Me chamo Juan Ignacio. Mas todo mundo me conhece por Juani. Trabalho na administração de um campo. E uma vez por semana recebo a visita de um assessor veterinário. Ele se chama Mateo, e com o passar do tempo nossa relação foi além do profissional. Embora nosso vínculo de trabalho já dure mais de 10 anos, uma tarde percorrendo o campo decidimos dar vazão ao que ambos guardávamos: a vontade de nos pegar. Terminando a volta, vendo rodeios de gado, tomando vários termos de mate, e conversas íntimas, descemos pra abrir a porteira. E bateu uma vontade enorme de mijar. Dou uns passos ao lado do portão... abro a braguilha da minha bombacha de campo, que faz um volume bem bonito, tiro a pica gomosa e suada e me preparo pra relaxar e deixar o líquido sair. Uns segundos depois, sinto os passos do meu companheiro, o som da braguilha dele e o barulho do mijo dele; acompanhado de um suspiro de alívio que me arrepiou a pele toda... Eu sentia ele bem perto de mim... Me viro, enquanto sacudo as últimas gotas de mijo... E ele se prepara pra fazer o mesmo. Sem nenhuma gota de vergonha. Me olhando fixo nos olhos... Era um sinal claro; sorrimos e nos aproximamos um do outro... nos beijamos de língua e cada um agarrou a pica do outro... Sacudindo, sentindo o calor... Imediatamente fiquei duro, e falei: "Você vai ter que se virar com isso", me segurando na pica... Sem dizer nada, ele se abaixou, abriu a boca e comecei a sentir aquela língua molhada percorrendo a base do meu tronco... "Isso, amigão, chupa minha pica e minhas bolas", não parei de repetir enquanto ele devorava toda a minha entreperna... "Quero gozo grosso e quente" ele dizia. Já tínhamos mais de 15 minutos, ele não parava de engolir, eu sentia minha pica dura, soltando porra, bem sensível e com a cabeça vermelha, esticada. O forcei a abrir bem a boca... cuspi nele e notei o quanto submisso ele ficava. Isso me deu muito mais tesão. Eu precisava marcá-lo. Que ele lembrasse da minha pica e do meu cheiro. Peguei ele pela nuca, e... Enfiei até o fundo da garganta sem piedade... Comecei a mexer o quadril, curtindo aquela boca gulosa. Via os olhos dela marejados, a boca soltando baba grossa e aquela cara de prazer que me deixa louco. Não aguentei mais... falei pra ela: "Agora você vai tomar a porra que você merece" e comecei a soltar jatos de porra grossa, sentia o corpo inteiro formigando; as pernas ficando tensas e tremendo... Meu pau inchava ainda mais dentro daquela boca quente e descarregava jatos sem parar. Falei pra ela: "não saio daqui até você me deixar limpo" e ela na hora começou a me lamber inteiro. Curitindo cada gota de mim... Tomou tudo. Depois a gente sorriu. Nos beijamos de língua. E notei que a calcinha dela tava toda melada... Acabou tudo enquanto ela tomava meu leite quente. Juntei aquela porra com os dedos. Provei e cuspi na boca dela. "Da próxima quero provar essa bunda redonda" pensei. E subimos na caminhonete pra fechar o rolê...
Me chamo Juan Ignacio. Mas todo mundo me conhece por Juani. Trabalho na administração de um campo. E uma vez por semana recebo a visita de um assessor veterinário. Ele se chama Mateo, e com o passar do tempo nossa relação foi além do profissional. Embora nosso vínculo de trabalho já dure mais de 10 anos, uma tarde percorrendo o campo decidimos dar vazão ao que ambos guardávamos: a vontade de nos pegar. Terminando a volta, vendo rodeios de gado, tomando vários termos de mate, e conversas íntimas, descemos pra abrir a porteira. E bateu uma vontade enorme de mijar. Dou uns passos ao lado do portão... abro a braguilha da minha bombacha de campo, que faz um volume bem bonito, tiro a pica gomosa e suada e me preparo pra relaxar e deixar o líquido sair. Uns segundos depois, sinto os passos do meu companheiro, o som da braguilha dele e o barulho do mijo dele; acompanhado de um suspiro de alívio que me arrepiou a pele toda... Eu sentia ele bem perto de mim... Me viro, enquanto sacudo as últimas gotas de mijo... E ele se prepara pra fazer o mesmo. Sem nenhuma gota de vergonha. Me olhando fixo nos olhos... Era um sinal claro; sorrimos e nos aproximamos um do outro... nos beijamos de língua e cada um agarrou a pica do outro... Sacudindo, sentindo o calor... Imediatamente fiquei duro, e falei: "Você vai ter que se virar com isso", me segurando na pica... Sem dizer nada, ele se abaixou, abriu a boca e comecei a sentir aquela língua molhada percorrendo a base do meu tronco... "Isso, amigão, chupa minha pica e minhas bolas", não parei de repetir enquanto ele devorava toda a minha entreperna... "Quero gozo grosso e quente" ele dizia. Já tínhamos mais de 15 minutos, ele não parava de engolir, eu sentia minha pica dura, soltando porra, bem sensível e com a cabeça vermelha, esticada. O forcei a abrir bem a boca... cuspi nele e notei o quanto submisso ele ficava. Isso me deu muito mais tesão. Eu precisava marcá-lo. Que ele lembrasse da minha pica e do meu cheiro. Peguei ele pela nuca, e... Enfiei até o fundo da garganta sem piedade... Comecei a mexer o quadril, curtindo aquela boca gulosa. Via os olhos dela marejados, a boca soltando baba grossa e aquela cara de prazer que me deixa louco. Não aguentei mais... falei pra ela: "Agora você vai tomar a porra que você merece" e comecei a soltar jatos de porra grossa, sentia o corpo inteiro formigando; as pernas ficando tensas e tremendo... Meu pau inchava ainda mais dentro daquela boca quente e descarregava jatos sem parar. Falei pra ela: "não saio daqui até você me deixar limpo" e ela na hora começou a me lamber inteiro. Curitindo cada gota de mim... Tomou tudo. Depois a gente sorriu. Nos beijamos de língua. E notei que a calcinha dela tava toda melada... Acabou tudo enquanto ela tomava meu leite quente. Juntei aquela porra com os dedos. Provei e cuspi na boca dela. "Da próxima quero provar essa bunda redonda" pensei. E subimos na caminhonete pra fechar o rolê...
1 comentários - Meu primeiro conto. Me ordenharam no campo