Dando continuidade ao relato da minha mente cuckold e da minha esposa puta, aqui vou contar como fui induzindo minha esposa a me contar mais sobre como ela foi descobrindo mais sobre a mãe, o pai e o compadre, e como foi que ela viveu aquilo. Passaram-se várias semanas até eu tocar no assunto de novo. A verdade é que eu não queria puxar esse tema com muita frequência para não encher o saco da minha esposa e fazer ela se entediar. Num fim de semana, convidei minha esposa Lupe para jantar num lugar que vendia carnes estilo barbecue, costelas e, claro, cerveja. A verdade é que ela estava... A verdade é que já estávamos há uma semana sem transar desde a quinta-feira da semana passada. Eu queria deixar minha esposa bem excitada naquele fim de semana porque já tinha o plano e a taradagem de querer saber mais sobre o que rolou nas relações que os pais dela mantinham. A verdade é que eu sou do tipo de pessoa que, ao tomar cerveja, mesmo no primeiro gole, começo a ficar com tesão, e eu já sabia de antemão que minha esposa ficava igual. Voltamos para casa com um par de cervejas e, em casa, tomamos mais uns dois drinks de rum com cola, e aí já tinha minha esposa no ponto que eu queria. Colocamos música, ficamos sentados no sofá da sala, eu acariciando os peitos dela e a bucetinha dela. A verdade é que eu não sabia como abordar o assunto, mas me veio uma ideia. Falei que tinha encontrado o compadre da mãe dela, que tinha cumprimentado ele. Então vi o sorriso no rosto dela e ela me disse: "E aí, ele também te cumprimentou? Ele te conheceu?" Respondi: "Claro, sim. Aliás, ele perguntou por você..." E então Lupe me respondeu algo que eu não sabia. Ela disse: "Eu também vi ele na semana passada. Aliás, ele me deu uma carona na caminhonete dele." Então eu falei: "Caramba, conta pra mim como foi isso." Então Lupe disse: "Sim, lembra que na semana passada eu ia para a casa da minha mãe? Então, encontrei ele aqui na esquina. Ele me perguntou pra onde eu ia e eu disse que ia para a casa da minha mãe. Ele falou: 'Bom, eu vou pra lá também, moro a duas ruas. Se quiser, posso te dar uma carona.' Eu respondi: 'Não, imagina, como pode...' Aliás, já estava... estou esperando o caminhão, então ele me disse não sobe não, vamos, eu te levo. não tive outra escolha senão subir na caminhonete dele, já no caminho ele me ofereceu uma cerveja, claro que não aceitei, e perguntei de onde ele vinha, ele disse que estava trabalhando por ali perto, estava fazendo uma casa. ele me ofereceu a cerveja de novo, então pude sentir a vibe dele, uma vibe dominante, algo que eu não conseguia desobedecer. peguei a cerveja, verdade que curti, mas sentia algo estranho, não sei como descrever. aí ele me disse como você ficou gostosa, não perdeu nada pra sua mãe, embora na real você tenha um corpo melhor, que sorte tem esse rapaz, seu marido. eu, na real, me senti muito bem, me senti desejada, não sei por quê, embora na verdade ele não me atraia, mas senti algo estranho em mim. então eu disse pra minha esposa, love, não vou ficar de olho no namorado da sua mãe. a Lupe me respondeu como assim, não curto esses velhos, gosto dos da minha idade, embora pra ser sincera eu também sentia algo estranho. eu disse pra minha esposa, olha love, me conta quando foi a última vez que você viu eles transando, e ela me disse que estava na adolescência quando viu eles pela última vez, mas que daquela vez ela sentiu algo estranho, algo como o que sentiu quando ele a levou na caminhonete. a verdade é que eu já tava de saco cheio, tava excitado demais, comecei a beijar ela, levantei o vestido dela, puxei a calcinha fio dental pro lado e com o consolo comecei a estimular a bucetinha dela. ela me dava beijos bem molhados, uns beijos com muita língua e muita saliva, eu tava em êxtase. comecei a penetrar com o consolo e ela começou a gemer, ela me dizia isso, assim love, adoro, tô sentindo muito gostoso love, de verdade adoro, mmmm ahhhgg. eu me posicionei de um jeito que pudesse chupar minha rola e ao mesmo tempo penetrar ela com o consolo. ela molhava tanto o consolo que os fluidos escorriam pelos meus dedos, então eu disse love, você não gostaria que tivesse alguém aqui te comendo enquanto você me chupa? e ela respondeu não sei love. Bom, sim, eu gostaria, mas não quero que você pense que vou te trocar por outra pessoa ou que vou deixar de te amar. É por isso que não quero mais. A gente fez uma vez e, pra ser sincero, eu gostei, mas não quero que as coisas sejam mal interpretadas, porque eu te amo, só a você. Eu disse: eu sei, amor, é por isso que tenho toda a confiança do mundo em você e te falo a verdade: adoro ver você gozar na pica de outro cara. Eu sei que você é uma puta que adora picas grandes, grossas e pretas, e é por isso que estou aqui, pra satisfazer minha mulherzinha no que ela mandar. Ou você não gostaria, minha puta, que alguém agora estivesse metendo a pica em você e deixasse todo o leite dentro? No momento em que falei isso, ela explodiu num orgasmo forte e me disse: sim, papai, me traz quem você quiser que eu dou pra ele, mas tem que ser grande e grossa, como você sabe que eu gosto. Então me posicionei pra penetrar ela e gozei, deixando todo o meu leite dentro. Quando ela me disse: por isso eu te amo, meu corno, porque sei que vai me satisfazer em tudo que eu quiser. A verdade é que passou um tempo até a gente fazer algo de novo. Óbvio que nossas transas já eram mais frequentes e bem quentes, geralmente todo fim de semana, depois de uns drinks e com a ajuda do vibrador, a gente fantasiava sem limites, sempre com a mesma dinâmica. Nosso amigo Victor teve uma proposta de trabalho em Guadalajara, ia ficar um ano, então perdemos o contato. Em poucos meses, ela engravidou, teríamos uma linda princesinha. É aí que começa a outra parte da nossa história. Amigos, por hoje é só. Claro que tem mais: o batizado, o casamento do meu cunhado, e mais algumas coisas. Espero que vocês gostem da minha história, que é 100% real.
1 comentários - Seguindo minha mente cuckold e minha esposa puta