Isto não é um conto, é uma espécie de continuação, não quero que fique muito bagunçado, mas as situações morbosas dentro do consultório eram várias e de diferentes tipos. Não tinham ordem nem lógica. Depois da cena da escrivaninha, ela lá de peitos de fora e de tanga, descalça, exposta, e nós dois vestidos conversando sobre coisas alheias a uma consulta médica, e ela interagindo na conversa, opinando por exemplo sobre o atendimento das caixas do supermercado, a anônima assim nua era inacreditável. DR: Bom, Sol, sobe no potro ginecológico (ele nunca dizia maca), acho que ele sentia que esse nome era mais intimidador. Sole sentava, tirava a calcinha fio dental e o doutor estendia a mão, e isso era sempre igual, fazia uma bolinha e guardava no bolso do jaleco, com a mesma frase "antes de você ir, eu te devolvo". DR: As perninhas aqui (ele ajudava ela a subir as pernas). Ali ficava toda a região do períneo exposta, a buceta e o cu dela em exposição, e começava a outra parte estranha e quente da rotina peculiar. Ele ficava de pé na frente da Sole, pegava um pezinho dela... DR: Como você tá com os pezinhos inchados, e começava a apertar, a sola do pé com firmeza mas suave. DR: Você, Julio, é assim que tem que fazer, isso ajuda ela, ele passava o dedo indicador entre os dedos do pé, apertava o calcanhar, acariciava o peito do pé. DR: Relaxa, não é, Sole? Sole: Sim, doutor, relaxa muito e eu gosto. DR: Isso é terapêutico e um carinho ao mesmo tempo, faz isso, Julio, olha como ela gosta, só falta ronronar hahahaha. Ele ficava segurando o pé da Sole e conversava comigo sobre a importância de ser cavalheiro e outras coisas. Ver minha mulher ali deitada com os peitões de fora, a barriga de grávida, aberta de pernas com a buceta e o cu em exibição enquanto um homem massageava os pés dela era uma loucura. Eu sentado com o casaco da Sole sobre as pernas escondendo minha ereção. E ainda tem mais.
1 comentários - Segunda parte no consultório