado dela.. ou foi o que pensei. Tempo depois eu troquei de emprego pra um melhor e propus que a gente fosse morar junto já que eu podia pagar pra nós dois um apartamento maior e ajudar ela a se manter enquanto se formava e conseguia trabalho, ela aceitou e em menos de 1 ano de nos conhecermos já morávamos juntos num apê bonito a poucas quadras da avenida Einstein. Ela tava feliz, era um salto enorme desde o prédio fedido anterior dela e ter 3 quartos em vez de um conjugado ajudava também, o Lucho vinha nos visitar com a namorada dele de vez em quando, assim como vários dos meus amigos com quem a gente fazia churrasco, carne e empanadas na varanda compartilhada. Nesse lugar novo a gente teve dificuldade de se acostumar, pelo menos eu, eu trabalhava longe de lá então ia de carro às 7 da manhã e voltava às 18 todos os dias, ela acordava às 12 e pedia comida, no fim dormia às 4 da manhã e depois reclamava que a gente passava pouco tempo junto. Foi um vai e volta que com o tempo só piorou, já era difícil explicar pra ela que eu não queria transar às 2 da manhã quando eu tinha que acordar em menos de 5 horas e ela podia dormir o quanto quisesse, mas aceitei e seguimos. Um dia a gente tava conversando num jantar e como um ato perfeitamente ensaiado ela me disse quase com surpresa genuína que um cara tava falando com ela pelo Instagram, que ela não queria dar espaço mas o moleque não entendia. "Olha só, esse cara idiota acha que consegue me pegar" eu, já mais ligado na parada, entendi a ideia e falei "deixa eu ver, me mostra o que ele diz" ela sorridente, pegou o celular dela e começou a me mostrar como ele dizia que ela era gostosa, respondia as fotos dos melhores amigos que estavam mais quentes do que nunca, mostrando a bunda de fio dental no espelho de um dos quartos enquanto ela estava deitada na cama. Ela só agradecia nas mensagens e colocava corações nas respostas dele, mas até aí, naquele momento a coisa começou a acelerar e eu falei - Esse cara acha que aguenta comer uma gostosa como você kkk + sim, não tem chance! - Você só se satisfaz com a minha pica + Siiim, adoro sua pica - disse soltando a risadinha de puta que já era clássica dela e que eu não ouvia há um tempo - E mesmo que eu fique excitada, o cara é super lerdo e com certeza se caga - Esse magrinho te deixa com tesão? + Um pouco, nunca comi alguém mais novinho kkk o moleque tinha uns 19 ou 20 anos, no primeiro ano da faculdade de educação física numa particular, pelo que ela me contou. - Experimenta, pra ver se ele recua ou não + bom... e assim continuou a parada, como um acordo mútuo onde nas semanas seguintes reacendemos o fogo lendo como ela dizia coisas pra esquentar ele, tipo que ela tinha se vestido ou que achava os braços dele lindos, qualquer coisa pra ele responder elogiando o corpo dela, e em paralelo ela ia preparando histórias cada vez mais específicas e quentes pra ele, até o ponto em que ele pedia pra ela mandar nudes e ela dizia que não, que só postava fotos pra si mesma, mas que anotava a ideia pra uma história e que dedicaria a ele, e chegou o caso de postar uma foto de peitos de fora, mostrando a bunda só coberta por uma calcinha preta minúscula e a inicial do garoto, que coincidia com a minha, seguida de um emoji de beijo. O moleque explodiu e mandou uma mensagem perguntando se podiam se encontrar e ela imediatamente tirou um print e me reenviou. Lá estava eu, 5 da tarde olhando meu celular com uma coisa daquelas no meio do trabalho, não consegui segurar a ereção e respondi "já volto", me desculpei e saí do trabalho antes, já que não tinha controle de horário e em 20 minutos já estava em casa, de pau duro e procurando a Adri pra comê-la sem parar… e foi assim. Ao chegar, nem nos cumprimentamos, ela estava na mesma calcinha fio dental da foto e com uma camiseta grande que mal escondia as lindas tetas dela. Encostei ela na cama, com os pés no chão e comecei a penetrar sem piedade, ela já estava lubrificada porque tinha ficado se tocando e eu não parava de falar que ela era uma puta que dava o cu e que eu ia dar o que ela queria + você gosta que aquele cara queria me comer? - aquele moleque não tem chance com você, você é minha + ele não tem comparação com seu pau meu amor, tá duríssimo - cala a boca puta, você é muito safada + e você um tarado, posso comer o cara? - come ele que você vai deixar ele pedindo gozo igual, sem parar continuamos por alguns minutos, até que senti que ia gozar e como não tinha colocado camisinha avisei que estava terminando, tirei e ela se virou pra chupar até eu gozar na boca dela e logo depois disso ela se levantou e me beijou com a boca cheia dos meus fluidos ainda. Foi uma espécie de fechamento e começo, uma reconciliação e um novo relacionamento. No final ela não se encontrou com o cara e assim passaram as semanas e depois meses, onde cada vez ia se apagando um pouco mais o interesse dele pelas desculpas dela. Mas como falei antes, esse foi o novo começo e os primeiros passos do nosso novo relacionamento. como falei antes, essa é a história real dos meus anos de relacionamento com a Adri, espero seus comentários e mensagens no direct, aceito todo tipo de mensagem!
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