O pacto 25

Entrei no quarto e o rastro da depravação ainda flutuava no ar como uma neblina densa. A cama era um campo de batalha de lençóis revirados e taças de vinho vazias. Laura estava lá, enrolada na coberta que deixava à mostra a curva da bunda dela e aquele brilho de exaustão nos olhos que eu sabia ler perfeitamente. Ela se levantou com uma lentidão calculada e se aproximou de mim com um sorriso que era uma obra-prima da inocência.O pacto 25LAURA: (Com um olhar amoroso e um tom de voz tão doce que chegava a ser insultante) —Ai, meu amor... Que pena que você me pegou assim. É que me deu uma dor de cabeça e uma tontura horrível à tarde, e a Paola veio me acompanhar. Me massageou um pouco, tomamos um vinhozinho pra tensão e eu apaguei... coitadinha de mim. Eu a abracei com ternura, beijando sua testa enquanto sentia o cheiro de sexo e álcool impregnado na pele dela. Por fora, eu era o marido compreensivo e protetor; por dentro, eu era um animal em êxtase. Me fascinava como ela mentia na minha cara, como se sentia a rainha da enganação enquanto eu possuía cada frame da verdade dela. Me retirei pro banheiro com a desculpa de lavar as mãos. Assim que tranquei a porta, peguei o celular e abri o vídeo que a Paola tinha me enviado. Vi minha esposa de quatro, com a cara destruída num orgasmo violento enquanto o dildo da Paola arrebentava ela sem piedade. Ouvi os gritos dela de "Sou sua, Pao!", e senti meu pau ficar duro como pedra contra a calça. Imediatamente, abri o chat. PAOLA: (Via texto) —Gostou da surpresinha, corno?... Se acostuma, porque de agora em diante a gente vai se revezar na sua esposinha quando eu bem entender. Sorri diante da tela. Não havia nenhum traço de ciúme em mim, só uma gratidão obscena por ter encontrado alguém que ajudasse a soltar a puta que a Laura carregava dentro dela. DANIEL: (Via texto) —Muito prazer, Pao. Todo um prazer dividir ela com você. Alguns dias depois, Esteban chegou no apartamento com uma garrafa de uísque pra nos parabenizar pelo casamento. A atmosfera estava relaxada na superfície, mas por baixo, a tensão sexual era um fio de alta voltagem prestes a estourar. Enquanto eu ia pra cozinha pegar o gelo, ouvi o roçar das roupas no balcão da cozinha. Sabia que o Esteban não se aguentava. Imaginei ele enfiando a mão por baixo do vestido da Laura enquanto eu estava a poucos metros.sexoLAURA: (Num sussurro assustado mas excitado) —Esteban, não faz loucura! O Dani tá ali... juro que ele vai nos ouvir. ESTEBAN: (Com voz rouca e dominante) —Fica quietinha e não se mexe, você sabe que adora ser comida com o marido por perto. Pouco depois, Esteban pediu pra ir ao banheiro. Dois minutos depois, notei a Laura se levantando disfarçadamente com a desculpa de buscar umas taças extras. Eu sabia exatamente o que ia rolar. Escutei o som da porta do banheiro abrindo um centímetro e o gemido abafado da Laura quando o Esteban puxou ela pra dentro com um puxão violento. Fiquei no sofá, em silêncio absoluto, de orelha em pé. A tranca do banheiro fez um clique seco. Então começaram os sons: o roçar do tecido do vestido subindo pelas pernas, o rasgo da calcinha e o impacto brutal de uma rola entrando sem preâmbulo. —Mmmgh!... Esteban, rápido, ahhh!... Ele vai nos ouvir! —gritou a Laura num sussurro trêmulo que ecoou no corredor. —Fica quietinha, putinha... aproveita! —respondeu o Esteban antes de começar a martelar ela contra a parede do banheiro. Plap, plap, plap!infielO som da carne batendo contra a carne era rítmico e cru. Eu podia imaginar a Laura com uma perna levantada, apoiada na pia, enquanto o Esteban a preenchia com uma fúria animal. Eu me toquei por cima da calça, fechando os olhos e me deixando levar pela excitação de saber que minha esposa estava sendo possuída a poucos passos de mim. Era o clímax do meu voyeurismo. Quando saíram do banheiro, estavam impecáveis, lavando as mãos com um cinismo impressionante. Esteban me serviu outro gole de uísque e sentou ao meu lado. Passamos a tarde toda juntos: colocamos um filme, jogamos uma partida de pôquer na mesa da sala e rimos às gargalhadas. Laura servia os petiscos com as bochechas coradas, sentando ao lado do Esteban e deixando as pernas se roçarem disfarçadamente por baixo da mesa. A imagem era de uma falsidade exquisita: meu amigo leal e minha esposa devota dividindo a mesa comigo, ainda carregando pra dentro o suor do banheiro. Esteban se despediu já de madrugada com um abraço fraternal que me fez sorrir com pura malícia. Naquela noite, quando nos metemos debaixo das cobertas, o quarto cheirava a cansaço e a álcool. Me encostei nas costas da Laura na penumbra, sentindo a firmeza das nádegas quentes pressionando contra minha virilha. Afastei o cabelo do pescoço dela e beijei a pele úmida onde o Esteban com certeza tinha deixado a saliva algumas horas antes. DANIEL: (Sussurrando no ouvido dela com voz grave enquanto passava a mão pela barriga até chegar na buceta) —Tô te sentindo quentinha, meu amor... Como se você não tivesse descansado o dia inteiro. Laura soltou um gemido suave, abrindo as pernas por puro instinto. Quando introduzi meus dedos na buceta dela, senti ela encharcada, soltinha, ainda sensível e inchada pelas investidas secas contra a pia. Ajeitei ela de lado, levantei a perna direita e penetrei com um único empurrão profundo por trás. A sensação foi uma explosão de prazer: a buceta dela estava quente, ultra lubrificada pelo rastro da tarde.esposa safada
cornudo consentidoLAURA: (Apertando os lençóis com as mãos e enterrando o rosto no travesseiro) —Ahhh, Dani!... Meu Deus, você tá duríssimo... vai me partir. Cada estocada minha era um pedido silencioso. Sentir a textura da buceta dela, sabendo que horas antes o Esteban tinha enchido ela a três metros de mim e que no dia anterior a Paola tinha arrebentado ela com o dildo, me deixou maluco. Agarrei ela com força pelos quadris, marcando meus dedos na carne dela, me afundando nela enquanto imaginava o gozo do meu amigo se misturando com o meu próprio fluido dentro dela. Meti num ritmo selvagem, ouvindo o choque dos nossos corpos ecoar pelo quarto até eu gozar dentro dela com um solavanco violento, gemendo no ouvido dela enquanto ela se contorcia num orgasmo tardio, convencida de que a traição perfeita dela me tinha aos pés.cuck feliz
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O pacto 25Passaram-se uns dias e voltamos à rotina de trabalho. Uma noite, enquanto Laura dormia profundamente ao meu lado, o instinto de caçador me levou a pegar o celular dela. Entrei na pasta oculta e encontrei um vídeo gravado naquela mesma tarde num motel. Quando dei play, meu coração disparou. A imagem era nítida: Laura estava de quatro sobre uma colcha branca, rebolando com uma desesperação que eu nunca tinha visto em casa. Um homem, cujo rosto não aparecia no enquadramento, mas cuja voz era grossa e dominante, batia na bunda dela enquanto a socava com uma força brutal. AMANTE DESCONHECIDO: — De quem é essa puta casada, hein? De quem é essa buceta?sexoLAURA: (Gritando, com a voz rouca de prazer e submissão) —Sua!... Pode meter forte, me arrebenta toda!... Mmmgh, sim, assim!... Me enche bem! Tinham vários desses dias, minha esposinha ia nos dias que supostamente eu ia pra academia, era uma coisa gostosa.infielMe masturbei na penumbra do quarto, do lado da minha mulher dormindo, vendo o vídeo em loop. Senti uma mistura de orgulho e uma curiosidade devoradora. Eu já conhecia a depravação com a Paola e o Esteban, mas esse homem era diferente. Era um desconhecido que dominava ela sem piedade num motel enquanto eu tava no escritório. Fiquei olhando pro teto com o coração batendo a mil. Quem era aquele cara? Quantos mais existiam na vida da minha esposa? A intriga era um afrodisíaco mais potente que qualquer droga. Eu não sabia que a resposta me esperava no jantar de família no domingo, e que o jogo da traição estava prestes a alcançar um nível de depravação que nem eu mesmo tinha imaginado.

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