Depois de ler as conversas, descobri que a mamãe tinha fetiches bem opostos à aparência de santa dela. Ela tinha fetiche em tomar mijo por dentro, em chuparem os pés e as axilas dela, e um dos mais nojentos que li era que tirassem os feijões dela na ponta do pau, coisa que destruiu completamente a imagem que eu tinha dela. Aí li no chat que ela tinha guardado o gozo dela muito bem guardado pra nunca faltar aquele cheiro na bunda dela. Fiquei confuso e não sabia o que ela queria dizer com "guardar". Por pura curiosidade, comecei a procurar mais no quarto dela e não achava nada além de papel higiênico endurecido e brinquedos sexuais. Ela tinha uma geladeirinha pequena que ela mesma tinha comprado — na real, foi uma das tantas compras por impulso dela — e quando abri, não podia acreditar no que via: eram calcinhas usadas, recheadas de gozo e besuntadas com o suco do cu da mamãe.
Ela tinha guardado os cadarços do amante e estava armazenando eles na geladeira dela. Ao ler melhor o chat, descobri que ela guardava porque quase não se viam e que ela tinha um fetiche em sair em público lambuzada daquele semen velho. Isso explicava por que muitas vezes ela chegava do supermercado cheirando a suor e algo rançoso. Pra ser sincero, nunca dei muita importância, mas isso já me parecia devastador. Ela estava com problemas mentais. Ela se lambuzava de semen pra cheirar a semen e urina. Passava como se fosse um creme ao redor do cu, na buceta, nos peitos e até na cara, e usava uma máscara pra não deixar o cheiro de semen escapar do rosto nem dar pra ver que ela tava toda lambuzada, a putinha. Também, pra não jogar a camisinha em casa, ela enfiava no cu até descartar em qualquer lugar em público. Simplesmente abria as nádegas lambuzadas de semen e tirava a camisinha enfiada. Eu não sabia como reagir com isso. No chat dela não tinha fotos nem vídeos, mas tinha muitas confissões. O pior é que eu não sabia quem era o cara que tava comendo a minha mãe e, pior ainda, que tinha mostrado isso pra ela virar simplesmente uma ninfomaníaca.
Ela tinha guardado os cadarços do amante e estava armazenando eles na geladeira dela. Ao ler melhor o chat, descobri que ela guardava porque quase não se viam e que ela tinha um fetiche em sair em público lambuzada daquele semen velho. Isso explicava por que muitas vezes ela chegava do supermercado cheirando a suor e algo rançoso. Pra ser sincero, nunca dei muita importância, mas isso já me parecia devastador. Ela estava com problemas mentais. Ela se lambuzava de semen pra cheirar a semen e urina. Passava como se fosse um creme ao redor do cu, na buceta, nos peitos e até na cara, e usava uma máscara pra não deixar o cheiro de semen escapar do rosto nem dar pra ver que ela tava toda lambuzada, a putinha. Também, pra não jogar a camisinha em casa, ela enfiava no cu até descartar em qualquer lugar em público. Simplesmente abria as nádegas lambuzadas de semen e tirava a camisinha enfiada. Eu não sabia como reagir com isso. No chat dela não tinha fotos nem vídeos, mas tinha muitas confissões. O pior é que eu não sabia quem era o cara que tava comendo a minha mãe e, pior ainda, que tinha mostrado isso pra ela virar simplesmente uma ninfomaníaca.
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