A semana antes do plano foi um exercício de tortura psicológica. A Laura se movia pela casa com uma perfeição que me insultava. Me beijava com uma doçura que parecia uma camada de verniz sobre madeira podre; cada carícia era um lembrete da mentira que estávamos construindo. Eu olhava pra ela e sentia uma náusea constante que se misturava com uma ereção persistente e dolorosa. Me sentia um monstro por curtir o engano dela, mas um monstro que não conseguia desviar o olhar do abismo. As mensagens da Paola eram os pregos no meu caixão. Não eram só informativas; eram gatilhos pra minha própria autodestruição. *"Olha como ela treme, Dani. Ela tá tentando se convencer de que é uma boa garota, mas o corpo dela já sabe que é uma puta"*. Eu lia aquilo e sentia meu controle escapando pelos dedos. Eu tinha bolado esse jogo pra ver até onde ia a moral dela, mas agora sentia que o jogo tava me devorando também. No sábado à tarde, quando a Laura entrou na casa da Paola, foi direto pro quarto e se deparou com o namorado da amiga, o que eu vi pela tela foi um terror real, cru. A Laura deu um passo pra trás, os olhos dela se arregalaram com uma incredulidade que me partiu o coração e me acendeu a pica ao mesmo tempo. Ela olhou pra Paola procurando uma saída, um sinal de que aquilo era brincadeira, mas só encontrou o olhar impassível e predador da amiga. Laura: Pao, é sério isso, é teu namorado. O homem se aproximou dela com uma calma que revirou meu estômago. Não teve preâmbulo romântico; teve uma imposição de poder. Quando ele segurou a cabeça dela e a forçou a se ajoelhar, vi o corpo dela lutando contra a situação. Os ombros tremiam e a respiração era um assobio errático de pânico. Mas aí, o instinto mais primitivo assumiu o controle. Vi a resistência dela desmoronar, vi o medo se transformar numa rendição nojenta e deliciosa.
Vi como Laura, ainda com um pouco de incredulidade no rosto, pegou a pica do cara e a voz da Paola ecoou.
Paola: tá tudo bem, minha Lau, eu sei o que tô fazendo, confia.
Laura pegou a pica e começou a chupar com rapidez, vi como ela olhava nos olhos do cara. Mas. O som do encontro era uma tortura sensorial. Pelos alto-falantes do meu quarto, o áudio saturado devolvia o estrondo da carne batendo na carne num ritmo violento *Plap, plap, plap!*. O barulho das batidas se misturava com os gemidos abafados da Laura, que passaram do terror ao êxtase num segundo: "Ahhh!... Isso!... Porra!... Mmmh!... Mais forte!... Isso!... ISSOOO!".
Eu a vi ser possuída de quatro, e o som da penetração anal era um baque seco que ecoava na minha própria pélvis: **Plap!**. Os gritos da Laura explodiam no quarto: "AAAAHHHHH!... Sim!... Porra, é tão grande!... SIIIM!... Mmmh!... Sim!... SIIIM!". Eu me masturbava com uma fúria desesperada, sentindo uma culpa sufocante enquanto minha mente gritava pra eu parar a transmissão, enquanto meu corpo me obrigava a ver minha namorada virar um objeto pra um estranho. Gozei com um gemido que foi metade prazer, metade lamento, me sentindo mais sozinho e mais sujo do que nunca.
Se no sábado foi a quebra do medo, no domingo foi a revelação da nova natureza dela. Quando me conectei de manhã, o clima na tela tinha mudado completamente. Não havia mais vestígio da mulher que tremia diante de um desconhecido. Laura já não esperava ser tomada; ela estava procurando o castigo. O encontro começou com uma intensidade que me deixou sem fôlego. Ela não era mais uma vítima passiva; era uma mulher que exigia a degradação. Eu a vi buscar ativamente o contato do desconhecido, o corpo dela se movendo com uma urgência que antes ela reservava só para mim.
O som da língua dela trabalhando nele era um ruído molhado e obsceno que enchia meu quarto: *¡Slurp... slurp... mmmph!*. Mas o mais impactante foi quando ela mesma procurou a posição de quatro, arqueando as costas e empurrando a bunda dele com uma impaciência que me fez perder o controle. Laura: me romper quero sentir seu pau na minha bunda me romper O som da carne batendo era ensurdecedor: *¡Plap, plap, plap!*. Laura já não gritava de medo, mas com uma devoção animal: "¡Sim!... ¡Porra, sim!... ¡Mais fundo!... ¡Me rompe!... ¡SIIIM!... ¡Mmmh!... ¡Sim!... ¡SIIIM!". Eu a vi de missionário, com as pernas abertas de par em par, buscando a profundidade daquele homem que não sabia o nome dela. Os gemidos dela eram pedidos de prazer: "¡Ahhh!... ¡Sim!... ¡Porra, que delícia!... ¡SIIIM!".
Eu vi como ela entregava a buceta com uma voracidade que me fez duvidar se eu realmente conhecia a mulher com quem dormia toda noite. Vi a cara de satisfação dela quando aquele homem se deitou por cima, vi como os olhos dela reviravam a cada bombada. Ela já não era mais a namorada que me fazia café; era uma criatura que vivia pelo impacto de um corpo estranho rasgando ela por dentro. Eu me masturbava com um desespero suicida, sentindo minha própria identidade se esvair enquanto via ela encontrar a liberdade na mais absoluta humilhação.
No final, quando o homem se retirou e Laura ficou ali, ofegante e destruída na cama, o silêncio que se seguiu foi mais pesado do que qualquer grito. Recebi a mensagem da Paola: *"Gostou de ver como o muro se quebrou, Dani? Não tem mais volta. Laura não é mais uma mulher que comete erros; é uma mulher que vive por eles"*. Fiquei no escuro, com a pica pulsando e a alma em pedaços, percebendo que eu não era o diretor desse jogo; eu era a primeira vítima, e eu amava essa sensação.
Vi como Laura, ainda com um pouco de incredulidade no rosto, pegou a pica do cara e a voz da Paola ecoou. Paola: tá tudo bem, minha Lau, eu sei o que tô fazendo, confia.
Laura pegou a pica e começou a chupar com rapidez, vi como ela olhava nos olhos do cara. Mas. O som do encontro era uma tortura sensorial. Pelos alto-falantes do meu quarto, o áudio saturado devolvia o estrondo da carne batendo na carne num ritmo violento *Plap, plap, plap!*. O barulho das batidas se misturava com os gemidos abafados da Laura, que passaram do terror ao êxtase num segundo: "Ahhh!... Isso!... Porra!... Mmmh!... Mais forte!... Isso!... ISSOOO!".
Eu a vi ser possuída de quatro, e o som da penetração anal era um baque seco que ecoava na minha própria pélvis: **Plap!**. Os gritos da Laura explodiam no quarto: "AAAAHHHHH!... Sim!... Porra, é tão grande!... SIIIM!... Mmmh!... Sim!... SIIIM!". Eu me masturbava com uma fúria desesperada, sentindo uma culpa sufocante enquanto minha mente gritava pra eu parar a transmissão, enquanto meu corpo me obrigava a ver minha namorada virar um objeto pra um estranho. Gozei com um gemido que foi metade prazer, metade lamento, me sentindo mais sozinho e mais sujo do que nunca.
Se no sábado foi a quebra do medo, no domingo foi a revelação da nova natureza dela. Quando me conectei de manhã, o clima na tela tinha mudado completamente. Não havia mais vestígio da mulher que tremia diante de um desconhecido. Laura já não esperava ser tomada; ela estava procurando o castigo. O encontro começou com uma intensidade que me deixou sem fôlego. Ela não era mais uma vítima passiva; era uma mulher que exigia a degradação. Eu a vi buscar ativamente o contato do desconhecido, o corpo dela se movendo com uma urgência que antes ela reservava só para mim.
O som da língua dela trabalhando nele era um ruído molhado e obsceno que enchia meu quarto: *¡Slurp... slurp... mmmph!*. Mas o mais impactante foi quando ela mesma procurou a posição de quatro, arqueando as costas e empurrando a bunda dele com uma impaciência que me fez perder o controle. Laura: me romper quero sentir seu pau na minha bunda me romper O som da carne batendo era ensurdecedor: *¡Plap, plap, plap!*. Laura já não gritava de medo, mas com uma devoção animal: "¡Sim!... ¡Porra, sim!... ¡Mais fundo!... ¡Me rompe!... ¡SIIIM!... ¡Mmmh!... ¡Sim!... ¡SIIIM!". Eu a vi de missionário, com as pernas abertas de par em par, buscando a profundidade daquele homem que não sabia o nome dela. Os gemidos dela eram pedidos de prazer: "¡Ahhh!... ¡Sim!... ¡Porra, que delícia!... ¡SIIIM!".
Eu vi como ela entregava a buceta com uma voracidade que me fez duvidar se eu realmente conhecia a mulher com quem dormia toda noite. Vi a cara de satisfação dela quando aquele homem se deitou por cima, vi como os olhos dela reviravam a cada bombada. Ela já não era mais a namorada que me fazia café; era uma criatura que vivia pelo impacto de um corpo estranho rasgando ela por dentro. Eu me masturbava com um desespero suicida, sentindo minha própria identidade se esvair enquanto via ela encontrar a liberdade na mais absoluta humilhação.
No final, quando o homem se retirou e Laura ficou ali, ofegante e destruída na cama, o silêncio que se seguiu foi mais pesado do que qualquer grito. Recebi a mensagem da Paola: *"Gostou de ver como o muro se quebrou, Dani? Não tem mais volta. Laura não é mais uma mulher que comete erros; é uma mulher que vive por eles"*. Fiquei no escuro, com a pica pulsando e a alma em pedaços, percebendo que eu não era o diretor desse jogo; eu era a primeira vítima, e eu amava essa sensação.
1 comentários - Pacto 7