Obrigado por ler meu relato e, para os que me pediram pra saber o que mais aconteceu, conto que depois do que rolou uns dias atrás, fui de novo ver minha mãe.. Como comentei, ela vai pra academia, eu estava dentro da minha casa quando pela porta vi ela passar chegando do treino e, no momento em que ouvi ela fechar a porta, imediatamente como se tivesse um ímã, saí da minha casa e entrei na dela, ela vinha de roupa de academia.
Com o pretexto de perguntar como estavam ela e meu pai, ela me respondeu que tudo bem, mas ao ver que ela estava tirando a roupa de malhar pra lavar e, assim, de costas, não consegui evitar ficar excitado, meu pau endureceu e não deu pra segurar, e abracei ela de novo por trás.
Ela se virou, aparentemente irritada, e me disse: "O que foi de novo? O que eu preciso fazer pra você esquecer isso? Já te falei pra não ficar pensando nisso." EU: "Me desculpa, mas eu não consigo evitar, e você sabe disso." ELA: "Já te disse que não pode ser, entende? Eu sou sua mãe, é impossível, e além disso é errado." EU: "Errado pra quem ou por quê? Isso não tem nada de errado." Peguei meu celular e comecei a mostrar pra ela páginas e cenas de amor familiar. Ela começou a olhar, e eu notei que as mãos dela começaram a tremer e ela ficou vermelha. Ela me devolveu e disse que não. "O que eu preciso fazer pra você esquecer isso?" EU: "Você já sabe." ELA: "Não, tem que ter outro jeito." EU: "Tem um jeito." ELA: "Qual?" EU: "Me deixa ver de novo o que me deixa assim, me deixa admirar de novo." ELA: "Como assim? Eu não posso fazer isso." EU: "Vai lá, faz isso, e eu te garanto que não te incomodo mais." Então ela começou a baixar a calça, fingindo estar com raiva.
Tá bom, se você quer olhar, olha bem, porque isso não vai se repetir de novo. Quando eu vejo ela começando a fazer aquilo, eu paro: "espera, assim não". ELA: como assim "assim não"? então o que você quer? não era isso que você queria ver? EU: sim, mas assim não. Deixa eu ver do jeito daquela vez, deixa eu lembrar e gravar na memória. Bom, espera. Saí correndo pra minha casa, fui pegar uma roupa da minha esposa que eu comprei pra ela, mas ela não quis usar. É esta aqui.
Cheguei e entreguei. "Veste isso", falei. "Cê tá doido ou o quê?", ela respondeu. "Ainda quer que eu faça isso e ainda me pede pra me vestir assim?" "Por favor, veste. Se você diz que quer que eu esqueça de tudo, faz isso e não te incomodo mais." Ela tirou com raiva e, sem dizer mais nada, entrou no quarto dela. Como muitos que estão nessa situação sabem, mesmo que não sejam modelos ou tenham corpos de dar inveja, nossas mães são tudo pra gente. Por isso, quando ela saiu, pra mim foi como ver algo assim.
Ela sai e me diz que agora o que vem. Como te falei, deixa eu ver aquela vez de novo. Como assim? ela respondeu. Ali na sala onde a gente estava, eu me deitei e falei pra ela: igual daquela vez, vem, senta como se fosse fazer suas necessidades. Ela ficou me olhando meio brava e me diz: tudo bem, só pra acabar logo com isso. Mas não quero que você tente mais nada, me ouviu? E ela começou a se sentar, cada movimento pra mim era como em câmera lenta, ver aos poucos ela começando a me mostrar o que eu tanto queria.

Eu observava ela atentamente, já muito excitado, sentia que meu pau ia estourar a qualquer momento, quando de repente vi algo que não podia acreditar: um líquido começava a sair daquela buceta com uns pelinhos ao redor, e ela também começava a ficar toda molhada. Chegou o momento em que não aguentei mais, e como ela estava sentada de cócoras e eu deitado com o corpo pra trás dela, minha cabeça enfiada debaixo daquele coñito lindo, estiquei minhas mãos segurando as pernas dela e aproximei meu rosto da buceta dela e, sem resistir, lambi. Dei primeiro uma lambida e depois percorri umas três vezes desde a pontinha do clitóris até o buraquinho do cu.
Senti claramente como escorreu mais aquele líquido que brotava e o lambi com alegria. Não sei se foi minha imaginação, mas senti claramente como ele começou a se mover devagar e então ouvi um "aummmm". Não foi por muito tempo, logo ele se levantou e me disse brava: "Sabia que você não ia ficar quieto". Ela entrou no quarto dela, fechou a porta e gritou pra eu ir embora. Como não queria estragar mais as coisas, saí sem dizer nada.
Assim se passaram alguns dias sem que eu tivesse coragem de ir lá em casa, mas neste mês, no Dia dos Pais, meus filhos compraram um presente pro meu pai. Eu, brincando, disse que era Dia dos Pais, não dos avós, mas eles insistiram e não tive escolha a não ser ir. Quando cheguei, meu irmão tinha comprado um bolo e estava nos esperando. Quando minha mãe saiu da cozinha, não pude acreditar: ela estava toda arrumada, com uma saia preta curta, uma blusa branca e os sapatos que eu tinha dado a ela.
Nesse momento senti um pouco de medo, se ela percebesse minha esposa ia dar um escândalo, mas pra minha sorte ela nem notou, tava tão entretida com o bebê de uma das minhas sobrinhas. Quando sentamos à mesa, todas as cadeiras ficaram ocupadas, então tivemos que colocar um sofá pra sentar. Aí ficamos sentados, minha mãe de um lado meu e do outro minha filha. Logicamente, ao sentar, a saia dela subiu um pouco, descobrindo as pernas. Vocês já imaginam o martírio de ficar olhando só de canto de olho.
mas toda vez que dava, eu descia minha mão e roçava na perna dela, que estava livre porque ela não tinha colocado meia, estava no natural
Num momento em que todos saíram pra ver as crianças brincando no pátio, ficamos sozinhos e, num tom meio irritado, ela me disse: "cê tá pensando que tá fazendo? não tem vergonha na cara não? não se contenta com o que rolou outro dia? quer que todo mundo perceba? quer me meter em encrenca?" Ela se levantou e ficou de pé espiando pela janela que dá pro pátio, e vimos todo mundo lá fora sentado conversando. "olha que bom que todo mundo tá ali, imagina se eles veem o que cê tá fazendo, o barraco que ia dar". Como a janela é um pouco alta, ela quase tinha que ficar na ponta dos pés pra enxergar, já que ela é meio baixinha. Num descuido, quando fui tirar uma foto com meu celular, me bati na beirada da janela e o celular caiu. Quando me abaixei pra pegar, notei que dava pra ver um pouco das pernas dela.
Enquanto eu tentava olhar pra Ásia, a saia dela subia. Eu me levantei e, do jeito que estava parado ao lado dela, quando ela tentou reagir, eu já tinha minha mão por baixo da saia dela e estava acariciando as nádegas dela. Depois da surpresa, não só ela tinha colocado os sapatos, mas também a calcinha fio dental que eu tinha dado. Passei minha mão e pude sentir como ela se enfiava no meio das nádegas dela e também como estava dentro da buceta dela. Senti os lábios da vagina dela e me surpreendi ao sentir como estavam molhados.
Ao sentir minha mão acariciando os lábios dela, ela se mexeu na hora e eu tirei a mão. Ela me disse: "Você não consegue ficar quieto um momento?" Eu só peguei e levei a mão até minha boca e lambi a umidade que estava impregnada nela. Ao ver isso, ela me disse: "Você é um porco, como pode fazer isso?" Eu só respondi: "Porque é seu, pra mim é um elixir." Quando ela vinha na minha direção, minha esposa entrou e disse que já era tarde e que a gente devia ir. Eu disse que sim. Nisso, minha mãe fala, enquanto junta as coisas: "Vou pegar um pouco do que sobrou pra você comer na sua casa." Quando já estávamos na porta, ela me chama: "Vem, leva isso", me mostrando um prato e um refrigerante da cozinha. Como todo mundo já estava lá fora se despedindo, eu voltei e entrei com minha mãe. Ela me dá o prato, eu digo: "Refrigerante eu não tenho em casa." Ela estende a mão e diz: "Pega." Eu pego e vejo o que é, e falo: "Surpresa!" A calcinha fio dental, ela tinha tirado e me dado, mas estava molhada. Como não tinha ninguém por perto, levei ao nariz e cheirei devagar. Ela riu e disse: "Ridículo." De repente, eu reagi e pensei: "Se ela tirou, então não tá usando nada por baixo." E ficou dura como ferro e quente, que só de imaginar eu senti que ia gozar. Ela viu como ficou dura, parecia uma barraca de circo. E como eu não quis o refrigerante, ela colocou na geladeira. Ao se abaixar, eu me aproximei e levantei a saia dela, e como eu pensei, não tinha nada por baixo. E pude ver a buceta dela aberta, mostrando aquele furinho enrugadinho.
Ela se virou rápido e eu saí dizendo que já ia dormir, até amanhã, mas a verdade é que o bom é que não tinha mais ninguém lá fora, todo mundo já tinha ido embora. Ela me alcançou na porta e me disse até amanhã. Eu me virei e ela aproveitou que minhas mãos estavam ocupadas e, assim, totalmente ereto, me agarrou o pau por cima da calça, dizendo: "você me paga essa". Ela me deu um aperto que por pouco não me fez gritar, mas eu me segurei e fui pra minha casa.
Com o pretexto de perguntar como estavam ela e meu pai, ela me respondeu que tudo bem, mas ao ver que ela estava tirando a roupa de malhar pra lavar e, assim, de costas, não consegui evitar ficar excitado, meu pau endureceu e não deu pra segurar, e abracei ela de novo por trás.
Ela se virou, aparentemente irritada, e me disse: "O que foi de novo? O que eu preciso fazer pra você esquecer isso? Já te falei pra não ficar pensando nisso." EU: "Me desculpa, mas eu não consigo evitar, e você sabe disso." ELA: "Já te disse que não pode ser, entende? Eu sou sua mãe, é impossível, e além disso é errado." EU: "Errado pra quem ou por quê? Isso não tem nada de errado." Peguei meu celular e comecei a mostrar pra ela páginas e cenas de amor familiar. Ela começou a olhar, e eu notei que as mãos dela começaram a tremer e ela ficou vermelha. Ela me devolveu e disse que não. "O que eu preciso fazer pra você esquecer isso?" EU: "Você já sabe." ELA: "Não, tem que ter outro jeito." EU: "Tem um jeito." ELA: "Qual?" EU: "Me deixa ver de novo o que me deixa assim, me deixa admirar de novo." ELA: "Como assim? Eu não posso fazer isso." EU: "Vai lá, faz isso, e eu te garanto que não te incomodo mais." Então ela começou a baixar a calça, fingindo estar com raiva.
Tá bom, se você quer olhar, olha bem, porque isso não vai se repetir de novo. Quando eu vejo ela começando a fazer aquilo, eu paro: "espera, assim não". ELA: como assim "assim não"? então o que você quer? não era isso que você queria ver? EU: sim, mas assim não. Deixa eu ver do jeito daquela vez, deixa eu lembrar e gravar na memória. Bom, espera. Saí correndo pra minha casa, fui pegar uma roupa da minha esposa que eu comprei pra ela, mas ela não quis usar. É esta aqui.
Cheguei e entreguei. "Veste isso", falei. "Cê tá doido ou o quê?", ela respondeu. "Ainda quer que eu faça isso e ainda me pede pra me vestir assim?" "Por favor, veste. Se você diz que quer que eu esqueça de tudo, faz isso e não te incomodo mais." Ela tirou com raiva e, sem dizer mais nada, entrou no quarto dela. Como muitos que estão nessa situação sabem, mesmo que não sejam modelos ou tenham corpos de dar inveja, nossas mães são tudo pra gente. Por isso, quando ela saiu, pra mim foi como ver algo assim.
Ela sai e me diz que agora o que vem. Como te falei, deixa eu ver aquela vez de novo. Como assim? ela respondeu. Ali na sala onde a gente estava, eu me deitei e falei pra ela: igual daquela vez, vem, senta como se fosse fazer suas necessidades. Ela ficou me olhando meio brava e me diz: tudo bem, só pra acabar logo com isso. Mas não quero que você tente mais nada, me ouviu? E ela começou a se sentar, cada movimento pra mim era como em câmera lenta, ver aos poucos ela começando a me mostrar o que eu tanto queria.

Eu observava ela atentamente, já muito excitado, sentia que meu pau ia estourar a qualquer momento, quando de repente vi algo que não podia acreditar: um líquido começava a sair daquela buceta com uns pelinhos ao redor, e ela também começava a ficar toda molhada. Chegou o momento em que não aguentei mais, e como ela estava sentada de cócoras e eu deitado com o corpo pra trás dela, minha cabeça enfiada debaixo daquele coñito lindo, estiquei minhas mãos segurando as pernas dela e aproximei meu rosto da buceta dela e, sem resistir, lambi. Dei primeiro uma lambida e depois percorri umas três vezes desde a pontinha do clitóris até o buraquinho do cu.
Senti claramente como escorreu mais aquele líquido que brotava e o lambi com alegria. Não sei se foi minha imaginação, mas senti claramente como ele começou a se mover devagar e então ouvi um "aummmm". Não foi por muito tempo, logo ele se levantou e me disse brava: "Sabia que você não ia ficar quieto". Ela entrou no quarto dela, fechou a porta e gritou pra eu ir embora. Como não queria estragar mais as coisas, saí sem dizer nada.Assim se passaram alguns dias sem que eu tivesse coragem de ir lá em casa, mas neste mês, no Dia dos Pais, meus filhos compraram um presente pro meu pai. Eu, brincando, disse que era Dia dos Pais, não dos avós, mas eles insistiram e não tive escolha a não ser ir. Quando cheguei, meu irmão tinha comprado um bolo e estava nos esperando. Quando minha mãe saiu da cozinha, não pude acreditar: ela estava toda arrumada, com uma saia preta curta, uma blusa branca e os sapatos que eu tinha dado a ela.
Nesse momento senti um pouco de medo, se ela percebesse minha esposa ia dar um escândalo, mas pra minha sorte ela nem notou, tava tão entretida com o bebê de uma das minhas sobrinhas. Quando sentamos à mesa, todas as cadeiras ficaram ocupadas, então tivemos que colocar um sofá pra sentar. Aí ficamos sentados, minha mãe de um lado meu e do outro minha filha. Logicamente, ao sentar, a saia dela subiu um pouco, descobrindo as pernas. Vocês já imaginam o martírio de ficar olhando só de canto de olho.
mas toda vez que dava, eu descia minha mão e roçava na perna dela, que estava livre porque ela não tinha colocado meia, estava no natural
Num momento em que todos saíram pra ver as crianças brincando no pátio, ficamos sozinhos e, num tom meio irritado, ela me disse: "cê tá pensando que tá fazendo? não tem vergonha na cara não? não se contenta com o que rolou outro dia? quer que todo mundo perceba? quer me meter em encrenca?" Ela se levantou e ficou de pé espiando pela janela que dá pro pátio, e vimos todo mundo lá fora sentado conversando. "olha que bom que todo mundo tá ali, imagina se eles veem o que cê tá fazendo, o barraco que ia dar". Como a janela é um pouco alta, ela quase tinha que ficar na ponta dos pés pra enxergar, já que ela é meio baixinha. Num descuido, quando fui tirar uma foto com meu celular, me bati na beirada da janela e o celular caiu. Quando me abaixei pra pegar, notei que dava pra ver um pouco das pernas dela.
Enquanto eu tentava olhar pra Ásia, a saia dela subia. Eu me levantei e, do jeito que estava parado ao lado dela, quando ela tentou reagir, eu já tinha minha mão por baixo da saia dela e estava acariciando as nádegas dela. Depois da surpresa, não só ela tinha colocado os sapatos, mas também a calcinha fio dental que eu tinha dado. Passei minha mão e pude sentir como ela se enfiava no meio das nádegas dela e também como estava dentro da buceta dela. Senti os lábios da vagina dela e me surpreendi ao sentir como estavam molhados.
Ao sentir minha mão acariciando os lábios dela, ela se mexeu na hora e eu tirei a mão. Ela me disse: "Você não consegue ficar quieto um momento?" Eu só peguei e levei a mão até minha boca e lambi a umidade que estava impregnada nela. Ao ver isso, ela me disse: "Você é um porco, como pode fazer isso?" Eu só respondi: "Porque é seu, pra mim é um elixir." Quando ela vinha na minha direção, minha esposa entrou e disse que já era tarde e que a gente devia ir. Eu disse que sim. Nisso, minha mãe fala, enquanto junta as coisas: "Vou pegar um pouco do que sobrou pra você comer na sua casa." Quando já estávamos na porta, ela me chama: "Vem, leva isso", me mostrando um prato e um refrigerante da cozinha. Como todo mundo já estava lá fora se despedindo, eu voltei e entrei com minha mãe. Ela me dá o prato, eu digo: "Refrigerante eu não tenho em casa." Ela estende a mão e diz: "Pega." Eu pego e vejo o que é, e falo: "Surpresa!" A calcinha fio dental, ela tinha tirado e me dado, mas estava molhada. Como não tinha ninguém por perto, levei ao nariz e cheirei devagar. Ela riu e disse: "Ridículo." De repente, eu reagi e pensei: "Se ela tirou, então não tá usando nada por baixo." E ficou dura como ferro e quente, que só de imaginar eu senti que ia gozar. Ela viu como ficou dura, parecia uma barraca de circo. E como eu não quis o refrigerante, ela colocou na geladeira. Ao se abaixar, eu me aproximei e levantei a saia dela, e como eu pensei, não tinha nada por baixo. E pude ver a buceta dela aberta, mostrando aquele furinho enrugadinho.
Ela se virou rápido e eu saí dizendo que já ia dormir, até amanhã, mas a verdade é que o bom é que não tinha mais ninguém lá fora, todo mundo já tinha ido embora. Ela me alcançou na porta e me disse até amanhã. Eu me virei e ela aproveitou que minhas mãos estavam ocupadas e, assim, totalmente ereto, me agarrou o pau por cima da calça, dizendo: "você me paga essa". Ela me deu um aperto que por pouco não me fez gritar, mas eu me segurei e fui pra minha casa.
1 comentários - Minha história com minha mãe 2