O dia em que tudo aconteceu foi por "acidente", acontece que meu marido recebeu uma ligação urgente do trabalho e teve que ir resolver algo à noite (ele trabalha na área de informática e por isso certos dias tinha plantões de chamado).
O trabalho era fora da cidade, então eu não chegaria até de madrugada. Até aí, tudo normal, não era a primeira vez que eu pegava um desses turnos e eu já tava acostumada.
A diferença dessa vez é que o pai do meu marido estava de visita no fim de semana, então ele ia passar a noite no quarto de hóspedes. Tava tudo normal, meu marido comeu algo rápido e foi embora. Enquanto meus filhos, meu sogro e eu terminávamos de jantar, assim que a ceia acabou, todo mundo foi pros seus quartos dormir.
Por volta de 1h30 da manhã, fui ver se todas as crianças estavam dormindo. A casa estava totalmente no escuro, por isso, ao passar pelo quarto de hóspedes, notei a luz vindo da tela do notebook do meu sogro. Quando me aproximei, vi pela porta entreaberta o pai do meu marido se masturbando, com o notebook no colo, a pica entre as mãos e, com o brilho da tela, ele não percebeu que eu estava ali. Fiquei observando por vários minutos e não consegui evitar a minha excitação.
O pau dele era normal, uns 13cm e um diâmetro mais que suficiente, o que mais me excitava era a putaria que isso me causava.
Nunca tinha pensado em trair meu marido, mesmo quando ele muitas vezes me pedia pra fazer cuck (deixo claro que isso era pedido no calor do sexo e não a sério).
Quis me abster, mas o tesão falou mais alto, provavelmente nunca mais surgiria uma oportunidade assim e, pela minha excitação, levei a sério os pedidos do meu marido de me fazer de corno.
Entrei em silêncio e quando meu sogro notou que a porta abriu, fechou o notebook e tentou esconder a rola. Apontei com o dedo pra ele ficar quieto, ele ficou paralisado, dava pra ver que não esperava por isso. Me aproximei da cama dele e me ajoelhei ao lado, nunca olhei na cara dele, se tivesse olhado provavelmente não teria conseguido fazer o que fiz.
Tirei os lençóis com que ela tentava se cobrir e deixei à mostra o pênis ereto dele, sentir a carne dele nas minhas mãos me fez perder qualquer barreira que pudesse ter existido, engoli aquele pênis como nunca tinha feito antes, saboreei cada centímetro e minha língua se movia sozinha nos movimentos que antes eu me preocupava tanto em fazer para o meu marido. Sempre fui boa em chupar pau, pode-se dizer que é minha especialidade, por isso mesmo sei que a chupada que dei no meu sogro foi uma das minhas maiores obras, daquelas que meu marido implorava.
Eu sentia o pau dele pulsando na minha boca e dava pra perceber quando ele tava prestes a gozar, então tirei da boca e lambi os ovos dele e o tronco inteiro. Embora o pau do meu sogro e o do meu marido sejam parecidos, o cheiro do pau do meu sogro era sublime, carregado de pecado e luxúria.
Estava no meu trabalho, mas aparentemente meu sogro não se contentava só com isso, porque não demorou muito pra ele se levantar e me subir na cama, onde se posicionou por cima de mim.
Até aquele momento, eu só queria dar um boquete gostoso e ficar por isso mesmo. Mas lá estava eu, de pernas abertas, com meu sogro pronto pra me penetrar. Minha buceta estava completamente encharcada e não precisou de esforço nenhum pra ele enfiar o pau em mim. Aliás, minha buceta pareceu dar as boas-vindas, porque estava tão molhada que o pau dele só deslizava pra dentro. Já com alguns minutos de investidas, a impressão inicial de ter meu sogro me comendo virou pura excitação, uma excitação que só quem já provou do proibido sabe descrever.
A cada investida eu apertava minha buceta e isso deixava ele louco, soltei uma risadinha e meu sogro me perguntou do que eu tava rindo, só respondi que é de tal pra qual. Os dois ficam doidos com esse movimentozinho das minhas entranhas.
Minha buceta engolia o pau dele por completo e não demorou pra ele me encher de porra, parecia que tava há um tempão sem gozar, porque era uma quantidade enorme e bem grossa. Ainda lembro do cheiro da porra dele e como ela escorria entre minhas nádegas. Achei que com isso já tinha acabado tudo, mas meu sogro ainda tinha mais uma surpresa pra mim.
Depois de gozar dentro de mim, ele desce até minha buceta e com a língua começa a fazer uma espécie de sucção, toda a minha vulva estava coberta pela língua dele e com essa sucção ele tirava toda a porra que ele mesmo tinha acabado de deixar em mim, o porco é igual ao filho dele, adora engolir porra, mas a técnica do pai dele é ainda mais avançada.
quando engoli toda a porra, ela começou a estimular meu clitóris, do jeito que ela fez parecia que sempre soube como eu gosto que façam comigo, as lambidas dela vinham no momento certo e depois ela chupava meu clitóris com uma delicadeza de especialista, me fez gozar e minha buceta começou a se contrair forte.
O trabalho era fora da cidade, então eu não chegaria até de madrugada. Até aí, tudo normal, não era a primeira vez que eu pegava um desses turnos e eu já tava acostumada.
A diferença dessa vez é que o pai do meu marido estava de visita no fim de semana, então ele ia passar a noite no quarto de hóspedes. Tava tudo normal, meu marido comeu algo rápido e foi embora. Enquanto meus filhos, meu sogro e eu terminávamos de jantar, assim que a ceia acabou, todo mundo foi pros seus quartos dormir.
Por volta de 1h30 da manhã, fui ver se todas as crianças estavam dormindo. A casa estava totalmente no escuro, por isso, ao passar pelo quarto de hóspedes, notei a luz vindo da tela do notebook do meu sogro. Quando me aproximei, vi pela porta entreaberta o pai do meu marido se masturbando, com o notebook no colo, a pica entre as mãos e, com o brilho da tela, ele não percebeu que eu estava ali. Fiquei observando por vários minutos e não consegui evitar a minha excitação.
O pau dele era normal, uns 13cm e um diâmetro mais que suficiente, o que mais me excitava era a putaria que isso me causava.
Nunca tinha pensado em trair meu marido, mesmo quando ele muitas vezes me pedia pra fazer cuck (deixo claro que isso era pedido no calor do sexo e não a sério).
Quis me abster, mas o tesão falou mais alto, provavelmente nunca mais surgiria uma oportunidade assim e, pela minha excitação, levei a sério os pedidos do meu marido de me fazer de corno.
Entrei em silêncio e quando meu sogro notou que a porta abriu, fechou o notebook e tentou esconder a rola. Apontei com o dedo pra ele ficar quieto, ele ficou paralisado, dava pra ver que não esperava por isso. Me aproximei da cama dele e me ajoelhei ao lado, nunca olhei na cara dele, se tivesse olhado provavelmente não teria conseguido fazer o que fiz.
Tirei os lençóis com que ela tentava se cobrir e deixei à mostra o pênis ereto dele, sentir a carne dele nas minhas mãos me fez perder qualquer barreira que pudesse ter existido, engoli aquele pênis como nunca tinha feito antes, saboreei cada centímetro e minha língua se movia sozinha nos movimentos que antes eu me preocupava tanto em fazer para o meu marido. Sempre fui boa em chupar pau, pode-se dizer que é minha especialidade, por isso mesmo sei que a chupada que dei no meu sogro foi uma das minhas maiores obras, daquelas que meu marido implorava.
Eu sentia o pau dele pulsando na minha boca e dava pra perceber quando ele tava prestes a gozar, então tirei da boca e lambi os ovos dele e o tronco inteiro. Embora o pau do meu sogro e o do meu marido sejam parecidos, o cheiro do pau do meu sogro era sublime, carregado de pecado e luxúria.
Estava no meu trabalho, mas aparentemente meu sogro não se contentava só com isso, porque não demorou muito pra ele se levantar e me subir na cama, onde se posicionou por cima de mim.
Até aquele momento, eu só queria dar um boquete gostoso e ficar por isso mesmo. Mas lá estava eu, de pernas abertas, com meu sogro pronto pra me penetrar. Minha buceta estava completamente encharcada e não precisou de esforço nenhum pra ele enfiar o pau em mim. Aliás, minha buceta pareceu dar as boas-vindas, porque estava tão molhada que o pau dele só deslizava pra dentro. Já com alguns minutos de investidas, a impressão inicial de ter meu sogro me comendo virou pura excitação, uma excitação que só quem já provou do proibido sabe descrever.
A cada investida eu apertava minha buceta e isso deixava ele louco, soltei uma risadinha e meu sogro me perguntou do que eu tava rindo, só respondi que é de tal pra qual. Os dois ficam doidos com esse movimentozinho das minhas entranhas.
Minha buceta engolia o pau dele por completo e não demorou pra ele me encher de porra, parecia que tava há um tempão sem gozar, porque era uma quantidade enorme e bem grossa. Ainda lembro do cheiro da porra dele e como ela escorria entre minhas nádegas. Achei que com isso já tinha acabado tudo, mas meu sogro ainda tinha mais uma surpresa pra mim.
Depois de gozar dentro de mim, ele desce até minha buceta e com a língua começa a fazer uma espécie de sucção, toda a minha vulva estava coberta pela língua dele e com essa sucção ele tirava toda a porra que ele mesmo tinha acabado de deixar em mim, o porco é igual ao filho dele, adora engolir porra, mas a técnica do pai dele é ainda mais avançada.
quando engoli toda a porra, ela começou a estimular meu clitóris, do jeito que ela fez parecia que sempre soube como eu gosto que façam comigo, as lambidas dela vinham no momento certo e depois ela chupava meu clitóris com uma delicadeza de especialista, me fez gozar e minha buceta começou a se contrair forte.
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