Rumo ao isolamento 12

Já se passaram quatro dias desde a última vez que me tocaram. Quatro dias de uma abstinência que tem me consumido por dentro. Meu corpo se recuperou por completo, mas minha mente é um caos de desejo e confusão. Sinto minha buceta pulsando, encharcada dos meus próprios fluidos só de pensar neles. Estou tão desesperada que sinto que se não me encherem agora mesmo, vou explodir de pura necessidade. Quero ser a putinha deles, quero que me arrebentem por todos os lados. No domingo à tarde, o ar na casa estava denso. Ouvi o motor da caminhonete; Lucas e Camilo tinham voltado da fazenda depois de terminar o turno. Quando entraram, o cheiro de suor e macho alfa inundou a sala. Eu os vi: Lucas e Camilo, com a pele curtida e os olhos acesos de luxúria. Santiago saiu pra recebê-los com um sorriso cínico. Santiago: "Chegaram, né?" A Valéria já sabe o que é ser da família. Os olhos de Lucas e Camilo se cravaram no meu corpo. Santiago olhou pro Mateo. Santiago: *(Fazendo um gesto pra saída)* Bom, Mateo, bora logo. Temos que ir nos preparando pro próximo turno. Mateo: *(Soltando uma gargalhada rouca e se aproximando de mim pra apertar minha bunda com força bruta)* Nem fudendo, irmão. Se adianta sozinho, que eu chego mais tarde! Essa putinha precisa ser usada por todos nós ao mesmo tempo! Santiago saiu de casa e, assim que a porta se fechou, o ataque começou. Não teve brincadeira, não teve delicadeza. Lucas me agarrou pelo cabelo e me forçou a abrir a boca bem larga enquanto Camilo me colocava de quatro, abrindo meu cu com os dedos rudes. Mas não pararam por aí. A ordem implícita nos olhares deles era clara: queriam me arrebentar por completo. Mateo se aproximou com o pau já ereto e pulsando. Mateo: "Se prepara, Valéria!... Hoje você não vai conseguir nem andar!... Vamos te encher por todos os seus buracos ao mesmo tempo!" E assim foi! A sensação foi uma explosão de dor e prazer insuportável. **Lucas empurrou o pau grosso e quente direto na minha garganta**, me obrigando a engolir enquanto eu tentava respirar. Ao mesmo tempo, **Camilo cravou o pau no meu cu** com uma estocada brutal que me fez arquear as costas e soltar um grito abafado pela boca cheia. E enquanto eu agonizava entre os dois, **Mateo se posicionou atrás de Camilo e enfiou o pau na minha buceta** com uma força animal. Porra!... ¡Mmmgh!... ¡Ahhhhh!... ¡Slurp!... ¡Mmmph!... ¡Mmmgh!... ¡Mmmff!... ¡Ahhh!... É demais!... Sinto que vou me partir ao meio!... ¡Mmmgh!... ¡Sim!... ¡Mmmgh!... ¡Ahhhhh!...Rumo ao isolamento 12Meu Deus! É uma tortura deliciosa! Tenho três paus me arrebentando ao mesmo tempo! Sinto o do Lucas na minha garganta, o do Camilo abrindo meu cu e o do Mateo esticando minha buceta até o limite! Sou uma puta de verdade! Sou o brinquedo desses três homens e adoro que me destruam assim! Mmmgh!... Mais!... Me dêem mais!...cornudoO som era uma sinfonia de depravação: ** *Chlap! Chlap! Chlap!***. O som das pelves deles batendo no meu corpo era ensurdecedor. O Lucas enfiava a pica na minha garganta; o Camilo me arrombava o cu com uma violência; e o Mateo me comia a buceta numa cadência frenética. Eu estava presa num triângulo de carne e desejo. Meus olhos reviraram enquanto eu sentia meus três buracos sendo reclamados pelos meus cunhados. Mateo: *(Rugindo enquanto sentia o clímax se aproximando)* Ahhhhh!... Porra!... Vou te encher de porra por dentro!... Mmmgh!... Toma tudo isso, puta!... Ahhhhh!... O esperma dos três inundando minha garganta, minha buceta e meu cu ao mesmo tempo enquanto eu desabava num orgasmo violento e descontrolado, tremendo no chão enquanto os três homens grunhiam de satisfação sobre meu corpo destruído e encharcado da semente deles.

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