Minha namorada me trai... E é com meu tio.

Meu nome é Johan, e isso aconteceu há alguns meses numa festa de família que fui com minha namorada Yohana, ou só "Yoli", como costumam chamar carinhosamente os amigos e familiares dela; uma garota linda que, pra ser sincero, parecia ter me feito ganhar na loteria; é isso mesmo, simplesmente gostosa, tem 1,70, cabelo preto, magrinha mas com umas tetas grandes que apertam quando ela usa blusas ou vestidos; e uma bunda tão impressionante que todo mundo olhava antes dela ser minha namorada... Bom, todo mundo na real, porque pretendentes não faltavam olhares pra essas nadegas quando ela andava pela faculdade, atraindo alunos e professores por igual.

Minha namorada me trai... E é com meu tio.

Tão confiante, gostosa, com aquele rabão e peitão, uma combinação que todo homem atrás dela queria e que, por sorte, eu conquistei... Ou pelo menos era o que eu pensava...


Foi em janeiro, nos dias depois do ano-novo, como de costume, eu costumava ir com minha família para a casa no campo, uma casa linda de dois andares num sítio pequeno do meu avô, onde tem um rio perto e onde a gente costumava visitar pra se divertir com comida ao ar livre, um bom e refrescante banho e, por fim, voltar no dia seguinte depois de um acampamento, uma tradição que eu lembro desde pequeno.


Depois de uma viagem de algumas horas desde a cidade, e entre risadas, beijos e apalpadelas no ônibus com a minha mina, chegamos naqueles campos verdes enquanto caminhávamos até onde ficava o rancho, enquanto eu explicava como estava toda a parada com a minha família. Até porque eu já os conhecia há mais de um ano, mas faltavam os avós, os primos e quem seria a minha perdição... Meu tio Arnoldo, ou Aldo, como a gente chamava ele de "carinho".


Aldo era velho, tinha seus 45 anos, gordo, mas forte, porque era ele quem cuidava do rancho, e trabalhava em tempo integral naquele lugar, com um humor bem marcado e direto, mas também meio grosso e sem noção sempre que me via. Não que eu não gostasse dele, mas sempre evitava as piadas dele com uma risadinha ou só dando a volta na casa, porque ele era áspero e folgado com todo mundo; e foi o primeiro que a recebeu, pude sentir aquele olhar percorrendo ela com as centenas de olhares que eu já tinha visto nos meus amigos, professores ou gente que esbarrava com ela, uma varrida dos pés à cabeça, aquelas pernonas, aquelas cadeiras e obviamente aquelas tetas cobertas por uma blusa verde que escondia só o necessário, porque tava calor, e um shortinho curto, o suor visível da caminhada, escorrendo pela testa, pescoço e se perdendo entre aquelas tetas abundantes. As pernas dela também suadas, mas com algumas picadas de mosquito, dava pra ver aquelas manchinhas vermelhas na pele tão branca e carnuda.


**Relato**




Foi aí que, enquanto todos se cumprimentavam, ouviu-se um "PLAS", alguns se viraram, outros riram do que meu tio tinha feito, pois ele tinha dado um tapa na bunda da minha mina, deixando uma leve marca vermelha na perna dela com um sorriso no rosto.


Aldo.⸻ Ei, mina, cê não vê que os pernilongo vão te devorar, kkkkkk, vai com cuidado que aqui eles tão soltos o dia inteiro.


Yoli.⸻ Uy, desculpa, kkkk, é que a gente gozou rápido demais e não passou na farmácia pra comprar repelente, mas valeu...


Sorria forçada, porque aquela mãozada pegou ela e eu de surpresa, claro, com raiva, mas também sabia como ela era. Não tinha nada de errado, né?, pensei enquanto ria também como se fosse brincadeira e continuava cumprimentando os outros. Enquanto eu abraçava meus parentes, vi eles trocando olhares e rindo, até comentando sobre os mosquitos enquanto ela ainda esfregava a perna.
Eles conversavam, mas eu já não os escutava, coisa normal quando você conhece gente nova.


O resto do dia foi entediante, uns jogos de tabuleiro, conversas na cozinha e enquanto cozinhava, pois não tinha internet, até via minha mina se desesperando um pouco, porque eram papos de família que ela não entendia e, mesmo sorrindo, eu a conhecia; ainda assim, não dava pra fazer nada, eu também tava entediado, foi aí que vi ela se levantar, e com o olhar me disse que ia dar uma volta por ali, revirando os olhos, só assenti e voltei pro papo de família.
Passaram 5 minutos, 10 minutos, 15, 30, até quando passou uma hora e eu não via ela voltar, arranjei uma desculpa pra me levantar e procurar pelas janelas que davam pro quintal dos fundos e onde começava o rancho, pastagens, umas cabeças de gado e outras coisas típicas desses lugares.


infiel


Ao subir para o segundo andar, pude vê-los pelas janelas, meu tio estava levantando fardos de comida enquanto ela estava sentada em um, riam, ela até parecia mais... Gentil, estavam se divertindo e nada passou pela minha cabeça, talvez fosse melhor aquilo do que vê-la estressada; parei para observá-los, não fazia ideia do que falavam, só os via rindo, tocando os ombros um do outro depois do que parecia uma piada.


Quando desci, continuei a conversa, sem antes perder a noção do tempo, e foi quando chegou a hora do jantar que os vi entrar, ambos suados, rindo e zoando como se sempre fossem amigos.

Eu.⸻ Demoraram, né? Tudo certo?, já é noite...



Aldo.⸻ Tudo bem, sobrinho, eu tava ensinando como é que faz por aqui, sem querer a gente foi ver as vacas e eu expliquei como era o dia a dia aqui, quando a gente percebeu.


Yoli.⸻ Ah, sim, meu amor, é um lugar gostoso, não é tão chato quando você vê tudo o que tem por aí, kkkk, então não se preocupa, não sou tão frágil quanto você pensa, heee.


Sorria ao vê-los suados, era verão, caminhada, o normal, foi aí que meu tio subiu pra tomar banho e ela ficou um tempo pra se refrescar enquanto sentava do meu lado e respirava.
Yoli.⸻ Você sabe que eu te amo, né meu amor?...


Sorri e assenti, enquanto conversava com os outros e nossas mãos se apertavam antes que ela finalmente se levantasse e me sorrisse pra ir tomar banho, subindo a mochila dela pra aquela semana de estadia, longe da cidade, longe de tudo... Foi aí que só consegui subir quando a fofoca acabou lá pelas 11 da noite, depois de um banho e ver as portas fechadas e entrar pra vê-la já dormindo.


Pela manhã, antes de o sol nascer, senti a cama se mexer umas duas vezes, até sentir quando ela se sentou. Foi quando abri os olhos e a vi com o cabelo molhado, se penteando antes de se levantar e ver aquela fio dental apertada que ela usava de calcinha, além de ver como ela subia devagar aquela legging, apertando aquela bunda e mostrando a forma linda daquelas nadegas enormes. Antes de acordar de vez e ver como ela me sorria.


cornudo

E aí.⸻ O que houve, amor? Tudo bem?... São só 7 da manhã e ninguém mais acordou...


Yoli.⸻ Sim, meu amor, só que o Aldo, digo, seu tio me disse que ia me ensinar umas paradas do campo, tipo como lidar com as vacas, além de que não tem nada pra fazer aqui, e ainda mais sem internet kkkk...


Aquela reclamação era compartilhada, por isso levei na boa, sentia falta da internet, de bater papo e jogar videogame, então não culpava ela, só suspirei enquanto puxava ela pra gente se beijar, um beijo longo de língua e minha mão pegando uma das tetonas dela até ouvir o som da porta, uns toques suaves e uma voz rouca mas baixa, sim, era ele, meu tio...


Aldo.⸻ Bom dia, sobrinho. A Yoli ia me acompanhar na minha jornada, você sabe, não tem muito o que fazer, então falei pra ela que podia me acompanhar. Diz pra ela que eu espero ela lá embaixo na sala.


Não respondi, só disse um curto "Sim" e aquele beijo parou com um último na testa, enquanto eu via minha mina rebolando naturalmente aquela bunda de um lado pro outro, mexendo como uma gelatina firme. Ela tava indo embora, talvez meu primeiro erro, a preguiça de não saber segui-la, e o que aos poucos marcava meus dias ruins e logo o dia mais safado e doloroso ao mesmo tempo.


Tomamos o café da manhã sozinhos com minha família, alguns foram trabalhar, outros chegaram, a mesa cheia e ela não aparecia; assim eram os dias, os dois primeiros dias, foram ver como ela saía, voltava pra comer, um beijo rápido e depois voltava pra "aprender" sobre o campo, eu via ela chegar toda suada, aquele cabelo bagunçado e ele também, imaginava que fosse por causa do trabalho, até o quarto dia, quando depois de ver várias vezes eles chegarem e saírem pra só voltar pra dormir, eu tava meio desconcertado, a gente conversava pouco, mas parecia tudo igual porque ela ainda me beijava com carinho e o que seria a primeira "red flag", ouvir todo dia como ela me amava e como eu era a coisa mais importante pra ela, igual aqueles olhares cada vez mais longos entre o Aldo e minha mina, risadas mais próximas, conversas mais íntimas na comida quando falavam baixinho no ouvido um do outro...


Dessa vez foi diferente, no quarto dia amanhecendo já não se ouviu a porta nem aviso nenhum, só via entre a luz fraca a minha namorada já banhada e de fio dental se debruçando na janela, e dizer alguma coisa, enquanto as tetas dela balançavam ao menor movimento, podia jurar que de baixo dava pra ver um pouco e aquele sorriso que sumiu quando ela me viu, embora nervosa me cumprimentou como nos outros dias.



TIO

namorada infiel


Yoli.⸻ Ai, amorzinho, você me assusta, me avisa quando acordar kkkk... Vou me vestir e sair, você continua dormindo, hoje vão me ensinar a tirar leite das vacas, embora eu tivesse medo delas, agora não tenho mais...


Ela falava com um sorriso, suave, como sempre, enquanto vestia uma legging que, igual às anteriores, apertava aquela bunda enorme, mas tinha algo diferente... Era aquele perfume que ela começou a usar de novo, e uma roupa não velha, como as outras, embora pra acalmar minha mente, de todo aquele estresse, eu pensasse que a roupa limpa dela talvez estivesse molhada ou que ela não tivesse mais nenhuma, tudo pra dormir de novo sem me preocupar outra vez, vendo ela sair de novo, fechando a porta devagar e descendo rápido as escadas, mas tentando não fazer barulho.


Do mesmo jeito, não chegavam a tomar café da manhã acostumado, mas com aquela espinha na minha cabeça, aquela dor no peito quando lembrava de tudo, me acalmando com aquela desculpa de sermos namorados, família e tal; até que, perdido nos meus pensamentos, minha avó me assustou, e enquanto colocava um pano que envolvia louça com comida, me apontava a porta.


Vovó.⸻ Meu amor, vai levar o almoço pro seu tio, ele deve estar com as vacas na casinha onde descansa, esqueceu, vai logo, quando você voltar eu te deixo seu cafezinho pronto...


Não disse nada além de "Sim", pensando em qualquer coisa pra me acalmar enquanto caminhava e caminhava. Passei pelas cercas, algumas vacas e pastos, embora não fosse muito grande comparado a outros, eu tinha que andar alguns minutos, foi aí que saí entre as árvores pela parte de trás daquela cabana, se é que se podia chamar aquilo de um teto de paus e telhas velhas que servia pra guardar coisas e se proteger do sol. Eu ia gritar de brincadeira pra assustá-los quando cheguei pela parte de trás, onde algumas madeiras e papelões faziam de parede, e antes de gritar ou fazer qualquer coisa, ouvi algo estranho; eram gemidos leves, uns sons chamativos de beijos, eu reconhecia bem, eram sons de sucção, de saliva babada, além daquelas respirações fortes e ofegantes, segundos que viraram horas pra mim, porque eu tava com raiva, mas mais assustado, pois queria ver e ao mesmo tempo não.
Não era difícil ver, só bastava não fazer barulho e dar uns passos até uma das várias frestas que tinha, e foi aí que eu os vi, via as costas do meu tio, cobrindo minha mina, ela parecia estar por cima dele, sobre as pernas dele, pois estavam sentados de costas pra mim, enquanto eu queria gritar e me irritar, não tinha coragem, só de ficar ali, ouvindo aquelas respirações ofegantes.


Aldo.⸻ Que beijos gostosos, sua condenada... Mas já faz dois dias que a gente só se beija, meu pau tá explodindo, caralho. Anda logo, ninguém vai ficar sabendo, além do mais, com esses beijões que a gente já trocou, até meus lábios tão doendo.


Entre risadas, eles se afastavam um pouco, mas não o suficiente para vê-los melhor, só dava para ouvi-los conversando enquanto eu pensava no que fazer para não ser visto ou escutado.


Yoli.⸻ Já te falei que não... Bom, não sei, eu gostei dos beijos, mas você sabe que eu tenho namorado e ele é seu sobrinho, já me sinto mal por fugir pra fazer alguma coisa ou ficar nos beijando o dia todo... Eu gosto, mas não quero ir mais longe, já é suficiente eu sumir até o jantar kkkk...


Aldo.⸻ Anda logo, só deixa eu ver, eu já imaginei desde que te vi, você deve ter uma rabuda enorme, essas nadegas que aposto que todo mundo vê, não só eu hahaha.


Yoli.⸻ Hmm, não, não sei, e se alguém vier?


Aldo.⸻ Alguém vem até aqui?, kkkk, gata, eu te garanto que ninguém vem, muito menos o frangote do teu namorado, a gente tá a uns 15 minutos daqui e ninguém nunca vem me ver, te juro, só uma vez.


Via minha namorada parada na frente dele, até tive que me esconder pra não ser visto quando ela se espreguiçou e olhou pra todos os lados, era um campo aberto, centenas de metros de grama e ao redor árvores, até o rio dava pra ouvir, mas nada, nem uma alma, só eles dois, eu e os bichos pastando.
Eu rezava pra que ele dissesse que não, até dava pra perdoar uns beijos, mas por mais que eu rezasse e fechasse os olhos, só conseguia ver ele sentado e, na frente dele, ela se posicionando de costas, rebolando aquele rabão de um jeito sensual, devagar mas meio sem jeito, como se estivesse nervosa; mas isso não impediu que aquela legging acabasse enrolada na panturrilha dela, deixando à mostra aquela fio dental vermelha, enfiada entre as nádegas e o tamanho que elas tinham. Que sem aquela pressão, balançavam como gelatina, aquela pele branca com marcas da roupa apertada nas pernas e em parte da bunda.


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Aldo.⸻ Ah, caralho, olha esse rabão e você não queria me mostrar depois daquela troca de beijos toda, estão lindas, parecem gelatina kkk.


Yoli.⸻ Não diga isso, seu Aldo...


Aldo.⸻ É isso que o meu sobrinho come?, saiu safadinho, mas duvido muito que consiga satisfazê-la ou não, é que com um rabão desses, pra todo mundo ia ser difícil, e você já sabe como dizem, a carne é fraca, cê nunca traiu ele antes, minha Yoli gostosa?


Me irritou ainda mais ouvir aquilo, mas o que eu podia fazer se era eu quem estava espiando ela? Além disso, a dor no peito quando ela disse aquilo, meu tio sem vergonha como sempre, mas ela, mesmo sabendo que era gostosa e ciente de todos os seus pretendentes, não pensei que fosse assim, talvez negando para mim mesmo o quanto ela era gostosa para mim, mas também para os outros.


Yoli.⸻ Infiel eu?... Não, claro que não, bom, antes quando eu quase não transava, eu transava com alguns vizinhos e pretendentes, durante meu relacionamento só com ele, mas é difícil quando ele não aguenta muito... Até nossos beijos desses dias, mas não acho que seja traição se são só beijos de língua, né...


Todas aquelas palavras tão suaves, mas contundentes, dizia me amar e se guardar, quando agora mexia aquele bundão enorme na frente dele, até jurava que estava mais perto, pois quando mudei de lugar pra ver melhor, pude ver aquele volume no meu tio, comparado com o meu era gigante talvez, o que me fez sentir pior, e mais quando uma das mãos dele fez ecoar naquele lugar todo um tapa na bunda "PLAS", ressoou com eco, enquanto ela pulava de dor e com raiva, mas depois com um sorriso.


Yoli.⸻ Ei, te falei que era sem tocar, além disso, doeu, seu idiota...


Pude ver como ela se esfregava numa das próprias nádegas, até dava pra ver marcado na pele a mão calejada do meu tio, enquanto ele ajudava a esfregar sem ela negar nada.


Aldo.⸻ Já, já, me desculpa, mas é que foi difícil, me entende, gata, ver uma raba daquelas na minha frente e não tocar, além disso... você tá toda empolgada com isso tudo...


O dedo dele seguiu o contorno da calcinha fio dental vermelha dela, descendo e se posicionando entre as pernas dela, tocando mais além, ainda por cima da roupa, mas fazendo movimentos circulares que arrancaram mais de um suspiro da minha mina, antes de eu ver ela ofegar, fechar os olhos e apertar as coxas, mas sem tirar as mãos dele de entre as pernas grossas dela.


Aldo.⸻ Olha, gostosa, tá molhado e pegajoso aqui. - Mostrou os dedos, o fluxo daquela calcinha fio dental que tinha absorvido tanto desde que, talvez, começaram com aqueles beijos.


Ela não disse mais nada, só abriu um pouco as pernas, mas eu já não conseguia ver mais nada quando ele se levantou, então aproveitando o som dos balbucios dela, me mudei para um canto, pra conseguir ver eles de lado. Por sorte eu tava coberto por madeira e papelão, mas tentava olhar sem que eles percebessem, com a pica dura, mas pensando naquele volume enorme que, diferente do meu, era bem mais visível e que ela olhava de canto de olho.


Aldo.⸻ Mas não posso ser o único a ensinar, deixa eu te mostrar um pouco pra ficarmos por dentro.


Não deixou minha namorada responder, porque mal terminou e já baixou as calças até os tornozelos e a cueca também, deixando pendurada aquela pica enorme morena, ainda meio mole, mas mesmo assim dava pra calcular uns 20 centímetros, com uns pelos grisalhos e aqueles ovoes pendurados.
Ela abriu os olhos e pulou de susto, mas logo se aproximou para tocá-lo com a palma das mãos.


Yoli.⸻ Pensei que era só um velho tarado, mas aqui você tem algo grande... Mais do que muitos que já conheci, e grisalho...



Minha namorada me trai... E é com meu tio.




Ele riu às gargalhadas ao ver como ela puxava e enrolava no dedo aqueles pelos pubianos grisalhos, como o acariciava, aquele traço de nervosismo tinha sumido, talvez, pois ele continuou com aquela blusa, que tirou e jogou longe, sobre os arbustos próximos. O sutiã teve o mesmo destino, pois foi parar a alguns metros quando Aldo, meu tio, o atirou de propósito, e ela, entrando na brincadeira, jogou a calcinha fio dental na minha direção, caindo a poucos metros de mim. Ela, nua no meio do campo, e ele também, pois tirou a camisa para mostrar a barriga e os braços fortes.
Não houve palavras, só carícias suaves entre os dias, como se meu tio quisesse guardar pra sempre a sensação da mão dele nas bundonas da minha mina, nas cadeiras, nas pernas, até nas tetonas que ela tinha e que ele apertou com fome, porque assim que pôde levou a boca nos bicos dos peitos pra lamber e chupar com força, que eu cheguei a ouvir o barulho da boca dele sugando a pele dela.


Yoli.⸻ Ei, devagar, Don Aldo, tá doendo, elas são sensíveis...


Aldo.⸻ Desculpa, bebê, mas elas são tão grandes que eu pensei que saía leite, olha, são pesadas e aposto que você gosta que fiquem olhando... Embora tenham um gosto fenomenal...



**Relato**




Eu brincava enquanto continuava chupando elas, lambendo, deixando cheias de beijos e saliva, porque dava pra ver pelo sol aquelas marcas vermelhas na pele branca da minha mina; ela, por sua vez, com a mão apertava aquela pica enorme, espremia com força como se não acreditasse no tamanho, óbvio que era muito mais do que o meu.
Foram momentos em que eles se apalpavam naquela sombrinha, aquela estrutura velha que mal cobria alguma coisa da direção deles, já que estavam em campo aberto.


Yoli. ⸻ Vem, Seu Aldo...


Não disse mais nada, os dois nus e ainda com o sol do meio-dia, ela pegou na pica grossa dele, apertando e puxando como se fosse uma brincadeira, meu tio engoliu seco, enquanto andavam 5, 10, 20, e cada vez mais passos, ficando a metros daquela estrutura, no meio do nada a céu aberto, não tinha árvore, nem arbusto, só grama muito, muito baixinha, qualquer um que por acaso aparecesse pra dar uma olhada podia ver eles sem problema nenhum.
Não disse mais nada, dava pra ouvi-los um pouco por estarmos no meio do nada, mas sabia que não falaram nada, pois mal chegaram a uns metros; pude ver minha mina se ajoelhando na grama pra ficar na altura daquele pauzão já duro, enquanto abria a boca pra levar ele pra dentro, primeiro a cabeça, depois mais fundo até que pelo som de ânsia não deu pra entrar mais.
Era sexy, mórbido e triste vê-los, pois comigo ele nunca fez nada assim.


infiel


Eu só via o vai e vem da cabeça dela, o som das ânsias, como ela cuspia aquela saliva babada e grossa, enquanto também ouvia os gemidos pesados e roucos do meu tio, que como um verdadeiro vencedor levava as mãos na cabeça da minha namorada e empurrava, olhando pra cima, vitorioso, com os olhos fechados, curtindo aquela boquete no meio do campo. Sem se importar que a minha namorada batia nas pernas dele por falta de ar, com aquela baba escorrendo pelos lábios dela, queixo, até cair nas tetonas e depois na grama.


Aldo.⸻ Meu hotel mais puta... Ou vai me dizer que não consegue, hahahaha.


Uma piada de mau gosto enquanto empurrava a cabeça da minha mina cada vez mais fundo, até deixar ela respirar, ofegante e com a cara vermelha, cuspindo de forma safada aquela saliva grossa resultado do enjoo.


Yoli.⸻ Você vai me matar com essa pica enorme, papai... Deus, que grande, jurava que não conseguia respirar, com essa ferramenta você comia as mina da cidade que me contou outro dia?


Aquele soco no meu estômago ao ouvi-la dizer aquilo, sem nenhum pingo de vergonha, consumida por aquele momento, quanto tempo fazia?, eu não sabia, só sabia que era meio-dia porque o sol me deixava ver o suor das peles delas e da saliva grossa que ela ainda cuspia, e até espalhava pelos peitos, deixando-os brilhando.


Aldo.⸻ Não, de jeito nenhum elas se comparam com você, são umas velhas feias perto de você, com essa raba e esses peitões que agora são meus... Né?


Ela sorriu e cuspiu uma última vez, enquanto ele se ajoelhava para se beijarem de novo, mas agora um beijo obsceno, sujo e babado enquanto os dedos dele cutucavam a buceta da Yoli e ela apertando aquela pica dura, um longo e sujo beijo no meio do campo, enquanto vi que depois de se separarem ele sussurrava algo pra ela e em seguida minha namorada ficava de quatro, sobre a grama levantando a bunda na direção dele; mudei de lugar pra ver melhor, me escondendo e ficando em silêncio.


Já na posição de quatro, ela mexia a buceta de um lado para o outro, as nádegas balançando como gelatina no ritmo do movimento, enquanto ele colocava o pau entre essas nádegas, acariciando não só a buceta dela, mas também o cuzinho.
Ele se movia de trás pra frente se masturbando entre a bunda dela, enquanto ouvia silêncio e gemidos suaves, como se estivessem curtindo o momento, sem pressa nenhuma.


Aldo.⸻ Quer que eu te coma?... Me fala, gostosa.


Yoli.⸻ Sim, papai, me dá essa pica grossa, eu quero já, não aguento mais ver ela ou você esfregando na minha perna...



cornudo




Não havia camisinha nenhuma, só uma pica pulsando entre as nádegas da minha mina, enquanto meu tio segurava a própria pica e apontava direto pra buceta rosada dela, molhada e lubrificada com saliva dos dois, com uma cusparada suja depois de um beijo longo.
Não esperou mais e a empurrou pra dentro dela, uma única estocada e um gemido que ecoou por todo aquele lugar, gemidos que não faziam questão nenhuma de calar, nenhum dos dois, e até pareciam fazer mais barulho a cada vez que ele investia contra aquele rabo lindo da minha mina, agora maculado pelo meu próprio tio.


Aldo.⸻ Você gosta de putaria?, Sou melhor que seu namorado?, responde!...


Dava um tapa na bunda que dava pra ouvir de longe com um eco impressionante e safado, até aquela cena gravada na minha mente, eu tava batendo uma, vendo eles sendo infiéis, embora só uns dois minutos eu demorei pra soltar uns jatos no mato enquanto via tudo, depois da minha gozada, tristeza, mas logo depois de ouvir os gemidos safados da minha mina sendo comida por outro, eu ficava ainda mais duro.


Yoli.⸻ Sim, papi, eu adoro, seu pau é maior que o do meu namorado, mais grosso, sinto minha buceta se abrindo quando você mete até o fundo... Me dá mais, me dá mais, quero que suas bolas batam na minha bunda...


Palavras que jamais acreditei ouvir dela, enquanto se ouvia repetidamente o:
PLAS, PLAS, PLAS, PLAS, PLAS
Do enorme traseiro dela sendo golpeado pela pélvis do meu tio, que empurrava cada vez mais forte, fazendo ela até engatinhar com a força que ele colocava nas investidas.



TIO




Não soube quanto tempo passou, só via como eles não se cansavam, podia jurar que já tinha uma hora de quatro recebendo a pica dura do meu tio, dava pra notar vendo aqueles joelhos vermelhos e alguns arranhões do chão de grama e terra.


Aldo.⸻ Vem aqui, meu amor, tem coisa muito melhor pra te deixar prenhada.


Abri os olhos ao ouvir aquilo, enquanto não via uma negativa por parte da minha namorada, pois pararam o suficiente para ele se deitar na grama e ela, por cima dele, esfregar a buceta avermelhada contra aquele pau ainda duro como metal, cheio dos fluidos dela, e enquanto se acomodava e respiravam um pouco, me dando as costas quando se agachou, cuspiu de forma obscena naquele pau e com a mão procurava a própria entrada, de uma sentada enfiou tudo e de novo aqueles gemidos, enquanto pulava em cima dele, dava pra ouvir a bunda dela batendo no corpo do Aldo, sons aquosos, pela pele suada, gotas de suor escorrendo pelos corpos e caindo de forma bagunçada no chão, enquanto ele apertava os peitos dela com uma vista linda do rosto dela.


namorada infiel
Saltava com graça, deixando cair a calcinha sobre ele sem piedade, enquanto via meu tio parar de apertar os peitos dela pra entrelaçar as mãos, uma visão obscena mas... íntima, subia e descia se segurando nele, os peitos dela quicando de tão grandes, igual as bundas dela, como gelatina batendo nas pernas do Aldo, enquanto o sol começava a se mover pela quantidade de horas que estavam ali.


Yoli.⸻ Já tô quase gozando, papai, papai, papai...


Ele pulava com mais força enquanto se seguravam pelas mãos, ele empurrava cada vez mais, mais forte, mais fundo.


Aldo.⸻ Você quer?... Você quer ele dentro, sua puta?, porque eu também tô quase gozando... Quero deixar tudo dentro, bebê...


As vozes agitadas dos dois, mais roucas, mais cansadas e ofegantes enquanto minha mina fazia um esforço pra manter aquele rabão enorme batendo contra ele.


namorada vadia


Yoli.⸻ Dentro, quero eles dentro, papai, por favor deixa todo o seu leite dentro da minha buceta, quero bem fundo, quero que me deixe prenha, quero os seus bebês!!!


Gemeu tão forte que o eco era maior, igual a ele, enquanto pelo movimento dos quadris e os gritos da minha namorada deram por certo tudo, ele tinha gozado por completo dentro dela; enquanto gemiam os dois, meu tio pega ela pela cintura e empurra ainda com o pau dentro, pra ficar por cima dela, metendo com força, até soltou outro gemido, enquanto parecia não querer sair dela, como dois cachorros no cio, esperando que aquele esperma encontrasse o caminho da infidelidade dela...
Minha namorada me trai... E é com meu tio.


Depois de gozar dentro, e de soltar os últimos jatos pra fora sobre a barriga dela e parte dos peitos, ficaram um por cima do outro, se beijaram com paixão e finalmente, sem se limpar, se levantaram procurando as roupas entre risadas, ainda com a buceta da minha mina escorrendo.
Tive que me esconder pra não ser encontrado, porque só deu pra ouvir risadas, como iam pelados se abraçando de volta pra casa, talvez no caminho trocassem de roupa e inventassem alguma desculpa, pra uma gravidez


E até aqui o relato, depois de uma ausência longa, espero que vocês gostem e se quiserem algo, não hesitem em me falar, não sejam como a minha namorada, que guarda as traições dela.

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