Golpe do Sexođź“‘301

Golpe do Sexođź“‘301
fodidaRecebi essa ideia

Oiii,
Queria te pedir um favor. VocĂŞ topa escrever um conto erĂłtico com uma cutie trans? Queria que fosse leve, com boa energia e que desse pra perceber carinho pela personagem, nada de zoar nem de transformar ela em piada.
Sei que talvez não seja o estilo que você mais domina, mas confio no seu jeito de escrever e ia adorar ver o que você cria. Que seja tasty, divertido e que a young lady pareça real e simpática.

Se vocĂŞ curtir a ideia, show. E se nĂŁo for a sua praia, tranquilo, sem problema nenhum.
Valeuđź’‹

Geralmente nĂŁo escrevo esse tipo de conto, mas vou fazer com um toque de humor e adaptado ao meu estilo.

🖊 Conto Personalizado 👇

Horacio tinha 32 anos e tava há tempo demais sozinho.
Uma noite, entediado, baixou um app de namoro. Foi aí que apareceu a Luisa. 28 anos, sorriso safado, curvas bem definidas e uma bio que dizia: "Procurando algo intenso e sem drama".transexualComeçaram a conversar. Rápido. Muito rápido.

Luisa mandava fotos quase toda noite: de fio dental preto de costas, mostrando uma bunda redonda e firme; de frente, com um sutiã que mal segurava uns peitões grandes e promissores; na cama, mordendo o lábio.Relatos eroticosHoracio respondia com elogios cada vez mais diretos. Em poucos dias o chat virou abertamente sexual.

—Tô louco pra te conhecer e tocar nessas tetas, escreveu ele numa madrugada, com a pica dura.

—Então para de escrever e vem olhar elas pessoalmente, respondeu ela.

Marcaram o encontro num bar do centro. Horacio chegou nervoso. Quando viu Luisa sentada no balcão, a boca secou. Ela era ainda mais gostosa pessoalmente: cabelo comprido, lábios pintados, decote generoso e umas pernas que se perdiam sob uma saia preta.

Falaram pouco, beberam menos. Em menos de uma hora já estavam se beijando na penumbra do lugar.

Horacio tava com o pau duro marcando na calça e falou no ouvido dela, sem filtro:

—Tô morrendo de vontade de te meter… de te comer essa noite mesmo.

Luisa sorriu contra a boca dele e aceitou. Chamaram um Uber pra um motel ali perto.relatos quentesNo quarto, mal fecharam a porta. Horacio empurrou ela contra a parede e beijou com fome. Enfiou as mãos por baixo da blusa e agarrou as tetas dela, grandes, firmes, com bicos durinhos. Apertou, levantou, desceu um pouco e chupou os bicos por cima do sutiã. Luisa gemia e apalpava o volume por cima da calça, apertando a pica dura dele.

— Tira minha roupa, ela pediu.

Horacio tirou a blusa e o sutiĂŁ dela. As tetas ficaram livres e ele se jogou pra chupar com vontade, mordiscando, lambendo, enquanto ela gemia no cabelo dele.

Depois, puxou a saia dela de uma vez, junto com a calcinha fio dental...

E ficou congelado.relatos pornoEntre as pernas de LuĂ­sa, meio dura e claramente mais grossa e comprida que a dele, tinha uma rola.

Horácio recuou de uma vez, com os olhos arregalados.

— Que porra é essa…?

— Espera… eu posso explicar, disse Luísa, levantando as mãos.

— Você é um homem do caralho!, gritou ele, entre a indignação e o susto, enquanto puxava a calça às pressas.

— Eu sou mulher! Só… não te contei ainda!

Horácio não ouviu mais nada. Abriu a porta e saiu correndo pelo corredor do motel em direção à rua, ainda com a camisa aberta e o cinto desafivelado. Luísa, em pânico, saiu atrás dele completamente nua, com as tetas de fora e a rola ainda meio dura balançando, gritando:

— Horácio, espera! Deixa eu te explicar!

Os dois saíram na calçada. Ele corria. Ela o perseguia pelada, tentando alcançá-lo. Uma viatura que passava pela avenida freou bruscamente. As luzes vermelhas e azuis acenderam.

— Para aí, os dois!, gritou um dos policiais ao descer do carro.

Horácio parou, ofegante, com cara de quem tinha visto um fantasma. Luísa tentou se cobrir com as mãos, sem muito sucesso.

— Senhora… senhor… vocês estão em via pública. Exibicionismo. Os dois vão ter que nos acompanhar.

Nem conseguiram explicar direito. Um ia semivestido e em estado de choque. A outra estava completamente pelada no meio da rua. Algemaram os dois.

Horas depois, na delegacia, Horácio estava sentado num banco de metal com o olhar perdido. Na cela ao lado, Luísa, já coberta com um cobertor que tinham emprestado, ainda tentava, entre as grades, dizer:

— Eu ia te contar… de verdade…

Horácio nem olhou pra ela.

A fraude sexual tinha terminado exatamente como ninguém esperava:
os dois presos,
um traumatizado
e a outra ainda tentando se explicar.

Mais tarde, LuĂ­sa pagou as duas multas.

Horácio assinou os papéis em silêncio e saíram da delegacia com a primeira luz do dia. Na ela parou diante dele, ainda um pouco envergonhada.
—Desculpa por não ter te falado antes. Eu devia ter sido clara desde o começo. Não foi certo.
Horacio passou a mĂŁo no rosto, cansado.
—Eu não te discrimino. Sério. Só que… eu gosto de mulher. Tava procurando uma parceira… com buceta. Não é ódio, é preferência.
Luisa concordou, sem brigar.
—Eu entendo. E se… a gente ficar só como amigos? Sem drama.
Ele hesitou um segundo e depois aceitou com um gesto de cabeça. Ainda precisavam voltar pro motel pra pegar as roupas que tinham deixado jogadas no quarto. Pediram um táxi em silêncio.
Quando entraram de novo no quarto, a bagunça continuava lá: a saia dela no chão, a camisa dele na cadeira, o sutiã pendurado de um lado da cama. Luisa fechou a porta e olhou pra ele.
—Sei que ontem à noite você tava com muita vontade de transar. Dava pra perceber.
Pode me ver como mulher. Se você não olhar entre as minhas pernas… o resto é de mulher. Peitos, raba, cintura, tudo.bundao gostosaDeixa eu chupar pra você. E se quiser, te ofereço o anal. Sem compromisso. Só dessa vez.

Horacio ficou parado. A excitação da noite anterior ainda estava ali, misturada com a lembrança do susto. Olhou pras tetas dela, pra cintura, pro rabo... e desviou o olhar da entreperna. No fim, engoliu seco e assentiu.

Luisa sorriu com alívio e se aproximou. Empurrou ele de leve pra sentar na beira da cama, baixou a calça dele e tirou a pica pra fora. Tava meia dura. Ela se ajoelhou e meteu na boca. Começou a chupar com vontade, fundo, usando a língua, batendo uma punheta com a mão enquanto olhava pra ele de baixo. Horacio fechou os olhos e se deixou levar. Em poucos minutos tava completamente duro.

Quando ficou bem durinho, Luisa pegou uma camisinha, abriu e colocou ela mesma. Depois subiu na cama, ficou de quatro e ofereceu o rabo, olhando pra ele por cima do ombro.

— Só não olha pra baixo. O resto... sou mulher.

Horacio se posicionou atrás, segurou na cintura dela e penetrou. O cu da Luisa tava apertado e quente.

Entrou devagar e depois começou a meter com ritmo. As nádegas quicavam a cada estocada. Ele se concentrou naquela sensação, na curva das costas dela, em como as tetas balançavam, nos gemidos agudos que ela soltava. Comeu ela de quatro com gosto, cada vez mais fundo, até sentir o orgasmo subir. Enfiou até o talo e gozou dentro da camisinha, com um gemido grave, apertando a cintura dela.

Ficou uns segundos parado, ofegante. Depois se afastou. Luisa se virou, chegou perto e beijou ele na boca, suave.

— Agora é a minha vez... — falou de repente, com voz séria.garota transexualHoracio olhou para o próprio pau e arregalou os olhos de repente, pálido, e deu um passo pra trás. Luisa olhou pra ele por um segundo em silêncio... e depois soltou uma gargalhada clara.

—É brincadeira! Você devia ter visto a sua cara.

Horacio passou a mão no peito, soltando o ar nervoso, e no fim também riu, ainda meio tremendo. Luisa se deixou cair na cama ao lado dele, se acabando de rir.

—Fica tranquilo, a gente é amigo. Só amigo.

Ele concordou com a cabeça, dessa vez com um meio sorriso.

—Amigos, repetiu.

Ficaram mais um tempo no quarto, recuperando o fôlego e as roupas, sem se tocar de novo. Quando saíram do motel, já em plena luz do dia, caminharam juntos até a esquina.

O golpe sexual tinha terminado da forma mais absurda possĂ­vel:
com uma multa paga,
uma transa anal
e um "ficamos como amigos" que, pela primeira vez em toda a noite, parecia sincero.Golpe do Sexođź“‘301
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