Andrés esperava a chegada da sua esposa, era o dia mais esperado dos últimos quinze dias, era o dia da visita íntima. Sim, e é que por causa dos erros da vida dele, ele já tava há 2 anos preso, e ainda faltavam mais 3 pra cumprir.
Foi aos 26 anos que Andrés, se envolvendo em negócios obscuros, foi parar numa prisão, onde o condenaram a 5 anos lá dentro. Durante todo o processo, a esposa dele, com quem ele tinha se casado aos 22 anos, ficou do lado dele, ela e a sogra foram as únicas pessoas que o apoiaram, e vinham visitá-lo durante os períodos de visitas, já que a própria família dele não quis saber mais dele.
Agora, como em outras ocasiões, Andrés esperava ansiosamente o dia da visita íntima, quando tinha a chance de ficar a sós com a esposa e saciar todos os desejos sexuais reprimidos durante tantos dias de reclusão. A pica dele estava dura pra caralho, imaginando o momento em que o chamassem e dissessem pra ele ir pro quarto, onde poderia satisfazer seus desejos mais quentes e intensos.
Mas as horas iam passando e ele não era chamado, o que estava acontecendo, será que sua esposa não viria no dia mais importante do mês, ele começou a ficar um pouco inquieto, estava há vários dias sem se masturbar, esperando esse momento, sentia as bolas completamente cheias de porra, era difícil se controlar em algumas ocasiões e reprimir a vontade por tanto tempo.
Às quatro da tarde, quando terminou o período de visitas conjugais, Andrés estava muito triste e preocupado. O que teria acontecido para sua esposa não ter vindo na visita? Ele sabia que a esperava com ansiedade. Será que ela estava doente, ou teria acontecido algo que a impediu de vir? Agora ele teria que esperar até domingo para ter notícias dela, quando ela viesse visitá-lo junto com a sogra, que era quem a acompanhava durante as visitas de família. Embora nunca tivesse tido uma boa relação com aquela senhora, ela sempre apoiou a filha nos momentos em que precisava, até mesmo quando ela vinha ver o marido preso. Mesmo durante as visitas de família, a sogra não conseguia disfarçar o quanto ele a incomodava; ela nunca tinha concordado que a filha se casasse com ele.
Desiludido e ao mesmo tempo preocupado, Andrés se preparou para voltar para a cela com um tesão da porra que sabia que não aguentaria por muito mais tempo.
Mas a coisa piorou, chegou o domingo e a esposa dele não veio, ele esperou pacientemente o dia inteiro pela chegada que nunca aconteceu, e assim se passaram mais duas semanas, nem uma ligação, nenhuma visita, parecia que a esposa dele tinha sumido da face da terra. Andrés estava muito preocupado, o que teria acontecido pra esposa dele não visitá-lo.
Foi um mês depois, que num domingo como qualquer outro, ainda esperando a chegada da esposa, ele viu a sogra no pátio de visitas. Seu coração se alegrou ao pensar que a esposa viria de novo vê-lo, mas a surpresa durou pouco ao perceber que a sogra vinha sozinha. Ele a observou caminhar pelo pátio em sua direção. Embora não simpatizasse com ela, Andrés não podia negar que a senhora se conservava muito bem; pelo que sabia, essa mulher madura tinha 60 anos, era uma mulher muito fina, vestia-se de forma conservadora mas elegante, era baixa, seu corpo era voluptuoso, seu porte soberbo, algumas rugas ao redor dos olhos e da boca eram a única coisa que realmente denunciava a idade da senhora. Sabia que o marido a tinha abandonado há vários anos, para ir embora com uma garota mais nova, por isso o temperamento dela era seco e até um pouco amargo. Por um momento, sua mente se distraiu percorrendo aquele corpo maduro, mas ainda atraente.
Como vai, Andrés?
Tá bem, e a senhora, Dona Inês? E minha esposa, cadê? *se apressou a responder, inquieto*
Bem, obrigada, Andrés. É por isso que estou aqui, pra falar da minha filha.
Será que aconteceu alguma coisa ruim com a minha esposa, sogra?
Não, tranquilo, ela tá bem, só que…
O que houve, me diga, senhora. *Andrés começou a ficar preocupado*
Minha filha decidiu não ver mais você, na verdade ela conheceu outro homem e se apaixonou por ele. Ela acha que pode reconstruir a vida ao lado dele, por isso foi morar longe daqui. Ela me pediu pra te contar isso, porque sentia que não tinha coragem de fazer. Ela me disse que te amou muito, mas que isso não era vida, e que sentia que tinha chegado a hora de recomeçar... *falou pausadamente e diretamente pra sogra*
Andrés ouviu calado cada palavra da sogra, sentia como cada uma delas atravessava seu coração, sentia uma tristeza enorme crescendo por dentro, uma amargura terrível e solidão tomavam conta dele. Quando a sogra terminou de falar, ele, olhando fixamente para ela com uma tristeza profunda no rosto, falou tentando parecer forte.
Tá bom, senhora, se essa é a decisão da sua filha, não posso fazer nada…
De repente, sentiu tudo desmoronar por dentro, e sem conseguir mais fingir ser o homem durão e forte, se abraçou na sogra e começou a chorar.
Por que, senhora, por que? Não é justo, eu amo a sua filha, por que ela me deixou sozinho? Eu a amo, sei que cometi um erro, mas pensei que ela me apoiaria…
Inês sentiu o genro se abraçar nela e chorar feito um desesperado, parecia um coitado, toda aquela grosseria que ele queria mostrar tinha ido embora e o que sobrava era um homem completamente destruído pela tristeza e pela solidão.
Naquele momento, Inês se sentiu mal; na real, o genro dela nunca tinha sido do seu agrado, sempre tinha achado ele um homem vulgar e grosso, e quando a filha decidiu recomeçar a vida com outro cara, ela se sentiu aliviada, aliás, chegou na cadeia quase curtindo o que ia falar pro genro, mas agora via ele ali abraçado nela, derrotado pelos próprios sentimentos, e isso era algo que ela não esperava.
Tentando consolá-lo, falo com ele:
Calma, garoto, não chora, fica tranquilo…
Como é que eu vou ficar tranquilo, minha esposa me abandonou, me deixando sozinho aqui, o que é que eu vou fazer agora… *Andrés chorando sem consolo*
Ines se sentiu ainda pior, de repente sentiu pena do genro, lembrou o quão mal ela tinha se sentido, quando o marido a tinha abandonado por uma garota mais nova, ela tinha se sentido completamente inútil e insignificante.
Andrés tentando se recuperar, se afastou da sogra e, enxugando as lágrimas dos olhos, falou com ela.
Me desculpe, senhora, não devia ter agido assim, só acho que é uma notícia muito pesada, além disso me senti muito sozinho, obrigado por se dar ao trabalho de vir até aqui me contar isso.
Inês tentando ser um pouco gentil, disse a ela:
Não, fica tranquilo, Andrés, você é um homem forte e vai dar a volta por cima.
Obrigada, sogra. Bom, tô me sentindo um pouco mal, melhor eu ir pra minha cela, além disso não quero te incomodar mais. Muito obrigada por tudo, porque acho que essa é a última vez que a gente vai se ver.
Até logo, Andrés, e se cuide.
Então eu fico olhando como o genro dela, virando as costas, caminhou até a porta do pavilhão onde ele estava recolhido.
Ela saiu da cadeia, na real se sentia muito mal, de repente todo o prazer que ela curtiu com a notícia que daria pro genro, tinha virado pena, coitado do homem, no fim das contas, tinha doído muito nele.
Foram muitos dias difíceis para Andrés, que sentia cada vez mais solidão e tristeza. Ele não entendia como a mulher dele tinha conseguido deixá-lo abandonado naquele lugar quando ele mais precisava dela. Agora sim, ele estava completamente sozinho.
Foi depois de duas semanas que o Andrés levou um susto. Numa tarde de domingo, sozinho no pátio de visitas, de repente viu uma figura conhecida aparecer pela entrada. Era de novo a sogra dele. Ele estranhou muito vê-la ali. Será que aquela senhora traria de novo notícias da esposa dele?
Novamente a senhora estava muito bem vestida, uma saia longa cobria completamente as pernas dela, uma blusa conservadora de botões, o cabelo preso num coque, na verdade ela tinha uma imagem bem maternal, trazia uma bolsinha na mão. Ele a viu caminhando na direção dele.
Oi, Andrés, como vai? *falou gentilmente sua sogra*
Olá senhora, e o que a senhora está fazendo por aqui?
Vim visitar meu genro, na verdade me senti muito mal no outro dia, vendo ele no estado em que estava, então decidi vir visitá-lo, ainda mais sabendo que você está sozinho aqui.
Agradeço muito, senhora, por se preocupar comigo. A verdade é que ainda me sinto muito mal por causa da sua filha. Obrigado por vir me visitar, a senhora não faz ideia do quanto isso significa para mim.
Andrés e a sogra dele conversaram por alguns minutos; para ele era estranho, nunca tinha se dado bem com aquela mulher e de repente ela vinha visitá-lo e fazer-lhe companhia. Na verdade, isso o fazia se sentir melhor, que alguém se preocupasse com a situação dele. No fim da tarde, tinham conversado bastante, principalmente sobre a esposa dele. Andrés insistia em saber o que tinha acontecido com a esposa, e a sogra contava o que sabia.
De repente, no fim da tarde, quando a visita estava quase acabando, o Andrés agradeceu à sogra, que estava sentada no quintal num banco ao lado dele.
Obrigada, senhora, a senhora não faz ideia do quanto isso significa pra mim ter vindo me visitar. Tô tão sozinho e me sentia tão mal, sua visita me fez muito bem.
Dizendo isso, Andrés pegou a mão da sogra entre as suas como gesto de carinho e olhava direto nos olhos dela. De repente, conhecia uma faceta da sogra que nunca imaginou que ela tivesse, acariciando a mão dela em gesto de agradecimento, olhou direto nos olhos dela, podia ver as rugas ao redor dos olhos e da boca dela, sinais da passagem do tempo sobre ela.
Pela primeira vez, seus olhares se encontraram fixamente, e então Andrés começou a sentir algo diferente, sentir a mão suave da sogra, e o calor do corpo dela perto do dele começaram a provocar sensações estranhas. Ele começou a notar como o pau dele começava a acordar dentro da calça, formando um volume inconfundível na frente dela, e além disso ele não usava cueca, então o pau marcava com mais facilidade sob o tecido.
Ines encarava fixamente o genro, afinal, ele até parecia um bom homem. Sentiu as mãos dele pousarem sobre as dela num gesto de agradecimento, enquanto ele a olhava nos olhos, mas de repente começou a sentir a mudança no olhar dele, ficando mais intenso, então ela baixou os olhos.
Ines ficou pasma ao baixar o olhar e ver sem querer a enorme protuberância entre as pernas do genro, viu como o tecido da calça marcava um volume inequívoco que devia ser o pau ereto do genro, isso a deixou muito nervosa.
Andrés soltou as mãos da sogra, então, levantando-se rapidamente, disse a ela.
Bem, genro, acho que é melhor eu ir indo, já terminou o período de visitas.
Obrigado de novo, senhora, por se preocupar comigo.
Inês rapidamente se dirigiu à porta de saída, enquanto Andrés admirava a silhueta da sogra dele saindo dali.
Andrés voltou para o pavilhão, indo direto ao banheiro, foi urinar, mas para sua surpresa, quando abaixou o zíper da calça, notou que seu pau ainda estava meio duro, o que tinha acontecido, de repente ele tinha ficado excitado segurando a mão da sogra, sorriu para si mesmo, como era possível, estava tão tarado que até segurar a mão de uma velha muito mais velha o tinha deixado excitado, então, vendo que não havia mais ninguém no banheiro, sentou-se em um dos vasos, abaixando completamente a calça, começou a acariciar devagar seu pau, sentindo como a dureza crescia entre suas mãos, com a outra mão começou a acariciar as bolas, apalpou-as, sentia-as cheias de porra, fazia muitos dias que não se masturbava, como estava aproveitando aquelas sensações, seu pau completamente duro começou a lubrificar, cobrindo sua mão com aquele líquido escorregadio que tornava a punheta ainda mais prazerosa, começou a fantasiar com a ideia de ter seu pau dentro de uma buceta ardente e suculenta, meter até o fundo enquanto a garota da sua fantasia gemia forte sentindo aquele membro enorme no fundo do seu ser, imaginou fazendo a garota gemer enquanto ela convulsionava de prazer, e quando ele não aguentasse mais, tirou o pau e expeliu toda a sua porra grossa e quente na boca da garota.
Ela começou a gemer enquanto acelerava os movimentos da mão sobre a pica dura dele, fechando os olhos de prazer, sentiu as bolas se contraírem expulsando todo o esperma na boca faminta da garota que naquele momento ganha um rosto, via os lábios enrugados da sua sogra madura, se abrirem para receber dentro da boca, toda a carga de porra acumulada por tantos dias, essa imagem da sogra, o excitou ainda mais, vários jatos potentes de porra saíram da pica dele batendo na parede do banheiro.
Andrés gemeu violentamente ao sentir o prazer imenso da sua ejaculação, o corpo dele foi percorrido por uma onda enorme de prazer ao sentir a liberação de tanta porra acumulada. Depois de vários minutos, ele se levantou do vaso, relaxado depois do prazer absurdo que tinha experimentado, sorriu de novo e pensou: "Que mente perversa eu tenho, imaginar minha velha sogra recebendo minha porra, o que faz passar tanto tempo sem ter uma mulher, as perversões que eu imagino".
Sem dar mais importância à fantasia dele, saiu do banheiro, rumo à cela dele.
Enquanto Inês ia para casa, pensou em tudo o que tinha acontecido naquela tarde, tinha conhecido uma parte do seu genro que até então lhe era desconhecida, percebeu que ele era um bom homem, que por trás daquela atitude viril e rude, havia um bom homem, de repente uma imagem veio à sua mente, e de novo ela ficou inquieta, lembrou-se durante a despedida quando seu genro a olhou fixamente e ela baixou o olhar, a enorme protuberância na calça dele, ficou inquieta, será que ela tinha sido a causa daquela ereção, como era possível que uma mulher da sua idade pudesse despertar naquele jovem homem esse tipo de sensações, "NÃO" pensou "se isso aconteceu com ele é devido à enorme quantidade de tempo que passam sozinhos na prisão sem sexo, não por causa da minha figura, como posso pensar que uma velha como eu possa excitar um homem como ele
Foi assim que Inês começou a visitar o genro, todos os domingos na prisão, e a cada vez ficavam mais amigos. Ela se sentia bem por conseguir aliviar um pouco a solidão do genro e a dela também. Não dava pra negar que ir visitá-lo também diminuía a solidão em que vivia desde que o marido a tinha abandonado. Andrés agradeceu à sogra por ajudá-lo a não se sentir tão sozinho dentro da prisão.
Foi numa tarde em que Inês, notando o genro um pouco triste, perguntou a ele.
O que foi, Andrés? Por que você tá tão triste?
Não é nada, senhora, são coisas sem importância.
E é que Andrés não queria contar pra sogra dele o que realmente acontecia com ele, e é que embora a sogra fosse muito boa com ele, tinham necessidades que ela não conseguia resolver, e isso Andrés entendia quando olhava pros colegas dele compartilhando com as esposas, via os beijos deles e as carícias rápidas durante as visitas e era algo que ele não tinha.
Vamos, confia em mim, Andrés. *insistiu a sogra dele*
Tá bom, senhora, vou te contar, mas não leva a mal não, a senhora vai ver, eu agradeço muito que a senhora venha me visitar, mas a senhora vai entender que às vezes eu preciso de umas coisas que só uma esposa pode dar, espero não te ofender com meu comentário, mas acho que a senhora vai entender minha situação.
De repente, Andrés se sentia estranho falando com a sogra sobre suas necessidades sexuais, ficou com medo de ofendê-la, então mudou de assunto rapidinho.
Mas isso é bobagem, senhora, melhor esquecermos esse assunto.
A visita terminou, depois de se despedir, Inês de novo foi pra casa dela, se sentia um pouco inquieta com o que o genro tinha dito. Ela entendia muito bem o que ele tinha querido dizer, era homem e tinha necessidades que só uma esposa poderia resolver, sabia que ele tava falando de sexo, mas o que ela podia fazer, se era só a sogra dele.
Lembrava da cara de tristeza do genro, devia ser muito difícil pra um homem tão novo ficar privado de contato sexual com uma mulher por tanto tempo. Era diferente pra uma mulher, ela lembrava que depois que o marido a abandonou há 8 anos, ela não tinha sentido necessidade de ficar com nenhum outro homem, além de que já era velha e sexo nunca foi uma das prioridades dela, mas num homem era bem diferente, e mais ainda se fosse tão jovem quanto o genro. Ela precisava fazer alguma coisa pra ajudar ele.
André, se prepara que você tem visita conjugal! *gritou o guarda na frente da cela do André*
Por um momento ele pensou que o oficial tinha se enganado, mas de repente uma ideia veio à sua cabeça, e se fosse a esposa dele que tinha decidido voltar pra ele e estava esperando de novo na sala de visita conjugal, o coração dele deu um pulo de alegria e ao mesmo tempo de tesão, fazia tanto tempo sem mulher.
Foi até o banheiro, onde tirou a roupa e tomou um banho, preocupado em se lavar bem, o corpo inteiro, principalmente a pica, as bolas, o cu. Queria que a mulher dele o visse bem apresentado. Depois do banho, se secou e, vestindo uma camiseta e uma calça jeans desbotada e justa, foi levado até a sala de visitas conjugais. O coração batia forte de emoção.
Abriu a porta do quarto, esperando ver lá dentro a figura sensual da esposa, mas a surpresa foi ainda maior. Ali sobre a cama, sentada numa ponta, estava a sogra. Inês, a sua sogra madura, estava ali. Não conseguiu conter a impressão.
Senhora, o que a senhora está fazendo aqui? Pensei que…
Achou que talvez fosse minha filha, né genro? *falou devagar e nervosamente a sogra*
Ah, pois é, minha sogra, a verdade é que nunca esperei te encontrar aqui.
Sei disso e, na real, tô morrendo de vergonha de estar aqui, mas se vim é pra te fazer um favor. Lembra do que você me disse outro dia, que tava muito triste porque tinha umas necessidades que eu não podia te dar? Então, genro, sei que não sou uma mulher jovem, nem gostosa, nem tenho um corpo desejável e jovem como o da minha filha, mas sei o quanto deve ser difícil pra um homem novo como você ficar aqui tanto tempo sem uma mulher. Então decidi vir e tentar te ajudar, se você achar que é possível. Talvez você pense que sou uma velha ridícula, mas a única coisa que quero é te ajudar.
Andrés não podia acreditar, tinha chegado ao quarto esperando encontrar a esposa, e em vez disso tinha se deparado com a sogra velha, que se oferecia pra satisfazer os desejos sexuais dele só pra ajudá-lo.
Sei que não é muito o que posso te oferecer, mas se você quiser, pode pegar meu corpo velho e se satisfazer, genro.
Adicionou a sogra e, enquanto dizia isso, timidamente levantava a saia longa que cobria as pernas acima dos joelhos, revelando umas pernas brancas lindas e deliciosas.
Andrés ficou imóvel observando sua sogra madura levantar a saia mostrando as pernas, vê-la tão dócil e tão dedicada a ajudá-lo começou a excitá-lo, sentiu o pau começando a crescer por baixo da calça. A sogra então começou a olhar para a enorme protuberância que se formava na frente da calça gasta do genro, sentiu medo.
Andrés notando como a sogra dele começava a ficar nervosa, foi até ela. Chegando na frente dela na beira da cama, colocou a pica dele na frente da cara dela.
Tira essa sogra.
Ines sentiu medo, de repente toda a coragem que ela tinha juntado para tomar a decisão de ajudar o genro, sumiu,
Tira ela pra fora! *ordenou Andrés de novo*
Timidamente, Inês levou as mãos até o zíper da calça, as mãos tremendo enquanto abaixava o zíper. Pegando a calça pelas laterais, ela a puxou para baixo.
Uma rola grossa e comprida, completamente dura, saltou firme contra a barriga do genro dela. Inês se assustou ao ver o tamanho enorme e a grossura daquele membro duro. Nos seus 60 anos de vida, nunca tinha visto um pau tão grande. Lembrava que, em toda a sua vida, só tinha visto o do marido, que naquele momento não se comparava com o do genro que estava na frente dela.
Andrés levantou a camiseta por cima da cabeça e tirou, se mostrando completamente nu na frente da sogra. Inês percorreu por um minuto o corpo viril do genro, ele tinha um corpo muito bem cuidado, forte, definido, musculoso, e além disso, aquele pauzão enorme era impressionante.
Levanta!
Ines timidamente se levantou da cama, então seu genro se aproximando começou a desabotoar a blusa dela, ela estava nervosa, sentiu as mãos do genro soltando um a um os botões da blusa, sentiu ele tirando ela completamente.
Andrés olhou para as tetas enormes da sogra dele, dentro do sutiã dela, eram bem grandes, embora meio moles e caídas, na real essa mulher tinha umas tetas muito gostosas, então pegando a saia dela pela cintura, soltou o broche e foi baixando, deixando ela cair nos tornozelos da sogra, agora ela estava na frente dele, só coberta por um sutiã e uma calcinha de seda enorme, que mesmo pouco provocante, revelava uma rachuda peluda bem grande por baixo.
Aproximando-se mais, começou a beijá-la no pescoço, sentia a pele macia e enrugada contra os lábios, isso o excitou ainda mais pensar que ia comer a sua velha sogra, as mãos dele foram até as tetonas dela e, acariciando-as com força, tirou-as do sutiã, eram realmente grandes, os bicos eram escuros e grandes, descendo do pescoço dela, os lábios dele foram até os bicos da sogra e começaram a chupá-los com muita vontade, a língua deslizava sobre as pontas das tetas redondas dela que começavam a responder ao carinho, ficando duras.
Mmm… vejo que você gosta que eu chupe essas tetonas tão gostosas, sogrinha mmm…
As mãos dele começaram a acariciar a bunda grande e caída da sogra por cima do pano da calcinha, apertando ela contra ele, o pau duro dele colado na barriga da sogra. Uma das mãos dele segurou firme o elástico da calcinha, puxando pra baixo com força, a sogra gemeu e a calcinha escorregou até ficar presa entre os pés dela.
Andrés olhou como a boceta gorda e peluda da sogra dele aparecia na frente dele, ela tinha uma moita enorme de pelos que cobria tudo, isso o excitou ainda mais, ele nunca tinha ficado com uma coroa mais velha e que tivesse a boceta tão peluda.
Ele meteu uma mão entre as pernas dela, sentiu como estava quente, continuou explorando, a mão deslizou entre as coxas até a fresta da bunda dela e, com desespero, esfregava a mão por toda aquela região.
Ines começou a gemer, de repente seu corpo estava experimentando sensações muito prazerosas que ela não conhecia, começou a gemer baixinho ao sentir a língua quente do genro brincando com seus peitos, sentiu a mão viril dele percorrer sua região genital, experimentando prazeres desconhecidos, sentia sua velha buceta começando a lubrificar diante de tais carícias, então uma de suas mãos, movida pelo desejo, agarrou a pica enorme do genro, sentiu a dureza da carne, o quanto estava quente, o que estava acontecendo com ela, tinha vindo para ajudar o genro, saciar os desejos dele, e era ela que estava começando a gozar da situação,
Mmm… que gostosa a sogrinha, que gostosa, pega no meu pau, mmm… é, assim segura na sua mão.
Inês ouvia as palavras do genro, que continuava chupando suas tetas, o cheiro do corpo viril do genro a excitava ainda mais, nunca imaginou que na sua idade pudesse sentir todo aquele desejo.
Então o Andrés levantou a cabeça de entre as tetas da sogra dele, subiu até o rosto dela e, procurando a boca dela, uniu a sua à dela, a língua dele penetrou fundo dentro da boca da sogra, que, excitada ao sentir o calor e a tesão do genro, respondeu ao beijo entrelaçando a língua dela com a dele. Eles se beijaram com muito fogo enquanto as mãos do Andrés acariciavam a buceta dela, agora bem molhada, enquanto ela acariciava com gosto o pauzão enorme dele na mão.
Mmm… que delícia, sogrinha gostosa, olha como ela tá aqui embaixo, tá toda molhada, mmm… que delícia chupar essa buceta peluda e gorda, senhora, quanto tempo faz que ninguém tocava ela assim.
Então, se afastando, Andrés levou a sogra até a cama; deitou ela de barriga pra cima e se posicionou por cima, com o rosto na altura da buceta peluda dela, enquanto o pau dele ficava na cara da sogra.
Com desejo ardente, André enfiou a cabeça entre as pernas da sogra, chupando com desespero a buceta quente dela, lambendo a área toda, a língua dele brincando com o clitóris inchado da sogra, enquanto a sogra já tinha começado a gemer mais alto.
Ahhhhh… que delícia, mmm… que gostoso.
Fim do primeiro capítulo, capítulo 2 aqui na rede social do autor original, todos os créditos reservados.https://x.com/leonelly777/status/2086916664256278908
Foi aos 26 anos que Andrés, se envolvendo em negócios obscuros, foi parar numa prisão, onde o condenaram a 5 anos lá dentro. Durante todo o processo, a esposa dele, com quem ele tinha se casado aos 22 anos, ficou do lado dele, ela e a sogra foram as únicas pessoas que o apoiaram, e vinham visitá-lo durante os períodos de visitas, já que a própria família dele não quis saber mais dele.
Agora, como em outras ocasiões, Andrés esperava ansiosamente o dia da visita íntima, quando tinha a chance de ficar a sós com a esposa e saciar todos os desejos sexuais reprimidos durante tantos dias de reclusão. A pica dele estava dura pra caralho, imaginando o momento em que o chamassem e dissessem pra ele ir pro quarto, onde poderia satisfazer seus desejos mais quentes e intensos.
Mas as horas iam passando e ele não era chamado, o que estava acontecendo, será que sua esposa não viria no dia mais importante do mês, ele começou a ficar um pouco inquieto, estava há vários dias sem se masturbar, esperando esse momento, sentia as bolas completamente cheias de porra, era difícil se controlar em algumas ocasiões e reprimir a vontade por tanto tempo.
Às quatro da tarde, quando terminou o período de visitas conjugais, Andrés estava muito triste e preocupado. O que teria acontecido para sua esposa não ter vindo na visita? Ele sabia que a esperava com ansiedade. Será que ela estava doente, ou teria acontecido algo que a impediu de vir? Agora ele teria que esperar até domingo para ter notícias dela, quando ela viesse visitá-lo junto com a sogra, que era quem a acompanhava durante as visitas de família. Embora nunca tivesse tido uma boa relação com aquela senhora, ela sempre apoiou a filha nos momentos em que precisava, até mesmo quando ela vinha ver o marido preso. Mesmo durante as visitas de família, a sogra não conseguia disfarçar o quanto ele a incomodava; ela nunca tinha concordado que a filha se casasse com ele.
Desiludido e ao mesmo tempo preocupado, Andrés se preparou para voltar para a cela com um tesão da porra que sabia que não aguentaria por muito mais tempo.
Mas a coisa piorou, chegou o domingo e a esposa dele não veio, ele esperou pacientemente o dia inteiro pela chegada que nunca aconteceu, e assim se passaram mais duas semanas, nem uma ligação, nenhuma visita, parecia que a esposa dele tinha sumido da face da terra. Andrés estava muito preocupado, o que teria acontecido pra esposa dele não visitá-lo.
Foi um mês depois, que num domingo como qualquer outro, ainda esperando a chegada da esposa, ele viu a sogra no pátio de visitas. Seu coração se alegrou ao pensar que a esposa viria de novo vê-lo, mas a surpresa durou pouco ao perceber que a sogra vinha sozinha. Ele a observou caminhar pelo pátio em sua direção. Embora não simpatizasse com ela, Andrés não podia negar que a senhora se conservava muito bem; pelo que sabia, essa mulher madura tinha 60 anos, era uma mulher muito fina, vestia-se de forma conservadora mas elegante, era baixa, seu corpo era voluptuoso, seu porte soberbo, algumas rugas ao redor dos olhos e da boca eram a única coisa que realmente denunciava a idade da senhora. Sabia que o marido a tinha abandonado há vários anos, para ir embora com uma garota mais nova, por isso o temperamento dela era seco e até um pouco amargo. Por um momento, sua mente se distraiu percorrendo aquele corpo maduro, mas ainda atraente.
Como vai, Andrés?
Tá bem, e a senhora, Dona Inês? E minha esposa, cadê? *se apressou a responder, inquieto*
Bem, obrigada, Andrés. É por isso que estou aqui, pra falar da minha filha.
Será que aconteceu alguma coisa ruim com a minha esposa, sogra?
Não, tranquilo, ela tá bem, só que…
O que houve, me diga, senhora. *Andrés começou a ficar preocupado*
Minha filha decidiu não ver mais você, na verdade ela conheceu outro homem e se apaixonou por ele. Ela acha que pode reconstruir a vida ao lado dele, por isso foi morar longe daqui. Ela me pediu pra te contar isso, porque sentia que não tinha coragem de fazer. Ela me disse que te amou muito, mas que isso não era vida, e que sentia que tinha chegado a hora de recomeçar... *falou pausadamente e diretamente pra sogra*
Andrés ouviu calado cada palavra da sogra, sentia como cada uma delas atravessava seu coração, sentia uma tristeza enorme crescendo por dentro, uma amargura terrível e solidão tomavam conta dele. Quando a sogra terminou de falar, ele, olhando fixamente para ela com uma tristeza profunda no rosto, falou tentando parecer forte.
Tá bom, senhora, se essa é a decisão da sua filha, não posso fazer nada…
De repente, sentiu tudo desmoronar por dentro, e sem conseguir mais fingir ser o homem durão e forte, se abraçou na sogra e começou a chorar.
Por que, senhora, por que? Não é justo, eu amo a sua filha, por que ela me deixou sozinho? Eu a amo, sei que cometi um erro, mas pensei que ela me apoiaria…
Inês sentiu o genro se abraçar nela e chorar feito um desesperado, parecia um coitado, toda aquela grosseria que ele queria mostrar tinha ido embora e o que sobrava era um homem completamente destruído pela tristeza e pela solidão.
Naquele momento, Inês se sentiu mal; na real, o genro dela nunca tinha sido do seu agrado, sempre tinha achado ele um homem vulgar e grosso, e quando a filha decidiu recomeçar a vida com outro cara, ela se sentiu aliviada, aliás, chegou na cadeia quase curtindo o que ia falar pro genro, mas agora via ele ali abraçado nela, derrotado pelos próprios sentimentos, e isso era algo que ela não esperava.
Tentando consolá-lo, falo com ele:
Calma, garoto, não chora, fica tranquilo…
Como é que eu vou ficar tranquilo, minha esposa me abandonou, me deixando sozinho aqui, o que é que eu vou fazer agora… *Andrés chorando sem consolo*
Ines se sentiu ainda pior, de repente sentiu pena do genro, lembrou o quão mal ela tinha se sentido, quando o marido a tinha abandonado por uma garota mais nova, ela tinha se sentido completamente inútil e insignificante.
Andrés tentando se recuperar, se afastou da sogra e, enxugando as lágrimas dos olhos, falou com ela.
Me desculpe, senhora, não devia ter agido assim, só acho que é uma notícia muito pesada, além disso me senti muito sozinho, obrigado por se dar ao trabalho de vir até aqui me contar isso.
Inês tentando ser um pouco gentil, disse a ela:
Não, fica tranquilo, Andrés, você é um homem forte e vai dar a volta por cima.
Obrigada, sogra. Bom, tô me sentindo um pouco mal, melhor eu ir pra minha cela, além disso não quero te incomodar mais. Muito obrigada por tudo, porque acho que essa é a última vez que a gente vai se ver.
Até logo, Andrés, e se cuide.
Então eu fico olhando como o genro dela, virando as costas, caminhou até a porta do pavilhão onde ele estava recolhido.
Ela saiu da cadeia, na real se sentia muito mal, de repente todo o prazer que ela curtiu com a notícia que daria pro genro, tinha virado pena, coitado do homem, no fim das contas, tinha doído muito nele.
Foram muitos dias difíceis para Andrés, que sentia cada vez mais solidão e tristeza. Ele não entendia como a mulher dele tinha conseguido deixá-lo abandonado naquele lugar quando ele mais precisava dela. Agora sim, ele estava completamente sozinho.
Foi depois de duas semanas que o Andrés levou um susto. Numa tarde de domingo, sozinho no pátio de visitas, de repente viu uma figura conhecida aparecer pela entrada. Era de novo a sogra dele. Ele estranhou muito vê-la ali. Será que aquela senhora traria de novo notícias da esposa dele?
Novamente a senhora estava muito bem vestida, uma saia longa cobria completamente as pernas dela, uma blusa conservadora de botões, o cabelo preso num coque, na verdade ela tinha uma imagem bem maternal, trazia uma bolsinha na mão. Ele a viu caminhando na direção dele.
Oi, Andrés, como vai? *falou gentilmente sua sogra*
Olá senhora, e o que a senhora está fazendo por aqui?
Vim visitar meu genro, na verdade me senti muito mal no outro dia, vendo ele no estado em que estava, então decidi vir visitá-lo, ainda mais sabendo que você está sozinho aqui.
Agradeço muito, senhora, por se preocupar comigo. A verdade é que ainda me sinto muito mal por causa da sua filha. Obrigado por vir me visitar, a senhora não faz ideia do quanto isso significa para mim.
Andrés e a sogra dele conversaram por alguns minutos; para ele era estranho, nunca tinha se dado bem com aquela mulher e de repente ela vinha visitá-lo e fazer-lhe companhia. Na verdade, isso o fazia se sentir melhor, que alguém se preocupasse com a situação dele. No fim da tarde, tinham conversado bastante, principalmente sobre a esposa dele. Andrés insistia em saber o que tinha acontecido com a esposa, e a sogra contava o que sabia.
De repente, no fim da tarde, quando a visita estava quase acabando, o Andrés agradeceu à sogra, que estava sentada no quintal num banco ao lado dele.
Obrigada, senhora, a senhora não faz ideia do quanto isso significa pra mim ter vindo me visitar. Tô tão sozinho e me sentia tão mal, sua visita me fez muito bem.
Dizendo isso, Andrés pegou a mão da sogra entre as suas como gesto de carinho e olhava direto nos olhos dela. De repente, conhecia uma faceta da sogra que nunca imaginou que ela tivesse, acariciando a mão dela em gesto de agradecimento, olhou direto nos olhos dela, podia ver as rugas ao redor dos olhos e da boca dela, sinais da passagem do tempo sobre ela.
Pela primeira vez, seus olhares se encontraram fixamente, e então Andrés começou a sentir algo diferente, sentir a mão suave da sogra, e o calor do corpo dela perto do dele começaram a provocar sensações estranhas. Ele começou a notar como o pau dele começava a acordar dentro da calça, formando um volume inconfundível na frente dela, e além disso ele não usava cueca, então o pau marcava com mais facilidade sob o tecido.
Ines encarava fixamente o genro, afinal, ele até parecia um bom homem. Sentiu as mãos dele pousarem sobre as dela num gesto de agradecimento, enquanto ele a olhava nos olhos, mas de repente começou a sentir a mudança no olhar dele, ficando mais intenso, então ela baixou os olhos.
Ines ficou pasma ao baixar o olhar e ver sem querer a enorme protuberância entre as pernas do genro, viu como o tecido da calça marcava um volume inequívoco que devia ser o pau ereto do genro, isso a deixou muito nervosa.
Andrés soltou as mãos da sogra, então, levantando-se rapidamente, disse a ela.
Bem, genro, acho que é melhor eu ir indo, já terminou o período de visitas.
Obrigado de novo, senhora, por se preocupar comigo.
Inês rapidamente se dirigiu à porta de saída, enquanto Andrés admirava a silhueta da sogra dele saindo dali.
Andrés voltou para o pavilhão, indo direto ao banheiro, foi urinar, mas para sua surpresa, quando abaixou o zíper da calça, notou que seu pau ainda estava meio duro, o que tinha acontecido, de repente ele tinha ficado excitado segurando a mão da sogra, sorriu para si mesmo, como era possível, estava tão tarado que até segurar a mão de uma velha muito mais velha o tinha deixado excitado, então, vendo que não havia mais ninguém no banheiro, sentou-se em um dos vasos, abaixando completamente a calça, começou a acariciar devagar seu pau, sentindo como a dureza crescia entre suas mãos, com a outra mão começou a acariciar as bolas, apalpou-as, sentia-as cheias de porra, fazia muitos dias que não se masturbava, como estava aproveitando aquelas sensações, seu pau completamente duro começou a lubrificar, cobrindo sua mão com aquele líquido escorregadio que tornava a punheta ainda mais prazerosa, começou a fantasiar com a ideia de ter seu pau dentro de uma buceta ardente e suculenta, meter até o fundo enquanto a garota da sua fantasia gemia forte sentindo aquele membro enorme no fundo do seu ser, imaginou fazendo a garota gemer enquanto ela convulsionava de prazer, e quando ele não aguentasse mais, tirou o pau e expeliu toda a sua porra grossa e quente na boca da garota.
Ela começou a gemer enquanto acelerava os movimentos da mão sobre a pica dura dele, fechando os olhos de prazer, sentiu as bolas se contraírem expulsando todo o esperma na boca faminta da garota que naquele momento ganha um rosto, via os lábios enrugados da sua sogra madura, se abrirem para receber dentro da boca, toda a carga de porra acumulada por tantos dias, essa imagem da sogra, o excitou ainda mais, vários jatos potentes de porra saíram da pica dele batendo na parede do banheiro.
Andrés gemeu violentamente ao sentir o prazer imenso da sua ejaculação, o corpo dele foi percorrido por uma onda enorme de prazer ao sentir a liberação de tanta porra acumulada. Depois de vários minutos, ele se levantou do vaso, relaxado depois do prazer absurdo que tinha experimentado, sorriu de novo e pensou: "Que mente perversa eu tenho, imaginar minha velha sogra recebendo minha porra, o que faz passar tanto tempo sem ter uma mulher, as perversões que eu imagino".
Sem dar mais importância à fantasia dele, saiu do banheiro, rumo à cela dele.
Enquanto Inês ia para casa, pensou em tudo o que tinha acontecido naquela tarde, tinha conhecido uma parte do seu genro que até então lhe era desconhecida, percebeu que ele era um bom homem, que por trás daquela atitude viril e rude, havia um bom homem, de repente uma imagem veio à sua mente, e de novo ela ficou inquieta, lembrou-se durante a despedida quando seu genro a olhou fixamente e ela baixou o olhar, a enorme protuberância na calça dele, ficou inquieta, será que ela tinha sido a causa daquela ereção, como era possível que uma mulher da sua idade pudesse despertar naquele jovem homem esse tipo de sensações, "NÃO" pensou "se isso aconteceu com ele é devido à enorme quantidade de tempo que passam sozinhos na prisão sem sexo, não por causa da minha figura, como posso pensar que uma velha como eu possa excitar um homem como ele
Foi assim que Inês começou a visitar o genro, todos os domingos na prisão, e a cada vez ficavam mais amigos. Ela se sentia bem por conseguir aliviar um pouco a solidão do genro e a dela também. Não dava pra negar que ir visitá-lo também diminuía a solidão em que vivia desde que o marido a tinha abandonado. Andrés agradeceu à sogra por ajudá-lo a não se sentir tão sozinho dentro da prisão.
Foi numa tarde em que Inês, notando o genro um pouco triste, perguntou a ele.
O que foi, Andrés? Por que você tá tão triste?
Não é nada, senhora, são coisas sem importância.
E é que Andrés não queria contar pra sogra dele o que realmente acontecia com ele, e é que embora a sogra fosse muito boa com ele, tinham necessidades que ela não conseguia resolver, e isso Andrés entendia quando olhava pros colegas dele compartilhando com as esposas, via os beijos deles e as carícias rápidas durante as visitas e era algo que ele não tinha.
Vamos, confia em mim, Andrés. *insistiu a sogra dele*
Tá bom, senhora, vou te contar, mas não leva a mal não, a senhora vai ver, eu agradeço muito que a senhora venha me visitar, mas a senhora vai entender que às vezes eu preciso de umas coisas que só uma esposa pode dar, espero não te ofender com meu comentário, mas acho que a senhora vai entender minha situação.
De repente, Andrés se sentia estranho falando com a sogra sobre suas necessidades sexuais, ficou com medo de ofendê-la, então mudou de assunto rapidinho.
Mas isso é bobagem, senhora, melhor esquecermos esse assunto.
A visita terminou, depois de se despedir, Inês de novo foi pra casa dela, se sentia um pouco inquieta com o que o genro tinha dito. Ela entendia muito bem o que ele tinha querido dizer, era homem e tinha necessidades que só uma esposa poderia resolver, sabia que ele tava falando de sexo, mas o que ela podia fazer, se era só a sogra dele.
Lembrava da cara de tristeza do genro, devia ser muito difícil pra um homem tão novo ficar privado de contato sexual com uma mulher por tanto tempo. Era diferente pra uma mulher, ela lembrava que depois que o marido a abandonou há 8 anos, ela não tinha sentido necessidade de ficar com nenhum outro homem, além de que já era velha e sexo nunca foi uma das prioridades dela, mas num homem era bem diferente, e mais ainda se fosse tão jovem quanto o genro. Ela precisava fazer alguma coisa pra ajudar ele.
André, se prepara que você tem visita conjugal! *gritou o guarda na frente da cela do André*
Por um momento ele pensou que o oficial tinha se enganado, mas de repente uma ideia veio à sua cabeça, e se fosse a esposa dele que tinha decidido voltar pra ele e estava esperando de novo na sala de visita conjugal, o coração dele deu um pulo de alegria e ao mesmo tempo de tesão, fazia tanto tempo sem mulher.
Foi até o banheiro, onde tirou a roupa e tomou um banho, preocupado em se lavar bem, o corpo inteiro, principalmente a pica, as bolas, o cu. Queria que a mulher dele o visse bem apresentado. Depois do banho, se secou e, vestindo uma camiseta e uma calça jeans desbotada e justa, foi levado até a sala de visitas conjugais. O coração batia forte de emoção.
Abriu a porta do quarto, esperando ver lá dentro a figura sensual da esposa, mas a surpresa foi ainda maior. Ali sobre a cama, sentada numa ponta, estava a sogra. Inês, a sua sogra madura, estava ali. Não conseguiu conter a impressão.
Senhora, o que a senhora está fazendo aqui? Pensei que…
Achou que talvez fosse minha filha, né genro? *falou devagar e nervosamente a sogra*
Ah, pois é, minha sogra, a verdade é que nunca esperei te encontrar aqui.
Sei disso e, na real, tô morrendo de vergonha de estar aqui, mas se vim é pra te fazer um favor. Lembra do que você me disse outro dia, que tava muito triste porque tinha umas necessidades que eu não podia te dar? Então, genro, sei que não sou uma mulher jovem, nem gostosa, nem tenho um corpo desejável e jovem como o da minha filha, mas sei o quanto deve ser difícil pra um homem novo como você ficar aqui tanto tempo sem uma mulher. Então decidi vir e tentar te ajudar, se você achar que é possível. Talvez você pense que sou uma velha ridícula, mas a única coisa que quero é te ajudar.
Andrés não podia acreditar, tinha chegado ao quarto esperando encontrar a esposa, e em vez disso tinha se deparado com a sogra velha, que se oferecia pra satisfazer os desejos sexuais dele só pra ajudá-lo.
Sei que não é muito o que posso te oferecer, mas se você quiser, pode pegar meu corpo velho e se satisfazer, genro.
Adicionou a sogra e, enquanto dizia isso, timidamente levantava a saia longa que cobria as pernas acima dos joelhos, revelando umas pernas brancas lindas e deliciosas.
Andrés ficou imóvel observando sua sogra madura levantar a saia mostrando as pernas, vê-la tão dócil e tão dedicada a ajudá-lo começou a excitá-lo, sentiu o pau começando a crescer por baixo da calça. A sogra então começou a olhar para a enorme protuberância que se formava na frente da calça gasta do genro, sentiu medo.
Andrés notando como a sogra dele começava a ficar nervosa, foi até ela. Chegando na frente dela na beira da cama, colocou a pica dele na frente da cara dela.
Tira essa sogra.
Ines sentiu medo, de repente toda a coragem que ela tinha juntado para tomar a decisão de ajudar o genro, sumiu,
Tira ela pra fora! *ordenou Andrés de novo*
Timidamente, Inês levou as mãos até o zíper da calça, as mãos tremendo enquanto abaixava o zíper. Pegando a calça pelas laterais, ela a puxou para baixo.
Uma rola grossa e comprida, completamente dura, saltou firme contra a barriga do genro dela. Inês se assustou ao ver o tamanho enorme e a grossura daquele membro duro. Nos seus 60 anos de vida, nunca tinha visto um pau tão grande. Lembrava que, em toda a sua vida, só tinha visto o do marido, que naquele momento não se comparava com o do genro que estava na frente dela.
Andrés levantou a camiseta por cima da cabeça e tirou, se mostrando completamente nu na frente da sogra. Inês percorreu por um minuto o corpo viril do genro, ele tinha um corpo muito bem cuidado, forte, definido, musculoso, e além disso, aquele pauzão enorme era impressionante.
Levanta!
Ines timidamente se levantou da cama, então seu genro se aproximando começou a desabotoar a blusa dela, ela estava nervosa, sentiu as mãos do genro soltando um a um os botões da blusa, sentiu ele tirando ela completamente.
Andrés olhou para as tetas enormes da sogra dele, dentro do sutiã dela, eram bem grandes, embora meio moles e caídas, na real essa mulher tinha umas tetas muito gostosas, então pegando a saia dela pela cintura, soltou o broche e foi baixando, deixando ela cair nos tornozelos da sogra, agora ela estava na frente dele, só coberta por um sutiã e uma calcinha de seda enorme, que mesmo pouco provocante, revelava uma rachuda peluda bem grande por baixo.
Aproximando-se mais, começou a beijá-la no pescoço, sentia a pele macia e enrugada contra os lábios, isso o excitou ainda mais pensar que ia comer a sua velha sogra, as mãos dele foram até as tetonas dela e, acariciando-as com força, tirou-as do sutiã, eram realmente grandes, os bicos eram escuros e grandes, descendo do pescoço dela, os lábios dele foram até os bicos da sogra e começaram a chupá-los com muita vontade, a língua deslizava sobre as pontas das tetas redondas dela que começavam a responder ao carinho, ficando duras.
Mmm… vejo que você gosta que eu chupe essas tetonas tão gostosas, sogrinha mmm…
As mãos dele começaram a acariciar a bunda grande e caída da sogra por cima do pano da calcinha, apertando ela contra ele, o pau duro dele colado na barriga da sogra. Uma das mãos dele segurou firme o elástico da calcinha, puxando pra baixo com força, a sogra gemeu e a calcinha escorregou até ficar presa entre os pés dela.
Andrés olhou como a boceta gorda e peluda da sogra dele aparecia na frente dele, ela tinha uma moita enorme de pelos que cobria tudo, isso o excitou ainda mais, ele nunca tinha ficado com uma coroa mais velha e que tivesse a boceta tão peluda.
Ele meteu uma mão entre as pernas dela, sentiu como estava quente, continuou explorando, a mão deslizou entre as coxas até a fresta da bunda dela e, com desespero, esfregava a mão por toda aquela região.
Ines começou a gemer, de repente seu corpo estava experimentando sensações muito prazerosas que ela não conhecia, começou a gemer baixinho ao sentir a língua quente do genro brincando com seus peitos, sentiu a mão viril dele percorrer sua região genital, experimentando prazeres desconhecidos, sentia sua velha buceta começando a lubrificar diante de tais carícias, então uma de suas mãos, movida pelo desejo, agarrou a pica enorme do genro, sentiu a dureza da carne, o quanto estava quente, o que estava acontecendo com ela, tinha vindo para ajudar o genro, saciar os desejos dele, e era ela que estava começando a gozar da situação,
Mmm… que gostosa a sogrinha, que gostosa, pega no meu pau, mmm… é, assim segura na sua mão.
Inês ouvia as palavras do genro, que continuava chupando suas tetas, o cheiro do corpo viril do genro a excitava ainda mais, nunca imaginou que na sua idade pudesse sentir todo aquele desejo.
Então o Andrés levantou a cabeça de entre as tetas da sogra dele, subiu até o rosto dela e, procurando a boca dela, uniu a sua à dela, a língua dele penetrou fundo dentro da boca da sogra, que, excitada ao sentir o calor e a tesão do genro, respondeu ao beijo entrelaçando a língua dela com a dele. Eles se beijaram com muito fogo enquanto as mãos do Andrés acariciavam a buceta dela, agora bem molhada, enquanto ela acariciava com gosto o pauzão enorme dele na mão.
Mmm… que delícia, sogrinha gostosa, olha como ela tá aqui embaixo, tá toda molhada, mmm… que delícia chupar essa buceta peluda e gorda, senhora, quanto tempo faz que ninguém tocava ela assim.
Então, se afastando, Andrés levou a sogra até a cama; deitou ela de barriga pra cima e se posicionou por cima, com o rosto na altura da buceta peluda dela, enquanto o pau dele ficava na cara da sogra.
Com desejo ardente, André enfiou a cabeça entre as pernas da sogra, chupando com desespero a buceta quente dela, lambendo a área toda, a língua dele brincando com o clitóris inchado da sogra, enquanto a sogra já tinha começado a gemer mais alto.
Ahhhhh… que delícia, mmm… que gostoso.
Fim do primeiro capítulo, capítulo 2 aqui na rede social do autor original, todos os créditos reservados.https://x.com/leonelly777/status/2086916664256278908
0 comentários - A visita da minha sogra gostosa