Na sexta à noite, depois que a Laura soltou a proposta de convidar o colega dela pra jantar como se fosse o gesto mais inocente do mundo, eu me tranquei na sala no escuro. A cabeça tava a mil. Longe de me assustar, a ideia de ter o amante da minha mulher na minha própria mesa acendeu um tesão macabro em mim. Com a luz do celular iluminando meu rosto na penumbra, escrevi pra Paola. Precisava alinhar a estratégia e ver até onde a gente podia levar isso. "Pao, você não sabe o que acabou de acontecer" — falei por mensagem, com os dedos tremendo de excitação. "A Laura acabou de me pedir pra convidar o Camilo pra jantar aqui em casa. Amanhã mesmo." Ela não demorou nem um minuto pra responder. Ela não só confirmava o que eu suspeitava, mas soltou a bomba que tava guardando pra mim. Me reencaminhou o print da conversa que tinha tido com a Laura na quinta: "Quero ver o Camilo e o Daniel juntos na mesma mesa. Ter meu amante e meu namorado conversando na minha frente tá me fazendo gozar". Senti um frio na barriga; uma mistura de choque psicológico e uma ereção violenta que me fez apertar os dentes. Falei "Ah, é? Você já sabia disso e por que não tinha me contado nada?" pelo chat, com um tom brincalhão mas cheio de tesão. Paola: "Porque tava guardando essa surpresinha pra você, meu Dani. Você não faz ideia do monstro que a gente criou com a Laurita... mas já que ela quer o jogo, dá o jogo completo pra ela. Aproveita o show, coração." Foi aí que a chispa definitiva acendeu. Se ela queria ver os dois mundos dela colidindo, eu ia mover as peças pra que aquela janta terminasse no meu próprio quarto de hóspedes. Daniel: "Pao, se eles forem beber uns drinks, vou embebedar esse cara pra ele não conseguir ir embora. Quero ver se a Laura é capaz de comer o amante dela nessa casa comigo no quarto do lado." Paola: "Você é mais perigoso do que eu, meu Dani! Pode ir. Mas então troca a câmera espiã que você comprou da outra vez. Tira do quarto principal e Coloca ela no quarto de hóspedes. É lá que ele vai deitar. No sábado de manhã, aproveitando que a Laura saiu pra fazer umas compras, movi a câmera espiã pro quarto de hóspedes. Posicionei ela estrategicamente pra me dar um ângulo perfeito e direto pra cama, testando o sinal na tela do meu celular com uma excitação doentia, a outra eu deixei parada na sala. O Camilo chegou às cinco da tarde. O ar na sala estava sufocante. Tive que me forçar a manter a voz firme enquanto apertava a mão dele. Daniel: "E aí, Camilo, prazer", enquanto minha mente gritava que aquele homem era o intruso que vinha profanar minha vida. Sentamos pra ver o jogo de futebol, tomamos cerveja e conversamos sobre assuntos banais. A Laura circulava entre nós como um fantasma de desejo; servia as bebidas com uma atenção exagerada, roçando a mão do Camilo "sem querer" ou deixando o olhar demorar um segundo a mais na virilha dele enquanto falava com a gente. O tesão de vê-la agir com tanta naturalidade enquanto eu sabia do segredo dela era uma tortura deliciosa. O jogo se arrastou até os pênaltis e terminou depois das dez e meia da noite. Quando o Camilo levantou e disse: "Bom, valeu por tudo, já vou indo", eu executei minha jogada final. Daniel: "Mano, como é que vai embora com essa bebida no corpo a essa hora? É perigoso. Fica no quarto de hóspedes, amanhã você sai tranquilo" — com uma naturalidade que me dava nojo. A Laura ficou paralisada. Os olhos dela se arregalaram e por um segundo eu vi o terror de ser descoberta na própria armadilha dela. Mas aquele terror se transformou rapidinho numa fascinação obscena. Laura: "É... ele tem razão, Camilo. Fica, por favor" — disse a Laura apoiando a sugestão com uma voz que tentava soar razoável, mas que vibrava de excitação. Me retirei pro quarto principal. Deitei e apaguei a tela do celular, fingindo um sono profundo. Passaram uns 20 minutos. Ouvi os passos cautelosos da Laura. entrando no meu quarto; senti a presença dele vigiando minha respiração na escuridão. Quando tive certeza de que ele tinha ido embora, liguei a transmissão da sala. O que vi me tirou o fôlego. Laura e Camilo não foram pro quarto na hora. Pararam no sofá. Se beijaram com uma desesperação que não dava trégua. Camilo pegou ela pela cintura e sentou ela no colo dele.
Camilo: E se o teu namorado acordar? — sussurrando, com um medo real na voz.
Laura: Dani dorme como uma pedra quando bebe — disse com uma risadinha safada enquanto acariciava a entreperna dele com impaciência —. A noite é toda nossa, temos que aproveitar.
Caminho: Pronto, você é quem manda. Laura se recostou no sofá, tirou a roupa freneticamente.
. Camilo a penetrou ali mesmo, no meio da sala. O som da carne batendo contra o couro do sofá era rítmico e cru: Plap, plap, plap!. Laura gemia abafada pela excitação: "Mmmph!... Isso!... Porra!... Ahhh!". Meu Deus, que gostoso que essa rola do Camilo é, mas a impaciência dominava ela. Laura: Não aguento mais... vamos pro quarto já, ofegante, com os olhos acesos. Vi como ela dominava ele, agarrando a pica dele e levando pro quarto.
Me levantei da cama e caminhei pelo corredor na penumbra, com o celular na mão como minha única janela para o inferno. Parei diante da porta entreaberta do quarto de hóspedes. A primeira visão foi devastadora. Estavam na cama no missionário invertido. Camilo estava deitado de costas, relaxado, enquanto Laura estava por cima dele, de costas para ele, cavalgando com uma fúria desesperada. A bunda dela quicava contra o corpo dele com um estalo molhado: Plap, plap, plap!
—Ahhh!... *Slurp*!... Isso!... Me dá mais! —disse Laura gemendo com um risco suicida. Senti um choque brutal no peito; uma raiva sufocante pela traição misturada com uma excitação tão violenta que sentia que a rola ia estourar. Minha Laura, eu não parava de ver aquela figura perfeita, aquele rabo perfeito, e aquela buceta engolindo aquele pau. Voltei pro corredor, tentando respirar, ouvindo os gemidos abafados dela. Fechei os olhos e comecei a me masturbar. Ela tá curtindo, quando o barulho parou... a curiosidade me arrastou de novo. Espiei por um ângulo diferente e vi os dois de quatro na beira da cama.
Laura estava entregue, ele puxava o cabelo dela. Laura estava curvada, com a cabeça baixa e os gemidos saindo do fundo da garganta. —Isso, assim, me dá com força que a gente tem a noite toda!... Porra!... Ahhh! —disse Laura com a voz trêmula de prazer. A bunda dela batia contra o Camilo com uma fúria mecânica: Plap, plap, plap!.
Meu Deus, que gostosa, eu dizia pra mim mesmo enquanto via minha futura esposa se divertindo, na própria casa dela, que gostosa, mas fui embora porque não queria que percebessem, fiquei no fim do corredor e coloquei meu celular e na tela eu via o quanto gostosa minha Laura estava passando PLAS, PLAS, PLAS, PLAS, PLAS, PLAS
Mas o tesão me venceu, foi o ponto de sem volta. Me aproximei da porta, colado na parede. A Laura estava de bruços, esmagada contra o colchão, com a bunda apontando direto pra porta, num close obsceno e perfeito.
Ver o movimento frenético da sua carne, ver o corpo dela se render pra aquele homem na minha própria casa, quebrou minhas defesas. Sem conseguir evitar, meti a mão no meu pijama e comecei a me masturbar igual um animal na penumbra do corredor, com a respiração cortada e os olhos cravados naquele show de degradação ao vivo. O orgasmo me atingiu como um raio. Gozei com uma força violenta na escuridão do corredor, sentindo minha alma se soltar do corpo. Rapidinho me limpei e voltei pro meu quarto, ofegante. Antes que a Laura pudesse voltar, mandei uma mensagem rápida pra Paola. Daniel: Pao, é uma loucura. Ele tá fazendo ali mesmo, do meu lado. É demais — por mensagem. Na tela do celular, vi a Laura se ajeitando na roupa e saindo do quarto. Na hora guardei o telefone e me deitei na cama, fechando os olhos e fingindo um sono profundo. Ouvi a porta abrir. A cama afundou quando a Laura deslizou quietinha debaixo das cobertas. Senti o calor dela e a respiração acelerada perto da minha nuca. Na escuridão total, abracei ela por trás. Quando aproximei o rosto do pescoço dela, o cheiro me bateu: um aroma denso de suor, de sexo alheio e da essência do Camilo impregnada na pele dela. Sorri na escuridão, com os olhos bem abertos. O plano tinha sido um sucesso absoluto; minha mulher era uma puta, e eu era o dono dela nas sombras.
Camilo: E se o teu namorado acordar? — sussurrando, com um medo real na voz. Laura: Dani dorme como uma pedra quando bebe — disse com uma risadinha safada enquanto acariciava a entreperna dele com impaciência —. A noite é toda nossa, temos que aproveitar.
Caminho: Pronto, você é quem manda. Laura se recostou no sofá, tirou a roupa freneticamente.
. Camilo a penetrou ali mesmo, no meio da sala. O som da carne batendo contra o couro do sofá era rítmico e cru: Plap, plap, plap!. Laura gemia abafada pela excitação: "Mmmph!... Isso!... Porra!... Ahhh!". Meu Deus, que gostoso que essa rola do Camilo é, mas a impaciência dominava ela. Laura: Não aguento mais... vamos pro quarto já, ofegante, com os olhos acesos. Vi como ela dominava ele, agarrando a pica dele e levando pro quarto.
Me levantei da cama e caminhei pelo corredor na penumbra, com o celular na mão como minha única janela para o inferno. Parei diante da porta entreaberta do quarto de hóspedes. A primeira visão foi devastadora. Estavam na cama no missionário invertido. Camilo estava deitado de costas, relaxado, enquanto Laura estava por cima dele, de costas para ele, cavalgando com uma fúria desesperada. A bunda dela quicava contra o corpo dele com um estalo molhado: Plap, plap, plap!
—Ahhh!... *Slurp*!... Isso!... Me dá mais! —disse Laura gemendo com um risco suicida. Senti um choque brutal no peito; uma raiva sufocante pela traição misturada com uma excitação tão violenta que sentia que a rola ia estourar. Minha Laura, eu não parava de ver aquela figura perfeita, aquele rabo perfeito, e aquela buceta engolindo aquele pau. Voltei pro corredor, tentando respirar, ouvindo os gemidos abafados dela. Fechei os olhos e comecei a me masturbar. Ela tá curtindo, quando o barulho parou... a curiosidade me arrastou de novo. Espiei por um ângulo diferente e vi os dois de quatro na beira da cama.
Laura estava entregue, ele puxava o cabelo dela. Laura estava curvada, com a cabeça baixa e os gemidos saindo do fundo da garganta. —Isso, assim, me dá com força que a gente tem a noite toda!... Porra!... Ahhh! —disse Laura com a voz trêmula de prazer. A bunda dela batia contra o Camilo com uma fúria mecânica: Plap, plap, plap!.
Meu Deus, que gostosa, eu dizia pra mim mesmo enquanto via minha futura esposa se divertindo, na própria casa dela, que gostosa, mas fui embora porque não queria que percebessem, fiquei no fim do corredor e coloquei meu celular e na tela eu via o quanto gostosa minha Laura estava passando PLAS, PLAS, PLAS, PLAS, PLAS, PLAS
Mas o tesão me venceu, foi o ponto de sem volta. Me aproximei da porta, colado na parede. A Laura estava de bruços, esmagada contra o colchão, com a bunda apontando direto pra porta, num close obsceno e perfeito.
Ver o movimento frenético da sua carne, ver o corpo dela se render pra aquele homem na minha própria casa, quebrou minhas defesas. Sem conseguir evitar, meti a mão no meu pijama e comecei a me masturbar igual um animal na penumbra do corredor, com a respiração cortada e os olhos cravados naquele show de degradação ao vivo. O orgasmo me atingiu como um raio. Gozei com uma força violenta na escuridão do corredor, sentindo minha alma se soltar do corpo. Rapidinho me limpei e voltei pro meu quarto, ofegante. Antes que a Laura pudesse voltar, mandei uma mensagem rápida pra Paola. Daniel: Pao, é uma loucura. Ele tá fazendo ali mesmo, do meu lado. É demais — por mensagem. Na tela do celular, vi a Laura se ajeitando na roupa e saindo do quarto. Na hora guardei o telefone e me deitei na cama, fechando os olhos e fingindo um sono profundo. Ouvi a porta abrir. A cama afundou quando a Laura deslizou quietinha debaixo das cobertas. Senti o calor dela e a respiração acelerada perto da minha nuca. Na escuridão total, abracei ela por trás. Quando aproximei o rosto do pescoço dela, o cheiro me bateu: um aroma denso de suor, de sexo alheio e da essência do Camilo impregnada na pele dela. Sorri na escuridão, com os olhos bem abertos. O plano tinha sido um sucesso absoluto; minha mulher era uma puta, e eu era o dono dela nas sombras.
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