Já tinha rolado algo com o Mauricio, mas desde aquele dia a gente se fazia de desentendido. Ele tava andando com a ruiva, que era um inferno, também não queria ferrar com ele por causa do que fez estando bêbado. Mas uma noite a gente saiu depois do trampo pra tomar umas cervejas. A noite tava seguindo normal, a gente foi se enturmando e, quando percebemos, o bar fechou, aí decidimos ir pra minha casa que era perto e beber mais um pouco. Eu via ele meio ansioso e, embora imaginasse o motivo, preferi deixar passar. Fomos pra minha casa, umas cervejas, risadas e, quando passou um tempo, acendi um baseado. A gente começou a falar de minas, ele contou como a ruiva chupava bem e essas coisas. E me perguntou — E você, como tá? — Tô na correria... fica entre a gente, mas outro dia comi a Melina, a morena. A Melina é irmã de um amigo em comum — Sério? E aí, como foi? — Maravilhoso, não parece, mas é uma puta do caralho. Se faz de santinha, mas quando fodi ela, pediu pra eu gozar dentro. — E você fez? — Nada, kkk, eu pra puta dou gozada na boca. O Mauricio olhava atento pro que eu falava, acho que de tão chapado que tava, nem percebia as caras que fazia. — Conta mais, ela chupava bem? — Mais ou menos, ela usava a língua, mas você sabe que eu gosto que engulam minha pica inteira. Fiquei olhando pra cara dele — É, já sei. A gente riu. Nesse ponto eu tava meio chapado e meio doidão, então fui no banheiro mijar. Quando voltei, encontrei ele de costas com o celular, meio debruçado na mesa, parecia que tava empinando a bunda. Eu não ia perder a chance, fui por trás e encostei forte, senti ele suspirar, mas não falou nada. Passou uns segundos, peguei ele pela cintura e comecei a esfregar minha pica na bunda dele, ele suspirava. Vi que ele continuava no celular. — Tá falando com a ruiva? — Tô, você sabe como são as minas kkk. Ele falava com a voz meio trêmula. Eu peguei ele pelo cabelo e trouxe a orelha dele pra perto da minha boca. — Fala pra puta da sua ruiva parar de encher o saco, que agora você vai atender um macho, entendeu? claro? - Sim
- Dei uma palmada na bunda dela
- Pra mim você me chama de papai
- Palmadei de novo
- Sim, papai
- Ela se inclinou sozinha e eu apoiava com gosto
- Era isso que você veio buscar, não é, putinha?
- Sim, papai
- Dá pra ver que a ruivinha te deixou toda vadia
- Aí eu tirei a pica pra fora e comecei a bater na bunda dela
- Agora vamos brincar um pouco, pega o baseado na mesa e vamos pro sofá.
- Sentei no sofá e antes dela sentar do meu lado eu falei
- Não, viadinho como você vai de joelhos do lado do sofá.
- No começo o olhar dela era de confusão, mas na hora esquentou porque ela sentou igual cachorrinha empinando a bunda.
- Mandei ela acender o baseado e me passar.
- Abaixei a calça e deixei minha pica de fora.
- Quero que você passe o nariz, cheira ela inteira.
- Sim, papai
- Ela passou o nariz pelas minhas bolas, pelo tronco, pela cabeça e me olhava
- Muito bem, vadia, agora da cabeça pra baixo passa a língua.
- Com a ponta da língua ela percorreu a pica toda.
- Quando voltou pra cabeça, peguei ela pelo cabelo e afundei a pica inteira na boca dela, via as lágrimas escorrendo quando ela engasgava, mas ela não parava.
- Em um momento quis me levantar e não conseguia por causa da cabeça dela grudada na minha pica.
- Peguei ela pelos cabelos e dei um tapa na cara.
- Ela parou na hora e pensei que tinha passado do ponto, mas o sorriso dela mostrava prazer.
- Segurei o rosto dela e cuspi na boca dela.
- Você é uma puta completa, vai levar toda a minha porra hoje.
- Fiquei de pé, coloquei minhas bolas na boca dela e ela chupava enquanto eu batia uma.
- Isso, vadia, chupa, chupa, que vou te dar toda a porra.
- Tirei as bolas da boca dela e comecei a comer a boca dela.
- Levava até o fundo e tirava.
- Fiquei assim um tempo até estar quase gozando.
- Mandei ela colocar a língua pra fora e enchi a boca e a cara dela de porra.
- Falei que aquele era o batismo completo de puta dela.
- Naquela noite ela chupou minha pica mais duas vezes antes de ir embora de uber.
- Dei uma palmada na bunda dela
- Pra mim você me chama de papai
- Palmadei de novo
- Sim, papai
- Ela se inclinou sozinha e eu apoiava com gosto
- Era isso que você veio buscar, não é, putinha?
- Sim, papai
- Dá pra ver que a ruivinha te deixou toda vadia
- Aí eu tirei a pica pra fora e comecei a bater na bunda dela
- Agora vamos brincar um pouco, pega o baseado na mesa e vamos pro sofá.
- Sentei no sofá e antes dela sentar do meu lado eu falei
- Não, viadinho como você vai de joelhos do lado do sofá.
- No começo o olhar dela era de confusão, mas na hora esquentou porque ela sentou igual cachorrinha empinando a bunda.
- Mandei ela acender o baseado e me passar.
- Abaixei a calça e deixei minha pica de fora.
- Quero que você passe o nariz, cheira ela inteira.
- Sim, papai
- Ela passou o nariz pelas minhas bolas, pelo tronco, pela cabeça e me olhava
- Muito bem, vadia, agora da cabeça pra baixo passa a língua.
- Com a ponta da língua ela percorreu a pica toda.
- Quando voltou pra cabeça, peguei ela pelo cabelo e afundei a pica inteira na boca dela, via as lágrimas escorrendo quando ela engasgava, mas ela não parava.
- Em um momento quis me levantar e não conseguia por causa da cabeça dela grudada na minha pica.
- Peguei ela pelos cabelos e dei um tapa na cara.
- Ela parou na hora e pensei que tinha passado do ponto, mas o sorriso dela mostrava prazer.
- Segurei o rosto dela e cuspi na boca dela.
- Você é uma puta completa, vai levar toda a minha porra hoje.
- Fiquei de pé, coloquei minhas bolas na boca dela e ela chupava enquanto eu batia uma.
- Isso, vadia, chupa, chupa, que vou te dar toda a porra.
- Tirei as bolas da boca dela e comecei a comer a boca dela.
- Levava até o fundo e tirava.
- Fiquei assim um tempo até estar quase gozando.
- Mandei ela colocar a língua pra fora e enchi a boca e a cara dela de porra.
- Falei que aquele era o batismo completo de puta dela.
- Naquela noite ela chupou minha pica mais duas vezes antes de ir embora de uber.
3 comentários - Meu amigo e minha putinha