Minha mãe é minha amante parte 2

Minha mãe é minha amante parte 2Já faz exatamente seis meses desde aquela noite inesquecível na cabana, e nossa relação evoluiu para um nível que nem nas minhas fantasias mais proibidas eu imaginava. Não só transamos com paixão… nos amamos como casal, com uma intensidade viciante, possessiva e profundamente sexual. Dentro de casa somos amantes sem limites. Fora, continuamos sendo o que a sociedade dita, embora esteja cada vez mais difícil manter a farsa.

Os Primeiros Dias Depois do Aniversário

Ao voltar da cabana, tudo mudou na hora. Na primeira noite em casa, mal fechamos a porta da garagem, o Matías me empurrou contra o carro e me comeu ali mesmo, ainda com a roupa da viagem. Ele levantou minha perna, puxou minha calcinha pra baixo e me penetrou fundo, dizendo:

— Agora essa buceta é minha. Vou aproveitar todo dia.

Eu gozei tão forte que quase caí. Naquela mesma noite inauguramos "nossa cama": a minha, que desde então é dos dois. Dormimos pelados, pele contra pele. Acordei várias vezes de madrugada pra comer ele devagar e fundo, deixando ele me encher de porra antes de voltar a dormir.

Durante o primeiro mês ficamos insaciáveis. Transávamos entre 3 e 5 vezes por dia. De manhã eu me ajoelhava no chuveiro e fazia um boquete profundo até ele gozar na minha garganta. Ao meio-dia, se eu tava trabalhando de casa, ele me comia em cima da escrivaninha. À tarde, quando ele chegava, me encontrava esperando só de salto alto e avental, pronta pra ele me usar na cozinha.

Um dos momentos mais importantes foi a primeira vez que ele me penetrou no cu. Foi na terceira semana. Eu tinha me preparado com plugs durante dias. Naquela noite ele me colocou de quatro, lubrificou bem a pica dele e entrou devagar. A dor inicial deu lugar a um prazer brutal. Quando ele tava completamente dentro, sussurrou:

— Você gosta que eu abra seu cu?

Eu só consegui gemer:

— Sim! Come meu cu, meu amor! Eu sou sua putinha!

Ele gozou dentro de mim pela primeira vez analmente. e me deixou com o semen escorrendo enquanto me comia a buceta até eu gozar gritando.
Também começamos a nos gravar. Ele tem uma pasta secreta no celular cheia de vídeos meus: chupando ele, montando nele, sendo fodida em todas as posições, com a cara cheia de porra ou com o plug anal no lugar. Ver esses vídeos juntos virou nosso novo ritual antes de foder.
No segundo mês, introduzimos mais dominação. Ele me comprou um colar discreto de "pet" que eu uso só em casa. Quando chegamos, a primeira coisa que faço é colocar e me ajoelhar aos pés dele. Ele decide como vai me usar toda noite.
Um dos momentos mais intensos foi quando ele me fez de escrava dele durante um fim de semana inteiro. Fiquei nua o tempo todo, com o plug no lugar, servindo comida pra ele, limpando a casa e deixando ele me foder quando queria. No domingo, ele me amarrou na cama, vendou meus olhos e me comeu por horas, alternando buceta, boca e cu, gozando onde queria. Naquele fim de semana, me declarei pela primeira vez:
— Te amo como homem. Sou sua completamente.
Ele me respondeu me beijando com carinho e me penetrando devagar e fundo, olhando nos meus olhos enquanto me enchia de novo.mae e filhoNo quarto mês, o risco de manter as aparências em público ficou cada vez mais difícil e excitante.
Num almoço de família, o Matías enfiou dois dedos na minha buceta por baixo da mesa enquanto conversava com a tia dele. Tive que fingir que tossia pra disfarçar um orgasmo.
No cinema, ele me fez tirar a calcinha e me masturbou o filme inteiro. Saí com as coxas molhadas.
A vez mais perigosa foi num jantar com minhas amigas. Ele me seguiu até o banheiro, me encostou na parede e me comeu rápido e selvagem. Alguém bateu na porta enquanto eu ainda tinha o pau dele dentro. Saímos como se nada tivesse acontecido, mas eu fiquei com o esperma dele escorrendo pelas minhas pernas o resto da noite.
Em casa, nossa vida de casal é cada vez mais real. Ele me chama de "minha mulher" quando estamos sozinhos. Me presenteia com lingerie, brinquedos e roupas provocantes. Eu cozinho os pratos favoritos dele e depois ele me "paga" com sexo. Temos noites românticas com velas, massagens com óleo e depois sexo lento e profundo onde a gente fala "eu te amo" entre gemidos.
Agora, aos seis meses, nossa rotina é sólida e viciante:
Toda manhã: boquete ou uma rapidinha.
Tarde: sexo espontâneo onde der (cozinha, sala, varanda).
Noite: sessão longa, geralmente com brinquedos, gravações ou bondage leve.
Fim de semana: dias inteiros dedicados a foder, sair pouco e aproveitar nossa "lua de mel secreta".
Emocionalmente também crescemos. A gente conversa sobre tudo: sobre meus medos de sermos descobertos, sobre a vontade dele de me ter só pra ele, sobre como a gente fantasia com o futuro. Embora saibamos que é tabu, nenhum de nós dois quer parar. Eu me sinto mais viva, mais desejada e mais mulher do que nunca. Ele se sente poderoso, amado e sexualmente satisfeito.
A fachada continua de pé pro mundo, mas cada vez mais pendurada por um fio. Um dia, provavelmente, não vamos conseguir (nem querer) continuar escondendo.
Meu Deus! Não sei como explicar… mas desde que decidi que não queria mais esconder o nosso lance, tudo ficou muito mais intenso, mais vivo, mais… viciante. Cada encontro com o Matías agora tem uma carga emocional e erótica brutal. A gente não fode mais só por prazer… a gente faz com a consciência de que é algo proibido, com a adrenalina de alguém poder nos descobrir a qualquer momento. Aquela manhã no supermercado foi o estopim. Eu vesti aquela saia curta e justa que ele tanto ama sem nada por baixo, a blusa decotada que mal segurava meus peitos grandes e pesados. Eu sentia meus bicos durinhos roçando no tecido enquanto a gente caminhava. Num dos corredores mais afastados, peguei a mão do Matías e enfiei direto entre minhas coxas. Minha buceta já estava encharcada. — Sente como eu tô pra você… — sussurrei com a voz trêmula. Os dedos grossos dele separaram meus lábios e entraram fácil, se movendo dentro de mim enquanto uma senhora passava a só dois metros. Meu coração batia tão forte que achei que ia dar pra ouvir. Ele curvou os dedos tocando aquele ponto que me deixa louca e eu tive que morder meu lábio pra não gemer. Apertei a mão dele com minha buceta enquanto fingia olhar os produtos. Meus fluidos escorriam pelos dedos dele. Quando a senhora se afastou, olhei nos olhos dele com tesão e falei: — Quero que um dia alguém nos veja assim… quero que saibam o que você me faz. Outra vez, enquanto a gente jantava na casa da minha irmã, foi um dos momentos mais perigosos e excitantes. Eu tava com um vestido curto, sem calcinha, e sentei do lado do Matías. Enquanto todo mundo conversava, deslizei minha mão por baixo da toalha de mesa, abaixei o zíper dele e puxei pra fora aquele pau grosso e quente. Comecei a masturbar devagar, apertando da base, sentindo aquele pau pulsando na palma da minha mão. Num momento de pura loucura, quando o marido da minha irmã se levantou da mesa e ela foi pra cozinha buscar a sobremesa, me abaixei fingindo que tinha deixado o guardanapo cair. Debaixo da mesa abri a boca e enfiei inteiro. Chupei com fome, descendo até a garganta, babando, fazendo barulhinhos suaves enquanto minha irmã falava comigo a só um metro. Senti as mãos dele no meu cabelo, me empurrando mais fundo. Quando ele gozou, engoli tudo que consegui, mas um pouco escapou pelo canto dos lábios. Saí de baixo da mesa com as bochechas vermelhas, lábios inchados e uma gota de porra no queixo que disfarcei rapidinho. Minha irmã, ao se aproximar de novo da mesa, me perguntou se estava tudo bem. Eu sorri, ainda com o gosto dele na boca, e respondi:
—Nunca estive melhor, mana…
Por dentro eu tava em chamas. Naquela noite, ao chegar em casa, o Matías me comeu que nem um bicho contra a porta, levantando minha perna e me penetrando tão fundo que eu gritei o nome dele sem controle.
Uma das noites mais intensas foi na varanda. Deixei todas as luzes acesas de propósito. Ajoelhei na frente dele, completamente pelada, e dei um boquete lento e obsceno sob a luz. Lambia o pau inteiro dele, das bolas até a ponta, olhando nos olhos dele, babando sem vergonha. Depois fiquei de quatro contra o parapeito, com a bunda empinada pra casa do vizinho.
—Me come… Quero que nos vejam —implorei.
Ele me agarrou forte pela cintura e me penetrou de uma vez. As estocadas dele eram brutais. Meus peitões balançavam pendurados, meus gemidos ecoavam na noite. Senti uma luz acender na casa ao lado. Em vez de parar, comecei a gemer mais alto:
—Isso! Assim! Mais forte, meu amor! Destrói minha buceta!
Eu gozei com tanta força que minhas pernas tremeram. Ele me encheu por completo, gozando dentro enquanto apertava minhas nádegas. Ficamos ali, juntos, com o esperma escorrendo pelas minhas coxas, sabendo que provavelmente alguém tinha nos visto.
Cada noite é mais intensa. Agora peço pra ele me tratar com mais brutalidade. Amo quando ele bate na minha bunda até deixar vermelha enquanto me come por trás. Amo quando ele amarra minhas mãos e me usa como quer: boca, buceta e cu, gozando onde bem entender. Falo coisas que sei que deixam ele louco:
—Sou sua… sou sua rabuda. Me usa, me enche, me marca.mae e filho amantesE ele responde me pegando com mais força, mordendo meus peitos, puxando meu cabelo. Depois de gozarmos, nos abraçamos com ternura. Ele me beija a testa e me diz que me ama, que sou a mulher da vida dele. É uma mistura perfeita de amor proibido, luxúria selvagem e risco constante.
Já não quero mais nos esconder. Quero que o mundo saiba que me entrego completamente ao Matías, mas moralmente não dá. Eu adoro ser a amante dele, a putinha dele e a mulher dele. A adrenalina de ser descoberta me deixou obcecada e cada dia procuro formas mais ousadas de nos expor.
Depois daquele jantar em família, minha irmã Ana não demorou pra agir. Duas semanas depois, ela chegou na minha casa pra passar um tempo. A voz dela tentava soar casual, mas eu conhecia perfeitamente aquele tom: ela estava sondando.
— Edith… posso ser sincera com você? — ela disse finalmente —. No jantar, notei algo muito estranho entre você e o Matías. O jeito que vocês se olhavam… Pareciam mais um casal. Tem alguma coisa que você quer me contar?
Em vez de negar tudo, decidi alimentar o fogo. Contei algumas verdades pela metade, mas com detalhes suficientes pra deixá-la excitada. A Ana oscilava entre o julgamento e a fascinação. Num momento ela dizia que era errado, mas não parava de perguntar detalhes mais explícitos. Eu sentia que ela estava projetando as próprias fantasias reprimidas dela.
O que mais me impactou foi quando, dois dias depois, a gente se viu de novo. Dessa vez o Matías estava em casa. Percebi que a Ana não parava de olhar pra ele. Ela observava ele com uma intensidade nova. Num momento em que fui pra cozinha, deixei os dois sozinhos de propósito. Quando voltei, vi que o Matías estava ajeitando a pica disfarçadamente e a Ana estava com as bochechas vermelhas.
Naquela noite, depois que ela foi embora, o Matías confessou que tinha notado algo estranho na cunhada dele. Eu senti uma mistura explosiva de ciúmes e excitação brutal.
Uns dias depois, minha irmã pediu pra me ver a sós. Ela chegou nervosa, com as bochechas coradas e vestida mais provocante que o normal. Mal fechei a porta, ela… desabou no sofá e me olhou direto nos olhos:
—Edith… não paro de pensar no que você me contou. Em como o Matías te fode… em como ele te usa, te preenche, te faz dele. Tô ficando louca.
A Ana continuou, se abrindo por completo. Ela queria se juntar a nós. Queria que o Matías fodesse ela também. As palavras dela me atingiram com ciúme feroz, mas também com uma excitação muito forte.
—Você tem certeza do que tá me pedindo? —respondi com a voz rouca—. Você quer que o Matías te trate como a putinha dele, igual a mim?
A Ana assentiu e implorou. Deixei ela sofrer por mais alguns segundos, curtindo a humilhação dela e o meu poder.
—A gente vê —foi tudo o que eu disse antes de me despedir dela.
Naquela mesma noite, quando o Matías chegou em casa, esperei por ele pelada na cama. Contei tudo com riqueza de detalhes enquanto chupava a pica dele devagar.
—O que você acha, meu amor? —perguntei entre lambidas—. A Ana quer que você foda ela. Quer provar a sua pica deliciosa.
O Matías ficou duríssimo. A reação dele foi imediata:
—Porra… a ideia me excita. Mas só se você concordar. Você é a principal. Você é a minha mulher.
Ele me puxou pra cima dele e me fodeu com força enquanto a gente conversava. Entre gemidos, eu disse que tava considerando, mas sob as minhas condições. Ele gozou dentro de mim gritando meu nome.
No dia seguinte, conversei de novo com ele sobre o assunto e confirmei que tava de acordo (desde que eu mantivesse o controle total), mandei uma mensagem pra minha irmã:
Oi Ana, já conversei com ele e sim, aceito. Mas só sob as minhas regras. Lê com atenção porque não são negociáveis:
1. Ele e eu somos primeiro. Sempre. Você é uma convidada. Não tem voz nem voto na nossa relação. Se ele e eu quisermos foder sozinhos, você fica de fora. Sem reclamação.
2. Só quando eu decidir e quando eu estiver presente. Não vai ter nada escondido entre você e ele.
3. Eu defino os limites. Se eu quiser que você só assista, você só assiste. Se eu quiser que você participe, você participa do jeito que eu mandar.
4. Isso não muda nada entre ele e Ei. Vou continuar sendo a puta principal dele, a mulher e a amante. Você é secundária.
5. Se em algum momento eu sentir que você está passando da linha ou que isso afeta nosso relacionamento, acaba na hora e não tem volta.
Se você concorda com tudo isso, vem amanhã à noite às 8. Não se atrase. E se prepara… porque vamos começar com tudo."
Mandei a mensagem e fiquei olhando pra tela com o coração acelerado e a buceta encharcada. Minha irmã respondeu quase na hora:
"Concordo com tudo. Obrigada, mana. Estarei lá."
Agora só restava esperar por amanhã… e decidir até onde eu queria levar isso.
No dia seguinte à tarde, minha irmã me ligou de novo. A voz dela soava nervosa e excitada ao mesmo tempo.
Edith… preciso te pedir um favor. Quero ficar muito gostosa pra ele. Ele gosta de algo especial? Algum tipo de roupa, cor ou lingerie que o deixe louco? Quero me preparar bem, quero que ele me deseje desde o primeiro segundo.
Sorri com certa malícia. Ela estava me implorando dicas pra seduzir ele. Respondi com detalhes, curtindo a ansiedade dela:relatos de incesto entre mae eEla adora conjuntos de renda preta transparente, daqueles que mostra tudo mas sem exibir completamente. Gosta que a calcinha seja fio dental ou que ela nem use nada por baixo. Também fica muito excitada com vermelho escuro, ligas e meias. E acima de tudo... que você use salto alto. Ela gosta que uma mulher pareça elegante, mas vagabunda ao mesmo tempo. Ah, e se perfume no pescoço, entre os peitos e entre as pernas. Ela fica louca sentindo cheiro de mulher excitada.

Ana respirava ofegante ao telefone.

Obrigada, mana... vou comprar algo agora mesmo.

Então fui eu quem perguntou, com tom sério:

Ana, uma coisa... como você pretende sair de casa? É meio de semana, você vai chegar toda produzida, maquiada e perfumada. O que vai falar pro seu marido? Não acho que ele vai engolir que você vai jantar comigo como se nada fosse.

Ela ficou em silêncio por um segundo e depois respondeu com uma mistura de vergonha e tesão:

Falei que ia passar a noite com você porque você tá tendo problemas emocionais por causa do divórcio e precisa de companhia. Contei que ia dormir na sua casa. Já mandei mensagem pra ele dizendo que vou chegar tarde e que não espere acordado. Ele acha que a gente só vai conversar e tomar vinho. Não desconfia de nada.

Eu sorri. Era uma mentira convincente. Perfeito.

Naquela tarde, enquanto esperava o momento chegar, já tinha tudo planejado. Tinha preparado uma surpresa pra minha irmã... embora eu não aprovasse totalmente a ideia.

Decidi dar privacidade pra elas na primeira vez. Eu estaria em casa, mas não no mesmo quarto no começo. Queria que a Ana aproveitasse com mais liberdade no primeiro encontro, que fosse algo inesquecível pra ela. Depois, eu me juntaria.

Mandei uma mensagem pra Ana depois de encerrar a ligação:

"Tenho uma surpresa pra você: vou dar o quarto principal pra vocês ficarem sozinhas no começo. Quero que sua primeira vez com ele seja especial e privada. Eu vou estar em casa, mas não entro até vocês me chamarem. Aproveita... mas lembra das regras. Ele é meu primeiro e “sempre.”
Ana respondeu quase imediatamente com um simples:
“Obrigada, irmã. Te amo. Tô muito nervosa e muito molhada.”
Eu fiquei olhando pro celular, com uma mistura de ciúme, tesão e poder. Sabia que estava abrindo uma porta que não conseguiria fechar fácil… mas a adrenalina e o tesão eram mais fortes do que qualquer dúvida.mae e filho incestuosos

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