Esta é a história de como eu seduzo meu pai pra ele transar comigo. Meu aniversário de 18 anos tá chegando e eu queria aprender a dirigir. Meu pai se ofereceu pra me dar aulas de direção, mas a verdade é que eu e ele não nos damos muito bem. Sabe, ele se afastou da minha vida quando eu era pequena e a real é que a gente não teve muito contato desde então. Recentemente ele reapareceu querendo ter um relacionamento comigo, mas eu já não sou mais criança, não preciso mais dele. Hoje é nossa primeira aula, então decidi me vestir confortável com um short jeans e uma camiseta branca. Nunca usei sutiã porque meus peitos são grandes e merecem liberdade. Recentemente perdi minha virgindade e desde então ando sempre excitada e querendo mais. Então adoro quando os homens na rua me olham porque meus bicos ficam marcados. A gente devia ir pra um estacionamento bem vazio praticar, faz tempo que não vejo meu pai, então não sei bem o que esperar hoje. Espero que ele tenha muita paciência comigo. Ele me surpreende por trás, parece mais alto do que eu lembrava. Tá em boa forma, muito gato e saudável. Os olhos dele são verdes e o cabelo é loiro escuro. O queixo largo e os braços são musculosos. Se não fosse meu pai, com certeza eu daria em cima dele. A gente se cumprimenta e eu entro no carro dele no banco do passageiro. Tô bem nervosa. Ele me diz pra começar pelo básico, como ligar o carro, o ar-condicionado, o rádio, etc. Ele me ensina sobre segurança no trânsito. Ele decide que eu tô pronta pra fazer sozinha, eu saio e mudo pro banco do motorista e imediatamente travo. Minhas mãos tão tremendo, tenho certeza que tô tendo um ataque de pânico. Ele me vê e fica preocupado, pega minhas mãos e dá um beijo nelas. Ele me diz pra me acalmar e não ter medo. Começo a me sentir um pouco melhor, mas ainda não consigo pensar direito. Ele me diz que tem uma ideia, sai e vem pro meu lado. Eu saio e ele me fala pra esperar um momento, ele entra no carro e então me diz pra eu sobe. Não entendo, você quer que eu sente no seu colo? Eu pergunto e ele diz que sim. Digo que me sinto meio desconfortável, que já não sou mais criança. Ele recua o banco e me diz que não tem problema, que é só pra me ajudar a perder o medo de dirigir. Não estou convencida, mas ele diz que não preciso fazer nada, só sentar e ele fará tudo por mim. Aceito e me sento entre as pernas dele, como quando era pequena. É estranho sentir o corpo grande e musculoso dele ao meu redor. Ele se aproxima pra me dizer pra eu relaxar e eu sinto o perfume dele, cheira delicioso. Me recosto no peito dele e uma das mãos dele segura o volante enquanto a outra gira a chave. Ele apoia o queixo no meu ombro e começa a me guiar passo a passo, narrando tudo o que faz. Me pede pra colocar minhas mãos por baixo das dele pra eu me familiarizar com tudo. As mãos dele parecem enormes ao redor das minhas. Minha respiração começa a acelerar, então tento me concentrar. Nossas coxas e pernas se roçam. Ele também está de shorts, então o contato físico é inevitável. É... bom? Me recosto um pouco mais e é como se o corpo dele me absorvesse. Sinto ele se aproximar de mim e apertar um pouco minhas mãos. Nisso chegamos na minha casa de novo e ele diz que já chega por hoje. Dou um beijo no rosto dele, noto o volume na calça dele e desço. Combinamos de nos ver no dia seguinte. Aquela noite não consigo parar de pensar no nosso encontro. Existe alguma chance do meu pai sentir atração por mim? Ou pior ainda, de eu me sentir excitada pelo meu pai. Digo, eu não cresci com ele, ele me abandonou. Pra mim ele é um estranho, mas é bom demais saber que tenho poder sobre ele. Durmo pensando que amanhã vou me divertir um pouco com isso. Finalmente ele vem me buscar, hoje estou vestindo uma saia de pregas branca e um top esportivo vermelho. Lavei o cabelo e ele cheira delicioso. Me depilei completamente e estou só de fio dental rosa. Bem quando ele chega e eu abro a porta do carro, sopra um vento brisa que levanta minha saia completamente. Meu pai vê minhas perninhas e minha buceta raspada só coberta pelo fio dental. Os olhos dele seguem e param nos meus peitos. Tenho ele exatamente onde quero. Entro no carro me sentindo empoderada. E dou um beijo lento na bochecha dele. Partimos, peço que dessa vez não me leve ao estacionamento, digo que é melhor irmos para um lugar mais vazio, onde só estejamos ele e eu pra evitar acidentes e acalmar meu medo de dirigir. "Vamos sair da cidade, por favorzinho" falo enquanto pego o braço musculoso dele e deslizo minhas mãos até a dele. "Tá bom." Ele responde e a gente vai. Minha sajinha é tão curta que minha bunda está diretamente no banco e ele consegue ver quase todas as minhas coxas. De vez em quando vejo ele olhando, então cruzo minha perna esquerda por cima da direita e me deito em direção à janela deixando aparecer um pouco da minha bunda perfeita e redonda. Depois de um tempo chegamos numa área deserta e trocamos de lugar, mas não ligo o carro e peço pra gente sentar junto de novo pra me ajudar com minha ansiedade. Ele sorri, e imediatamente se muda pra sentar embaixo de mim. Dessa vez não empurrei o banco, então estamos mais colados. O corpo dele atrás do meu e eu me reclino enquanto ele segura minhas mãos no volante. Meu pai hoje tá vestindo uns shorts daqueles de jogar basquete. Se tiver qualquer movimento eu devo sentir porque esse tecido é fino e eu só tô de fio dental por baixo da minha sajinha. Como a gente tá num lugar afastado, as condições dessa estrada não são das melhores. As vibrações são sentidas intensamente e aos poucos consigo sentir o pau dele endurecendo embaixo de mim. É maior do que eu esperava. Pergunto se posso ligar o rádio, tava começando uma música então começo a cantar e dançar sentada nas pernas dele. Me empurro contra ele e o volume fica posicionado exatamente entre minhas pernas. Digo que preciso dançar bem então abro minhas pernas e coloco uma de cada lado. Eu rio, curto e não paro. Consigo sentir o pau dele agora totalmente ereto e a única coisa que nos separa é o tecido. Ele continua dirigindo com minhas mãos entre as dele no volante, e eu uso isso como apoio pra me empurrar e rebolhar no colo dele. O pau dele tá posicionado exatamente na direção da minha buceta e eu tô completamente molhada. Me empurro pra chegar mais perto dele na parte lenta da música. Seguia vente pa'ca do Ricky Martin com Maluma. Continuo dançando no ritmo da música, mexendo meu corpo de forma sensual e consigo sentir o pau dele cada vez mais duro. Tá bem no meio dos lábios da minha vulva e eu fico esfregando de um lado pro outro. Começa a tocar mi gente do J Balvin e eu tô perreando cada vez mais forte, nesse ponto minha calcinha já deslizou pro lado e só nos separa o tecido do short dele. A gente tá transando com roupa, eu tô montada no meu pai e eu amo isso. Acho que ele também gosta, se não gostasse ele me empurraria ou algo assim. Mas me preocupa ele não me tocar, nem me falar nada. A melodia do Joey Montana começa a tocar e eu começo a cantar pra fingir que não tô percebendo o que tá rolando. Decido colocar a próxima música, limbo do Daddy Yankee. Tem um ritmo melhor e assim eu continuo me empurrando no pau do meu pai enquanto ele dirige. De tanto dançar, o short dele começa a deslizar. Quase no final, ele apoia a cabeça no meu ombro e me fala no ouvido: "agora é sua vez de dirigir, levanta um pouco". Eu levanto e consigo sentir ele se ajeitando atrás de mim, mas não viro porque agora eu tava no controle do volante e não queria que a gente batesse. Passamos por uma parte esburacada da rua e caímos num buraco, o que faz eu cair em cima dele. Parece que ele tava ajeitando a calça e bem nesse momento eu acabei empurrando sem querer a barra do short, deixando de alguma forma o pau dele exposto. Fingi que não percebi, mas conseguia sentir a ponta molhada dele. Me levantei de novo porque minha calcinha continua deslocada pro lado e o pau dele agora ela está lá fora, se eu continuar dançando ou se eu sentar de verdade, eu transaria com meu pai no carro. Não sei se aguento isso, mesmo que meu corpo deseje demais. Nisso, sinto as mãos grandes dele agarrarem minha cintura por baixo da saia. Omg! Ele começa a me acariciar e enfia a cabeça entre minhas nádegas e morde o fio, rasgando minha calcinha completamente. O pau dele estava duro e ele me abaixa para eu sentar nele, mas como é tão grande, fica pra fora, abraçado pelos lábios da minha buceta. Ele se gruda de novo em mim e para o carro. Agarrou meu pescoço com a mão esquerda e me diz no ouvido do outro lado: "continua dançando". Começo a sentir medo, era divertido quando eu tinha o controle, mas com a mão dele apertando meu pescoço, nem sei por que, mas continuo excitada. Eu mexo meu corpo e a outra mão dele me puxa pra perto, e a ponta do pau enorme dele me penetra. É tão grosso e grande, nunca tinha visto algo assim. Ele me agarra mais forte e pergunta "era isso que você queria?". Ondas de prazer invadem meu corpo, sou submissa ao poder do meu pai. Ele enfia mais, já tem metade pra dentro, é maravilhoso. Meu corpo se expande pra deixar ele entrar completamente. Ele aperta meu pescoço e mete com força selvagem. Ele prevê cada um dos meus movimentos, é quase animal, é como se eu tivesse sido criada só pra ele, pra nos dar prazer. Ele me come tão gostoso que já tô gozando, e ele me agarra e morde meu pescoço. Eu gozei. Gozei no pau do meu pai. Ele me pega pelo cabelo e me diz "quem te deu permissão de gozar sem mim?". Não aguento tanto prazer, meu corpo inteiro tá eletrificado, ele mete forte e beija meu ombro. Começo a convulsionar no pau dele e solto um monte de líquido, eu me mijei? O que é isso? "Papai, o que tá acontecendo comigo? Ahhh papai ahhh". Entre tudo molhado e eu chamando ele de papai enquanto aperto o pau dele com minha buceta a cada estocada, meu pai também goza. Ele se empurra em mim 1, 2, 3 vezes e enche meu útero de porra. Eu poderia engravidar do meu próprio pai e não me importo. Nunca tinha tão segura de que meu pai me ama. Isso tem que acontecer de novo.
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