O rugido da minha moto corta o silêncio úmido da noite enquanto eu avanço pela zona vermelha de Palermo. As luzes dos carros projetam sombras alongadas sobre as árvores, criando uma atmosfera carregada de desejo e perigo. Meus olhos percorrem as figuras femininas que se oferecem à beira do caminho, mulheres gostosas com vestidos justos e maquiagem impecável que se destacam na escuridão do bosque.
A adrenalina corre nas minhas veias enquanto eu dou voltas, procurando algo que acelere meu pulso. De repente, vejo uma delas. Ela se destaca do resto; é incrivelmente feminina, com uma melena longa e escura que cai sobre os ombros e um vestido que mal cobre suas curvas. Seu olhar é intenso, desafiador.
Frenei minha moto bem na frente dela. Ela não recuou com o barulho da moto; pelo contrário, deu um passo à frente com uma confiança que me fez apertar o guidão. Seus lábios pintados de um vermelho intenso se curvaram num sorriso predador.
"Tá procurando diversão?" — a voz dela era suave, mas com um fio de autoridade que arrepiou minha pele. Sem esperar minha resposta, ela se aproximou e acariciou meu braço com as unhas longas e bem cuidadas. Com um movimento fluido e decidido, envolveu minha cintura com o braço e apontou para a mata fechada, longe da luz dos carros. "Vamos?"
Fiquei paralisado por um segundo, mas a urgência da presença dela foi mais forte que qualquer dúvida. Liguei a moto de novo e ela se acomodou atrás de mim com uma facilidade incrível, colando o corpo no meu. Eu podia sentir o calor do peito dela e o cheiro do perfume se misturando com o odor do bosque. Dirigi seguindo o sinal dela, me afastando da rua principal e me adentrando na penumbra da mata. As árvores se fechavam sobre nós, bloqueando a pouca luz que chegava da zona vermelha.
Finalmente, deixamos para trás a última linha de árvores iluminadas e paramos numa clareira escondida, onde a escuridão era quase absoluta e o único som era o estalar das folhas secas sob os pneus. Desliguei o motor e o O silêncio caiu carregado de tensão sexual. Ela desceu da moto e se virou pra mim. Antes que eu pudesse sequer tirar o capacete, ela já estava em cima de mim. As mãos dela, frias e decididas, seguraram meu rosto e me prenderam num beijo voraz, profundo, que tinha gosto de desejo acumulado. Enquanto a gente se beijava, senti a mão dela descer rápido, deslizando pela minha barriga até agarrar minha pica com firmeza através do tecido da minha calça.
O contato da mão quente dela no meu pau me sacudiu por completo. O beijo ficou mais selvagem, exigente, enquanto o aperto dela ficava mais rítmico e experiente. Senti minha respiração acelerar, perdendo o controle diante do domínio dela. De repente, ela rompeu o beijo, mas não me soltou. Os olhos dela brilhavam na escuridão, fixos nos meus com uma intensidade que me fazia sentir vulnerável. Sem dizer uma palavra, ela pegou minha mão direita com força. Os dedos dela se entrelaçaram nos meus e, com uma determinação que não admitia réplica, guiou minha mão pra baixo, pressionando-a direto contra a virilha dela. — Agora é sua vez — sentenciou. — Segura ela.
Meus dedos se fecharam em volta da pica dela, surpreso com a firmeza e o tamanho do pau dela. A sensação de tê-la ali, tão perto e tão real, me fez soltar um gemido abafado. Ela arqueou as costas levemente, curtindo minha reação, e cravou as unhas nos meus ombros, exigindo minha atenção total. Sem aviso prévio, ela se ajoelhou na minha frente. Os olhos dela continuavam fixos nos meus, mantendo aquela pose de superioridade mesmo enquanto se posicionava entre minhas pernas. Com um movimento rápido e decidido, ela abriu meu cinto e baixou o zíper da minha calça, liberando minha pica que já pulsava com força, ereta e gotejando lubrificação. Ela não perdeu tempo.
Ela se inclinou pra frente e envolveu meu pau com os lábios quentes dela. No começo foi um roçar suave, quase uma brincadeira, mas rapidamente virou uma chupada poderosa e experiente. Senti a umidade da língua dela percorrendo toda a extensão da minha pica. enquanto sua boca trabalhava com uma intensidade que me fez arquear as costas. Suas mãos se agarraram às minhas coxas, sugando com uma força que parecia querer extrair até a última gota da minha essência. Minhas mãos buscaram instintivamente seu cabelo, apertando enquanto eu tentava controlar os espasmos de prazer que percorriam meu corpo. O som da sua sucção ecoava no silêncio da mata, se misturando com minha respiração ofegante. De repente, ela parou.
Ela se ergueu lentamente, limpando o canto dos lábios com as costas da mão. Me olhou de cima a baixo, avaliando meu estado de excitação, e então soltou uma risadinha cheia de arrogância. —Agora é minha vez, bebê— declarou, com um tom que não deixava espaço pra discussão. Antes que eu pudesse processar, ela me agarrou com força pela nuca. Seus dedos se enterraram no meu cabelo e me puxaram pra frente, me obrigando a me curvar até ela. A pica dela, já completamente dura e brilhando de saliva, ficou bem na frente do meu rosto. Tentei protestar ou talvez só pedir um momento pra recuperar o fôlego, mas ela não tinha paciência.
Ela me forçou a abrir a boca, usando a mão na minha nuca pra guiar minha cabeça com uma força que não me deixou escolha. O gosto da pele dela e o cheiro da excitação dela inundaram meus sentidos quando finalmente a peguei. Era grossa e pulsante, e a textura me pareceu avassaladora. Ela soltou um suspiro de satisfação, jogando a cabeça pra trás enquanto eu começava a lamber e chupar, tentando agradá-la sob o olhar vigilante dela. Depois de alguns minutos daquele jogo de poder, ela decidiu que já tinha tido o suficiente. Com um movimento brusco, me afastou e me obrigou a me virar. —Vira— ordenou.
Obedeci quase por puro instinto, me virando pra ficar de costas pra ela. Senti a presença dela me rondando logo atrás, uma sombra quente e cheia de intenção. Ouvi o som de um pacote sendo rasgado; ela estava colocando uma camisinha. O roçar do látex contra a pele dela me deixou... pelos arrepiados. Senti as mãos dela nas minhas cadeiras, me apertando com força enquanto me empurrava levemente pra frente, me obrigando a apoiar as palmas das mãos no tronco de uma árvore próxima. O frio da casca contrastava violentamente com o calor que emanava do corpo dela. Então, senti algo úmido e quente na minha retaguarda. A língua dela começou a trabalhar na minha entrada com uma insistência faminta, lambendo e saboreando meu cu com uma destreza que me fez tremer. Eu podia ouvir a respiração ofegante dela bem atrás de mim, se misturando com o som da língua dela me molhando. — Vou te comer essa bucetinha apertada... — sussurrou com uma voz carregada de luxúria, roçando meu pescoço com os lábios —. Você não tem ideia de quanto eu quero meter nesse seu cuzinho e te fazer minha. Senti a excitação dela crescer, palpável no ar pesado da floresta. De repente, senti a ponta da pica dela, pressionando com força contra meu cu. Não teve preâmbulos suaves dessa vez; a impaciência dela era evidente. Com um empurrão seco e decidido, ela me penetrou de uma vez. Soltei um grito abafado que se perdeu entre as copas das árvores, sentindo meu corpo se esticar pra receber a grossura dela. A dor inicial foi rapidamente substituída por uma sensação de plenitude avassaladora. Ela não esperou eu me acostumar; começou a me comer com um ritmo frenético e brutal, fazendo meu corpo bater no tronco da árvore a cada investida. — Isso! Tudo pra dentro! — disse. As palavras dela foram o estopim pra eu perder qualquer vestígio de compostura. O ritmo das investidas ficou errático, cada vez que a bacia dela batia contra minhas nádegas, eu sentia um impacto surdo que me sacudia da base da coluna até a ponta dos dedos. Meus dedos se cravaram fundo na casca da árvore, buscando apoio enquanto minhas pernas fraquejavam. O prazer era tão agudo que beirava a dor, uma mistura elétrica que nublava meu juízo. Eu podia sentir a pica dela preenchendo cada milímetro do meu interior, me expandindo, me reivindicando.
O clímax chegou como uma explosão incontrolável. Senti o pau dele pulsando dentro de mim, despejando o esperma em ondas ardentes que pareciam me queimar por dentro. Um gemido prolongado e rasgado escapou dos meus lábios enquanto meu próprio orgasmo me sacudia violentamente, me esvaziando por completo. Meus músculos se tensionaram até o limite e minha visão ficou turva por um instante. Quando o último espasmo terminou, ela não se retirou na hora. Ficou colada nas minhas costas, ofegando pesado, com o coração batendo. Devagar, ela deslizou para fora de mim, tirando a camisinha, deixando o ar fresco da floresta bater na minha parte de dentro, ainda sensível e molhada.
Fiquei apoiado contra a árvore por uma eternidade, recuperando o fôlego enquanto minhas pernas tremiam sem controle. Aos poucos, consegui me endireitar. Ela se aproximou, me envolvendo com os braços por trás num abraço possessivo, apoiando o queixo no meu ombro. A respiração dela ainda estava irregular, mas a voz voltava com aquela calma dominadora. —Uff... você gostou, safada? Deixei sua bunda toda bagunçada —murmurou no meu ouvido, deixando um beijinho molhado no meu lóbulo—.
Soltei uma risada fraca, quase sem forças, enquanto me virava entre os braços dela pra ficar de frente. Minhas bochechas estavam coradas e minha roupa desalinhada, um testemunho mudo do que tinha acabado de rolar. Olhei nos olhos dela, mas só encontrei aquela faísca de triunfo predador. — Gostei, sim, embora tenha sido estranho pra mim —respondi com a voz trêmula. Ela aproximou o rosto, diminuindo a distância até nossos narizes se encostarem. O cheiro de sexo e suor nos envolvia.
Ela soltou uma gargalhada seca e segurou meu queixo com uma mão, me forçando a sustentar o olhar. Os dedos dela estavam frios comparados ao fogo que ainda corria nas minhas veias. —Estranho?—repetiu—. Não tem nada de estranho no que é natural, neném. Você queria isso tanto quanto eu. Vi como você me olhava desde o começo. Aproximou-se mais, reduzindo o espaço até eu sentir o calor do seu hálito nos meus lábios. Os olhos dela desceram um segundo até a minha boca e depois voltaram a subir, desafiadores. De repente, o clima, que há poucos segundos era puramente erótico e privado, congelou de uma vez. Uma voz feminina, carregada de uma confiança predadora, cortou o ar como uma faca. — Mas olha que bundinha gostosa que você tá comendo, vamos ver se agora ela aguenta essa.
Fiquei petrificado, com o coração martelando contra as minhas costelas, enquanto via uma figura emergir da penumbra das árvores. Era outra mulher, mas a aura dela era diferente; menos brincalhona e muito mais ameaçadora. A travesti que acabara de me possuir nem se abalou. Pelo contrário, soltou um sorriso lento e malicioso. Me apertou a cintura com uma atitude possessiva. — Olha, olha...
— Não fica com inveja, princesa — respondeu a primeira travesti, sem me soltar. Mas você tem razão, essa bunda é uma joia. E é, parece que aguenta bastante, embora hoje já tenha trabalhado duro. A recém-chegada deu um passo em nossa direção, ignorando completamente meu olhar de confusão e medo. Os olhos dela percorreram meu corpo nu e suado com uma voracidade que me fez estremecer. Então, com um gesto lento e deliberado, levou a mão até a virilha e puxou o pau pra fora. Minha respiração parou. Era muito maior que o anterior, uma veia pulsante que parecia desafiar qualquer lógica de resistência humana.
O terror e a excitação lutaram pelo controle da minha mente. Olhei alternadamente para a primeira travesti, que me observava com uma diversão cruel, e para a nova, cuja ereção monstruosa parecia brilhar sob a luz fraca filtrada pelas folhas. Meu corpo, ainda sensível pelo encontro anterior, reagiu involuntariamente à visão daquela rola nova. — Vai me deixar assim parada ou vai me mostrar se é verdade que aguenta? — provocou a segunda travesti, dando mais um passo à frente, invadindo meu espaço pessoal. A voz dela era grave, quase gutural, e sua presença física era esmagadora. A primeira travesti soltou uma risadinha e, com um movimento rápido, me empurrou suavemente em direção à nova. Perdi o equilíbrio com o empurrão e acabei colidindo direto contra o torso firme da nova travesti. A pele dela estava quente e cheirava a uma mistura de perfume forte. Antes que eu pudesse me estabilizar, as mãos grandes e fortes dela se fecharam ao redor das minhas coxas, me levantando levemente do chão para me colar contra a ereção enorme dela. —Fica tranquilo, promíscuo, você vai gostar... —ronronou ela, com a respiração roçando minha bochecha—. Só vamos ver se você aguenta. A primeira travesti cruzou os braços, se recostando na árvore com uma expressão de satisfação absoluta, curtindo o espetáculo. A nova travesti não perdeu nem um segundo. Sem aviso prévio, me girou com uma facilidade impressionante e me obrigou a apoiar as mãos de novo no tronco da árvore, exatamente na mesma posição em que eu estava com a anterior. Mas dessa vez, a sensação era radicalmente diferente. O tamanho do pau dela era intimidador; e não estava de camisinha. Eu podia sentir a pressão da cabeça contra minha abertura, dilatando ainda mais antes de entrar. —Vamos ver se esse buraco sabe receber uma pica de verdade —ela grunhiu, segurando minha cintura com força. Sem nenhuma preparação, sem lubrificação extra além da que meu próprio corpo já produzia pelo encontro anterior, ela deu uma estocada profunda. Um grito abafado, metade dor e metade surpresa, escapou da minha garganta quando senti aquela massa colossal abrindo meu cu. Foi uma invasão total; senti minhas entranhas sendo deslocadas, esticadas até o limite absoluto do que eu achava possível. Meus dedos se cravaram na casca áspera da árvore, buscando desesperadamente um ponto de apoio enquanto meu corpo se arqueava para trás com o impacto. —Ah...! É grande demais...! —consegui articular entre gemidos, com a visão embaçando pela intensidade da sensação. Mas a nova travesti não tinha intenção de ser delicada. Ignorou meu protesto e começou a me empurrar com um ritmo brutal e constante. Cada impacto era como um golpe seco que ecoava pelo meu corpo inteiro. Eu sentia que estava sendo partido ao meio, que aquela grossura desumana estava reclamando cada centímetro do meu interior, chegando a lugares que nunca tinham sido tocados. Meus joelhos fraquejaram e tive que apoiar a testa na madeira fria da árvore para não desmoronar. —Isso, putinho...— a nova travesti ofegava, a voz misturada com o som rítmico dos nossos corpos se chocando—. A primeira travesti, que ainda estava ali observando, se aproximou e passou a mão pelas minhas costas, acariciando o caminho da minha coluna enquanto eu sofria as investidas. Enquanto meu corpo era sacudido pelas investidas brutais da nova travesti, senti meu mundo se reduzir apenas à dor e ao prazer avassalador que me preenchia. Eu estava completamente à mercê delas, incapaz de protestar ou de me mover por conta própria. No meio daquele caos, senti uma presença bem na frente do meu rosto. A primeira travesti, que tinha me abraçado, se posicionou com um sorriso triunfante. Com um movimento fluido, liberou a própria ereção, que também era imponente, e a colocou bem na frente dos meus lábios. O cheiro intenso da virilidade dela inundou meus sentidos. —Já que seu cu tá ocupado trabalhando... sua boca também deveria estar trabalhando— movendo a pélvis pra frente pra pressionar a glande úmida contra meus lábios—. Vai, chupa ela toda. Eu estava preso numa tortura: por trás, a nova travesti me rasgava com o tamanho descomunal, se enterrando em mim com uma força que me fazia perder o senso de realidade; e pela frente, a primeira travesti exigia minha atenção oral. Eu tinha que escolher ou tentar fazer as duas coisas, mas meu cérebro mal conseguia processar o estímulo. Senti a ponta do membro dela começar a forçar minha boca, me obrigando a abrir as mandíbulas enquanto os dedos dela se enterravam no meu cabelo pra me guiar. meus movimentos.
Tentei ofegar, quando a ponta do pau dele começou a pressionar, me forçando a abrir a boca. Era uma situação de pura dominação; meu corpo estava sendo usado de duas formas simultâneas, e a coordenação necessária para sobreviver a ambos os ataques era quase impossível. —Isso... chupa bem— ordenou a primeira travesti, aumentando a pressão enquanto a mão dela se fechava com força na minha nuca, me guiando—. Quero sentir sua língua enquanto ela te destrói por trás. Naquele instante exato, a nova travesti me deu uma estocada tão profunda e violenta que perdi o controle dos meus músculos faciais.
O choque de sensações foi devastador. A profundidade da nova travesti me acertou tão forte que minha mandíbula se abriu de par em par num espasmo involuntário, permitindo que a primeira travesti deslizasse o membro grosso dela direto pra minha garganta. Senti o gosto metálico e salgado do pau dela cobrindo toda a minha boca, bloqueando minha capacidade de respirar direito. Meus olhos reviraram por um segundo, tonto pela falta de oxigênio e o excesso de estimulação. Por trás, a nova travesti aproveitou minha vulnerabilidade pra aumentar o ritmo, transformando a penetração numa série de impactos profundos que faziam meu corpo inteiro vibrar contra a árvore. —Toma toda, vagabunda!
A primeira travesti soltou uma gargalhada de puro prazer ao sentir minha garganta se contraindo em volta do pau dela. Me agarrou com mais força pela nuca, impedindo que eu recuasse, me obrigando a engolir a grossura dela enquanto os movimentos dela ficavam erráticos e selvagens.
Eu estava sendo devorado pelos dois lados; minha boca cheia de carne e meu cu esticado até o limite. —Olha como ela engole! —exclamou a primeira travesti, olhando pra nova com cumplicidade—. A nova travesti respondeu com um grunhido rouco, as mãos dela apertando minhas cadeiras.
De repente, a nova travesti soltou um berro gutural. As estocadas dela ficaram frenéticas e descontroladas. Eu podia sentir como o pau dela Meu pulso pulsava violentamente dentro de mim. —Vou gozar! Vou encher teu cu de porra, putinha — ele rugiu, a voz carregada de pura luxúria. Ao mesmo tempo, a primeira travesti acelerou os movimentos na minha boca. Suas estocadas ficaram curtas e rápidas.
Primeiro, senti a explosão da travesti nova disparando seu esperma profundamente dentro de mim. O calor da ejaculação dela encheu meu cu, me fazendo tremer violentamente enquanto seus espasmos internos me atingiam de dentro. Quase no mesmo instante, a primeira travesti soltou um gemido de triunfo e, com um último empurrão voraz, descarregou sua própria carga na minha garganta. O gosto amargo e grosso do leite dela inundou minha boca, me obrigando a engolir compulsivamente enquanto tentava não me afogar.
Fiquei com as pernas tremendo de forma incontrolável e a cabeça pesada. O silêncio da floresta voltou com força, quebrado só pelas nossas respirações ofegantes. Eu tinha a boca cheia de um gosto amargo e denso, e sentia um peso quente e estranho percorrendo meu interior. A primeira travesti tirou o membro da minha boca com um som úmido, deixando um fio de saliva e porra pendurado nos meus lábios. Ela se limpou com indiferença, me olhando com uma mistura de desprezo e satisfação. — A outra travesti, deixou os últimos jatos de leite nas minhas nádegas, me dando um tapa forte no cu —
As duas travestis se afastaram, as risadas das duas mulheres se perdendo entre a densidade das árvores. Fiquei ali, sozinho, agarrado ao tronco áspero com os nós dos dedos brancos, tentando recuperar o fôlego. Minhas pernas tremiam tanto que eu mal conseguia ficar de pé. Ao tentar me soltar da árvore, senti uma pontada de dor aguda que me fez ofegar; minha retaguarda pulsava com uma intensidade estranha, aberta e exposta, incapaz de se fechar completamente por causa do estiramento extremo que acabara de sofrer. Com movimentos desajeitados e lentos, subi as calças, sentindo o roçar do tecido contra minha pele sensível, o que me provocou um arrepio de desconforto.
Me custou horrores subir de novo na moto. Cada milímetro de movimento mandava ondas de dor e uma sensação de plenitude persistente pela minha zona íntima. Ao sentar no banco, o contato direto da superfície dura contra minha bunda aberta me fez soltar um gemido abafado. Ignorei a ardência e o tremor das minhas mãos enquanto enfiava a chave na ignição. O motor roncou sob meu corpo, me transmitindo uma vibração que, embora me incomodasse, me ajudou a focar em algo que não fosse a dor.
Acelerei com cuidado, evitando qualquer buraco ou irregularidade na estrada que pudesse me fazer pular no banco. Cada solavanquinho da moto mandava uma descarga elétrica de dor e uma sensação estranha de vazio lá pra dentro, me lembrando o tempo todo que eu continuava aberto e cheio delas. O vento frio da noite batia no meu rosto, me ajudando a clarear a névoa mental que ainda me envolvia. Enquanto dirigia, não conseguia evitar de repassar mentalmente cada detalhe do que tinha acontecido. A humilhação, a força bruta, o jeito que me trataram como um simples objeto de prazer... tudo isso se misturava com uma adrenalina residual que não terminava de sumir. Cheguei no meu apartamento com as mãos tremendo, desligando o motor da moto com um movimento brusco. Fiquei sentado no banco por uns segundos, só respirando, tentando convencer minha mente de que tudo tinha acabado.
A adrenalina corre nas minhas veias enquanto eu dou voltas, procurando algo que acelere meu pulso. De repente, vejo uma delas. Ela se destaca do resto; é incrivelmente feminina, com uma melena longa e escura que cai sobre os ombros e um vestido que mal cobre suas curvas. Seu olhar é intenso, desafiador.
Frenei minha moto bem na frente dela. Ela não recuou com o barulho da moto; pelo contrário, deu um passo à frente com uma confiança que me fez apertar o guidão. Seus lábios pintados de um vermelho intenso se curvaram num sorriso predador.
"Tá procurando diversão?" — a voz dela era suave, mas com um fio de autoridade que arrepiou minha pele. Sem esperar minha resposta, ela se aproximou e acariciou meu braço com as unhas longas e bem cuidadas. Com um movimento fluido e decidido, envolveu minha cintura com o braço e apontou para a mata fechada, longe da luz dos carros. "Vamos?"
Fiquei paralisado por um segundo, mas a urgência da presença dela foi mais forte que qualquer dúvida. Liguei a moto de novo e ela se acomodou atrás de mim com uma facilidade incrível, colando o corpo no meu. Eu podia sentir o calor do peito dela e o cheiro do perfume se misturando com o odor do bosque. Dirigi seguindo o sinal dela, me afastando da rua principal e me adentrando na penumbra da mata. As árvores se fechavam sobre nós, bloqueando a pouca luz que chegava da zona vermelha.
Finalmente, deixamos para trás a última linha de árvores iluminadas e paramos numa clareira escondida, onde a escuridão era quase absoluta e o único som era o estalar das folhas secas sob os pneus. Desliguei o motor e o O silêncio caiu carregado de tensão sexual. Ela desceu da moto e se virou pra mim. Antes que eu pudesse sequer tirar o capacete, ela já estava em cima de mim. As mãos dela, frias e decididas, seguraram meu rosto e me prenderam num beijo voraz, profundo, que tinha gosto de desejo acumulado. Enquanto a gente se beijava, senti a mão dela descer rápido, deslizando pela minha barriga até agarrar minha pica com firmeza através do tecido da minha calça.
O contato da mão quente dela no meu pau me sacudiu por completo. O beijo ficou mais selvagem, exigente, enquanto o aperto dela ficava mais rítmico e experiente. Senti minha respiração acelerar, perdendo o controle diante do domínio dela. De repente, ela rompeu o beijo, mas não me soltou. Os olhos dela brilhavam na escuridão, fixos nos meus com uma intensidade que me fazia sentir vulnerável. Sem dizer uma palavra, ela pegou minha mão direita com força. Os dedos dela se entrelaçaram nos meus e, com uma determinação que não admitia réplica, guiou minha mão pra baixo, pressionando-a direto contra a virilha dela. — Agora é sua vez — sentenciou. — Segura ela.
Meus dedos se fecharam em volta da pica dela, surpreso com a firmeza e o tamanho do pau dela. A sensação de tê-la ali, tão perto e tão real, me fez soltar um gemido abafado. Ela arqueou as costas levemente, curtindo minha reação, e cravou as unhas nos meus ombros, exigindo minha atenção total. Sem aviso prévio, ela se ajoelhou na minha frente. Os olhos dela continuavam fixos nos meus, mantendo aquela pose de superioridade mesmo enquanto se posicionava entre minhas pernas. Com um movimento rápido e decidido, ela abriu meu cinto e baixou o zíper da minha calça, liberando minha pica que já pulsava com força, ereta e gotejando lubrificação. Ela não perdeu tempo.
Ela se inclinou pra frente e envolveu meu pau com os lábios quentes dela. No começo foi um roçar suave, quase uma brincadeira, mas rapidamente virou uma chupada poderosa e experiente. Senti a umidade da língua dela percorrendo toda a extensão da minha pica. enquanto sua boca trabalhava com uma intensidade que me fez arquear as costas. Suas mãos se agarraram às minhas coxas, sugando com uma força que parecia querer extrair até a última gota da minha essência. Minhas mãos buscaram instintivamente seu cabelo, apertando enquanto eu tentava controlar os espasmos de prazer que percorriam meu corpo. O som da sua sucção ecoava no silêncio da mata, se misturando com minha respiração ofegante. De repente, ela parou.
Ela se ergueu lentamente, limpando o canto dos lábios com as costas da mão. Me olhou de cima a baixo, avaliando meu estado de excitação, e então soltou uma risadinha cheia de arrogância. —Agora é minha vez, bebê— declarou, com um tom que não deixava espaço pra discussão. Antes que eu pudesse processar, ela me agarrou com força pela nuca. Seus dedos se enterraram no meu cabelo e me puxaram pra frente, me obrigando a me curvar até ela. A pica dela, já completamente dura e brilhando de saliva, ficou bem na frente do meu rosto. Tentei protestar ou talvez só pedir um momento pra recuperar o fôlego, mas ela não tinha paciência.
Ela me forçou a abrir a boca, usando a mão na minha nuca pra guiar minha cabeça com uma força que não me deixou escolha. O gosto da pele dela e o cheiro da excitação dela inundaram meus sentidos quando finalmente a peguei. Era grossa e pulsante, e a textura me pareceu avassaladora. Ela soltou um suspiro de satisfação, jogando a cabeça pra trás enquanto eu começava a lamber e chupar, tentando agradá-la sob o olhar vigilante dela. Depois de alguns minutos daquele jogo de poder, ela decidiu que já tinha tido o suficiente. Com um movimento brusco, me afastou e me obrigou a me virar. —Vira— ordenou.
Obedeci quase por puro instinto, me virando pra ficar de costas pra ela. Senti a presença dela me rondando logo atrás, uma sombra quente e cheia de intenção. Ouvi o som de um pacote sendo rasgado; ela estava colocando uma camisinha. O roçar do látex contra a pele dela me deixou... pelos arrepiados. Senti as mãos dela nas minhas cadeiras, me apertando com força enquanto me empurrava levemente pra frente, me obrigando a apoiar as palmas das mãos no tronco de uma árvore próxima. O frio da casca contrastava violentamente com o calor que emanava do corpo dela. Então, senti algo úmido e quente na minha retaguarda. A língua dela começou a trabalhar na minha entrada com uma insistência faminta, lambendo e saboreando meu cu com uma destreza que me fez tremer. Eu podia ouvir a respiração ofegante dela bem atrás de mim, se misturando com o som da língua dela me molhando. — Vou te comer essa bucetinha apertada... — sussurrou com uma voz carregada de luxúria, roçando meu pescoço com os lábios —. Você não tem ideia de quanto eu quero meter nesse seu cuzinho e te fazer minha. Senti a excitação dela crescer, palpável no ar pesado da floresta. De repente, senti a ponta da pica dela, pressionando com força contra meu cu. Não teve preâmbulos suaves dessa vez; a impaciência dela era evidente. Com um empurrão seco e decidido, ela me penetrou de uma vez. Soltei um grito abafado que se perdeu entre as copas das árvores, sentindo meu corpo se esticar pra receber a grossura dela. A dor inicial foi rapidamente substituída por uma sensação de plenitude avassaladora. Ela não esperou eu me acostumar; começou a me comer com um ritmo frenético e brutal, fazendo meu corpo bater no tronco da árvore a cada investida. — Isso! Tudo pra dentro! — disse. As palavras dela foram o estopim pra eu perder qualquer vestígio de compostura. O ritmo das investidas ficou errático, cada vez que a bacia dela batia contra minhas nádegas, eu sentia um impacto surdo que me sacudia da base da coluna até a ponta dos dedos. Meus dedos se cravaram fundo na casca da árvore, buscando apoio enquanto minhas pernas fraquejavam. O prazer era tão agudo que beirava a dor, uma mistura elétrica que nublava meu juízo. Eu podia sentir a pica dela preenchendo cada milímetro do meu interior, me expandindo, me reivindicando.
O clímax chegou como uma explosão incontrolável. Senti o pau dele pulsando dentro de mim, despejando o esperma em ondas ardentes que pareciam me queimar por dentro. Um gemido prolongado e rasgado escapou dos meus lábios enquanto meu próprio orgasmo me sacudia violentamente, me esvaziando por completo. Meus músculos se tensionaram até o limite e minha visão ficou turva por um instante. Quando o último espasmo terminou, ela não se retirou na hora. Ficou colada nas minhas costas, ofegando pesado, com o coração batendo. Devagar, ela deslizou para fora de mim, tirando a camisinha, deixando o ar fresco da floresta bater na minha parte de dentro, ainda sensível e molhada.
Fiquei apoiado contra a árvore por uma eternidade, recuperando o fôlego enquanto minhas pernas tremiam sem controle. Aos poucos, consegui me endireitar. Ela se aproximou, me envolvendo com os braços por trás num abraço possessivo, apoiando o queixo no meu ombro. A respiração dela ainda estava irregular, mas a voz voltava com aquela calma dominadora. —Uff... você gostou, safada? Deixei sua bunda toda bagunçada —murmurou no meu ouvido, deixando um beijinho molhado no meu lóbulo—.
Soltei uma risada fraca, quase sem forças, enquanto me virava entre os braços dela pra ficar de frente. Minhas bochechas estavam coradas e minha roupa desalinhada, um testemunho mudo do que tinha acabado de rolar. Olhei nos olhos dela, mas só encontrei aquela faísca de triunfo predador. — Gostei, sim, embora tenha sido estranho pra mim —respondi com a voz trêmula. Ela aproximou o rosto, diminuindo a distância até nossos narizes se encostarem. O cheiro de sexo e suor nos envolvia.
Ela soltou uma gargalhada seca e segurou meu queixo com uma mão, me forçando a sustentar o olhar. Os dedos dela estavam frios comparados ao fogo que ainda corria nas minhas veias. —Estranho?—repetiu—. Não tem nada de estranho no que é natural, neném. Você queria isso tanto quanto eu. Vi como você me olhava desde o começo. Aproximou-se mais, reduzindo o espaço até eu sentir o calor do seu hálito nos meus lábios. Os olhos dela desceram um segundo até a minha boca e depois voltaram a subir, desafiadores. De repente, o clima, que há poucos segundos era puramente erótico e privado, congelou de uma vez. Uma voz feminina, carregada de uma confiança predadora, cortou o ar como uma faca. — Mas olha que bundinha gostosa que você tá comendo, vamos ver se agora ela aguenta essa.
Fiquei petrificado, com o coração martelando contra as minhas costelas, enquanto via uma figura emergir da penumbra das árvores. Era outra mulher, mas a aura dela era diferente; menos brincalhona e muito mais ameaçadora. A travesti que acabara de me possuir nem se abalou. Pelo contrário, soltou um sorriso lento e malicioso. Me apertou a cintura com uma atitude possessiva. — Olha, olha...
— Não fica com inveja, princesa — respondeu a primeira travesti, sem me soltar. Mas você tem razão, essa bunda é uma joia. E é, parece que aguenta bastante, embora hoje já tenha trabalhado duro. A recém-chegada deu um passo em nossa direção, ignorando completamente meu olhar de confusão e medo. Os olhos dela percorreram meu corpo nu e suado com uma voracidade que me fez estremecer. Então, com um gesto lento e deliberado, levou a mão até a virilha e puxou o pau pra fora. Minha respiração parou. Era muito maior que o anterior, uma veia pulsante que parecia desafiar qualquer lógica de resistência humana.
O terror e a excitação lutaram pelo controle da minha mente. Olhei alternadamente para a primeira travesti, que me observava com uma diversão cruel, e para a nova, cuja ereção monstruosa parecia brilhar sob a luz fraca filtrada pelas folhas. Meu corpo, ainda sensível pelo encontro anterior, reagiu involuntariamente à visão daquela rola nova. — Vai me deixar assim parada ou vai me mostrar se é verdade que aguenta? — provocou a segunda travesti, dando mais um passo à frente, invadindo meu espaço pessoal. A voz dela era grave, quase gutural, e sua presença física era esmagadora. A primeira travesti soltou uma risadinha e, com um movimento rápido, me empurrou suavemente em direção à nova. Perdi o equilíbrio com o empurrão e acabei colidindo direto contra o torso firme da nova travesti. A pele dela estava quente e cheirava a uma mistura de perfume forte. Antes que eu pudesse me estabilizar, as mãos grandes e fortes dela se fecharam ao redor das minhas coxas, me levantando levemente do chão para me colar contra a ereção enorme dela. —Fica tranquilo, promíscuo, você vai gostar... —ronronou ela, com a respiração roçando minha bochecha—. Só vamos ver se você aguenta. A primeira travesti cruzou os braços, se recostando na árvore com uma expressão de satisfação absoluta, curtindo o espetáculo. A nova travesti não perdeu nem um segundo. Sem aviso prévio, me girou com uma facilidade impressionante e me obrigou a apoiar as mãos de novo no tronco da árvore, exatamente na mesma posição em que eu estava com a anterior. Mas dessa vez, a sensação era radicalmente diferente. O tamanho do pau dela era intimidador; e não estava de camisinha. Eu podia sentir a pressão da cabeça contra minha abertura, dilatando ainda mais antes de entrar. —Vamos ver se esse buraco sabe receber uma pica de verdade —ela grunhiu, segurando minha cintura com força. Sem nenhuma preparação, sem lubrificação extra além da que meu próprio corpo já produzia pelo encontro anterior, ela deu uma estocada profunda. Um grito abafado, metade dor e metade surpresa, escapou da minha garganta quando senti aquela massa colossal abrindo meu cu. Foi uma invasão total; senti minhas entranhas sendo deslocadas, esticadas até o limite absoluto do que eu achava possível. Meus dedos se cravaram na casca áspera da árvore, buscando desesperadamente um ponto de apoio enquanto meu corpo se arqueava para trás com o impacto. —Ah...! É grande demais...! —consegui articular entre gemidos, com a visão embaçando pela intensidade da sensação. Mas a nova travesti não tinha intenção de ser delicada. Ignorou meu protesto e começou a me empurrar com um ritmo brutal e constante. Cada impacto era como um golpe seco que ecoava pelo meu corpo inteiro. Eu sentia que estava sendo partido ao meio, que aquela grossura desumana estava reclamando cada centímetro do meu interior, chegando a lugares que nunca tinham sido tocados. Meus joelhos fraquejaram e tive que apoiar a testa na madeira fria da árvore para não desmoronar. —Isso, putinho...— a nova travesti ofegava, a voz misturada com o som rítmico dos nossos corpos se chocando—. A primeira travesti, que ainda estava ali observando, se aproximou e passou a mão pelas minhas costas, acariciando o caminho da minha coluna enquanto eu sofria as investidas. Enquanto meu corpo era sacudido pelas investidas brutais da nova travesti, senti meu mundo se reduzir apenas à dor e ao prazer avassalador que me preenchia. Eu estava completamente à mercê delas, incapaz de protestar ou de me mover por conta própria. No meio daquele caos, senti uma presença bem na frente do meu rosto. A primeira travesti, que tinha me abraçado, se posicionou com um sorriso triunfante. Com um movimento fluido, liberou a própria ereção, que também era imponente, e a colocou bem na frente dos meus lábios. O cheiro intenso da virilidade dela inundou meus sentidos. —Já que seu cu tá ocupado trabalhando... sua boca também deveria estar trabalhando— movendo a pélvis pra frente pra pressionar a glande úmida contra meus lábios—. Vai, chupa ela toda. Eu estava preso numa tortura: por trás, a nova travesti me rasgava com o tamanho descomunal, se enterrando em mim com uma força que me fazia perder o senso de realidade; e pela frente, a primeira travesti exigia minha atenção oral. Eu tinha que escolher ou tentar fazer as duas coisas, mas meu cérebro mal conseguia processar o estímulo. Senti a ponta do membro dela começar a forçar minha boca, me obrigando a abrir as mandíbulas enquanto os dedos dela se enterravam no meu cabelo pra me guiar. meus movimentos.
Tentei ofegar, quando a ponta do pau dele começou a pressionar, me forçando a abrir a boca. Era uma situação de pura dominação; meu corpo estava sendo usado de duas formas simultâneas, e a coordenação necessária para sobreviver a ambos os ataques era quase impossível. —Isso... chupa bem— ordenou a primeira travesti, aumentando a pressão enquanto a mão dela se fechava com força na minha nuca, me guiando—. Quero sentir sua língua enquanto ela te destrói por trás. Naquele instante exato, a nova travesti me deu uma estocada tão profunda e violenta que perdi o controle dos meus músculos faciais.
O choque de sensações foi devastador. A profundidade da nova travesti me acertou tão forte que minha mandíbula se abriu de par em par num espasmo involuntário, permitindo que a primeira travesti deslizasse o membro grosso dela direto pra minha garganta. Senti o gosto metálico e salgado do pau dela cobrindo toda a minha boca, bloqueando minha capacidade de respirar direito. Meus olhos reviraram por um segundo, tonto pela falta de oxigênio e o excesso de estimulação. Por trás, a nova travesti aproveitou minha vulnerabilidade pra aumentar o ritmo, transformando a penetração numa série de impactos profundos que faziam meu corpo inteiro vibrar contra a árvore. —Toma toda, vagabunda!
A primeira travesti soltou uma gargalhada de puro prazer ao sentir minha garganta se contraindo em volta do pau dela. Me agarrou com mais força pela nuca, impedindo que eu recuasse, me obrigando a engolir a grossura dela enquanto os movimentos dela ficavam erráticos e selvagens.
Eu estava sendo devorado pelos dois lados; minha boca cheia de carne e meu cu esticado até o limite. —Olha como ela engole! —exclamou a primeira travesti, olhando pra nova com cumplicidade—. A nova travesti respondeu com um grunhido rouco, as mãos dela apertando minhas cadeiras.
De repente, a nova travesti soltou um berro gutural. As estocadas dela ficaram frenéticas e descontroladas. Eu podia sentir como o pau dela Meu pulso pulsava violentamente dentro de mim. —Vou gozar! Vou encher teu cu de porra, putinha — ele rugiu, a voz carregada de pura luxúria. Ao mesmo tempo, a primeira travesti acelerou os movimentos na minha boca. Suas estocadas ficaram curtas e rápidas.
Primeiro, senti a explosão da travesti nova disparando seu esperma profundamente dentro de mim. O calor da ejaculação dela encheu meu cu, me fazendo tremer violentamente enquanto seus espasmos internos me atingiam de dentro. Quase no mesmo instante, a primeira travesti soltou um gemido de triunfo e, com um último empurrão voraz, descarregou sua própria carga na minha garganta. O gosto amargo e grosso do leite dela inundou minha boca, me obrigando a engolir compulsivamente enquanto tentava não me afogar.
Fiquei com as pernas tremendo de forma incontrolável e a cabeça pesada. O silêncio da floresta voltou com força, quebrado só pelas nossas respirações ofegantes. Eu tinha a boca cheia de um gosto amargo e denso, e sentia um peso quente e estranho percorrendo meu interior. A primeira travesti tirou o membro da minha boca com um som úmido, deixando um fio de saliva e porra pendurado nos meus lábios. Ela se limpou com indiferença, me olhando com uma mistura de desprezo e satisfação. — A outra travesti, deixou os últimos jatos de leite nas minhas nádegas, me dando um tapa forte no cu —
As duas travestis se afastaram, as risadas das duas mulheres se perdendo entre a densidade das árvores. Fiquei ali, sozinho, agarrado ao tronco áspero com os nós dos dedos brancos, tentando recuperar o fôlego. Minhas pernas tremiam tanto que eu mal conseguia ficar de pé. Ao tentar me soltar da árvore, senti uma pontada de dor aguda que me fez ofegar; minha retaguarda pulsava com uma intensidade estranha, aberta e exposta, incapaz de se fechar completamente por causa do estiramento extremo que acabara de sofrer. Com movimentos desajeitados e lentos, subi as calças, sentindo o roçar do tecido contra minha pele sensível, o que me provocou um arrepio de desconforto.
Me custou horrores subir de novo na moto. Cada milímetro de movimento mandava ondas de dor e uma sensação de plenitude persistente pela minha zona íntima. Ao sentar no banco, o contato direto da superfície dura contra minha bunda aberta me fez soltar um gemido abafado. Ignorei a ardência e o tremor das minhas mãos enquanto enfiava a chave na ignição. O motor roncou sob meu corpo, me transmitindo uma vibração que, embora me incomodasse, me ajudou a focar em algo que não fosse a dor.
Acelerei com cuidado, evitando qualquer buraco ou irregularidade na estrada que pudesse me fazer pular no banco. Cada solavanquinho da moto mandava uma descarga elétrica de dor e uma sensação estranha de vazio lá pra dentro, me lembrando o tempo todo que eu continuava aberto e cheio delas. O vento frio da noite batia no meu rosto, me ajudando a clarear a névoa mental que ainda me envolvia. Enquanto dirigia, não conseguia evitar de repassar mentalmente cada detalhe do que tinha acontecido. A humilhação, a força bruta, o jeito que me trataram como um simples objeto de prazer... tudo isso se misturava com uma adrenalina residual que não terminava de sumir. Cheguei no meu apartamento com as mãos tremendo, desligando o motor da moto com um movimento brusco. Fiquei sentado no banco por uns segundos, só respirando, tentando convencer minha mente de que tudo tinha acabado.
2 comentários - Pegando na moto pela mata