No dia seguinte, à noite, Carlos e Camila dormiam juntos no quarto que tinham recebido. A cama era estreita. O cansaço das tarefas do dia tinha feito os dois caírem no sono rapidinho.
Algo o acordou. Uma mão quente e firme masturbava ele num ritmo constante. Não era o toque suave das outras noites. Era mais urgente, mais faminto. Carlos abriu os olhos na escuridão. Camila estava sentada ao lado dele, a respiração ofegante, os dedos subindo e descendo pelo pau dele já durinho.
Ela não disse nada. Só desceu até a virilha dele e engoliu o pau de uma vez. Chupava como se estivesse possessa: lábios apertados, língua girando em volta da cabeça, descendo o máximo que conseguia até quase se engasgar. Às vezes os dentes roçavam a pele num mordiscão leve que arrancava um gemido do Carlos. A saliva escorria pela base e molhava as bolas dele. Ela gemia em volta do pau, o som vibrando contra ele.
De repente, ela se mexeu. Subiu por cima na posição 69, a bunda grande e a buceta molhada a centímetros do rosto do Carlos. Sem esperar, voltou a engolir ele enquanto descia o quadril. Carlos não hesitou. Separou os lábios dela com os dedos e afundou a língua dentro dela. Estava encharcada, quente, o sabor intenso e levemente salgado. Lambeu de baixo pra cima, chupou o clitóris com força e enfiou dois dedos pra dentro enquanto ela fodia a boca dele com o pau.
Camila se movia como se não conseguisse parar.
Empurrava o quadril contra a língua do filho enquanto abaixava a cabeça uma vez e outra, chupando mais fundo, babando, soltando gemidos abafados que se perdiam na carne dele. Carlos agarrou a bunda dela com as duas mãos, apertou ela contra o rosto dele e comeu com vontade, sugando, lambendo, enfiando a língua o mais fundo possível. O som molhado dos dois se chupando enchia o quarto.
Ela gozou primeiro. O corpo dela tensionou, as pernas tremeram e ela se acabou na boca do Carlos com um gemido longo e trêmulo, a buceta se contraindo em volta da língua dele. O tremor fez ela chupar mais forte, mais desesperada. Carlos não aguentou. Gozou segundos depois, jorrando na garganta da mãe. Ela engoliu tudo o que conseguiu, a garganta trabalhando em volta dele, e continuou lambendo a ponta até ele parar de pulsar.
Eles se separaram ofegando. Camila se deixou cair ao lado dele, ainda com a respiração curta. Passou um tempo antes de ela falar, a voz baixa e envergonhada:
—Me desculpa, filho… não sei o que deu em mim. Senti um calor por dentro e não consegui me segurar.
Carlos puxou ela para o peito dele e beijou o cabelo dela.
—Não se preocupa. Tá tudo bem. Eu te amo.
Ela se aninhou mais perto. Lá fora, o condomínio dormia em silêncio. Dentro do quarto, o cheiro de sexo e o calor dos corpos deles ainda se misturavam na escuridão.
Dois dias depois, Carlos e Sofía saíram juntos. O destino era um povoado pequeno a alguns quilômetros.
A clínica local foi a primeira coisa que reviraram. Prateleiras derrubadas, frascos quebrados, o cheiro de desinfetante velho e poeira. Procuraram com cuidado entre os restos do consultório de obstetrícia.
Nada. Nem uma única ampola de ocitocina.
Sofía passou a mão no rosto, frustrada.
—É inútil. Precisamos de um hospital maior. É lá que guardam, na área de obstetrícia. Normalmente usam pra acelerar o parto.
Carlos a observou de canto de olho enquanto enfiava na mochila um par de ataduras e uns frascos de analgésicos que ainda serviam.
—Uau... como é que você sabe disso?
—Bom, eu tive duas filhas — respondeu ela, sem dar mais explicação.
Carlos ficou em silêncio. Continuaram vasculhando o resto da vila: uma farmácia saqueada, um supermercado quase vazio, algumas casas. Juntaram o que puderam: comida enlatada, água, um par de caixas de camisinha que a Sofía guardou como se fosse ouro e algumas pilhas. Quando voltaram pro carro, o motor não respondeu. Giraram a chave uma vez e outra. Só um clique seco.
O barulho começou a atraí-los. Primeiro um. Depois três. Depois mais. As figuras desajeitadas apareceram no fim da rua, farejando o ar. Carlos e Sofia não esperaram. Carregaram o essencial e correram para o prédio mais próximo, um antigo shopping de dois andares. Bloquearam as portas de entrada com prateleiras e móveis pesados. A noite caiu rápido.
Se instalaram num escritório do segundo andar. Só tinham a luz de uma vela que encontraram numa gaveta. O cansaço pesava nos ossos. Carlos se acomodou contra a parede. Sofia sentou-se na frente dele, com os joelhos encolhidos.
De repente, ela se remexeu, inquieta.
— Você tá bem, Sofia?
Ela levantou o olhar. Nos olhos havia algo diferente: um brilho febril, quase desesperado.
— Cara... eu não pensei que isso ia acontecer. Não sei como explicar, mas... você vai ter que me ajudar. — Ela jogou uma camisinha que caiu no peito de Carlos —. Talvez eu não consiga me segurar.
A noite avançou. Carlos mal estava pegando no sono quando sentiu o peso de Sofia sobre ele. Ela já estava puxando a calça dele pra baixo com mãos atrapalhadas e urgentes. A pica dele saltou livre, já meio dura pelo roçar.
—Sofia, espera…
Ela não respondeu. Se abaixou na hora e pegou na boca. Chupou com fome, sem delicadeza: língua esticada, lábios apertados, descendo até quase se engasgar. A saliva escorria pela base.
Carlos tateou procurando a camisinha entre as roupas. Conseguiu abrir com os dentes e mal teve tempo de enrolar antes que ela se levantasse. Sofia montou de uma vez.
O rabão dela ficou apoiado nas coxas do Carlos enquanto guiava a rola pra dentro da buceta já encharcada. Desceu de uma vez, engolindo até o talo com um gemido longo e gutural. Começou a cavalgar com força, quicando, os peitinhos balançando por baixo da camiseta levantada. As mãos do Carlos cravaram naquelas cadeiras largas, sentindo a carne se mexer sob os dedos. Ela se inclinou pra frente, apoiando as palmas no peito dele, e acelerou o ritmo: subia quase até a ponta e descia com violência, a buceta apertando, escorrendo ao redor do látex.
O som era obsceno: pele contra pele, o chapinhar molhado, os gemidos da Sofia cada vez mais altos. Carlos agarrou a bunda dela com as duas mãos e meteu de baixo pra cima, encontrando o ritmo. Ela jogou a cabeça pra trás, o cabelo grisalho caindo sobre os ombros, e gozou primeiro. O orgasmo sacudiu ela com força; as paredes internas apertaram a rola em espasmos rítmicos enquanto ela gemia sem se segurar.
Não parou. Continuou se movendo, mais devagar, porém mais fundo, girando o quadril em círculos para senti-lo de todos os ângulos. Carlos não aguentou muito mais. Gozou dentro da camisinha com um grunhido, o quadril se erguendo do chão. Sofia ficou por cima por um tempo, respirando ofegante, ainda sentindo as últimas pulsações dentro dela.
No dia seguinte, com a primeira luz se filtrando pelas frestas da janela, Sofia se vestiu em silêncio. Depois se aproximou de Carlos, que terminava de ajustar o cinto.
—Obrigada, garoto. Quando a gente tá assim… é consciente, mas só é uma passageira no corpo. Parece que o corpo se move sozinho e a gente observa de fora.
Carlos deu um meio sorriso, ainda meio atordoado.
—Fica tranquila, Sofia. O sortudo sou eu, hehe. Você é toda gostosa. Nem em sonho eu imaginaria estar com uma mulher tão linda.
Ela soltou uma risada curta, cansada, e jogou outra camisinha pra ele, que pegou no ar.
—Valeu, rapaz. Tô te devendo essa.
—Quê? Quer mais?
—Não. —Ela balançou a cabeça—. Sempre leva uma ou mais contigo. Pode precisar… e não só comigo.
Algo o acordou. Uma mão quente e firme masturbava ele num ritmo constante. Não era o toque suave das outras noites. Era mais urgente, mais faminto. Carlos abriu os olhos na escuridão. Camila estava sentada ao lado dele, a respiração ofegante, os dedos subindo e descendo pelo pau dele já durinho.
Ela não disse nada. Só desceu até a virilha dele e engoliu o pau de uma vez. Chupava como se estivesse possessa: lábios apertados, língua girando em volta da cabeça, descendo o máximo que conseguia até quase se engasgar. Às vezes os dentes roçavam a pele num mordiscão leve que arrancava um gemido do Carlos. A saliva escorria pela base e molhava as bolas dele. Ela gemia em volta do pau, o som vibrando contra ele.
De repente, ela se mexeu. Subiu por cima na posição 69, a bunda grande e a buceta molhada a centímetros do rosto do Carlos. Sem esperar, voltou a engolir ele enquanto descia o quadril. Carlos não hesitou. Separou os lábios dela com os dedos e afundou a língua dentro dela. Estava encharcada, quente, o sabor intenso e levemente salgado. Lambeu de baixo pra cima, chupou o clitóris com força e enfiou dois dedos pra dentro enquanto ela fodia a boca dele com o pau.
Camila se movia como se não conseguisse parar. Empurrava o quadril contra a língua do filho enquanto abaixava a cabeça uma vez e outra, chupando mais fundo, babando, soltando gemidos abafados que se perdiam na carne dele. Carlos agarrou a bunda dela com as duas mãos, apertou ela contra o rosto dele e comeu com vontade, sugando, lambendo, enfiando a língua o mais fundo possível. O som molhado dos dois se chupando enchia o quarto.
Ela gozou primeiro. O corpo dela tensionou, as pernas tremeram e ela se acabou na boca do Carlos com um gemido longo e trêmulo, a buceta se contraindo em volta da língua dele. O tremor fez ela chupar mais forte, mais desesperada. Carlos não aguentou. Gozou segundos depois, jorrando na garganta da mãe. Ela engoliu tudo o que conseguiu, a garganta trabalhando em volta dele, e continuou lambendo a ponta até ele parar de pulsar.
Eles se separaram ofegando. Camila se deixou cair ao lado dele, ainda com a respiração curta. Passou um tempo antes de ela falar, a voz baixa e envergonhada:
—Me desculpa, filho… não sei o que deu em mim. Senti um calor por dentro e não consegui me segurar.
Carlos puxou ela para o peito dele e beijou o cabelo dela.
—Não se preocupa. Tá tudo bem. Eu te amo.
Ela se aninhou mais perto. Lá fora, o condomínio dormia em silêncio. Dentro do quarto, o cheiro de sexo e o calor dos corpos deles ainda se misturavam na escuridão.
Dois dias depois, Carlos e Sofía saíram juntos. O destino era um povoado pequeno a alguns quilômetros.A clínica local foi a primeira coisa que reviraram. Prateleiras derrubadas, frascos quebrados, o cheiro de desinfetante velho e poeira. Procuraram com cuidado entre os restos do consultório de obstetrícia.
Nada. Nem uma única ampola de ocitocina.
Sofía passou a mão no rosto, frustrada.
—É inútil. Precisamos de um hospital maior. É lá que guardam, na área de obstetrícia. Normalmente usam pra acelerar o parto.
Carlos a observou de canto de olho enquanto enfiava na mochila um par de ataduras e uns frascos de analgésicos que ainda serviam.—Uau... como é que você sabe disso?
—Bom, eu tive duas filhas — respondeu ela, sem dar mais explicação.
Carlos ficou em silêncio. Continuaram vasculhando o resto da vila: uma farmácia saqueada, um supermercado quase vazio, algumas casas. Juntaram o que puderam: comida enlatada, água, um par de caixas de camisinha que a Sofía guardou como se fosse ouro e algumas pilhas. Quando voltaram pro carro, o motor não respondeu. Giraram a chave uma vez e outra. Só um clique seco.
O barulho começou a atraí-los. Primeiro um. Depois três. Depois mais. As figuras desajeitadas apareceram no fim da rua, farejando o ar. Carlos e Sofia não esperaram. Carregaram o essencial e correram para o prédio mais próximo, um antigo shopping de dois andares. Bloquearam as portas de entrada com prateleiras e móveis pesados. A noite caiu rápido.
Se instalaram num escritório do segundo andar. Só tinham a luz de uma vela que encontraram numa gaveta. O cansaço pesava nos ossos. Carlos se acomodou contra a parede. Sofia sentou-se na frente dele, com os joelhos encolhidos.De repente, ela se remexeu, inquieta.
— Você tá bem, Sofia?
Ela levantou o olhar. Nos olhos havia algo diferente: um brilho febril, quase desesperado.
— Cara... eu não pensei que isso ia acontecer. Não sei como explicar, mas... você vai ter que me ajudar. — Ela jogou uma camisinha que caiu no peito de Carlos —. Talvez eu não consiga me segurar.
A noite avançou. Carlos mal estava pegando no sono quando sentiu o peso de Sofia sobre ele. Ela já estava puxando a calça dele pra baixo com mãos atrapalhadas e urgentes. A pica dele saltou livre, já meio dura pelo roçar. —Sofia, espera…
Ela não respondeu. Se abaixou na hora e pegou na boca. Chupou com fome, sem delicadeza: língua esticada, lábios apertados, descendo até quase se engasgar. A saliva escorria pela base.
Carlos tateou procurando a camisinha entre as roupas. Conseguiu abrir com os dentes e mal teve tempo de enrolar antes que ela se levantasse. Sofia montou de uma vez.
O rabão dela ficou apoiado nas coxas do Carlos enquanto guiava a rola pra dentro da buceta já encharcada. Desceu de uma vez, engolindo até o talo com um gemido longo e gutural. Começou a cavalgar com força, quicando, os peitinhos balançando por baixo da camiseta levantada. As mãos do Carlos cravaram naquelas cadeiras largas, sentindo a carne se mexer sob os dedos. Ela se inclinou pra frente, apoiando as palmas no peito dele, e acelerou o ritmo: subia quase até a ponta e descia com violência, a buceta apertando, escorrendo ao redor do látex.O som era obsceno: pele contra pele, o chapinhar molhado, os gemidos da Sofia cada vez mais altos. Carlos agarrou a bunda dela com as duas mãos e meteu de baixo pra cima, encontrando o ritmo. Ela jogou a cabeça pra trás, o cabelo grisalho caindo sobre os ombros, e gozou primeiro. O orgasmo sacudiu ela com força; as paredes internas apertaram a rola em espasmos rítmicos enquanto ela gemia sem se segurar.
Não parou. Continuou se movendo, mais devagar, porém mais fundo, girando o quadril em círculos para senti-lo de todos os ângulos. Carlos não aguentou muito mais. Gozou dentro da camisinha com um grunhido, o quadril se erguendo do chão. Sofia ficou por cima por um tempo, respirando ofegante, ainda sentindo as últimas pulsações dentro dela.No dia seguinte, com a primeira luz se filtrando pelas frestas da janela, Sofia se vestiu em silêncio. Depois se aproximou de Carlos, que terminava de ajustar o cinto.
—Obrigada, garoto. Quando a gente tá assim… é consciente, mas só é uma passageira no corpo. Parece que o corpo se move sozinho e a gente observa de fora.
Carlos deu um meio sorriso, ainda meio atordoado.
—Fica tranquila, Sofia. O sortudo sou eu, hehe. Você é toda gostosa. Nem em sonho eu imaginaria estar com uma mulher tão linda.
Ela soltou uma risada curta, cansada, e jogou outra camisinha pra ele, que pegou no ar.
—Valeu, rapaz. Tô te devendo essa.
—Quê? Quer mais?
—Não. —Ela balançou a cabeça—. Sempre leva uma ou mais contigo. Pode precisar… e não só comigo.
1 comentários - A Cura Proibida Cap 5. - Buscas
Mucha creatividad! Van 10