Crônicas de puta 2

Tudo o que contei no relato anterior tinha acontecido antes da quarentena. Quando a quarentena começou, minha mãe tinha viajado a trabalho pra outra província, o que fez com que ficássemos só eu, meu pai e meus outros dois irmãos. O irmão com quem eu já tinha tido algo era o Mateo, meu pai se chama Ricardo e meu outro irmão se chama Álvaro. Num dia normal de quarentena, eu tava no meu quarto depois de ter tomado banho quando meu irmão Mateo entrou no meu quarto. —Sofi, faz tempo que a gente não faz nada— Ele disse enquanto se aproximava da minha cama —Eu sei, mas é perigoso com o papai e o Álvaro sempre em casa —Vamos fazer em silêncio —Se quiser, vem pro meu quarto quando todo mundo dormir— Eu disse enquanto olhava pra ele com cara de puta —Tá bom, tá bom— Ele falou meio decepcionado, mas já indo embora. Depois dessa conversa, eu fiquei toda molhadinha imaginando que à noite eu ia estar com meu irmão nos tocando juntos, ou talvez transando, porque eu tava com uma vontade danada de fazer isso. Quando chegou a noite, já depois do jantar e com minha família dormindo, o Mateo apareceu no meu quarto, dava pra ver que ele tava com o pau todo duro de tanto esperar pra me ver. —Vim pelo que você me prometeu— Ele disse com um sorriso safado enquanto se aproximava —Você não sabe o quanto eu esperei por isso— Eu disse com minha carinha de puta. Eu já tava me despindo e ele fez o mesmo antes de deitar do meu lado. Como a gente já tinha feito antes, começamos a nos tocar juntos, mas eu não me aguentei e ele se colocou entre minhas pernas, e eu comecei a bater pra ele —O que você tá fazendo?— Ele perguntou curioso, mas curtindo aquilo —Tô com uma vontade de te chupar— Respondi com minha voz de puta. Daí, comecei a chupar as duas bolas dele enquanto batia pra ele, mas não aguentei muito antes de começar a chupar o pau dele como uma profissional, óbvio que eu já tinha chupado pica antes, mas a do meu irmão me dava muito tesão. Fiquei chupando ele por um bom tempo, brincando com as bolas e sugando e brincando com a cabeça dele. Num momento, eu não me aguentei mais, tava com toda a buceta Buceta molhada, subi no colo dele e sem perguntar nada comecei a enfiar pra dentro. Foi uma das melhores rolas que já senti na minha vida, era bem grande, tipo uns 20cm e bem grossa. Tive que segurar toda a vontade de gemer porque se não meu pai e meu irmão podiam me ouvir, então enquanto eu cavalgava nele como a puta que eu sou, comecei a beijá-lo ou então tapava minha boca. Fiquei só alguns minutos antes do meu irmão gozar dentro de mim, e quando senti o esperma dele lá dentro, eu também tive meu orgasmo em cima da minha cama. Eu tinha ficado exausta, então simplesmente me deitei ainda cheia e com a cama molhada e dormi, mandando meu irmão pro quarto dele pra ninguém desconfiar.

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