Hoje venho contar uma história pessoal, algo que me aconteceu há alguns anos e que nunca tive coragem de contar pra ninguém. É algo que até hoje (quase 8 anos depois) ainda me traz as melhores fantasias.
Durante muitos anos, a Nancy era a senhora que limpava a minha casa desde que eu era moleque, provavelmente desde os meus 12 anos, então ela deve ter acompanhado toda a minha puberdade e adolescência, porém, só muitos anos depois é que passei a vê-la com outros olhos.
A Nancy era uma senhora do interior, uns 45 anos, não muito alta, corpo grande, umas tetas enormes e uma bunda redonda de chamar atenção, que eu acabei notando que ela gostava de exibir em legging. Ela sempre foi amorosa com todo mundo, e sempre foi praticamente parte da família, nos acompanhou por muitos anos. Inclusive quando eu já tava na faculdade, meus pais se divorciaram, e ela continuava indo na casa da minha mãe, ou seja, desde que me entendo por gente ela fez parte da nossa dinâmica familiar.
Hoje em dia, depois de tudo que aconteceu, eu percebo que ela já me "pegou no flagra" na época da minha puberdade plena, e lavou tanta roupa minha cheia de porra que não acredito que ela não tenha notado, e fico pensando no que ela deve ter achado de mim naquela época.
O negócio é que, quando eu tinha uns 22 anos, fui morar sozinho, num quitinete em Flores, fui me virando com o dinheiro contado, não podia me dar luxos, o único que me dei foi pedir pra Nancy vir 1 vez por semana pra dar uma arrumada no lugar, porque eu sou um bagunçado.
A real é que eu não a via, como ela era parte da família, ela tinha a chave, ia quando queria e eu trabalhava o dia inteiro, então durante mais ou menos 1 ano e meio que morei lá, quase não a vi.
Depois disso, já melhor de grana, me mudei pra Vila Crespo, pra um apartamento de 2 cômodos, onde tinha uma sala ampla, um corredor curto (de uns 2 metros só) de onde saíam as portas pro banheiro e pra cozinha, uma de frente pra outra, e no fundo, a porta do quarto. Nesse morei mais tempo no apartamento, estava mais estabilizado financeiramente, e tinha a oportunidade de alguns dias ficar em casa, e muitas vezes coincidia com os dias em que a Nancy vinha. Embora não tenham sido tantos, foram bem aproveitados, só que no começo eu não sabia disso.
Um desses dias, tive que ficar trabalhando a noite inteira por causa de um problema no trampo, e de manhã ela chegou, eu não consegui falar muito com ela porque estava muito estourado de ter ficado a noite toda trabalhando, e só lá pelo meio-dia consegui me liberar. Quando terminei, não aguentava mais, e fui tomar banho, pra finalmente ir dormir.
Com o tempo, percebi que não era tão normal tomar banho na mesma hora em que ela estava lá, ainda mais num apartamento tão pequeno, que pra sair do banheiro passo pelo corredor onde dá pra ver de todos os lados, e onde estou acostumado a me trocar no meu quarto, ou seja, saio só com a toalha do banho. Mas nem pensei nisso, pra mim era normal, conheço ela desde sempre.
Tomo banho como qualquer outro dia (e vale ressaltar que até esse momento nunca vi ela com outros olhos, é por isso minha naturalidade nessa situação), saio do banho, e nessa ocasião, vesti um roupão pra sair do banheiro, vou pro meu quarto, e "fecho" a porta, e digo assim, não porque foi de propósito, mas porque ela não fechava, porque geralmente deixava algo pendurado na porta (uma toalha, jaqueta, etc), e isso era muito normal pra mim, nem me ocorreu tirar pra fechar a porta e ter privacidade, a porta sempre ficava semiaberta e pronto.
A essa altura, meu quarto era meio pequeno, mal cabia uma cama de casal de 1.40, uma mesa de cabeceira, e na parede em frente, aos pés da cama, uma cômoda, onde ficava minha roupa, entre ela, minhas cuecas. O ponto é que abrindo a porta, a primeira coisa que você via era essa cômoda.
Naquele dia, o que estava pendurado na porta era uma toalha, que eu tinha usado na noite anterior pra ir nadar, e era daquelas grossas, então a porta estava muito pouco fechada, mas caía da parte de cima até pouco acima da maçaneta, o que fazia com que, do meu ponto de vista, eu não visse nada fora do quarto.
O que acontece é que em um momento, quando me dou conta, já estava procurando uma cueca para vestir, com o roupão aberto e a pica de fora aparecendo, e quando olho pela porta, quase em linha reta estava a Nancy a menos de 2 metros, limpando o corredor e agachada com um pano e um balde.
Eu não sei realmente se ela tinha me visto, mas a vista era direta, perfeita e bem clara. Se ela quis fazer isso, eu não tinha como saber. E a verdade é que algo em mim me fez pensar que sim, que ela olhou, e que queria fazer isso.
Com isso, na hora fiquei de pau duro, aproveitei o momento e fiquei assim por alguns minutos, quase como se estivesse distraído, terminei de me trocar, mas só vesti um short de futebol folgado, sem cueca, e fui ao banheiro fazer a primeira punheta pensando nela, com ela do outro lado da porta do banheiro.
E a partir daí, tudo mudou.
Durante muitos anos, a Nancy era a senhora que limpava a minha casa desde que eu era moleque, provavelmente desde os meus 12 anos, então ela deve ter acompanhado toda a minha puberdade e adolescência, porém, só muitos anos depois é que passei a vê-la com outros olhos.
A Nancy era uma senhora do interior, uns 45 anos, não muito alta, corpo grande, umas tetas enormes e uma bunda redonda de chamar atenção, que eu acabei notando que ela gostava de exibir em legging. Ela sempre foi amorosa com todo mundo, e sempre foi praticamente parte da família, nos acompanhou por muitos anos. Inclusive quando eu já tava na faculdade, meus pais se divorciaram, e ela continuava indo na casa da minha mãe, ou seja, desde que me entendo por gente ela fez parte da nossa dinâmica familiar.
Hoje em dia, depois de tudo que aconteceu, eu percebo que ela já me "pegou no flagra" na época da minha puberdade plena, e lavou tanta roupa minha cheia de porra que não acredito que ela não tenha notado, e fico pensando no que ela deve ter achado de mim naquela época.
O negócio é que, quando eu tinha uns 22 anos, fui morar sozinho, num quitinete em Flores, fui me virando com o dinheiro contado, não podia me dar luxos, o único que me dei foi pedir pra Nancy vir 1 vez por semana pra dar uma arrumada no lugar, porque eu sou um bagunçado.
A real é que eu não a via, como ela era parte da família, ela tinha a chave, ia quando queria e eu trabalhava o dia inteiro, então durante mais ou menos 1 ano e meio que morei lá, quase não a vi.
Depois disso, já melhor de grana, me mudei pra Vila Crespo, pra um apartamento de 2 cômodos, onde tinha uma sala ampla, um corredor curto (de uns 2 metros só) de onde saíam as portas pro banheiro e pra cozinha, uma de frente pra outra, e no fundo, a porta do quarto. Nesse morei mais tempo no apartamento, estava mais estabilizado financeiramente, e tinha a oportunidade de alguns dias ficar em casa, e muitas vezes coincidia com os dias em que a Nancy vinha. Embora não tenham sido tantos, foram bem aproveitados, só que no começo eu não sabia disso.
Um desses dias, tive que ficar trabalhando a noite inteira por causa de um problema no trampo, e de manhã ela chegou, eu não consegui falar muito com ela porque estava muito estourado de ter ficado a noite toda trabalhando, e só lá pelo meio-dia consegui me liberar. Quando terminei, não aguentava mais, e fui tomar banho, pra finalmente ir dormir.
Com o tempo, percebi que não era tão normal tomar banho na mesma hora em que ela estava lá, ainda mais num apartamento tão pequeno, que pra sair do banheiro passo pelo corredor onde dá pra ver de todos os lados, e onde estou acostumado a me trocar no meu quarto, ou seja, saio só com a toalha do banho. Mas nem pensei nisso, pra mim era normal, conheço ela desde sempre.
Tomo banho como qualquer outro dia (e vale ressaltar que até esse momento nunca vi ela com outros olhos, é por isso minha naturalidade nessa situação), saio do banho, e nessa ocasião, vesti um roupão pra sair do banheiro, vou pro meu quarto, e "fecho" a porta, e digo assim, não porque foi de propósito, mas porque ela não fechava, porque geralmente deixava algo pendurado na porta (uma toalha, jaqueta, etc), e isso era muito normal pra mim, nem me ocorreu tirar pra fechar a porta e ter privacidade, a porta sempre ficava semiaberta e pronto.
A essa altura, meu quarto era meio pequeno, mal cabia uma cama de casal de 1.40, uma mesa de cabeceira, e na parede em frente, aos pés da cama, uma cômoda, onde ficava minha roupa, entre ela, minhas cuecas. O ponto é que abrindo a porta, a primeira coisa que você via era essa cômoda.
Naquele dia, o que estava pendurado na porta era uma toalha, que eu tinha usado na noite anterior pra ir nadar, e era daquelas grossas, então a porta estava muito pouco fechada, mas caía da parte de cima até pouco acima da maçaneta, o que fazia com que, do meu ponto de vista, eu não visse nada fora do quarto.
O que acontece é que em um momento, quando me dou conta, já estava procurando uma cueca para vestir, com o roupão aberto e a pica de fora aparecendo, e quando olho pela porta, quase em linha reta estava a Nancy a menos de 2 metros, limpando o corredor e agachada com um pano e um balde.
Eu não sei realmente se ela tinha me visto, mas a vista era direta, perfeita e bem clara. Se ela quis fazer isso, eu não tinha como saber. E a verdade é que algo em mim me fez pensar que sim, que ela olhou, e que queria fazer isso.
Com isso, na hora fiquei de pau duro, aproveitei o momento e fiquei assim por alguns minutos, quase como se estivesse distraído, terminei de me trocar, mas só vesti um short de futebol folgado, sem cueca, e fui ao banheiro fazer a primeira punheta pensando nela, com ela do outro lado da porta do banheiro.
E a partir daí, tudo mudou.
2 comentários - Minha história com a faxineira gostosa