Olá! Obrigado por ter lido o primeiro capítulo. Se vocês ainda não viram, aqui vai o anterior.https://www.poringa.net/posts/relatos/6416689/La-casa-donde-todo-vale-capitulo-1.htmlCapítulo 2
Após aquele encontro constrangedor, Carlos não conseguia mais ver a filha da mesma forma. Durante o resto da semana, tentou evitar contato com ela. Limitava-se a falar com ela quando ela pedia atenção, dava pequenos sorrisos brincalhões e afagava a cabeça dela. Recusava-se a aceitar que a tinha visto transando e que, acima de tudo, tinha gostado.
E como não gostar? Que homem resistiria a ver sua pequena sendo brutalmente fodida por um homem como Edgar? A semana inteira, Carlos passou se masturbando, recriando na mente cada imagem daquela lembrança deliciosa. Por sorte, Esther também não mencionou nada. Manteve-se como se tudo tivesse sido um sonho gostoso, mas nos olhos dela dava pra notar a culpa misturada com o desejo de ter sido observada.
Numa tarde, quando Carlos começava a aceitar que não tinha nada de errado em se excitar vendo a filha transando, a dama da luxúria se fez presente de novo. Era sábado. Ele tinha organizado uma festinha de piscina para os vizinhos. Garotos da idade de Esther se divertiam dando mergulhos da borda. Sua cunhada tinha levado sanduíches e seu irmão Alfonso tinha comprado pizzas para todo mundo. A água estava cheia de gente de biquíni e sunga, quase nua. Era difícil desviar o olhar delas.
Carlos mergulhou a cabeça pra se refrescar. Alfonso se aproximou dele, nadando.
— E sua esposa?
— Lá dentro, se trocando pra nadar.
— Acha que ela vai vestir um biquíni sexy?
— Você tá falando da minha esposa, cala a boca.
— Desculpa — zombou o irmão.
Antes de se casar com Melisa, Carlos e ele tinham competido pelo amor da mulher. Ela tinha escolhido o Carlos por ser melhor amante e, sinceramente, mais atraente. Alfonso não teve escolha senão aceitar aquela realidade; e desde então, embora já fosse casado, adorava admirar a cunhada.
Assim que mãe e filha saíram de casa, Carlos fixou o olhar nelas. Ambas vestiam camisas de algodão brancas que caíam até a metade da perna. Caminharam descalças sobre o terraço de pedra quente até a borda da piscina. Melisa colocou os óculos de sol, respirou fundo para pegar ar fresco, e tirou a camisa de uma vez. Deixou a peça cair na beira. Por baixo, seu corpo ficou envolto apenas num biquíni preto minúsculo. Uma peça de tecido que afundava profundamente entre suas nádegas e cobria só a rachinha na frente. Esther imitou na hora, tirando a camisa e jogando na grama. Seu biquíni preto era igual ao da mãe. Dois triângulos de tecido molhado que grudavam na pele cobrindo a buceta e as tetas dela.
Mas a coisa não parou por aí. Melisa deu uma olhada nos convidados e viu que a maioria era mulher e criança, então tudo bem mostrar um pouco mais de pele. Alejandra e Sofía estavam na mesma vibe. E ela não ia ficar pra trás. Levou as mãos às costas e desabotoou o sutiã do biquíni. As duas alças caíram para os lados do torso. Suas tetas, grandes e pesadas, ficaram à mostra, perfeitas e curvadas pelo próprio peso volumoso. Seus mamilos eram de um tom escuro suave e grandes, endurecidos sob o sol.
Alguns caras voltaram a atenção para a mulher. Alfonso soltou um assobio que Carlos respondeu com um tapa na barriga dele.
— Tem certeza de que quer ir de peito nu?
— Deixa ela ser! — gritou Alejandra —. Ela tem com o que mostrar.
— É, não seja machista — comentou Sofía.
Carlos ficou vermelho e tentou ignorar as vizinhas.
Esther fez o mesmo que a mãe. Se soltou do biquíni e seus peitos pequenos e firmes ficaram ao sol. Suas tetas eram como cones pontudos, com mamilos minúsculos que se ergueram rapidinho por causa do nervosismo. A diferença entre as duas era absurda. Melisa exibia umas tetas grandes que balançavam ao menor movimento, enquanto as de Esther eram montinhos durinhos, com as pontinhas doces parecendo borracha.
Ambas sorriram e ficaram na borda, se movendo levemente enquanto conversavam com as vizinhas. Carlos não tirou os olhos delas nem por um segundo. Alejandra fez uma piada sobre o corpo gostoso da Esther, e a garota, ao rir, fez os peitos dela balançarem com firmeza.
Então, de mãos dadas, se jogaram num mergulho perfeito. Os corpos delas da cintura pra baixo cortaram o ar ao se chocarem contra a água. Melisa ficou lá dentro por alguns segundos. Esther saiu na hora, com o cabelo molhado colado nas bochechas. A água escorria em fios sobre as tetas dela. Carlos não parou de olhar, e as lembranças daquela noite em que a viu sendo comida pelo Edgar voltaram à mente dele.
A garota percebeu o olhar do pai. Se aproximou flutuando até ele.
—Tá bem? A água tá fria, né?
—Um pouco, querida.
Melisa deixou a filha com o pai e foi conversar com as amigas. Carlos quase implorou pra ela não deixá-lo a sós com a Esther, porque ele não ia conseguir controlar os pensamentos.
—Sobre o que aconteceu da outra vez... você contou pra mãe que me viu com o Edgar?
—Claro que não.
—Você podia ter batido na porta —sorriu Esther. Se aproximou mais, de um jeito que as tetinhas dela ficaram completamente pressionadas contra o peito nu do Carlos. Os bicos duros se cravaram na pele dele—. Pensei que você fosse ficar bravo comigo.
—Entendo que você estava com o Edgar. Tentei disfarçar o melhor que pude.
—Ele nem percebeu que tinha plateia —a risada da Esther era delicada, quase infantil. Carlos sentia orgulho de ter uma filha linda, e embora o instinto de pai dissesse que era errado, a parte masculina e viril dele reconhecia que ela era uma delícia na cama.
—E melhor. A ereção dele teria caído.
—Ele sempre fica bem duro quando tá comigo. E obrigada por não falar nada e por aceitar. Significa muito pra mim.
—De nada, princesa.
Esther o abraçou sem que ele pudesse dizer nada. Os peitos da jovem se esfregaram contra o dele com movimentos inocentes enquanto ela roçava o bochecha contra a barba áspera do pai dela. A pele molhada do abdômen e das coxas fez o pau do Carlos acordar debaixo d'água. A ponta esticou o shorts e pressionou contra a virilha da filha. Ela, sem dar importância, continuou abraçando ele sem parar de se mexer nem de sorrir com aquela inocência que a caracterizava. Mas Esther sentia perfeitamente aquela dureza própria do pai dela. E estava orgulhosa de provocar aquela reação nele.
— Bom, vou com a mamãe fofocar com as vizinhas.
Ela se virou. Carlos ficou olhando ela nua. Admirou as costas nuas dela. O cabelo caindo sobre os ombros e se perguntou quanto tempo levaria para sucumbir à tentação e se jogar em cima da filha. Algo dizia pra ele que Esther não se importaria tanto assim. Vamos, a garota era ardente e estava no auge da exploração sexual dela. Transava tanto quanto ele e a Melisa. Talvez até mais. Nunca se devia subestimar o poder da juventude.
•••••
O evento da piscina não passou de um gatilho. Nas semanas seguintes, e a cada visita do Edgar à casa, o pau do Carlos já não conseguia ficar quieto. Ouvir os gemidos da filha, ou pelo menos saber que ela estava sendo comida por aquele homem vários anos mais velho que ela, causava um tesão tremendo que ele não conseguia esconder. Até a Melisa tinha percebido isso, e embora gostasse de saber que o marido tinha a libido nas alturas, começou a se preocupar.
— Devia falar pra ela baixar um pouco o volume. Dá pra ouvir pela casa toda.
Carlos desviou o olhar do café da manhã e encarou a mulher. Melisa vestia uma camisa meio transparente. Os peitos dela balançavam livres por baixo do tecido.
— Não, deixa. Já me acostumei.
— É, mas aposto que você adora ouvir ela. Você é um pervertido. É a sua filhinha.
Ele teria se ofendido com o comentário, se não fosse porque a esposa soltou aquilo com um sorriso safado. Ela conhecia ele perfeitamente. Sabia dos vícios dele. Do gosto dele por novinhas. E em vez de sentir ciúmes, um grande parte dela se excitava imaginando o marido cercado por um harém de inocentes pra satisfazer ele.
—Que que eu te falo? A gente não é de pedra. E você? Não te excita ouvir ela?
—Uhm… admito que é divertido. Fico me perguntando quem vai transar melhor: ela ou eu. O que você acha?
—Você tem mais experiência.
Melisa sorriu de novo e apoiou a bochecha na mão.
—Obrigada. E isso é porque aprendi com o melhor. A gente transou tanto que, se eu não fosse operada, já teríamos uns dez filhos a mais.
—Filhas, se der.
—Claro, claro. Papai pervertido —ela se inclinou pra dar um beijo nos lábios dele, e ficaram colados com as bocas até um gemido da Esther chamar a atenção deles. Em vez de se chocarem, se olharam com cumplicidade e continuaram o café da manhã enquanto curtiam o presente que a filha tava dando pra eles.
Mas Esther também não era nenhuma santinha. A garota sabia o que tava fazendo. Ou pelo menos, tinha noção do quanto esquentava os pais com as aventuras eróticas dela no quarto. Ter começado a vida sexual encheu a cabeça dela de fantasias e desejos que não eram nada comuns. Afinal, quantas minas morreriam de vergonha de serem ouvidas pelos pais? A maioria, com certeza.
Esther não era assim. Ela sentia aquele tesão que não conseguia controlar. E já tinha visto os pais transando várias vezes. Sexo em casa nunca foi tabu. Eles não se escondiam. Deixavam a porta aberta, confiantes de que ela teria o respeito de bater antes de entrar, ou que seria discreta. Pra que esconder sexo? Isso só faria virar tabu.
De tarde, ela saiu do quarto com sede. Transar com o Edgar causava um cansaço nela como se tivesse corrido uma maratona. Os caras da idade dela não teriam o preparo que ele tinha, que levava uns dez anos a mais que ela. Esther se sentia tão cuidada e protegida por um homem de verdade, que era incapaz de soltar ele uma vez que ele abria as pernas dela e se jogava sobre o corpo frágil dela. Mamãe tinha razão: os mais velhos eram melhores. amantes.
Ela saiu do quarto em busca de água fresca, e foi quando viu que a mãe estava ajoelhada no chão em frente ao sofá, completamente nua, com as tetas grandes balançando para frente e a boca aberta em volta da pica do marido. Carlos, sentado no sofá, tinha as pernas afastadas e a calça arriada até os tornozelos. A cabeça de Melisa subia e descia devagar, engolindo a pica até a base. A saliva escorria pelo eixo grosso e cheio de veias.
Esther ficou vermelha. Podia ter se virado e deixado os pais terminarem. Mas tomou outra decisão. Caminhou até a cozinha, com a calcinha preta e justa nos quadris. Não estava de camiseta. Os peitos, pequenos e pontudos, mostravam marcas de chupões, assim como o pescoço. Edgar era louco por peitos pequenos e se esbaldava com ela sempre que podia.
Encheu um copo de água. Deu um gole. Respirou fundo e entrou na sala. Sentou no sofá, à esquerda de Carlos, com as pernas cruzadas e a água no colo.
O pai ficou tenso. Melisa sorriu sem parar de chupar a pica. A filha vendo só aumentava a safadeza dela. Agarrou o marido pelos joelhos e mamou com a mesma suavidade de antes. Nenhum dos dois teve coragem de parar ou de pedir privacidade a Esther. Como a maioria dos homens, Carlos era incapaz de reagir com uma boca na pica.
— Fui mal na prova de matemática — disse Esther, girando o copo entre os dedos.
Carlos olhou para a filha com uma mão pousada na cabeça da esposa. Guiava os movimentos de vai e vem. Tentou manter a calma e a ereção. Admirou os peitos da filha. As pernas bem cruzadas. A calcinha preta, apertando a bucetinha dela.
— O que... você errou?
— Certeza que não sabe somar — a boca de Melisa soltou a pica com um som molhado e desceu pra lamber os ovos. Pegou primeiro uma bola e rodeou com a língua. Carlos arfou de prazer.
—A do Teorema de Pitágoras. Eu entendo a fórmula, mas os problemas que o professor passa são difíceis de entender.
Esther viu como a saliva da mãe dela encharcava as bolas do pai dela. Melisa chupou outra bola, depois lambeu a base do pau com a ponta esticada, e enfiou a rola inteira de novo até a garganta. Depois de fazer isso, deu uma piscadela pra filha, como se desse permissão pra ela continuar olhando. Esther sentiu umidade entre as coxas.
—Isso acontece porque você não presta atenção —disse a mãe dela. Agarrou a base do pau com a mão direita e bateu uma devagar, usando a saliva como lubrificante. Enquanto falava, mãe e filha não pararam de se olhar—. Eu te falei pra não se limitar a decorar fórmulas, você tem que saber ler o contexto do que o problema tá pedindo.
—É… entendi —Esther estava vidrada no pau do pai dela.
Melisa continuou mamando, agora segurando as próprias tetas com a mão livre. Apertou os bicos e puxou eles pra excitar.
—Estuda mais… —disse Carlos com uma voz quase inaudível enquanto Melisa aumentava a velocidade e balançava a cabeça num vai e vem rápido. O pau entrava e saía com estalos constantes de umidade.
Esther sorriu. Se o pai tava normal, ela teria que fingir que nada tava acontecendo. Sexo era permitido. Era algo bem natural. Não faria sentido fazer um escândalo. Se recostou no sofá e cruzou as pernas de outro jeito. As pontas das tetinhas dela se erguiam felizes, cobertas de chupões. Naquele momento, ela não ligaria se o pai apertasse uma delas.
—É, acho que é verdade. Talvez eu precise de aulas de reforço.
Melisa desceu de novo pras bolas e tentou enfiar as duas na boca. Comprimiu o rosto contra o saco do Carlos. Depois voltou a atenção pro membro e lambeu a ponta, girando a língua em volta da cabeça rosada. Carlos empurrou a boca da mulher com o quadril e fez o pau chegar até o fundo. Melisa prendeu a respiração e a garganta dela abriu para dar espaço ao órgão. Ao tirá-la, voltou sua atenção para os testículos.
—Você não está machucando ela assim? —perguntou Esther, notando que sua mãe tinha pequenas lágrimas nos olhos.
—Não, ela gosta. Além disso, você não deveria estar olhando seus pais fazendo isso.
—Também não me mandaram ir embora.
Pai e filha sorriram. Ninguém precisava mentir. A tensão pairava no ar. No entanto, não estavam prontos para abandonar suas posições.
Melisa acelerou o ritmo das chupadas. A mão direita esfregava o eixo enquanto a boca sugava a ponta com força. Seus lábios estavam bem fechados ao redor da glande e suas bochechas se afundavam. Carlos agarrou a cabeça da mulher com as duas mãos e empurrou para baixo para meter com a bacia pela segunda vez. Esther riu e deu mais um gole no seu copo de água. Melisa ofegou com a boca cheia. As bolas do homem se tensionaram no saco. Empurrou uma última vez e as bolas se contraíram, expelindo jatos de porra grossa e quente direto na boca da esposa. Melisa manteve a rola entre os lábios, engolindo enquanto o esperma branco escorria pelos cantos da boca.
Esther observou tudo de perto com um sorriso largo. Sua mãe lhe dedicou uma expressão divertida, com restos de porra nos lábios.
—Já, princesa. Vai dormir.
—Sim, até mais, pai —aproximou-se de Carlos e deu um beijo nos lábios dele. Até se permitiu um pouco de língua. Ele provou a saliva dela. Depois, fez algo ainda mais quente: deu à mãe o mesmo beijo, mas a boca de Melisa tinha sêmen. Esther não pareceu se importar e provou, mesmo que só um pouquinho, da porra do pai. As últimas gotas, apenas.
Levantou-se do sofá, com a calcinha pequena enfiada entre as nádegas, e subiu para o quarto para voltar a foder com Edgar.
Carlos e Melisa a viram ir. Arquejaram as sobrancelhas e entenderam que acabavam de comprovar algo: sua família estava prestes a viver uma das épocas mais deliciosas no que dizia respeito a sexo. Se gostaram, espero que me deixem algum comentário sobre o que gostariam de ver ou o que acham da história, um abraço!
Após aquele encontro constrangedor, Carlos não conseguia mais ver a filha da mesma forma. Durante o resto da semana, tentou evitar contato com ela. Limitava-se a falar com ela quando ela pedia atenção, dava pequenos sorrisos brincalhões e afagava a cabeça dela. Recusava-se a aceitar que a tinha visto transando e que, acima de tudo, tinha gostado.
E como não gostar? Que homem resistiria a ver sua pequena sendo brutalmente fodida por um homem como Edgar? A semana inteira, Carlos passou se masturbando, recriando na mente cada imagem daquela lembrança deliciosa. Por sorte, Esther também não mencionou nada. Manteve-se como se tudo tivesse sido um sonho gostoso, mas nos olhos dela dava pra notar a culpa misturada com o desejo de ter sido observada.
Numa tarde, quando Carlos começava a aceitar que não tinha nada de errado em se excitar vendo a filha transando, a dama da luxúria se fez presente de novo. Era sábado. Ele tinha organizado uma festinha de piscina para os vizinhos. Garotos da idade de Esther se divertiam dando mergulhos da borda. Sua cunhada tinha levado sanduíches e seu irmão Alfonso tinha comprado pizzas para todo mundo. A água estava cheia de gente de biquíni e sunga, quase nua. Era difícil desviar o olhar delas.
Carlos mergulhou a cabeça pra se refrescar. Alfonso se aproximou dele, nadando.
— E sua esposa?
— Lá dentro, se trocando pra nadar.
— Acha que ela vai vestir um biquíni sexy?
— Você tá falando da minha esposa, cala a boca.
— Desculpa — zombou o irmão.
Antes de se casar com Melisa, Carlos e ele tinham competido pelo amor da mulher. Ela tinha escolhido o Carlos por ser melhor amante e, sinceramente, mais atraente. Alfonso não teve escolha senão aceitar aquela realidade; e desde então, embora já fosse casado, adorava admirar a cunhada.
Assim que mãe e filha saíram de casa, Carlos fixou o olhar nelas. Ambas vestiam camisas de algodão brancas que caíam até a metade da perna. Caminharam descalças sobre o terraço de pedra quente até a borda da piscina. Melisa colocou os óculos de sol, respirou fundo para pegar ar fresco, e tirou a camisa de uma vez. Deixou a peça cair na beira. Por baixo, seu corpo ficou envolto apenas num biquíni preto minúsculo. Uma peça de tecido que afundava profundamente entre suas nádegas e cobria só a rachinha na frente. Esther imitou na hora, tirando a camisa e jogando na grama. Seu biquíni preto era igual ao da mãe. Dois triângulos de tecido molhado que grudavam na pele cobrindo a buceta e as tetas dela.
Mas a coisa não parou por aí. Melisa deu uma olhada nos convidados e viu que a maioria era mulher e criança, então tudo bem mostrar um pouco mais de pele. Alejandra e Sofía estavam na mesma vibe. E ela não ia ficar pra trás. Levou as mãos às costas e desabotoou o sutiã do biquíni. As duas alças caíram para os lados do torso. Suas tetas, grandes e pesadas, ficaram à mostra, perfeitas e curvadas pelo próprio peso volumoso. Seus mamilos eram de um tom escuro suave e grandes, endurecidos sob o sol.
Alguns caras voltaram a atenção para a mulher. Alfonso soltou um assobio que Carlos respondeu com um tapa na barriga dele.
— Tem certeza de que quer ir de peito nu?
— Deixa ela ser! — gritou Alejandra —. Ela tem com o que mostrar.
— É, não seja machista — comentou Sofía.
Carlos ficou vermelho e tentou ignorar as vizinhas.
Esther fez o mesmo que a mãe. Se soltou do biquíni e seus peitos pequenos e firmes ficaram ao sol. Suas tetas eram como cones pontudos, com mamilos minúsculos que se ergueram rapidinho por causa do nervosismo. A diferença entre as duas era absurda. Melisa exibia umas tetas grandes que balançavam ao menor movimento, enquanto as de Esther eram montinhos durinhos, com as pontinhas doces parecendo borracha.
Ambas sorriram e ficaram na borda, se movendo levemente enquanto conversavam com as vizinhas. Carlos não tirou os olhos delas nem por um segundo. Alejandra fez uma piada sobre o corpo gostoso da Esther, e a garota, ao rir, fez os peitos dela balançarem com firmeza.
Então, de mãos dadas, se jogaram num mergulho perfeito. Os corpos delas da cintura pra baixo cortaram o ar ao se chocarem contra a água. Melisa ficou lá dentro por alguns segundos. Esther saiu na hora, com o cabelo molhado colado nas bochechas. A água escorria em fios sobre as tetas dela. Carlos não parou de olhar, e as lembranças daquela noite em que a viu sendo comida pelo Edgar voltaram à mente dele.
A garota percebeu o olhar do pai. Se aproximou flutuando até ele.
—Tá bem? A água tá fria, né?
—Um pouco, querida.
Melisa deixou a filha com o pai e foi conversar com as amigas. Carlos quase implorou pra ela não deixá-lo a sós com a Esther, porque ele não ia conseguir controlar os pensamentos.
—Sobre o que aconteceu da outra vez... você contou pra mãe que me viu com o Edgar?
—Claro que não.
—Você podia ter batido na porta —sorriu Esther. Se aproximou mais, de um jeito que as tetinhas dela ficaram completamente pressionadas contra o peito nu do Carlos. Os bicos duros se cravaram na pele dele—. Pensei que você fosse ficar bravo comigo.
—Entendo que você estava com o Edgar. Tentei disfarçar o melhor que pude.
—Ele nem percebeu que tinha plateia —a risada da Esther era delicada, quase infantil. Carlos sentia orgulho de ter uma filha linda, e embora o instinto de pai dissesse que era errado, a parte masculina e viril dele reconhecia que ela era uma delícia na cama.
—E melhor. A ereção dele teria caído.
—Ele sempre fica bem duro quando tá comigo. E obrigada por não falar nada e por aceitar. Significa muito pra mim.
—De nada, princesa.
Esther o abraçou sem que ele pudesse dizer nada. Os peitos da jovem se esfregaram contra o dele com movimentos inocentes enquanto ela roçava o bochecha contra a barba áspera do pai dela. A pele molhada do abdômen e das coxas fez o pau do Carlos acordar debaixo d'água. A ponta esticou o shorts e pressionou contra a virilha da filha. Ela, sem dar importância, continuou abraçando ele sem parar de se mexer nem de sorrir com aquela inocência que a caracterizava. Mas Esther sentia perfeitamente aquela dureza própria do pai dela. E estava orgulhosa de provocar aquela reação nele.
— Bom, vou com a mamãe fofocar com as vizinhas.
Ela se virou. Carlos ficou olhando ela nua. Admirou as costas nuas dela. O cabelo caindo sobre os ombros e se perguntou quanto tempo levaria para sucumbir à tentação e se jogar em cima da filha. Algo dizia pra ele que Esther não se importaria tanto assim. Vamos, a garota era ardente e estava no auge da exploração sexual dela. Transava tanto quanto ele e a Melisa. Talvez até mais. Nunca se devia subestimar o poder da juventude.
•••••
O evento da piscina não passou de um gatilho. Nas semanas seguintes, e a cada visita do Edgar à casa, o pau do Carlos já não conseguia ficar quieto. Ouvir os gemidos da filha, ou pelo menos saber que ela estava sendo comida por aquele homem vários anos mais velho que ela, causava um tesão tremendo que ele não conseguia esconder. Até a Melisa tinha percebido isso, e embora gostasse de saber que o marido tinha a libido nas alturas, começou a se preocupar.
— Devia falar pra ela baixar um pouco o volume. Dá pra ouvir pela casa toda.
Carlos desviou o olhar do café da manhã e encarou a mulher. Melisa vestia uma camisa meio transparente. Os peitos dela balançavam livres por baixo do tecido.
— Não, deixa. Já me acostumei.
— É, mas aposto que você adora ouvir ela. Você é um pervertido. É a sua filhinha.
Ele teria se ofendido com o comentário, se não fosse porque a esposa soltou aquilo com um sorriso safado. Ela conhecia ele perfeitamente. Sabia dos vícios dele. Do gosto dele por novinhas. E em vez de sentir ciúmes, um grande parte dela se excitava imaginando o marido cercado por um harém de inocentes pra satisfazer ele.
—Que que eu te falo? A gente não é de pedra. E você? Não te excita ouvir ela?
—Uhm… admito que é divertido. Fico me perguntando quem vai transar melhor: ela ou eu. O que você acha?
—Você tem mais experiência.
Melisa sorriu de novo e apoiou a bochecha na mão.
—Obrigada. E isso é porque aprendi com o melhor. A gente transou tanto que, se eu não fosse operada, já teríamos uns dez filhos a mais.
—Filhas, se der.
—Claro, claro. Papai pervertido —ela se inclinou pra dar um beijo nos lábios dele, e ficaram colados com as bocas até um gemido da Esther chamar a atenção deles. Em vez de se chocarem, se olharam com cumplicidade e continuaram o café da manhã enquanto curtiam o presente que a filha tava dando pra eles.
Mas Esther também não era nenhuma santinha. A garota sabia o que tava fazendo. Ou pelo menos, tinha noção do quanto esquentava os pais com as aventuras eróticas dela no quarto. Ter começado a vida sexual encheu a cabeça dela de fantasias e desejos que não eram nada comuns. Afinal, quantas minas morreriam de vergonha de serem ouvidas pelos pais? A maioria, com certeza.
Esther não era assim. Ela sentia aquele tesão que não conseguia controlar. E já tinha visto os pais transando várias vezes. Sexo em casa nunca foi tabu. Eles não se escondiam. Deixavam a porta aberta, confiantes de que ela teria o respeito de bater antes de entrar, ou que seria discreta. Pra que esconder sexo? Isso só faria virar tabu.
De tarde, ela saiu do quarto com sede. Transar com o Edgar causava um cansaço nela como se tivesse corrido uma maratona. Os caras da idade dela não teriam o preparo que ele tinha, que levava uns dez anos a mais que ela. Esther se sentia tão cuidada e protegida por um homem de verdade, que era incapaz de soltar ele uma vez que ele abria as pernas dela e se jogava sobre o corpo frágil dela. Mamãe tinha razão: os mais velhos eram melhores. amantes.
Ela saiu do quarto em busca de água fresca, e foi quando viu que a mãe estava ajoelhada no chão em frente ao sofá, completamente nua, com as tetas grandes balançando para frente e a boca aberta em volta da pica do marido. Carlos, sentado no sofá, tinha as pernas afastadas e a calça arriada até os tornozelos. A cabeça de Melisa subia e descia devagar, engolindo a pica até a base. A saliva escorria pelo eixo grosso e cheio de veias.
Esther ficou vermelha. Podia ter se virado e deixado os pais terminarem. Mas tomou outra decisão. Caminhou até a cozinha, com a calcinha preta e justa nos quadris. Não estava de camiseta. Os peitos, pequenos e pontudos, mostravam marcas de chupões, assim como o pescoço. Edgar era louco por peitos pequenos e se esbaldava com ela sempre que podia.
Encheu um copo de água. Deu um gole. Respirou fundo e entrou na sala. Sentou no sofá, à esquerda de Carlos, com as pernas cruzadas e a água no colo.
O pai ficou tenso. Melisa sorriu sem parar de chupar a pica. A filha vendo só aumentava a safadeza dela. Agarrou o marido pelos joelhos e mamou com a mesma suavidade de antes. Nenhum dos dois teve coragem de parar ou de pedir privacidade a Esther. Como a maioria dos homens, Carlos era incapaz de reagir com uma boca na pica.
— Fui mal na prova de matemática — disse Esther, girando o copo entre os dedos.
Carlos olhou para a filha com uma mão pousada na cabeça da esposa. Guiava os movimentos de vai e vem. Tentou manter a calma e a ereção. Admirou os peitos da filha. As pernas bem cruzadas. A calcinha preta, apertando a bucetinha dela.
— O que... você errou?
— Certeza que não sabe somar — a boca de Melisa soltou a pica com um som molhado e desceu pra lamber os ovos. Pegou primeiro uma bola e rodeou com a língua. Carlos arfou de prazer.
—A do Teorema de Pitágoras. Eu entendo a fórmula, mas os problemas que o professor passa são difíceis de entender.
Esther viu como a saliva da mãe dela encharcava as bolas do pai dela. Melisa chupou outra bola, depois lambeu a base do pau com a ponta esticada, e enfiou a rola inteira de novo até a garganta. Depois de fazer isso, deu uma piscadela pra filha, como se desse permissão pra ela continuar olhando. Esther sentiu umidade entre as coxas.
—Isso acontece porque você não presta atenção —disse a mãe dela. Agarrou a base do pau com a mão direita e bateu uma devagar, usando a saliva como lubrificante. Enquanto falava, mãe e filha não pararam de se olhar—. Eu te falei pra não se limitar a decorar fórmulas, você tem que saber ler o contexto do que o problema tá pedindo.
—É… entendi —Esther estava vidrada no pau do pai dela.
Melisa continuou mamando, agora segurando as próprias tetas com a mão livre. Apertou os bicos e puxou eles pra excitar.
—Estuda mais… —disse Carlos com uma voz quase inaudível enquanto Melisa aumentava a velocidade e balançava a cabeça num vai e vem rápido. O pau entrava e saía com estalos constantes de umidade.
Esther sorriu. Se o pai tava normal, ela teria que fingir que nada tava acontecendo. Sexo era permitido. Era algo bem natural. Não faria sentido fazer um escândalo. Se recostou no sofá e cruzou as pernas de outro jeito. As pontas das tetinhas dela se erguiam felizes, cobertas de chupões. Naquele momento, ela não ligaria se o pai apertasse uma delas.
—É, acho que é verdade. Talvez eu precise de aulas de reforço.
Melisa desceu de novo pras bolas e tentou enfiar as duas na boca. Comprimiu o rosto contra o saco do Carlos. Depois voltou a atenção pro membro e lambeu a ponta, girando a língua em volta da cabeça rosada. Carlos empurrou a boca da mulher com o quadril e fez o pau chegar até o fundo. Melisa prendeu a respiração e a garganta dela abriu para dar espaço ao órgão. Ao tirá-la, voltou sua atenção para os testículos.
—Você não está machucando ela assim? —perguntou Esther, notando que sua mãe tinha pequenas lágrimas nos olhos.
—Não, ela gosta. Além disso, você não deveria estar olhando seus pais fazendo isso.
—Também não me mandaram ir embora.
Pai e filha sorriram. Ninguém precisava mentir. A tensão pairava no ar. No entanto, não estavam prontos para abandonar suas posições.
Melisa acelerou o ritmo das chupadas. A mão direita esfregava o eixo enquanto a boca sugava a ponta com força. Seus lábios estavam bem fechados ao redor da glande e suas bochechas se afundavam. Carlos agarrou a cabeça da mulher com as duas mãos e empurrou para baixo para meter com a bacia pela segunda vez. Esther riu e deu mais um gole no seu copo de água. Melisa ofegou com a boca cheia. As bolas do homem se tensionaram no saco. Empurrou uma última vez e as bolas se contraíram, expelindo jatos de porra grossa e quente direto na boca da esposa. Melisa manteve a rola entre os lábios, engolindo enquanto o esperma branco escorria pelos cantos da boca.
Esther observou tudo de perto com um sorriso largo. Sua mãe lhe dedicou uma expressão divertida, com restos de porra nos lábios.
—Já, princesa. Vai dormir.
—Sim, até mais, pai —aproximou-se de Carlos e deu um beijo nos lábios dele. Até se permitiu um pouco de língua. Ele provou a saliva dela. Depois, fez algo ainda mais quente: deu à mãe o mesmo beijo, mas a boca de Melisa tinha sêmen. Esther não pareceu se importar e provou, mesmo que só um pouquinho, da porra do pai. As últimas gotas, apenas.
Levantou-se do sofá, com a calcinha pequena enfiada entre as nádegas, e subiu para o quarto para voltar a foder com Edgar.
Carlos e Melisa a viram ir. Arquejaram as sobrancelhas e entenderam que acabavam de comprovar algo: sua família estava prestes a viver uma das épocas mais deliciosas no que dizia respeito a sexo. Se gostaram, espero que me deixem algum comentário sobre o que gostariam de ver ou o que acham da história, um abraço!
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