Acordei com os raios de sol entrando pela minha persiana. Virei a cabeça para o lado e quis levar a mão aos olhos para esfregá-los, mas minha mão ficou travada. Tentei de novo, mas não tinha jeito de movê-la. Olhei para cima e vi minha mão algemada na cabeceira da cama. Naquele momento, acordei de vez. Virei a cabeça e vi que minha outra mão também estava amarrada na cabeceira. Levantei a cabeça e vi que meus pés também estavam amarrados nas pernas da cama. Cada um numa perna, formando meu corpo uma espécie de X. Me vi coberto por um único lençol e, pelo que dava pra notar, eu estava pelado debaixo dele. Me caguei de medo. Olhei ao redor, mas aquele era meu quarto. Eu estava na minha casa. Não entendia nada. Será que tinham invadido pra me roubar e me amarraram? Tinha que ser algo assim. Tentei lembrar da noite anterior… Eu estava jantando em casa com minha prima Marta e depois… não lembrava de mais nada. Agitei meus braços fazendo a cabeceira bater na parede e ecoar pela casa toda. —Marta! Marta!— Gritei. Não ouvi nada. Fiquei com medo por ela e gritei o nome dela de novo. Depois de um minuto, a porta do meu quarto abriu e minha prima entrou. —Bom dia, belo adormecido. —Me solta, me solta rápido. Marta andou até a cadeira da minha escrivaninha, sentou nela apoiando os pés na minha cama e falou. —Acho que não. Você vai ficar amarrado por um tempo. Fiquei em choque. —Que isso? Me solta agora mesmo. —Qual é o problema? Não gosta de ficar amarrado? Mas você adora amarrar as minas e estuprar elas, né? —Do que caralhos você tá falando? Amarrar quem? Estuprar… Me solta, porra. Marta desceu da cadeira e subiu em cima de mim. —Você gosta de amarrar as garotas pra depois humilhar e estuprar elas. Grava, tira fotos enquanto estupra, obriga elas a te obedecerem… Mas hoje quem tá amarrado é você. —Continuo sem saber do que você tá falando. Eu não fiz nada disso… Marta segurava minha cabeça com as mãos. Eu estava começando a sentir medo, não não só pelo que ela dizia, mas porque estava sentada em cima de mim com seu pijama curto… O decote que o pijama me mostrava e suas coxas tão perfeitas e morenas estavam fazendo meu pau sentir os primeiros arrepios antes de uma ereção, e sua bunda estava sentada na parte baixa da minha barriga. Apertei os dedos dos pés e fechei os punhos tentando me concentrar em não ter uma ereção, ou a Marta sentiria uma picada na bunda. Era minha prima e tinha dois anos a mais que eu, 26, mas era toda uma mulherão. Morena, alta, com uns peitos bons e uma bunda boa.
— Você não sabe do que eu tô falando? Dos seus contos eróticos, seu porco.
— O quêêê? Que contos?
— Não se faz de bobo. Da última vez que você veio na minha casa, você deixou a página onde você posta aberta no computador. Com seu perfil e todas as suas safadezas. Li todos e você é um puto porco e machista.
— Porra… Você tá maluca. São putos contos. Nada mais que isso. Contos eróticos pra esquentar.
— E por que todos os dados de datas e lugares batem com a sua vida? Não será porque são verdadeiros? Você é um tarado e um doente. Hoje vou te devolver o que você faz nesses contos pra você ver o que se sente.
— Vai me estuprar, gostosa? — Minha paciência tinha chegado ao limite.
— Não, só vou fazer a parte preliminar, a de te humilhar. Você vai desejar nunca ter feito isso.
— Um dia você vai ter que me soltar e vai ver… — Ameacei.
— Vou te soltar… E? O que vai fazer? Vai contar pra sua mamãe? Ou pra minha? Ou vai me amarrar e me estuprar também? Vou te ter agarrado pelas bolas.
— Juro que vou te devolver tudo o que você me fizer.
— E a elas?
— A quem?
— Às minhas duas amigas que estão vindo pra cá. Também vai devolver pra elas? Você tá fudido, priminho.
A Marta pulou de cima de mim e saiu correndo do quarto. Voltou um minuto depois com um suco em cada mão. Colocou um deles perto da minha cabeça e levou o canudinho até meus lábios. Ela subiu na cama, sentou-se de pernas cruzadas a meu lado e começou a beber o suco dele. Olhei para ela com ódio. Ela me devolvia o olhar com um sorriso de orgulho. Aspirei pelo canudo e dei um gole naquele suco para aliviar minha secura. Estava nojento. — Você não imagina — começou a dizer — o quanto me custou tirar seu pijama e te despir enquanto você dormia. Tive que pegar uma tesoura e cortar tudo pra conseguir tirar. — Sua doente nojenta — falei dando outro gole no suco. — E olha que pra te amarrar... como você pesa! — continuava me zoando. De repente, a luz acendeu na minha cabeça. — E como é que eu não acordei? Você não teria me...? — Bom, talvez na salada de ontem tenha caído um pouco de rohypnol, mas não é pra tanto, né? Cuspi imediatamente todo o suco que tinha na boca. Minha prima começou a rir. — Fica tranquilo, que não te coloquei mais no suco. Só te esmaguei umas pílulas de viagra, mas te prometo que não te dei mais rohypnol — disse enquanto passava um dedo por cima do lençol, do meu pescoço até quase minha virilha — Vou abrir pra minhas amigas que já chegaram. Eu já sabia quem vinha, as duas que andavam sempre com minha prima. Mal tinha falado duas vezes com elas na vida, conhecia elas mais pelas coisas que a Marta me contava do que por qualquer outra coisa. A primeira era a Miriam, uma garota bem comum, com uns quilinhos a mais mas sem chegar a ser gorda. A segunda era a Laura, uma loira que faria qualquer um gaguejar ao tentar falar com ela, como aconteceu comigo, por exemplo. Ela podia facilmente ser uma top model de primeira linha mundial. Linda de rosto e com um corpo escultural. Ouvi elas entrarem e rirem as três ao mesmo tempo enquanto avançavam pelo corredor. A Marta apareceu primeiro na porta do quarto e fez as amigas entrarem. As duas com um visual bem casual, jeans e camiseta por cima. — Ta-dã! Aqui está nosso filho da puta particular! — A Marta me apresentou. As amigas dela seguraram a risada como puderam. — Meninas, soltem-me por favor, minha prima é louca! — implorei, esperando encontrar um pouco de sanidade e ainda assim explodiram em gargalhadas.
Miriam se aproximou da cama, se abaixou e ergueu levemente o lençol que me cobria para dar uma olhada.
—Ôpa! Se tá pelado! Kkk— Ela riu.
Laura imitou ela e meus olhos desviaram rapidamente para o decote que ela me oferecia abaixada. Vi o sutiã branco dela e, apesar do nervosismo que eu tava sentindo, meu pau ganhou vida e começou a endurecer.
Desviei o olhar, olhei pras outras duas, olhei pro teto, fechei os olhos, mas meu pau cresceu sem parar até chegar no auge. Ficou tão duro que quase doía. Obviamente aquelas três doidas viram minha ereção por baixo do lençol.
—Olha, se ele tá ficando excitado!— Disse uma delas.
—Ficou durinho!— Disse outra.
—Claro— Confirmou minha prima— Porque ele é um degenerado e um doente. Já falei pra vocês.
—Não é que você me drogou de novo? Que porra você me deu, viagra no suco ou algo assim?— Gritei pra minha prima, que respondeu com uma gargalhada bem esclarecedora, ela tinha botado algo mesmo.
E naquele momento começaram as humilhações.
Começaram tirando fotos minhas sozinho de vários ângulos e depois foram se juntando a mim nas fotos. Uma tirava a foto e as outras duas posavam. Depois rotacionavam e outra tirava a foto. Aí passaram a tirar fotos com o volume que eu mostrava por baixo do lençol.
—Vamos tirar logo?— Perguntou Miriam.
—Calma que a gente tem tempo, ou você já quer ver? Kkk— Respondeu Laura.
E assim continuaram as brincadeiras sobre meu equipamento.
—Não baixa nada, hein? Tão gostoso assim pra gente?— Me perguntava minha prima.
Baixaram o lençol até a altura do umbigo e com uma caneta começaram a escrever no meu corpo coisas que, felizmente, eu não conseguia ler. Seguiram as fotos e as piadas com meu pau. Miriam, empenhada em me descobrir por completo, agarrou meu pau por cima do lençol pra comparar o tamanho com a caneta e, claro, tirar a foto de praxe.
—Esse aqui não baixa nem com água fria— Disse Laura depois de ir até a cozinha e voltar com três copos na mão.
Fizeram um brinde, deram um gole e viraram os copos em cima de mim. Meus pelos se arrepiaram todos, mas meu rabo não diminuiu nem um centímetro.
Quis morrer. Lágrimas de raiva e impotência escorriam, então fechei os olhos e os apertei, tentando não lhes dar o prazer de me ver chorando. Tentei respirar fundo e, sem perceber quanto tempo fiquei assim… parei de ouvi-las. Abri os olhos com medo e elas não estavam mais lá. Nem sequer as ouvia falando fora do quarto. O lençol continuava cobrindo minha ereção.
De repente, ouvi a porta abrir e voltei ao pesadelo. No entanto, desta vez só entrou a Laura. Fechou a porta atrás de si e começou a se despir. Primeiro tirou a camiseta e depois desceu a calça jeans, ficando só de lingerie. Apenas com o sutiã branco que eu já tinha visto antes e uma calcinha branca também. Tinha um corpão do caralho. Minha pica agora doía muito mais.
—Finalmente estamos sozinhos— Ela me disse— A Miriam e sua prima foram… dormir. Ninguém vai nos incomodar.
—Como?— Perguntei perplexo.
Laura caminhou até mim e subiu em cima de mim, na altura do meu estômago.
—Vou te confessar uma coisa— Ela disse quase sussurrando— Faz uma semana que eu me masturbo com seus contos. Quando sua prima me mostrou, ela não me disse de quem eram, e passei a semana inteira me masturbando pensando que o homem desses contos vinha e me comia do jeito que ele contava.
Ela soltou o sutiã e o jogou no chão. Seus dois peitos lindos, redondos e firmes, ficaram à minha vista, deixando meus olhos arregalados. Ela inclinou o corpo, colocou uma mão na minha nuca e levantou minha cabeça em direção a eles. Eu abri a boca e me agarrei ao mamilo que ela me oferecia. Chupei e lambi como um bebê faminto.
—Já fiquei com muitos homens— Ela continuou contando— mas eu os intimido demais. Metade gozou antes de começar e a outra metade nem ficou de pau duro. Quero um homem que me deixe bem comida. Quero que você me faça sentir como as mulheres dos seus contos...— Aproximou os lábios do meu ouvido e me disse num tom quase inaudível— uma puta.
—Me solta— ordenei.
Ela ignorou. De um salto se posicionou entre minhas pernas, pegou o lençol e jogou no chão deixando meu pau à mostra diante dela. Ficou com o olhar fixo nele por pelo menos dez segundos. Eu, não sei se pelo efeito do viagra ou pelo tesão, estava com uma ereção como nunca tinha tido antes. Sentia ele duro como nunca, quase sentia o sangue correndo pelas veias inchadas do meu pau.
—Desejei muito esse pau, deixa eu aproveitar dele e depois serei sua.
Ela agarrou pela base e se jogou pra chupar. Enfiou quase inteiro na primeira tentativa e soltou um gemido de prazer. Começou a devorar meu pau como se não houvesse amanhã.
Cuspiu na minha cabeça e continuou chupando. Subia e descia a cabeça num ritmo frenético e em questão de segundos minhas bolas estavam cobertas da baba que escorria entre meu pau e a boca dela.
Levantou a cabeça pra jogar a juba pro lado, uma juba bagunçada e com as pontas molhadas da própria saliva. Me olhou com cara de safada e com a língua pra fora se deu umas esfregadas de pau nela. Cuspiu de novo na minha cabeça e esfregou meu pau no rosto dela, enchendo ele da própria saliva antes de enfiar de volta na boca e continuar chupando como uma loba.
Ela sugava ao subir a cabeça e deixava a saliva cair ao descer. Tirava a língua e dava lambidas enormes de baixo pra cima, comia primeiro a cabeça e depois se focava em não deixar um único centímetro do meu tronco sem provar, descia pras bolas pra beijá-las e voltava a engolir meu pau prestes a explodir. Sem dizer uma palavra. Laura estava fora de si.
—Porra... Laura... Engole inteiro... Como você faz bem, porra...— repetia eu uma e outra vez entre suspiros.
Depois de mais umas lambidas, Laura se levantou em pé na cama e tirou a calcinha na minha frente. De pernas abertas em cima de mim, ficou à vista a buceta dela, depilada, rosada e úmido, muito úmido. Laura levou a mão até a entreperna e enfiou dois dedos, me mostrando a excitação dela. Ela se agachou e, segurando meu pau, apontou pra entrada quente dela. Usou meu pau como aríete e bateu no clitóris com ele. Salpicou meu peito com os fluidos que saíam dela e, direto, sentou em cima de mim, cravando até o fundo de uma vez só. Meu pau entrou com maior facilidade e, ao sentir as paredes vaginais dela me envolvendo e apertando, quase gozei.
—Laura, pelo amor de Deus... Coloca uma camisinha... Que a qualquer momento eu gozo...
—Não... Quero toda a sua porra... Dentro de mim...
E ela cavalgou. Apoiou as mãos no meu peitoral e começou uma cavalgada brutal com o único objetivo de espremer meu pau e tirar toda a minha porra. As tetas dela quicavam hipnotizantes na minha frente e a buceta dela tinha encharcado eu e a cama inteira. Eu tava de pau duro há uma hora e agora aquela deusa com quem eu sempre sonhei pulava em cima de mim. Não demorei muito pra gozar. Senti meu esperma subindo pelo meu pau e inundando a Laura, que não parava de quicar.
—Vou gozar! Vou gozar!— avisei.
—Isso... Sinto sua porra... Me dá tudo...— Laura revirou os olhos, atingindo um orgasmo fortíssimo— Goza dentro, me engravida, sinto sua porra, meu Deus...
Laura caiu em cima de mim, exausta, procurando minha boca com a dela.
—Obrigada pela sua porra...— dizia enquanto recuperava o fôlego e me beijava no pescoço, ainda com meu pau dentro dela— Me faz sua putinha, me dá sua porra, quero ela dentro de mim pra sempre.
—Me solta— falei firme, tentando entrar no meu novo papel de dominador.
—Vou... Vou pegar as chaves— respondeu, saindo de cima do meu pau e saindo do quarto.
Voltou depois de alguns minutos com vários jogos de chaves e, após várias tentativas, conseguiu tirar as algemas dos meus pés e das minhas mãos. Me levantei como pude, já que meus braços doíam como se tivessem sido cortados e minhas pernas estavam praticamente dormentes. Mesmo assim, meu pau ainda mantinha uma boa ereção. Não 100%, mas uns 70%, acho que fruto do viagra ou o que quer que eu tivesse tomado sem querer. Fiquei sentado vários minutos até me sentir melhor e perguntei à Laura pela minha prima e pela amiga dela.
Ela me deu a mão e me levou até elas. A Miriam estava na cozinha, sentada com a cabeça apoiada na mesa, dormindo profundamente. Minha prima Marta estava largada no sofá.
— Coloquei umas gotas na água do que a sua prima te deu ontem, mas só uma ou duas em cada uma, não sei se é muito ou pouco... — Me explicou a Laura, assustada.
Olhei a Laura de cima a baixo. Nem tinha reparado que ela ainda estava nua.
— Meu semen tá escorrendo pelas suas pernas. Se você leu meus contos, sabe que eu não gosto que desperdice nem uma gota da minha porra.
A Laura baixou a cabeça e abriu as pernas pra conferir. Passou a mão pelas coxas e depois levou à boca.
— Desculpa — Disse com um tom de vergonha.
— Fica tranquila, você me soltou e se comportou bem. Vai ao banheiro, pega uma esponja, molha, ensaboa e me limpa tudo o que vocês escreveram em mim.
Enquanto ela ia ao banheiro, levantei minha prima do sofá e a carreguei até minha cama. Despi ela do mesmo jeito que ela tinha feito comigo e amarrei. Deitei ela de bruços e amarrei as mãos dela com uma única algema, passando por uma das barras da cabeceira da cama. Coloquei dois travesseiros sobre a barriga dela, deixando a bunda empinada, e com mais duas algemas amarrei os pés dela nas pernas da cama. Pra finalizar, tapei a boca dela com esparadrapo.
Minha prima era minha prima e eu nunca tinha reparado nela, mas não sei se pelo ódio que eu sentia dela naquele momento, a mistura de drogas que ela me fez tomar ou que eu tava decidido a me vingar. Ver ela ali deitada com as pernas abertas oferecendo a bunda e a buceta fez meu pau endurecer de novo no máximo.
Da porta do quarto, a Laura me observava com a esponja na mão, indecisa, sem saber se interrompia pra me limpar ou esperava eu terminar.
— Essa gostosa merece o dela — castigo, não acha?
Laura confirmou com a cabeça.
Saí e a levei para a cozinha. Com as algemas que sobraram, amarrei as mãos de Miriam nas costas e a coloquei de novo com a cabeça na mesa. Aí sim, ordenei que Laura me limpasse.
Ela começou pela testa e foi descendo pelo meu corpo. Minha pica dura batia de novo e de novo contra a barriga dela. Quando ela se abaixou pra limpar a região do umbigo, minha cabeça de pica ficou praticamente na cara dela.
— Você gostou tanto assim das minhas histórias mesmo? Vou te confessar uma coisa, todas são reais. Só mudei os nomes.
Laura pareceu não aguentar mais a sensação da minha pica dura batendo na cara dela e direto enfiou na boca.
— Tenho grandes planos pra você, Laurita. Solta minha pica e termina de me limpar. Quando acabar, você vai se vestir, vai tirar uma xerox das chaves da sua casa e vai deixar na minha caixa de correio. Hoje à noite, quando eu terminar de castigar essas duas vadias, vou te fazer uma visita — Laura continuava com meu pau na boca me olhando e me ouvindo atentamente — Vai ser sua primeira noite como minha putinha, então quando eu entrar quero você na cama, pelada e de quatro, entendeu?
— Sim, meu dono.
Me surpreendi com o jeito que ela me chamou. Li muitos contos de submissas, mas nunca esperei ter uma nem que alguém me chamasse de dono. De qualquer forma, não tinha mais volta. Laura obedeceu e quando terminou de me limpar, se vestiu e foi embora.
Pelado pela casa, fiquei passando as fotos que tinham tirado de mim pro computador e fuçando os celulares das garotas. No celular da minha prima não achei muita coisa. A conversa com as amigas onde planejavam minha humilhação e pouco mais. Li inteira e vi como todo o plano tinha sido traçado pela Marta e pela Laura. O único interesse da Miriam em vir era, como ela mesma confessava pra Marta, "ver a pica do seu primo". Com certeza eu já tinha intuído isso antes. O celular da Miriam era mais excitante. Apesar de ser a menos gostosa fisicamente, o celular dela tava cheio de conversas Subidas de tom com uns caras. Cansei de contar os caras que ela tinha dado e dei uma olhada rápida nas últimas conversas dela. Na mais recente, ela confessava pra minha prima que ontem tinha encontrado um ficante de um site de contatos na internet e tinha acabado dando pra ele dentro do carro num estacionamento.
Minha intenção era não ficar muito tempo com ela, deixar ela ir pra focar na minha prima, mas lendo como ela contava todos os encontros dela me deixou mais excitado ainda e decidi tirar algum proveito daquela putinha.
Continuei fuçando o celular dela até que meia hora depois ela começou a dar sinais de vida e mexer a cabeça na mesa. Eu com a pica dura graças ao viagra e às conversas que tava lendo, segurei ela pelos cabelos e comecei a bater na cara dela com meu pau pra acordar ela.
—Vamos, acorda, não é hora de dormir.
Aos poucos ela foi abrindo os olhos até ver o que eu tava fazendo e acordou de susto. Tentou se mexer, mas com os braços amarrados nas costas quase caiu no chão se eu não tivesse segurado ela.
—Vocês se divertiram bem antes, né? Agora é a minha vez…
—Não, por favor, eu não… espera…
—Esperar o quê?— Falei segurando a cabeça dela com as duas mãos e ficando a um centímetro do rosto dela— O que você acha que acontece se eu aparecer no hospital com a pica dura desse jeito? Vou dar positivo no exame de viagra. E se eu mostrar as fotos que vocês três tiraram de mim? Vou te acusar de estupro e foder a vida de todas vocês.
—Por favor, não faz isso, não é culpa minha, foram elas duas, elas planejaram tudo!
—E então o que você tava fazendo aqui?
As lágrimas começaram a escorrer dos olhos da Miriam.
—Eu… Não sei… Vim por vir, achei que era uma brincadeira…
—Você veio pra ver minha pica, gostosa. Li no seu celular. Você já viu e agora vai chupar ela se não quiser que eu te denuncie.
—Sim, sim, eu chupo, mas por favor não me denuncia, não é culpa minha…
Segurei minha pica e enfiei na boca dela. Com a mão com a qual ainda a segurava pelos cabelos, comecei a mexer a cabeça dela, fodendo a boca dela.
—Essa buceta tá gostosa pro meu pau?— Perguntei tirando meu pau da boca dela, e ela respondeu que sim com a cabeça— Não sente o gosto da Laura? Acabei de comer ela em troca de não denunciar ela.
Miriam não respondeu. Baixou o olhar e se deixou foder a boca.
—O cara que você chupou ontem no carro... Você engoliu a porra dele?
Ela me olhou e não respondeu. Perguntei de novo, junto com um puxão de cabelo, e dessa vez ela negou com a cabeça.
—Pois é... mas a minha você vai engolir.
Fodi a boca dela num ritmo violento, fazendo ela engasgar e cuspir fios de baba. Finalmente, quando senti aquela sensação no meu pau que anunciava a gozada, segurei a cabeça dela com ainda mais força e me masturbei com a cabeça do pau dentro da boca dela. Meu leite caiu direto pela garganta dela, e não tirei meu pau da boca dela até ter certeza de que não sobrava nada e que ela tinha engolido tudo.
—Vamos fazer um trato. Tenho 31 fotos suas com as quais poderia te denunciar. Não vou fazer isso em troca de 31 boquetes. A Laura topou, mas claro, ela só aparecia em 9. O que você me diz?
—Me denunciar ou 31 boquetes? Então acho que... a segunda opção...
—Menina esperta. Vou te soltar e você vai embora da minha casa. Não vai falar nada pra ninguém, vai?
Com a cabeça baixa, ela disse que não.
Soltei as algemas e, sem cerimônia, levei ela até a porta da rua. Não deixei nem ela falar, e quase dá pra dizer que empurrei ela pra fora. Algo me dizia que ela aceitava o trato de bom grado e que até estaria disposta a continuar naquele momento, mas era a vez da minha prima.
Entrei no quarto e a encontrei com os olhos abertos me encarando.
—Espero que você não tenha me dopado muito, porque agora vou te foder até não aguentar mais.
Ela tentou falar, mas a fita isolante transformou as reclamações dela em algo indescritível. Subi na cama e me posicionei aos pés dela, de joelhos, massageando as pernas dela até chegar em... as nalgas dela e separá-las pra observar o cofrinho precioso da minha prima. Deslizei um dedo por ele fazendo ela estremecer. Em seguida, me abaixei pra passar a língua por ele.
—Você tem uma buceta muito gostosa, priminha.
Passei a língua de novo junto com um dedo. Aos poucos, fui enfiando um dedo lá dentro fazendo círculos enquanto minha língua não parava de percorrer a buceta dela de cima a baixo, o que tava fazendo minha prima aumentar a temperatura do corpo e começar a ficar toda molhada ali embaixo.
—Você tá ficando molhada, querida, e tá amarrada... não era isso que era coisa de degenerado?
Bati uma punheta nela com dois dedos até decidir que ia comer ela. Tava com uma ereção considerável, então coloquei minha cabecinha na entrada e, depois de roçar umas duas vezes, me joguei por cima dela.
Atravessei a buceta dela enquanto a envolvia com os braços e apertava os peitões enormes dela. Mexi minha cintura fazendo meu pau se mover lá dentro. Surpreendentemente, ou não, Marta fechou os olhos e começou a gemer com a boca tampada.
—Viu como não é tão ruim ser comida assim? E melhor ainda se for pelo teu primo, né?
Ela não respondeu, com a cabeça afundada no meu travesseiro. Soltei os peitos dela pra me apoiar nas costas e assim penetrar com mais força. A cada estocada, eu sentia mais e mais vontade de destruir ela, enquanto a cara de prazer da Marta ficava cada vez mais evidente. Ela tava curtindo como nunca.
—Que buceta mais apertada, tô amando— falei todo excitado— Vou dedicar meu próximo conto safado pra você.
Notei minha prima contraindo a buceta e apertando ainda mais meu pau, aumentando minha vontade de comer ela. Puxei o cabelo dela e continuei metendo enquanto batia na bunda dela, deixando ela toda vermelha. Arranquei o esparadrapo da boca dela e deixei ela gemer à vontade.
—Tá curtindo, né?
—Shhh... sim... ahhh
—Vou gozar dentro de você e quero que você goze comigo. Vamos ver se você tem coragem de contar em casa que teu primo te estuprou e te deixou grávida...
Acelerei meus movimentos o máximo que pude até sentir o pouco de porra que me restava subir tronco da minha pica. Nossos orgasmos se fundiram em um só quando inundei minha prima com meu gozo e ela me devolveu misturado com os fluidos dela.
Exausto depois de toda aquela manhã intensa, me deixei cair sobre as costas da Marta, que ainda ofegava após o orgasmo dela. Agarrei as tetas dela de novo enquanto beijava o pescoço dela.
—Você se entregou muito bem ao papel, gostosa… Seu plano funcionou perfeitamente.
—Já te falei, minhas amigas são umas putas. Já ouvi a conversa que você teve com a Miriam na cozinha. Você tá fazendo ela comer da sua mão… Bom, da sua pica. E com a Laura?
—Com a Laura? Ela me pediu pra eu fazer dela minha putinha e me chamou de dono.
—Porra, eu sabia que ela tava precisando de uma boa pica, mas não tanto. Não pensei que ela chegaria ao ponto de me drogar pra poder te comer hoje mesmo. Quando ela me deu o copo d'água, eu desconfiei, mas não imaginei…
—Pois é. A mina tem futuro. Por enquanto, essa noite eu mandei ela me esperar na casa dela pelada.
—Hehe, será que eu tenho que ficar com ciúmes? Vai ver que agora que te entreguei minhas amigas, você vai parar de me comer…
—Você sabe que isso nunca vai acontecer.
—Então me faz de novo, priminho.
— Você não sabe do que eu tô falando? Dos seus contos eróticos, seu porco.
— O quêêê? Que contos?
— Não se faz de bobo. Da última vez que você veio na minha casa, você deixou a página onde você posta aberta no computador. Com seu perfil e todas as suas safadezas. Li todos e você é um puto porco e machista.
— Porra… Você tá maluca. São putos contos. Nada mais que isso. Contos eróticos pra esquentar.
— E por que todos os dados de datas e lugares batem com a sua vida? Não será porque são verdadeiros? Você é um tarado e um doente. Hoje vou te devolver o que você faz nesses contos pra você ver o que se sente.
— Vai me estuprar, gostosa? — Minha paciência tinha chegado ao limite.
— Não, só vou fazer a parte preliminar, a de te humilhar. Você vai desejar nunca ter feito isso.
— Um dia você vai ter que me soltar e vai ver… — Ameacei.
— Vou te soltar… E? O que vai fazer? Vai contar pra sua mamãe? Ou pra minha? Ou vai me amarrar e me estuprar também? Vou te ter agarrado pelas bolas.
— Juro que vou te devolver tudo o que você me fizer.
— E a elas?
— A quem?
— Às minhas duas amigas que estão vindo pra cá. Também vai devolver pra elas? Você tá fudido, priminho.
A Marta pulou de cima de mim e saiu correndo do quarto. Voltou um minuto depois com um suco em cada mão. Colocou um deles perto da minha cabeça e levou o canudinho até meus lábios. Ela subiu na cama, sentou-se de pernas cruzadas a meu lado e começou a beber o suco dele. Olhei para ela com ódio. Ela me devolvia o olhar com um sorriso de orgulho. Aspirei pelo canudo e dei um gole naquele suco para aliviar minha secura. Estava nojento. — Você não imagina — começou a dizer — o quanto me custou tirar seu pijama e te despir enquanto você dormia. Tive que pegar uma tesoura e cortar tudo pra conseguir tirar. — Sua doente nojenta — falei dando outro gole no suco. — E olha que pra te amarrar... como você pesa! — continuava me zoando. De repente, a luz acendeu na minha cabeça. — E como é que eu não acordei? Você não teria me...? — Bom, talvez na salada de ontem tenha caído um pouco de rohypnol, mas não é pra tanto, né? Cuspi imediatamente todo o suco que tinha na boca. Minha prima começou a rir. — Fica tranquilo, que não te coloquei mais no suco. Só te esmaguei umas pílulas de viagra, mas te prometo que não te dei mais rohypnol — disse enquanto passava um dedo por cima do lençol, do meu pescoço até quase minha virilha — Vou abrir pra minhas amigas que já chegaram. Eu já sabia quem vinha, as duas que andavam sempre com minha prima. Mal tinha falado duas vezes com elas na vida, conhecia elas mais pelas coisas que a Marta me contava do que por qualquer outra coisa. A primeira era a Miriam, uma garota bem comum, com uns quilinhos a mais mas sem chegar a ser gorda. A segunda era a Laura, uma loira que faria qualquer um gaguejar ao tentar falar com ela, como aconteceu comigo, por exemplo. Ela podia facilmente ser uma top model de primeira linha mundial. Linda de rosto e com um corpo escultural. Ouvi elas entrarem e rirem as três ao mesmo tempo enquanto avançavam pelo corredor. A Marta apareceu primeiro na porta do quarto e fez as amigas entrarem. As duas com um visual bem casual, jeans e camiseta por cima. — Ta-dã! Aqui está nosso filho da puta particular! — A Marta me apresentou. As amigas dela seguraram a risada como puderam. — Meninas, soltem-me por favor, minha prima é louca! — implorei, esperando encontrar um pouco de sanidade e ainda assim explodiram em gargalhadas.
Miriam se aproximou da cama, se abaixou e ergueu levemente o lençol que me cobria para dar uma olhada.
—Ôpa! Se tá pelado! Kkk— Ela riu.
Laura imitou ela e meus olhos desviaram rapidamente para o decote que ela me oferecia abaixada. Vi o sutiã branco dela e, apesar do nervosismo que eu tava sentindo, meu pau ganhou vida e começou a endurecer.
Desviei o olhar, olhei pras outras duas, olhei pro teto, fechei os olhos, mas meu pau cresceu sem parar até chegar no auge. Ficou tão duro que quase doía. Obviamente aquelas três doidas viram minha ereção por baixo do lençol.
—Olha, se ele tá ficando excitado!— Disse uma delas.
—Ficou durinho!— Disse outra.
—Claro— Confirmou minha prima— Porque ele é um degenerado e um doente. Já falei pra vocês.
—Não é que você me drogou de novo? Que porra você me deu, viagra no suco ou algo assim?— Gritei pra minha prima, que respondeu com uma gargalhada bem esclarecedora, ela tinha botado algo mesmo.
E naquele momento começaram as humilhações.
Começaram tirando fotos minhas sozinho de vários ângulos e depois foram se juntando a mim nas fotos. Uma tirava a foto e as outras duas posavam. Depois rotacionavam e outra tirava a foto. Aí passaram a tirar fotos com o volume que eu mostrava por baixo do lençol.
—Vamos tirar logo?— Perguntou Miriam.
—Calma que a gente tem tempo, ou você já quer ver? Kkk— Respondeu Laura.
E assim continuaram as brincadeiras sobre meu equipamento.
—Não baixa nada, hein? Tão gostoso assim pra gente?— Me perguntava minha prima.
Baixaram o lençol até a altura do umbigo e com uma caneta começaram a escrever no meu corpo coisas que, felizmente, eu não conseguia ler. Seguiram as fotos e as piadas com meu pau. Miriam, empenhada em me descobrir por completo, agarrou meu pau por cima do lençol pra comparar o tamanho com a caneta e, claro, tirar a foto de praxe.
—Esse aqui não baixa nem com água fria— Disse Laura depois de ir até a cozinha e voltar com três copos na mão.
Fizeram um brinde, deram um gole e viraram os copos em cima de mim. Meus pelos se arrepiaram todos, mas meu rabo não diminuiu nem um centímetro.
Quis morrer. Lágrimas de raiva e impotência escorriam, então fechei os olhos e os apertei, tentando não lhes dar o prazer de me ver chorando. Tentei respirar fundo e, sem perceber quanto tempo fiquei assim… parei de ouvi-las. Abri os olhos com medo e elas não estavam mais lá. Nem sequer as ouvia falando fora do quarto. O lençol continuava cobrindo minha ereção.
De repente, ouvi a porta abrir e voltei ao pesadelo. No entanto, desta vez só entrou a Laura. Fechou a porta atrás de si e começou a se despir. Primeiro tirou a camiseta e depois desceu a calça jeans, ficando só de lingerie. Apenas com o sutiã branco que eu já tinha visto antes e uma calcinha branca também. Tinha um corpão do caralho. Minha pica agora doía muito mais.
—Finalmente estamos sozinhos— Ela me disse— A Miriam e sua prima foram… dormir. Ninguém vai nos incomodar.
—Como?— Perguntei perplexo.
Laura caminhou até mim e subiu em cima de mim, na altura do meu estômago.
—Vou te confessar uma coisa— Ela disse quase sussurrando— Faz uma semana que eu me masturbo com seus contos. Quando sua prima me mostrou, ela não me disse de quem eram, e passei a semana inteira me masturbando pensando que o homem desses contos vinha e me comia do jeito que ele contava.
Ela soltou o sutiã e o jogou no chão. Seus dois peitos lindos, redondos e firmes, ficaram à minha vista, deixando meus olhos arregalados. Ela inclinou o corpo, colocou uma mão na minha nuca e levantou minha cabeça em direção a eles. Eu abri a boca e me agarrei ao mamilo que ela me oferecia. Chupei e lambi como um bebê faminto.
—Já fiquei com muitos homens— Ela continuou contando— mas eu os intimido demais. Metade gozou antes de começar e a outra metade nem ficou de pau duro. Quero um homem que me deixe bem comida. Quero que você me faça sentir como as mulheres dos seus contos...— Aproximou os lábios do meu ouvido e me disse num tom quase inaudível— uma puta.
—Me solta— ordenei.
Ela ignorou. De um salto se posicionou entre minhas pernas, pegou o lençol e jogou no chão deixando meu pau à mostra diante dela. Ficou com o olhar fixo nele por pelo menos dez segundos. Eu, não sei se pelo efeito do viagra ou pelo tesão, estava com uma ereção como nunca tinha tido antes. Sentia ele duro como nunca, quase sentia o sangue correndo pelas veias inchadas do meu pau.
—Desejei muito esse pau, deixa eu aproveitar dele e depois serei sua.
Ela agarrou pela base e se jogou pra chupar. Enfiou quase inteiro na primeira tentativa e soltou um gemido de prazer. Começou a devorar meu pau como se não houvesse amanhã.
Cuspiu na minha cabeça e continuou chupando. Subia e descia a cabeça num ritmo frenético e em questão de segundos minhas bolas estavam cobertas da baba que escorria entre meu pau e a boca dela.
Levantou a cabeça pra jogar a juba pro lado, uma juba bagunçada e com as pontas molhadas da própria saliva. Me olhou com cara de safada e com a língua pra fora se deu umas esfregadas de pau nela. Cuspiu de novo na minha cabeça e esfregou meu pau no rosto dela, enchendo ele da própria saliva antes de enfiar de volta na boca e continuar chupando como uma loba.
Ela sugava ao subir a cabeça e deixava a saliva cair ao descer. Tirava a língua e dava lambidas enormes de baixo pra cima, comia primeiro a cabeça e depois se focava em não deixar um único centímetro do meu tronco sem provar, descia pras bolas pra beijá-las e voltava a engolir meu pau prestes a explodir. Sem dizer uma palavra. Laura estava fora de si.
—Porra... Laura... Engole inteiro... Como você faz bem, porra...— repetia eu uma e outra vez entre suspiros.
Depois de mais umas lambidas, Laura se levantou em pé na cama e tirou a calcinha na minha frente. De pernas abertas em cima de mim, ficou à vista a buceta dela, depilada, rosada e úmido, muito úmido. Laura levou a mão até a entreperna e enfiou dois dedos, me mostrando a excitação dela. Ela se agachou e, segurando meu pau, apontou pra entrada quente dela. Usou meu pau como aríete e bateu no clitóris com ele. Salpicou meu peito com os fluidos que saíam dela e, direto, sentou em cima de mim, cravando até o fundo de uma vez só. Meu pau entrou com maior facilidade e, ao sentir as paredes vaginais dela me envolvendo e apertando, quase gozei.
—Laura, pelo amor de Deus... Coloca uma camisinha... Que a qualquer momento eu gozo...
—Não... Quero toda a sua porra... Dentro de mim...
E ela cavalgou. Apoiou as mãos no meu peitoral e começou uma cavalgada brutal com o único objetivo de espremer meu pau e tirar toda a minha porra. As tetas dela quicavam hipnotizantes na minha frente e a buceta dela tinha encharcado eu e a cama inteira. Eu tava de pau duro há uma hora e agora aquela deusa com quem eu sempre sonhei pulava em cima de mim. Não demorei muito pra gozar. Senti meu esperma subindo pelo meu pau e inundando a Laura, que não parava de quicar.
—Vou gozar! Vou gozar!— avisei.
—Isso... Sinto sua porra... Me dá tudo...— Laura revirou os olhos, atingindo um orgasmo fortíssimo— Goza dentro, me engravida, sinto sua porra, meu Deus...
Laura caiu em cima de mim, exausta, procurando minha boca com a dela.
—Obrigada pela sua porra...— dizia enquanto recuperava o fôlego e me beijava no pescoço, ainda com meu pau dentro dela— Me faz sua putinha, me dá sua porra, quero ela dentro de mim pra sempre.
—Me solta— falei firme, tentando entrar no meu novo papel de dominador.
—Vou... Vou pegar as chaves— respondeu, saindo de cima do meu pau e saindo do quarto.
Voltou depois de alguns minutos com vários jogos de chaves e, após várias tentativas, conseguiu tirar as algemas dos meus pés e das minhas mãos. Me levantei como pude, já que meus braços doíam como se tivessem sido cortados e minhas pernas estavam praticamente dormentes. Mesmo assim, meu pau ainda mantinha uma boa ereção. Não 100%, mas uns 70%, acho que fruto do viagra ou o que quer que eu tivesse tomado sem querer. Fiquei sentado vários minutos até me sentir melhor e perguntei à Laura pela minha prima e pela amiga dela.
Ela me deu a mão e me levou até elas. A Miriam estava na cozinha, sentada com a cabeça apoiada na mesa, dormindo profundamente. Minha prima Marta estava largada no sofá.
— Coloquei umas gotas na água do que a sua prima te deu ontem, mas só uma ou duas em cada uma, não sei se é muito ou pouco... — Me explicou a Laura, assustada.
Olhei a Laura de cima a baixo. Nem tinha reparado que ela ainda estava nua.
— Meu semen tá escorrendo pelas suas pernas. Se você leu meus contos, sabe que eu não gosto que desperdice nem uma gota da minha porra.
A Laura baixou a cabeça e abriu as pernas pra conferir. Passou a mão pelas coxas e depois levou à boca.
— Desculpa — Disse com um tom de vergonha.
— Fica tranquila, você me soltou e se comportou bem. Vai ao banheiro, pega uma esponja, molha, ensaboa e me limpa tudo o que vocês escreveram em mim.
Enquanto ela ia ao banheiro, levantei minha prima do sofá e a carreguei até minha cama. Despi ela do mesmo jeito que ela tinha feito comigo e amarrei. Deitei ela de bruços e amarrei as mãos dela com uma única algema, passando por uma das barras da cabeceira da cama. Coloquei dois travesseiros sobre a barriga dela, deixando a bunda empinada, e com mais duas algemas amarrei os pés dela nas pernas da cama. Pra finalizar, tapei a boca dela com esparadrapo.
Minha prima era minha prima e eu nunca tinha reparado nela, mas não sei se pelo ódio que eu sentia dela naquele momento, a mistura de drogas que ela me fez tomar ou que eu tava decidido a me vingar. Ver ela ali deitada com as pernas abertas oferecendo a bunda e a buceta fez meu pau endurecer de novo no máximo.
Da porta do quarto, a Laura me observava com a esponja na mão, indecisa, sem saber se interrompia pra me limpar ou esperava eu terminar.
— Essa gostosa merece o dela — castigo, não acha?
Laura confirmou com a cabeça.
Saí e a levei para a cozinha. Com as algemas que sobraram, amarrei as mãos de Miriam nas costas e a coloquei de novo com a cabeça na mesa. Aí sim, ordenei que Laura me limpasse.
Ela começou pela testa e foi descendo pelo meu corpo. Minha pica dura batia de novo e de novo contra a barriga dela. Quando ela se abaixou pra limpar a região do umbigo, minha cabeça de pica ficou praticamente na cara dela.
— Você gostou tanto assim das minhas histórias mesmo? Vou te confessar uma coisa, todas são reais. Só mudei os nomes.
Laura pareceu não aguentar mais a sensação da minha pica dura batendo na cara dela e direto enfiou na boca.
— Tenho grandes planos pra você, Laurita. Solta minha pica e termina de me limpar. Quando acabar, você vai se vestir, vai tirar uma xerox das chaves da sua casa e vai deixar na minha caixa de correio. Hoje à noite, quando eu terminar de castigar essas duas vadias, vou te fazer uma visita — Laura continuava com meu pau na boca me olhando e me ouvindo atentamente — Vai ser sua primeira noite como minha putinha, então quando eu entrar quero você na cama, pelada e de quatro, entendeu?
— Sim, meu dono.
Me surpreendi com o jeito que ela me chamou. Li muitos contos de submissas, mas nunca esperei ter uma nem que alguém me chamasse de dono. De qualquer forma, não tinha mais volta. Laura obedeceu e quando terminou de me limpar, se vestiu e foi embora.
Pelado pela casa, fiquei passando as fotos que tinham tirado de mim pro computador e fuçando os celulares das garotas. No celular da minha prima não achei muita coisa. A conversa com as amigas onde planejavam minha humilhação e pouco mais. Li inteira e vi como todo o plano tinha sido traçado pela Marta e pela Laura. O único interesse da Miriam em vir era, como ela mesma confessava pra Marta, "ver a pica do seu primo". Com certeza eu já tinha intuído isso antes. O celular da Miriam era mais excitante. Apesar de ser a menos gostosa fisicamente, o celular dela tava cheio de conversas Subidas de tom com uns caras. Cansei de contar os caras que ela tinha dado e dei uma olhada rápida nas últimas conversas dela. Na mais recente, ela confessava pra minha prima que ontem tinha encontrado um ficante de um site de contatos na internet e tinha acabado dando pra ele dentro do carro num estacionamento.
Minha intenção era não ficar muito tempo com ela, deixar ela ir pra focar na minha prima, mas lendo como ela contava todos os encontros dela me deixou mais excitado ainda e decidi tirar algum proveito daquela putinha.
Continuei fuçando o celular dela até que meia hora depois ela começou a dar sinais de vida e mexer a cabeça na mesa. Eu com a pica dura graças ao viagra e às conversas que tava lendo, segurei ela pelos cabelos e comecei a bater na cara dela com meu pau pra acordar ela.
—Vamos, acorda, não é hora de dormir.
Aos poucos ela foi abrindo os olhos até ver o que eu tava fazendo e acordou de susto. Tentou se mexer, mas com os braços amarrados nas costas quase caiu no chão se eu não tivesse segurado ela.
—Vocês se divertiram bem antes, né? Agora é a minha vez…
—Não, por favor, eu não… espera…
—Esperar o quê?— Falei segurando a cabeça dela com as duas mãos e ficando a um centímetro do rosto dela— O que você acha que acontece se eu aparecer no hospital com a pica dura desse jeito? Vou dar positivo no exame de viagra. E se eu mostrar as fotos que vocês três tiraram de mim? Vou te acusar de estupro e foder a vida de todas vocês.
—Por favor, não faz isso, não é culpa minha, foram elas duas, elas planejaram tudo!
—E então o que você tava fazendo aqui?
As lágrimas começaram a escorrer dos olhos da Miriam.
—Eu… Não sei… Vim por vir, achei que era uma brincadeira…
—Você veio pra ver minha pica, gostosa. Li no seu celular. Você já viu e agora vai chupar ela se não quiser que eu te denuncie.
—Sim, sim, eu chupo, mas por favor não me denuncia, não é culpa minha…
Segurei minha pica e enfiei na boca dela. Com a mão com a qual ainda a segurava pelos cabelos, comecei a mexer a cabeça dela, fodendo a boca dela.
—Essa buceta tá gostosa pro meu pau?— Perguntei tirando meu pau da boca dela, e ela respondeu que sim com a cabeça— Não sente o gosto da Laura? Acabei de comer ela em troca de não denunciar ela.
Miriam não respondeu. Baixou o olhar e se deixou foder a boca.
—O cara que você chupou ontem no carro... Você engoliu a porra dele?
Ela me olhou e não respondeu. Perguntei de novo, junto com um puxão de cabelo, e dessa vez ela negou com a cabeça.
—Pois é... mas a minha você vai engolir.
Fodi a boca dela num ritmo violento, fazendo ela engasgar e cuspir fios de baba. Finalmente, quando senti aquela sensação no meu pau que anunciava a gozada, segurei a cabeça dela com ainda mais força e me masturbei com a cabeça do pau dentro da boca dela. Meu leite caiu direto pela garganta dela, e não tirei meu pau da boca dela até ter certeza de que não sobrava nada e que ela tinha engolido tudo.
—Vamos fazer um trato. Tenho 31 fotos suas com as quais poderia te denunciar. Não vou fazer isso em troca de 31 boquetes. A Laura topou, mas claro, ela só aparecia em 9. O que você me diz?
—Me denunciar ou 31 boquetes? Então acho que... a segunda opção...
—Menina esperta. Vou te soltar e você vai embora da minha casa. Não vai falar nada pra ninguém, vai?
Com a cabeça baixa, ela disse que não.
Soltei as algemas e, sem cerimônia, levei ela até a porta da rua. Não deixei nem ela falar, e quase dá pra dizer que empurrei ela pra fora. Algo me dizia que ela aceitava o trato de bom grado e que até estaria disposta a continuar naquele momento, mas era a vez da minha prima.
Entrei no quarto e a encontrei com os olhos abertos me encarando.
—Espero que você não tenha me dopado muito, porque agora vou te foder até não aguentar mais.
Ela tentou falar, mas a fita isolante transformou as reclamações dela em algo indescritível. Subi na cama e me posicionei aos pés dela, de joelhos, massageando as pernas dela até chegar em... as nalgas dela e separá-las pra observar o cofrinho precioso da minha prima. Deslizei um dedo por ele fazendo ela estremecer. Em seguida, me abaixei pra passar a língua por ele.
—Você tem uma buceta muito gostosa, priminha.
Passei a língua de novo junto com um dedo. Aos poucos, fui enfiando um dedo lá dentro fazendo círculos enquanto minha língua não parava de percorrer a buceta dela de cima a baixo, o que tava fazendo minha prima aumentar a temperatura do corpo e começar a ficar toda molhada ali embaixo.
—Você tá ficando molhada, querida, e tá amarrada... não era isso que era coisa de degenerado?
Bati uma punheta nela com dois dedos até decidir que ia comer ela. Tava com uma ereção considerável, então coloquei minha cabecinha na entrada e, depois de roçar umas duas vezes, me joguei por cima dela.
Atravessei a buceta dela enquanto a envolvia com os braços e apertava os peitões enormes dela. Mexi minha cintura fazendo meu pau se mover lá dentro. Surpreendentemente, ou não, Marta fechou os olhos e começou a gemer com a boca tampada.
—Viu como não é tão ruim ser comida assim? E melhor ainda se for pelo teu primo, né?
Ela não respondeu, com a cabeça afundada no meu travesseiro. Soltei os peitos dela pra me apoiar nas costas e assim penetrar com mais força. A cada estocada, eu sentia mais e mais vontade de destruir ela, enquanto a cara de prazer da Marta ficava cada vez mais evidente. Ela tava curtindo como nunca.
—Que buceta mais apertada, tô amando— falei todo excitado— Vou dedicar meu próximo conto safado pra você.
Notei minha prima contraindo a buceta e apertando ainda mais meu pau, aumentando minha vontade de comer ela. Puxei o cabelo dela e continuei metendo enquanto batia na bunda dela, deixando ela toda vermelha. Arranquei o esparadrapo da boca dela e deixei ela gemer à vontade.
—Tá curtindo, né?
—Shhh... sim... ahhh
—Vou gozar dentro de você e quero que você goze comigo. Vamos ver se você tem coragem de contar em casa que teu primo te estuprou e te deixou grávida...
Acelerei meus movimentos o máximo que pude até sentir o pouco de porra que me restava subir tronco da minha pica. Nossos orgasmos se fundiram em um só quando inundei minha prima com meu gozo e ela me devolveu misturado com os fluidos dela.
Exausto depois de toda aquela manhã intensa, me deixei cair sobre as costas da Marta, que ainda ofegava após o orgasmo dela. Agarrei as tetas dela de novo enquanto beijava o pescoço dela.
—Você se entregou muito bem ao papel, gostosa… Seu plano funcionou perfeitamente.
—Já te falei, minhas amigas são umas putas. Já ouvi a conversa que você teve com a Miriam na cozinha. Você tá fazendo ela comer da sua mão… Bom, da sua pica. E com a Laura?
—Com a Laura? Ela me pediu pra eu fazer dela minha putinha e me chamou de dono.
—Porra, eu sabia que ela tava precisando de uma boa pica, mas não tanto. Não pensei que ela chegaria ao ponto de me drogar pra poder te comer hoje mesmo. Quando ela me deu o copo d'água, eu desconfiei, mas não imaginei…
—Pois é. A mina tem futuro. Por enquanto, essa noite eu mandei ela me esperar na casa dela pelada.
—Hehe, será que eu tenho que ficar com ciúmes? Vai ver que agora que te entreguei minhas amigas, você vai parar de me comer…
—Você sabe que isso nunca vai acontecer.
—Então me faz de novo, priminho.
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