A história de Carmen

Essa história me contou a Carmen, uma mulher madura de 53 anos que me contatou pelo X depois de ver meu conteúdo naquela plataforma, me mandou mensagem e a gente conversou. Embora não contenha incesto em si, achei bem morbida e a pedido dela decidi contar, espero que vocês gostem e ela vai adorar saber se curtiram. Sem mais delongas, vamos começar. Deixo claro que tentei manter o texto o mais original possível do que ela me mandou e se quiserem o contato dela, me escrevam. Me chamo Carmen, sou uma mulher madura de 53 anos, casada. Meu marido se chama Néstor, tem 58 anos, e temos uma filha de 33 anos, já casada e sem filhos.A história de CarmenVivemos na Cidade do México, numa colônia perto do metrô Tacubaya. Já moramos só eu e meu marido, porque minha filha já vive com o esposo dela. Meu marido foi taxista até 5 anos atrás, quando sofreu um acidente e perdemos o carro. A partir daí, ele se virou em várias coisas: trabalhou em lojas, como ajudante de mecânico, numa padaria, etc. Mas há dois anos ele trabalha onde eu trabalho. Deixa eu explicar: sou empregada doméstica — bom, agora é assim que nos chamam aqui no México. Trabalho numa casa numa zona residencial chamada Bosques de las Lomas, com uma família rica. Estou aqui há 19 anos, e meu marido, por minha recomendação, foi aceito como motorista do meu patrão.

O casal para quem trabalho — vou omitir os nomes deles e o que fazem — tem um filho único, o Jr, porque tem o nome do pai. É um jovem bonito, de 18 anos. Cheguei para trabalhar com eles exatamente quando a mãe dele estava grávida, e o vi crescer e, por que não dizer, o criei como se fosse meu filho, porque os pais viviam viajando e eu ficava com ele. Ele tem um carinho enorme por mim, e eu tenho um carinho enorme por ele. E se vocês estão se perguntando: sim, ele é a outra parte desta história. Isso mesmo, do jeito que vocês estão lendo: eu, uma mulher madura, sendo a empregada deles, acabei dando prazer ao filho dos meus patrões, um garoto gostoso. E no final vocês também vão ver as coisas que aconteceram, mas vai ser uma surpresa no desfecho desta história.

Sou uma mulher baixinha, de 1,55 m de altura, pele clara, cabelo preto e comprido, que chega quase no meio das costas. Tenho bastante peito e sou um pouco gordinha, com um rabo grande, uma bunda bem empinada e com nalgas enormes. Bom, ou pelo menos é o que me dizem que é meu melhor atributo.

Isso começou um pouco antes de meu marido vir trabalhar aqui. Uns dois anos antes, a atitude do Jr comigo começou a mudar. Eu percebi que o jeito dele comigo era diferente quando estávamos sozinhos. Por exemplo, se os pais dele viajavam — e geralmente quando isso acontecia e os avós não vinham ficar com ele —, eu ficava para dormir na A casa pra companhia, eu tenho um quarto de serviço onde eu podia ficar pra dormir, e quando isso acontecia, ele passava o tempo todo enfiado lá. Várias vezes ele me pediu pra dormir lá também, em outra cama de solteiro que tem, mas eu recusava porque não queria problema com os pais dele, mandava ele dormir no quarto dele na casa. Também notava que se a gente tava sozinho, ele era carinhoso comigo, não que antes não fosse, mas agora era ainda mais, me abraçava ou brincava comigo, me tocava aos poucos nas costas, nas costelas, me segurava pelos ombros, e o que ele mais fazia era me abraçar por trás e se colar em mim num movimento rápido mas habilidoso. Assim o tempo foi passando, ele ficou mais gostoso, cresceu, e como praticava muito esporte rápido, ficou bem musculoso, bom pra um garoto da idade dele, chegou a medir 1,75 com já 15 anos, e mesmo sendo como um filho pra mim, eu gostava de ver que ele tava muito gato, e ainda mais porque ele continuava do mesmo jeito comigo, quando a gente tava sozinho ele me abraçava, mais de uma vez chegou a me dar um beijo na bochecha, e eu gostava. Há dois anos, meu marido começou a trabalhar na casa como motorista, e pra isso minha patroa me pediu uma condição: que meu marido não entrasse na casa sem autorização deles, ele tinha que ficar na garagem ou no jardim, eram muito rígidos nesse sentido, eu era a única dentro da casa, aliás, meu marido recebia as refeições dele no quarto de serviço. Bom, com a chegada do meu marido, eu pensei que o Jr fosse se afastar, porque ele sabia que o novo motorista era meu marido, mas foi totalmente o contrário, estando sozinhos ou sem a presença dos pais dele, mesmo com meu marido lá fora, ele se comportava ainda mais atencioso, mais carinhoso, posso dizer até mais atrevido. Um dia, enquanto eu fazia a comida, ele chegou de um treino de futebol americano e me encontrou na cozinha, chegou e me cumprimentou. Jr: "Oi, Carmelita." Ele se aproximou e me deu um beijo na bochecha, mas bem na hora que eu virei pra cumprimentar ele, o beijo pegou nos meus lábios, foi um instante, um beijinho como se diz. nos separamos, eu fiquei gelada, pensei que ele fosse ficar bravo por causa do acidente, mas foi o contrário. Ele riu e eu vi ele lamber os lábios, e aquele fogo nos olhos dele me deu medo, devo dizer que apesar de ser um garoto novo, ele era muito maduro, tinha uma presença forte e o olhar dele me intimidou. Ele foi tomar banho e trocar de roupa, e quando voltou pra comer, se aproximou de mim e me agradeceu pela comida. Eu estava de pé na pia lavando a louça e ele ficou do meu lado, e eu achei que fosse me beijar na bochecha, mas com a mão ele me pegou pelo queixo, puxou meu rosto e me deu outro beijinho. Carmen: você não deve fazer isso. Jr: por quê? Você não gosta? Carmen: você não deve, e se seus pais entrarem e... Jr: você não gosta? Carmen: gosto, eu gosto, mas... Jr: então não é nada de mais, carmelita. E me deixou ali toda nervosa, pensando em como um garoto novo me deixava tão inquieta e perturbada. Naquela tarde, quando voltei pra casa, meu marido notou que eu estava distraída e pensativa, e minha desculpa foi que tinha quebrado algo no trabalho e estava preocupada de levar bronca. Pra vocês verem, naquela noite enquanto meu marido me fazia amor, minha mente pensava no Jr, naquele beijo que ele tinha me dado, e eu imaginava mil coisas que depois eu não soube mais como tirar da cabeça. Depois de vários dias com meus patrões em casa, nada aconteceu, mas justo estava chegando o aniversário de casamento dos meus patrões, 20 anos de casados, e iam comemorar numa viagem de 15 dias pra uma praia. Justo no almoço estavam conversando sobre os detalhes quando veio o assunto do que fariam com o filho. Não queriam deixá-lo sozinho, então havia duas opções: ou os avós vinham ficar com ele, ou eu ficava aqueles 15 dias na casa fazendo companhia pra ele. Eu não opinei nada ao ouvir isso, mas o Jr disse: não quero os avós aqui, eles são muito chatos, e prefiro que a carmelita fique comigo. Ele se virou pra mim. Jr: verdade que você pode ficar comigo esses dias, Carmen? Eu não soube o que dizer até meu chefe me falar que estaria bem, se eu ficasse, me pagariam mais por fazer isso e além disso não ficaria sozinha em casa, pois me disseram que pretendiam fazer a viagem de carro, então levariam meu marido para dirigir e cuidar da caminhonete em que iriam durante a viagem, que mais do que qualquer coisa era um tour por uma área de praias. Aceitei e mais tarde combinei com meu marido, ele também ficou tranquilo de eu ficar em casa com o JR e ele ir com os patrões. Mal eles foram, no instante em que a caminhonete deu a partida, o JR se transformou, agora já não era aquele garoto de 16 anos que eu conheci, agora era um terremoto, andava pela casa toda atrás de mim, brincava comigo, me fazia cócegas a toda hora, queria me dar um pouquinho e aconteceu algo que mudou tudo. Eu estava no quarto dos pais dele arrumando um pouco e ele entrou, eu estava estendendo a cama e de repente senti uma pancada forte na minha bunda. Ele acabava de me dar um tapa na bunda, o safado. Eu não soube como reagir, só fiquei ali de pé e ele com aquele mesmo olhar que já tinha tido antes me deu um beijinho e saiu do quarto. Naquela mesma noite, assim que entrei no meu quarto e depois de tomar um banho, bateram na minha porta. Era o JR com uma sacola de loja na mão. JR: oi, carmelita, ó, te comprei uma coisa, espero que você goste. Carmen: ai, obrigada, meu menino, não precisava ter se incomodado. Ele foi para o quarto dele e eu entrei para abrir o presente. Que surpresa que eu tive, eram dois conjuntos de roupa íntima, poderia dizer que de lingerie da Victoria Secret, eram dois sutiãs cada um com seu conjunto de fio dental, bem bonitos os dois, mas meio provocantes. Só os admirei, minha mente não sabia o que pensar, digo, se esse presente fosse do meu marido seria normal, mas está sendo do filho dos meus patrões, um adolescente que poderia muito bem ser meu filho, pensei. No final da sacola, no fundo, um bilhete: "espero que você se ache gostosa, carmelita, sabe, não consigo parar de pensar em você e se você quiser, poderia ser minha primeira mulher, sou virgem e ficaria encantado se você me... Você vai estrear usando um desses presentes" Minha mente me imaginou naquela situação, embora eu também nunca tivesse traído meu marido, e agora isso com um garoto novo seria extremo. Pensei por mais de meia hora e resolvi vestir um dos conjuntos pra ver como ficava em mim. Mesmo sem ter corpo de modelo, ficaram muito bons em mim. FOTO ANEXA. Pronto, pensei, no final ninguém vai ficar sabendo. Vesti um robe que tenho e saí do meu quarto em direção à casa. Abri a porta e subi pro quarto dele. Carmen: jr, jr!!! Jr abriu a porta e me viu ali de pé, me pegou pela mão e me puxou pro quarto dele, eu não resisti. Assim que entrei, tirei o robe e ele quase pulou em cima de mim, era um animal, me beijava e me apertava, me lambia e mordia os lábios, o rosto, o pescoço, apalpava minhas tetas e minha bunda e me dava palmadas que ecoavam pela casa toda. Carmen: calma, meu menino, calma!!! Jr: não, tô desesperado por você, carmelita, por estar dentro de você. Carmen: tá bom, tá bom, mas pra estar dentro de mim primeiro a gente tem que ver o que você vai meter. Ele se afastou de mim e baixou a pijama que tava vestindo e, bom, embora não fosse a de um ator pornô, tava bem armado, era uma rola normal de uns 15 cm, meio cabeçuda, era circuncidado e por ser liso, quase sem pelo, parecia maior. Carmen: e pensar que eu cheguei a te dar banho e trocar suas fraldas, e agora você quer meter essa coisa em mim. Jr: sim, sim, anda, fica de quatro que eu quero meter. Carmen: você tá muito acelerado, assim não vai aguentar muito. Vamos nos acalmar. Sentei ele na cama, fiquei de pé na frente dele. Carmen: alguém já te chupou? Jr: não, nunca, com meus amigos a gente conversa sobre como deve ser e... Ele nem terminou de falar, minha boca engoliu a rola dele a ponto de quase fazê-lo levantar da cama. Jr: ohhh carmelita ohhh que gostoso ohhh que delíciaaaa. Dei uma boa chupada, não que eu seja especialista, mas adoro engolir rola e meu marido diz que eu faço muito bem, então pelo visto tem razão pela qual eu estava fazendo isso há apenas alguns minutos quando senti as mãos dele apertando minha cabeça e sem mais ele me deixou gozar na minha boca sem tirar o pau nem pra eu respirar. Eu gemia e me contorcia e eu aguentando ali a porra dele. Deixei ele se descarregar e virei pra olhar na cara dele com meus olhos cheios de lágrimas porque eu tava me afogando e o pau dele ainda na minha boca pulsando, ainda esguichando leite. Engoli o que ele deixou na minha boca e tirei o pau dele. Ele se deixou cair na cama, a cara dele era de pura felicidade, não dizia nada, imagino que ele tava curtindo o que acabou de acontecer. Eu ali de pé vendo aquilo, me ajoelhei de novo tomando minha posição e sem avisar voltei ao ataque no pau dele. Não queria que o pau dele perdesse a força e não deixei a ereção cair. Carmen: agora sim você tá pronto pra entrar em mim. Me acomodei de barriga pra cima. Carmen: quero que você me olhe na primeira vez que penetrar uma buceta. Ele se acomodou na minha frente, o pau dele ainda tava com a maior ereção e foi se ajeitando entre minhas pernas, senti um arrepio quando ele deixou o corpo dele cair sobre o meu e o pau dele foi entrando na minha buceta até estar dentro de mim. Jr: ohhh carmelita tá muito quente. Carmen: ai meu menino, você acabou de deixar de ser virgem, ohhh você acabou de me comer. Ele começou um mete e tira devagar e foi aumentando a intensidade, brincava com minhas tetas e se deitou em cima de mim pra me beijar, a gente tava num missionário delicioso. A gente ficou transando por um bom tempo e eu falei no ouvido dele. Carmen: você me quer de putinha ou quer que eu monte em você? Jr: de putinha por favor. Ele saiu de cima de mim e me deixou me ajeitar de quatro. Carmen: tá aí, faz comigo o que quiser. Ele procurou minha entrada vaginal com a cabeça do pau dele e quando sentiu, enfiou até o fundo. Carmen: ai meu menino, você é bom nisso, não parece sua primeira vez, agora sim, me dá com toda força. Ele me comia com força total e me dava tapas na bunda enquanto metia e tirava o pau da minha buceta. Depois de uns minutos me comendo, ele me falou Jr: posso meter meu pau em teu rabo? Carmen: sim, sim, mete. Tava muito quente e quando virei pra ver o pau dele, bem na hora de tirar da minha buceta, vi um monstro babado, duro e brilhante, cheio dos meus sucos e dos dele. Me posicionei agora com o rabo empinado, pronta pra ele me penetrar, e foi assim, quase não resisti, ele foi enfiando aos poucos, mas eu fui mandando: primeiro um pouco de saliva, brinca com teus dedos no meu cu, agora que a cabeça já entrou, vai lubrificando teu pau e não para até meu rabo bater na tua bacia. Mal terminei de dar as ordens, senti o pau dele no meu cu, o pau inteiro era como uma rolha de madeira dura, e meu cu, ao tentar expulsar, parecia que puxava mais pra dentro, era incrível. Ele caiu em cima de mim e depois de mais umas estocadas, o inevitável: o leite dele começou a encher meu reto até ele gozar gostoso pra caralho no meu cu. Não falamos nada, ficamos ali abraçados até eu falar pra ele tirar porque tava pesando. Carmen: tenho que ir, meu bem. Jr: não tem ninguém em casa, dorme comigo hoje, sim? Carmen: é isso que você quer? Jr: sim, como quando eu era pequeno e você dormia comigo. Carmen: mas quando você era pequeno não queria me comer, ou queria? Jr: sempre quis te comer. Carmen: tá bom, vou ficar, vamos tomar um banho e depois deitar. Nem preciso dizer que ele me apalpou à vontade no banho, me fez chupar o pau dele de novo, saímos e mal deitamos na cama ele me comeu de novo. Dormimos um pouco e ele me acordou com o pau de novo dentro da minha buceta, aquela noite foi incrível. Quando amanheceu, me levantei pra fazer minhas coisas e mal subi o café da manhã, ele me puxou pra cama e me comeu de novo. Eu queria continuar sendo a gatinha da casa, mas ele já tinha me transformado na putinha dele. Era o segundo dia depois que os pais dele e meu marido foram embora, e ele já tinha me comido não sei quantas vezes. Aquela primeira semana foi de puro tesão, não parava de chupar o pau dele em qualquer lugar da casa, ele me comeu na sala, na cozinha, no jardim, na minha... quarto, nos corredores, na sala, bom, ele me comeu na cama dos pais dele. Nunca tinham me usado tanto na minha vida, nem quando eu era nova, e eu tava adorando. No domingo, pedi permissão pros meus patrões pra ir na minha casa ver como é que tavam as coisas e eles deixaram, e eu falei pra ele que ia pra minha casa e ele disse "te acompanho", bom, aceitei. Pra que negar o que aconteceu, ele me deu uma comilança na minha casa, na cama onde eu durmo com meu marido, me usou do jeito que quis, me fez chupar a pica dele, gozou na minha cara, depois me comeu pela buceta também e gozou dentro, e quando eu pensei que já bastava, ele rematou com uma comilança no meu cu, deixou minha casa cheia de cheiro de sexo, nunca tinha traído meu marido, mas num dia só meu jovem patrão tinha me transformado na putinha dele na minha própria casa. Bom, se você achou que a história terminava aí, vou rematar com o acontecimento que marcou algo que nem eu mesma imaginava. Na semana seguinte, a gente ainda tava sozinho os dois, comentei que ia sair pra comprar umas coisas e já voltava, demorei umas duas horas mais ou menos, quando voltei ele me chamou pro quarto dele, imaginei que ele queria me comer ou algo assim, então subi e ao abrir a porta, oh surpresa, ele tava acompanhado, era um amigo dele do colégio, sabia porque ele já tinha ido na casa antes. Jr: "lembra do Mateo?" Carmen: "sim, boa tarde, moço." Mateo: "oi, senhora." Jr: "Mateo veio se desvirginar com você!!!" Carmen: "como?" Jr: "assim como eu era, ele também é virgem, contei o que a gente fez e ele quer te comer." Carmen: "mas Jr, eu..." Mateo: "posso te pagar, senhora, trouxe dinheiro." Carmen: "me pagar? Mas não é por isso, é que eu não posso fazer isso e..." Jr se aproximou e me deu um beijo na boca, começou a me apalpar e eu não soube como reagir. Carmen: "espera Jr, espera... mmmm mas... mmmm vocês vão me comer os dois?" Mateo: "sim, senhora." Carmen: "mmmm mas juntos?" Jr: "já fez isso antes, Carmelita?" Carmen: "não, nunca." Jr: "então nos ensina e você também aprende." Pra que dizer que eu recusei se mal tinham começado apalpar, beijar, despir, eu tava a mil. De repente, dois garotões pelados me apalpando e metendo a mão sem freio. Mateo: ela tem uma bunda enorme. Jr: e chupa gostoso pra caralho, quer que eu não chupe? Mateo: sim, sim. Eles sentaram na cama e eu, já totalmente entregue, me ajoelhei pra chupar a pica dos dois ao mesmo tempo. Eu ia passando de um pro outro na boca e deixava eles encantados. Jr: eu te sugiro gozar na boca dela pra depois comer ela e aguentar mais, mas sem perder a ereção, foi ela que me ensinou na primeira vez e é incrível. Olha esse moleque, aprendeu a lição e agora passa o conhecimento. E foi assim que o amigo dele fez, gozou na minha boca e mal terminou, me deitaram na cama enquanto o JR me comia, ainda com a pica na boca, o amigo dele se esgoelou na minha buceta. Tinha que admitir que tava numa posição incrível, nunca tinha deixado me comer num menage e tava aprendendo com esses novinhos. Mateo: tá boa demais, gostosa, não aguento mais. Gozou dentro da minha buceta e depois o JR tomou o lugar dele, também gozando na minha buceta. Deitada ali na cama, recuperando o fôlego, com meus dois amantes de cada lado. Mateo: obrigado, senhora, é uma delícia comer você. Carmen: de nada, meu bem, agora me apressa que vou fazer a comida pra vocês. Mateo: sim, obrigado. Jr: a gente pode comer pelados assim com você na cozinha? Carmen: sim, desce assim daqui a meia hora. Jr: você também vai ficar pelada? Carmen: você quer que eu fique pelada, jovem? Jr: sim, pra te comer de novo. E assim passaram as duas semanas, meus patrões voltaram, a casa tava limpa e tudo no lugar, me pagaram a estadia na casa com o filho deles, meu marido voltou pra casa comigo sem desconfiar de nada e a vida seguiu normal... até um par de semanas depois. Meu marido foi com meu patrão numa viagem de negócios pra outra cidade, ia passar uma noite lá, e minha patroa ia pro clube o dia inteiro, então sem motorista ela só voltaria tarde da noite. Naquele dia, eu tava em casa fazendo minhas tarefas normais e o JR me chamou pro quarto dele, eu fui mais que pronta, sabia que ia me usar e outra surpresa estava acompanhado de outro amigo dele. Dessa vez nem perguntei, me comeram gostoso demais entre os dois. Já faz quase dois meses disso e se as contas não me falham, já comi 13 dos amigos dele ou melhor, já fiz 13 menage com eles porque alguns vieram mais de uma vez. A imaginação dele não tem limite porque o JR aproveita quando os pais dele saem, como dessa última vez que viajaram por uma semana e meu marido levou eles no aeroporto. Quando voltou, estacionou a caminhonete e me avisou que já estava na garagem e adivinhem, eu tava na cama do JR com um dos amigos dele transando. Meu marido nem desconfia, que dentro de casa tão me usando uns gostosos novinhos. O JR manda meu marido buscar os amigos dele sem saber que ele tá trazendo eles pra comer a mulher dele. Agora tão planejando uma festa entre todos onde eu vou ser o prato principal.

1 comentários - A história de Carmen

Ótimo. Minha mulher também já comeu uns novinhos. Já iniciou vários. A diferença é que eu sempre soube e autorizei. Ela já participou de festas com uma dúzia. Eu muito feliz.