Sonho com a mãe do meu melhor amigo (me perdoa, mano)

Espero não me sentir sozinho nisso.

Há alguns anos, quando eu estava no ensino médio e era um moleque viciado em pornô (agora sou um jovem adulto viciado em pornô), tinha um melhor amigo com quem me dava super bem. Éramos tipo unha e carne. Nos entendíamos demais e éramos o porto seguro um do outro.
Com o tempo, ganhamos confiança pra visitar as casas um do outro e ser aceitos lá.

Na família dele, eram só a mãe, o pai, a irmã e ele. Acho que nunca cheguei a ver o pai, vivia na labuta ou sei lá...
A irmã era engraçada e mimada, o típico.
E a mãe dele... Eu NUNCA vi uma coroa tão gostosa quanto ela. Já tinha seus quarenta e tantos anos, se é que tinha acabado de sair dos trinta. Pele branquíssima e cabelo castanho, sem muitas rugas e uma energia radiante contagiante.
Uma dama de porte elegante. É por isso que seus generosos atributos se destacavam ainda mais... Geralmente usava vestidos meio soltos que chegavam até o joelho, mais ou menos. Mas isso não era o melhor de tudo; e sim suas lindas e suculentas tetas. Sempre visíveis graças aos vestidos bem decotados. A bunda bem formadinha e empinada, nem precisava marcar ou apertar na roupa, porque só com aquilo eu já queria apalpar e brincar com aquele rabo de coroa.

Você deve imaginar que muitas vezes meu pau ficou duro quando eu estava na casa dele. Tinha que ir direto no banheiro me ajeitar.
Se eu tivesse celular naquela época, te garanto que teria muitas fotos tiradas escondido dela.

Ela me tratava como mais um filho, com uma doçura que raramente recebi na minha adolescência. Na real, ela me tratava melhor do que meu amigo KKKK. Ela vivia brigando com ele e exigindo bom comportamento o tempo todo. Não duvido que ela amava ele, mas como eu era o convidado... ha.

Numa ocasião, eu tinha passado pra visitar meu amigo. Não tinha nada pra fazer e tava perto da casa dele.
Passei um bom tempo conversando na sala com a mãe e a irmã dele. Sem Porém, não era um momento adequado para mim, pois eles tinham coisas importantes para fazer naquele dia. Mesmo assim, me ofereci para acompanhá-los e ser seu humilde servo.
O assunto importante incluía viagens de um lado para o outro no carro da família. Foi então que, em determinado momento, a mãe do meu amigo precisava sair com o carro e perguntei se podia ir com ela. Ela ficou feliz e me deixou subir.

Foi a tarde mais feliz da minha vida. Sabe por quê?
Porque eu a tinha ao meu lado, eu estava no banco do carona. A gente ia conversando e rindo. Uma mãe de família e o melhor amigo do filho dela, vários anos mais novo...

As vistas que eu tinha eram puro cinema. Às vezes eu me virava para olhar ela, e discretamente admirava as tetas dela que balançavam e quicavam quando tinha lombadas na pista.
Minha imaginação voava naquele momento. Eu a imaginava se despindo ali mesmo para mim, flertando com um moleque punheteiro, os dois se provocando.
Chupar os bicos dos peitos dela como se fosse um bebê ou o filhinho adorado dela.
Também queria fazê-la pular e quicar no meu pau ali dentro do carro. Colocando o corpo alto e bem torneado dela sobre o meu corpinho magro de adolescente.

Só espero não ter sido tão óbvio com os olhares. Nem que ela tivesse notado o volume grande e apertado no meu jeans.

Eu teria aceitado morrer ali na hora se me garantissem que eu perderia a virgindade com ela.
Se ao menos Deus tivesse me dito que aquela senhora exemplar ao meu lado era na verdade uma ninfomaníaca viciada em colágeno... eu teria tirado o pau ereto para fora e o resto ficaria por conta dela...

É tão difícil assim encontrar uma mulher dessas?
Agora sou só mais um na multidão e minha idade não é atrativo, morbo ou fetiche para nenhuma gostosa.

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