Oi, bebezinhos, como vocês estão, meus pijudos? Ontem eu tava meio melancólica porque faz tempo que não vejo uma amiga e lembrei da história absurda que a gente viveu há uns anos e queria contar pra vocês.. Há alguns anos, quando eu tinha acabado de operar e já tava com a buceta bem desenvolvida... eu morei um tempo na casa dos meus pais, numa zona rural afastada da cidade. Os dias lá eram um tédio, mas pelo menos eu tinha minha amiga Carla, que eu conhecia desde criança... com ela a gente viveu uma amizade linda e ela foi a primeira pessoa pra quem eu confessei minhas orientações sexuais. Longe de me julgar, ela me deu amizade e carinho... me dando força pra encarar minha fase difícil de transição sexual... Ela tinha conhecido meu primo do relato anterior e sempre me falava pra eu me cuidar porque meu primo era um tarado.. Eu saí do interior com uns 13 anos e nunca mais vi ela... embora depois a gente continuasse a amizade pelo Facebook, acompanhando o rumo das nossas vidas. Eu parei de ver ela, mas mantive contato... a gente era próxima e sabia tudo uma da outra. Nos dias que eu passei na minha casa de infância (foi curto, mas com relatos quentes), nossa amizade se fortaleceu. Ela morava com a mãe e com o padrasto, que ela odiava porque ele era um macho nojento e sem sentimentos. Com o tempo, a mãe dela morreu de câncer e ela teve que conviver com o padrasto, mas a relação era um caos... eles não se encaixavam e não conseguiam criar um vínculo familiar.. o pior de tudo era que a propriedade era herança da família materna dela... e o filho da puta do padrasto ficou lá depois de ficar viúvo, se achando dono de tudo. Ela queria que ele fosse embora, mas o cara não afrouxava.. ele tava convencido de que também era dono, mas nenhum papel confirmava isso, já que ele nunca tinha casado com a mãe dela. Carla era submissa.. muito gentil, respeitosa, mas de caráter fraco.. e não tinha coragem de enfrentar o padrasto. Uma tarde eu vi ela muito angustiada e decidi consolar ela.
Eu: amiga, o que tá acontecendo?? Por que tu tá assim? Carla: ai amiga, tô desesperada.. tu não sabe.. não sei o que fazer. Tô vivendo um inferno. Eu: é por causa daquele lixo do teu padrasto, né? Carla: siiim... não aguento mais morar com ele.. mas não tenho pra onde ir. Eu: já pega tuas coisas e vem morar comigo.. e não aguenta mais aquele merda. Carla: te juro que pensei nisso.. mas não quero que esse lixo fique com tudo da minha mãe e dos meus avós.. se eu for embora.. ele vai se achar dono de tudo. Eu: uh é.. verdade.. que situação de merda. Carla: total, amiga.. odeio ele.. mas não quero dar esse gosto. Eu: vamos pensar num jeito de tirar ele daí.. vamos arrumar uns capangas pra dar um susto nele. Carla: não amiga.. não conheço ninguém.. além disso ele tá armado e eu sinto que ele é capaz de fazer qualquer coisa. Eu: que raiva.. é verdade.. seria muito perigoso isso. Carla: é, e algo violento faria ele se agarrar mais ainda nisso e aí não tiro ele nunca mais. Eu: amiga, e pelo lado legal? Carla: já fui atrás.. mas daqui até sair toda a papelada podem passar anos.. e esse lixo vai continuar ficando e te juro que não aguento mais ficar com ele.. ele se faz de bonzinho.. mas eu vi minha mãe sofrer por causa desse cara.. e te juro que quero me vingar. Eu: é verdade.. vamos pensar em algo mais inteligente.
Continuamos conversando e bolando estratégias até que me veio uma ideia na cabeça. Eu: amiga, o cuzão continua indo na igreja aos domingos? Carla: siiiim... o hipócrita se faz de santinho... mas por que você tá perguntando, o que você tem em mente? Eu: tive uma ideia brilhante... você vai amar... você vai me levar pra sua casa e me apresentar pra ele... vai dizer que eu preciso ficar pra dormir, porque na minha casa tá cheio de rato e tão fazendo dedetização. Carla: hmm, mas pra quê?? Eu: aqui vem a melhor parte... eu vou seduzir o filho da puta... vou deixar ele tão excitado que ele vai se tentar e vai querer me comer... eu vou ser bem sutil... e quando ele tiver totalmente enfeitiçado... você entra e tira fotos de tudo... depois a gente enfrenta ele juntas... vamos dizer que se ele não sair de casa, a gente mostra as fotos pro bairro inteiro... antes de contar pra ele, você me manda as fotos, caso o desgraçado quebre seu celular. Carla: amigaaa, não, eu nunca deixaria você fazer isso. Eu: confia em mim... não vai dar nada. Eu tô bem acostumada com esse tipo de situação... aliás, já fiz isso antes e sempre deu certo... ele não vai aguentar a pressão social. Carla: é muito perigoso, amiga. Eu: deixa a gente fazer isso... confia em mim... esse plano vai sair perfeito... o babaca vai acabar indo embora pelos próprios pés e tudo sem violência. Carla: ai, parece perfeito, mas tô com medo. Eu: deixa tudo comigo, eu sei o que tô fazendo. Carla: tá bom, amiga... obrigada, isso é a melhor coisa que alguém poderia fazer por mim. Eu: somos amigas... na alegria e na tristeza... confia em mim... eu sei fazer isso muito bem... além do mais, eu adoro seduzir caras. Carla: você é demais, amiga... então bora, vamos fazer. Ela foi falar com o pai e explicar tudo... no começo o cuzão recusou. Mas quando me viu, mudou de ideia, o baita dum punheteiro.
Carla: bom, Carlos... essa é a Gaby. Minha amiga de infância que te falei.
Eu: oi, seu Carlos... muito obrigada por me deixar ficar na sua casa... vai ser só uns dias até fumigarem a minha casa toda.
Carlos: ahh, não, por favor, moça... não tem o que agradecer... aqui na cidade a gente age com a graça de Deus... e ainda mais pra uma amiga da minha filhinha.
Eu: adoro sua gentileza... prometo que a gente vai ter uma convivência bem gostosa.
O cara era um cínico de merda... mas a gente fez uma puta encenação pra ele entrar.
Estava todo sujo do trabalho e fedendo, mas pra falar a verdade, ele até que tava bem bonitão... devia ter uns 56 anos e se mostrava super amigável... principalmente quando ele passou os olhos na minha figura voluptuosa. Tinha toda cara de punheteiro... e eu falava pra minha amiga que isso ia ser mamão com açúcar.
Carlos: por favor, senhorita... a senhora é bem-vinda ao nosso aconchegante lar
Eu: adoro este lugar... tem uma energia familiar e acolhedora
Carlos: acolhedor pra caralho
Dizia com cara de sátiro
Entramos na casa... ele me disse pra eu ficar à vontade... eu me fiz de inocente, mas bem sedutora e gostosa... ele todo feliz
Eu: adoro sua casa... me lembra a da minha infância com meus pais
Carlo: aqui pode se sentir em casa, gostosa
Eu: ah obrigada.. tudo o que eu preciso é estar em paz depois de todo o horror e nojo que vivi em casa
Carlo: uhhh imagino, querida.. deve ter sido muito horrível pra uma gostosa jovem como você
O velho era por demais punheteiro... então tudo seria mais fácil do que eu imaginei
Eu, curiosamente, observava a casa alagando e parando na Booty que rapidamente roubou a atenção do Carlos.
Carla: amiga, tô com medo... acho que isso vai dar errado... viu como ele te olha? É um degenerado.
Eu: melhor amiga... é perfeito que seja assim... vai ser muito fácil isso... confia em mim.
Tomamos chimarrão a tarde toda e conversamos bem amigavelmente, rindo e criando confiança nele.
O plano ia de vento em popa... Carlos nem imaginava o que a gente tinha preparado pra ele. Num momento eu faço sinal pra minha amiga ir embora e me deixar sozinha com ele. Carla: desculpa, mas eu vou indo. Carlos: cê vai pra onde, love? Carla: eu tinha te falado que a dona Luísa me pediu pra cuidar do armazém e mais tarde ajudar o filho dela com matemática. É um bom trampo e eu preciso da grana. Carlos: mas cê vai deixar sua amiga sozinha? Ou vocês duas vão pra lá? Eu: não... eu prefiro ficar, se o senhor não se importar... tô exausta demais... e não quero atrapalhar ela no serviço. Carlos: por mim não tem problema... já te falei, linda, que aqui é sua casa... e se é amiga da minha filha, cê é como uma filha pra mim também. O cara era um hipócrita... mas era necessário seguir os passos do plano. A Carla foi um tempo pra casa da dona Luísa e mais tarde ia se esconder no celeiro pra espionar e tirar as fotos. A gente começa a bater papo com o cara e cada vez dava pra sentir mais a aproximação dele em cima de mim.
Eu: eu adoro o que a Carla faz... tem que dar consolo pra ela nesse momento tão difícil
Carlo: sim, é verdade... mas aqui a gente faz de tudo pra seguir depois da partida da Elvira... é difícil, mas a gente leva muito bem... bom, foi ótima a conversa, mas vou dar uma arrumada nessa casa
Eu: boa ideia, deixa eu te ajudar
Carlo: não, não precisa
Eu: insisto... é o mínimo que eu posso fazer
E aí começou a sedução


Comecei a ajudar na limpeza junto com ele e, de leve, comecei a montar minha tanga... o velho rapidamente cravou os olhos na minha bunda.
Aquele filho da puta nojento não podia acreditar... comecei a sentir o volume marcando na calça dele... aquilo pra mim foi o início da manipulação. Caiu na minha armadilha. De vez em quando eu me aproximava fingindo limpar e roçava o volume com a minha bunda... depois de um tempo... ele ganhou confiança e também procurava motivos pra se encostar em mim... sentir o volume duro dele na minha bunda começou a me excitar e fez com que eu me soltasse mais e agisse cada vez mais puta. Mesmo sendo por uma boa causa... quis aproveitar essa sedução como a puta que eu sou. Deu 19h e anoiteceu. A Carla ligou e disse que voltaria tarde ou que talvez nem voltasse... o cara estava tão cego com a minha bunda que em nenhum momento se perguntou por que a Carla não viria... aliás, até provavelmente desejou que isso acontecesse. Disse que estava cansada e perguntei se a gente podia sentar um pouco pra descansar e conversar... ele fez chimarrão e a gente ficou bebendo bem coladinhos. Em pouco tempo já o tinha bem perto, me desejando.
O cara tava super feliz.. contente por me ter ali fazendo um carinho nele e todo tarado. Ficava olhando pro volume e continuava bem marcado. Num momento, encostei na perna dele perto da rola e ele ficou nervoso, deu um pulo e se levantou... se sentiu encurralado... não era burro.. por mais que tivesse com tesão, não ia estragar tudo se jogando em cima de mim... então a coisa ficou meio distante. Chamei a Carla e falei que ela ainda nem viesse porque a situação tinha esfriado. Precisava de mais tempo. Eu: Carlos, te incomoda se eu deitar pra tirar uma sonequinha? Tô morta... depois eu levanto e a gente continua limpando. Carlos: por favor, Gaby.. nem precisa pedir isso.. pode ir pro quarto de hóspedes.
Quarto lindo, mas prefiro deitar um pouco no sofá.. comento pro Carlo: sim, por favor, fique à vontade.. eu vou preparar o jantar... descansa tranquila. Eu: obrigada.. mas não fecha a porta.. não consigo dormir trancada.. um problema que eu tenho hehe. Carlo: sem problema.. como você quiser.. vou seguir com as coisas. Eu me deito levemente e ele vai.. esperei ele voltar pra me espiar, porque sabia que ele ia fazer isso.
Como era de se esperar, logo se aproximou para espiar e eu agi.
Espera só eu ouvir ele se aproximando e aí eu baixo minha calça mostrando toda minha bunda nua. O velho ficou de boca aberta parado na porta, se deliciando com a minha raba.
Eu: Ah, desculpa, seu Carlos... espero que não se importe de eu dormir assim... é um costume que tenho desde menina... me desculpa a ousadia.
Carlos: Imagina, a ousadia é minha, que tô te olhando agora mesmo.
Eu: Kkkk ahh. Não se preocupa... o senhor é como um pai pra mim... e um jeito de me sentir corajosa é me sentir à vontade, como se estivesse em casa... não te incomoda, né?
Carlos: Não, querida, de jeito nenhum. Me lisonjeia saber que você se sente como se estivesse com seu pai... se você tá acostumada assim, eu não tenho problema nenhum.
Eu: Ah, obrigada... o senhor é um amor... me dá aquela segurança, então, como se eu tivesse em casa... bom, vou dormir uma horinha.
Carlos: Mas pode ficar tranquila, neném, sem problemas.
Carlos ficou pasmo... ficou doido... não conseguia acreditar no que tava vendo.
Eu: apaga a luz pra mim, por favor?? Obrigada
Carlos com a voz trêmula e engolindo seco Sim, sim, claro
Ela apaga a luz e fica um tempão me olhando toda pelada e deitada lá na casa dela... ideal pra ser comida... mas segurou a vontade e foi cozinhar. Falei com a Carla e disse que já tinha... que se quisesse, viesse em uma hora e começasse a tirar as fotos. Esperei um bom tempo e me levanto de fio dental, mas com a camiseta vestida.
Vou pra cozinha e ele me olha com aqueles olhos de punheteiro. Eu: ah, dormi tão bem... super confortável o sofá. Carlo: que bom, fico feliz que você descansou... daqui a pouco a gente janta. Eu: ótimo... tô morrendo de fome... Carlos, posso tomar um banho rápido? Carlo: sim, claro, gata, pode se lavar. Percebi que o chuveiro era colado na cozinha, então cairia super bem me despir ali pra ele me ver bem.
Comecei a me despir na frente dele e, claro, os olhos dele cravaram em mim.
Eu: Carlos, você poderia me passar uma toalha? Carlos: siii, já te passo aí
Carlos: aqui te deixo, gata (com voz trêmula) Eu: obriigaaaada Carlos: vou fechar a porta pra você Eu: não...tá tranquilo...no chuveiro também tomo banho com a porta aberta...me sinto presa se não kkkk sou uma idiota Carlos: imagina...são seus costumes...sem problema aqui E ele se afasta...mas não conseguia evitar de me olhar...então dei o show que ele queria

Ficou parado a 3 metros de mim..observando meu corpo todo nu...ele se segurava na pica e babava..eu fingia que não tava vendo, mas sabia que ele tava me encarando
Eu: ufff que banho espetacular... Deus... tô novinha em folha... valeu, Carlos. Aí o cara reagiu... mudou de posição e me chamou pra jantar. A gente jantou e ficou batendo papo um tempinho.
Toco a perna dela de novo e ela se assusta de novo e se levanta. Carlos: bom, gata, já é tarde... vou tomar um banho e ir dormir... você espera a Carla? Eu: sim, sim, pode ir tranquilo... eu vou pro quarto descansar também... espero ela lá tranquila, a Carlinha. Carlos: excelente. O Carlos mudou a postura, ficou mais sério e parou de seguir meu joguinho... como se algo tivesse passado pela cabeça dele e mudasse totalmente a atitude... ficou com cara séria, sobrancelha franzida e entrou no chuveiro. Ele se trancou com chave e tomou banho... tentei espiar, mas não dava pra ver nada. Em minutos saiu do banho... enrolado na toalha e foi pro quarto dele... fechou a porta e ligou o rádio... ficou lá ouvindo as notícias e eu não entendi nada... tudo tava indo perfeito, mas do nada o plano complicou. Desci devagar e fui encontrar a Carla na porta dos fundos. Carla: e aí, amiga?? O que aconteceu? Eu: amiga, não sei o que aconteceu, quando eu já tinha ele totalmente seduzido, ele surtou e se trancou no quarto. Carla: viu... é um bipolar do caralho... bom, já era, amiga, a gente tentou... vamos parar com isso, tá? Eu: não, gata... a gente tá muito perto. Carla: já deu, vamos encerrar aqui... ele percebeu. Eu: nãooo, não é isso... acho que bateu culpa nele... mas ele não vai me vencer... deixa eu fazer uma coisa... você vai pra janela do quarto e filma... esse não vai me ganhar. Aí eu coloquei o plano B em ação. Continua...
Eu: amiga, o que tá acontecendo?? Por que tu tá assim? Carla: ai amiga, tô desesperada.. tu não sabe.. não sei o que fazer. Tô vivendo um inferno. Eu: é por causa daquele lixo do teu padrasto, né? Carla: siiim... não aguento mais morar com ele.. mas não tenho pra onde ir. Eu: já pega tuas coisas e vem morar comigo.. e não aguenta mais aquele merda. Carla: te juro que pensei nisso.. mas não quero que esse lixo fique com tudo da minha mãe e dos meus avós.. se eu for embora.. ele vai se achar dono de tudo. Eu: uh é.. verdade.. que situação de merda. Carla: total, amiga.. odeio ele.. mas não quero dar esse gosto. Eu: vamos pensar num jeito de tirar ele daí.. vamos arrumar uns capangas pra dar um susto nele. Carla: não amiga.. não conheço ninguém.. além disso ele tá armado e eu sinto que ele é capaz de fazer qualquer coisa. Eu: que raiva.. é verdade.. seria muito perigoso isso. Carla: é, e algo violento faria ele se agarrar mais ainda nisso e aí não tiro ele nunca mais. Eu: amiga, e pelo lado legal? Carla: já fui atrás.. mas daqui até sair toda a papelada podem passar anos.. e esse lixo vai continuar ficando e te juro que não aguento mais ficar com ele.. ele se faz de bonzinho.. mas eu vi minha mãe sofrer por causa desse cara.. e te juro que quero me vingar. Eu: é verdade.. vamos pensar em algo mais inteligente.
Continuamos conversando e bolando estratégias até que me veio uma ideia na cabeça. Eu: amiga, o cuzão continua indo na igreja aos domingos? Carla: siiiim... o hipócrita se faz de santinho... mas por que você tá perguntando, o que você tem em mente? Eu: tive uma ideia brilhante... você vai amar... você vai me levar pra sua casa e me apresentar pra ele... vai dizer que eu preciso ficar pra dormir, porque na minha casa tá cheio de rato e tão fazendo dedetização. Carla: hmm, mas pra quê?? Eu: aqui vem a melhor parte... eu vou seduzir o filho da puta... vou deixar ele tão excitado que ele vai se tentar e vai querer me comer... eu vou ser bem sutil... e quando ele tiver totalmente enfeitiçado... você entra e tira fotos de tudo... depois a gente enfrenta ele juntas... vamos dizer que se ele não sair de casa, a gente mostra as fotos pro bairro inteiro... antes de contar pra ele, você me manda as fotos, caso o desgraçado quebre seu celular. Carla: amigaaa, não, eu nunca deixaria você fazer isso. Eu: confia em mim... não vai dar nada. Eu tô bem acostumada com esse tipo de situação... aliás, já fiz isso antes e sempre deu certo... ele não vai aguentar a pressão social. Carla: é muito perigoso, amiga. Eu: deixa a gente fazer isso... confia em mim... esse plano vai sair perfeito... o babaca vai acabar indo embora pelos próprios pés e tudo sem violência. Carla: ai, parece perfeito, mas tô com medo. Eu: deixa tudo comigo, eu sei o que tô fazendo. Carla: tá bom, amiga... obrigada, isso é a melhor coisa que alguém poderia fazer por mim. Eu: somos amigas... na alegria e na tristeza... confia em mim... eu sei fazer isso muito bem... além do mais, eu adoro seduzir caras. Carla: você é demais, amiga... então bora, vamos fazer. Ela foi falar com o pai e explicar tudo... no começo o cuzão recusou. Mas quando me viu, mudou de ideia, o baita dum punheteiro.
Carla: bom, Carlos... essa é a Gaby. Minha amiga de infância que te falei. Eu: oi, seu Carlos... muito obrigada por me deixar ficar na sua casa... vai ser só uns dias até fumigarem a minha casa toda.
Carlos: ahh, não, por favor, moça... não tem o que agradecer... aqui na cidade a gente age com a graça de Deus... e ainda mais pra uma amiga da minha filhinha.
Eu: adoro sua gentileza... prometo que a gente vai ter uma convivência bem gostosa.
O cara era um cínico de merda... mas a gente fez uma puta encenação pra ele entrar.
Estava todo sujo do trabalho e fedendo, mas pra falar a verdade, ele até que tava bem bonitão... devia ter uns 56 anos e se mostrava super amigável... principalmente quando ele passou os olhos na minha figura voluptuosa. Tinha toda cara de punheteiro... e eu falava pra minha amiga que isso ia ser mamão com açúcar.
Carlos: por favor, senhorita... a senhora é bem-vinda ao nosso aconchegante larEu: adoro este lugar... tem uma energia familiar e acolhedora
Carlos: acolhedor pra caralho
Dizia com cara de sátiro
Entramos na casa... ele me disse pra eu ficar à vontade... eu me fiz de inocente, mas bem sedutora e gostosa... ele todo feliz
Eu: adoro sua casa... me lembra a da minha infância com meus pais Carlo: aqui pode se sentir em casa, gostosa
Eu: ah obrigada.. tudo o que eu preciso é estar em paz depois de todo o horror e nojo que vivi em casa Carlo: uhhh imagino, querida.. deve ter sido muito horrível pra uma gostosa jovem como você
O velho era por demais punheteiro... então tudo seria mais fácil do que eu imaginei
Eu, curiosamente, observava a casa alagando e parando na Booty que rapidamente roubou a atenção do Carlos.Carla: amiga, tô com medo... acho que isso vai dar errado... viu como ele te olha? É um degenerado.
Eu: melhor amiga... é perfeito que seja assim... vai ser muito fácil isso... confia em mim.
Tomamos chimarrão a tarde toda e conversamos bem amigavelmente, rindo e criando confiança nele.
O plano ia de vento em popa... Carlos nem imaginava o que a gente tinha preparado pra ele. Num momento eu faço sinal pra minha amiga ir embora e me deixar sozinha com ele. Carla: desculpa, mas eu vou indo. Carlos: cê vai pra onde, love? Carla: eu tinha te falado que a dona Luísa me pediu pra cuidar do armazém e mais tarde ajudar o filho dela com matemática. É um bom trampo e eu preciso da grana. Carlos: mas cê vai deixar sua amiga sozinha? Ou vocês duas vão pra lá? Eu: não... eu prefiro ficar, se o senhor não se importar... tô exausta demais... e não quero atrapalhar ela no serviço. Carlos: por mim não tem problema... já te falei, linda, que aqui é sua casa... e se é amiga da minha filha, cê é como uma filha pra mim também. O cara era um hipócrita... mas era necessário seguir os passos do plano. A Carla foi um tempo pra casa da dona Luísa e mais tarde ia se esconder no celeiro pra espionar e tirar as fotos. A gente começa a bater papo com o cara e cada vez dava pra sentir mais a aproximação dele em cima de mim.
Eu: eu adoro o que a Carla faz... tem que dar consolo pra ela nesse momento tão difícil Carlo: sim, é verdade... mas aqui a gente faz de tudo pra seguir depois da partida da Elvira... é difícil, mas a gente leva muito bem... bom, foi ótima a conversa, mas vou dar uma arrumada nessa casa
Eu: boa ideia, deixa eu te ajudar
Carlo: não, não precisa
Eu: insisto... é o mínimo que eu posso fazer
E aí começou a sedução



Comecei a ajudar na limpeza junto com ele e, de leve, comecei a montar minha tanga... o velho rapidamente cravou os olhos na minha bunda.
Aquele filho da puta nojento não podia acreditar... comecei a sentir o volume marcando na calça dele... aquilo pra mim foi o início da manipulação. Caiu na minha armadilha. De vez em quando eu me aproximava fingindo limpar e roçava o volume com a minha bunda... depois de um tempo... ele ganhou confiança e também procurava motivos pra se encostar em mim... sentir o volume duro dele na minha bunda começou a me excitar e fez com que eu me soltasse mais e agisse cada vez mais puta. Mesmo sendo por uma boa causa... quis aproveitar essa sedução como a puta que eu sou. Deu 19h e anoiteceu. A Carla ligou e disse que voltaria tarde ou que talvez nem voltasse... o cara estava tão cego com a minha bunda que em nenhum momento se perguntou por que a Carla não viria... aliás, até provavelmente desejou que isso acontecesse. Disse que estava cansada e perguntei se a gente podia sentar um pouco pra descansar e conversar... ele fez chimarrão e a gente ficou bebendo bem coladinhos. Em pouco tempo já o tinha bem perto, me desejando.
O cara tava super feliz.. contente por me ter ali fazendo um carinho nele e todo tarado. Ficava olhando pro volume e continuava bem marcado. Num momento, encostei na perna dele perto da rola e ele ficou nervoso, deu um pulo e se levantou... se sentiu encurralado... não era burro.. por mais que tivesse com tesão, não ia estragar tudo se jogando em cima de mim... então a coisa ficou meio distante. Chamei a Carla e falei que ela ainda nem viesse porque a situação tinha esfriado. Precisava de mais tempo. Eu: Carlos, te incomoda se eu deitar pra tirar uma sonequinha? Tô morta... depois eu levanto e a gente continua limpando. Carlos: por favor, Gaby.. nem precisa pedir isso.. pode ir pro quarto de hóspedes.
Quarto lindo, mas prefiro deitar um pouco no sofá.. comento pro Carlo: sim, por favor, fique à vontade.. eu vou preparar o jantar... descansa tranquila. Eu: obrigada.. mas não fecha a porta.. não consigo dormir trancada.. um problema que eu tenho hehe. Carlo: sem problema.. como você quiser.. vou seguir com as coisas. Eu me deito levemente e ele vai.. esperei ele voltar pra me espiar, porque sabia que ele ia fazer isso.
Como era de se esperar, logo se aproximou para espiar e eu agi.
Espera só eu ouvir ele se aproximando e aí eu baixo minha calça mostrando toda minha bunda nua. O velho ficou de boca aberta parado na porta, se deliciando com a minha raba.
Eu: Ah, desculpa, seu Carlos... espero que não se importe de eu dormir assim... é um costume que tenho desde menina... me desculpa a ousadia. Carlos: Imagina, a ousadia é minha, que tô te olhando agora mesmo.
Eu: Kkkk ahh. Não se preocupa... o senhor é como um pai pra mim... e um jeito de me sentir corajosa é me sentir à vontade, como se estivesse em casa... não te incomoda, né?
Carlos: Não, querida, de jeito nenhum. Me lisonjeia saber que você se sente como se estivesse com seu pai... se você tá acostumada assim, eu não tenho problema nenhum.
Eu: Ah, obrigada... o senhor é um amor... me dá aquela segurança, então, como se eu tivesse em casa... bom, vou dormir uma horinha.
Carlos: Mas pode ficar tranquila, neném, sem problemas.
Carlos ficou pasmo... ficou doido... não conseguia acreditar no que tava vendo.
Eu: apaga a luz pra mim, por favor?? Obrigada Carlos com a voz trêmula e engolindo seco Sim, sim, claro

Ela apaga a luz e fica um tempão me olhando toda pelada e deitada lá na casa dela... ideal pra ser comida... mas segurou a vontade e foi cozinhar. Falei com a Carla e disse que já tinha... que se quisesse, viesse em uma hora e começasse a tirar as fotos. Esperei um bom tempo e me levanto de fio dental, mas com a camiseta vestida.
Vou pra cozinha e ele me olha com aqueles olhos de punheteiro. Eu: ah, dormi tão bem... super confortável o sofá. Carlo: que bom, fico feliz que você descansou... daqui a pouco a gente janta. Eu: ótimo... tô morrendo de fome... Carlos, posso tomar um banho rápido? Carlo: sim, claro, gata, pode se lavar. Percebi que o chuveiro era colado na cozinha, então cairia super bem me despir ali pra ele me ver bem.
Comecei a me despir na frente dele e, claro, os olhos dele cravaram em mim.
Eu: Carlos, você poderia me passar uma toalha? Carlos: siii, já te passo aí
Carlos: aqui te deixo, gata (com voz trêmula) Eu: obriigaaaada Carlos: vou fechar a porta pra você Eu: não...tá tranquilo...no chuveiro também tomo banho com a porta aberta...me sinto presa se não kkkk sou uma idiota Carlos: imagina...são seus costumes...sem problema aqui E ele se afasta...mas não conseguia evitar de me olhar...então dei o show que ele queria

Ficou parado a 3 metros de mim..observando meu corpo todo nu...ele se segurava na pica e babava..eu fingia que não tava vendo, mas sabia que ele tava me encarando
Eu: ufff que banho espetacular... Deus... tô novinha em folha... valeu, Carlos. Aí o cara reagiu... mudou de posição e me chamou pra jantar. A gente jantou e ficou batendo papo um tempinho.
Toco a perna dela de novo e ela se assusta de novo e se levanta. Carlos: bom, gata, já é tarde... vou tomar um banho e ir dormir... você espera a Carla? Eu: sim, sim, pode ir tranquilo... eu vou pro quarto descansar também... espero ela lá tranquila, a Carlinha. Carlos: excelente. O Carlos mudou a postura, ficou mais sério e parou de seguir meu joguinho... como se algo tivesse passado pela cabeça dele e mudasse totalmente a atitude... ficou com cara séria, sobrancelha franzida e entrou no chuveiro. Ele se trancou com chave e tomou banho... tentei espiar, mas não dava pra ver nada. Em minutos saiu do banho... enrolado na toalha e foi pro quarto dele... fechou a porta e ligou o rádio... ficou lá ouvindo as notícias e eu não entendi nada... tudo tava indo perfeito, mas do nada o plano complicou. Desci devagar e fui encontrar a Carla na porta dos fundos. Carla: e aí, amiga?? O que aconteceu? Eu: amiga, não sei o que aconteceu, quando eu já tinha ele totalmente seduzido, ele surtou e se trancou no quarto. Carla: viu... é um bipolar do caralho... bom, já era, amiga, a gente tentou... vamos parar com isso, tá? Eu: não, gata... a gente tá muito perto. Carla: já deu, vamos encerrar aqui... ele percebeu. Eu: nãooo, não é isso... acho que bateu culpa nele... mas ele não vai me vencer... deixa eu fazer uma coisa... você vai pra janela do quarto e filma... esse não vai me ganhar. Aí eu coloquei o plano B em ação. Continua...
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