Nem toda experiência sexual é prazerosa ou termina bem. Também podem ser engraçadas, dignas de anedota ou nojentas. Aqui vão algumas das minhas experiências. PRIMEIRO BOQUETE. Eu trabalhava numa fábrica onde mais ou menos 80% do pessoal era mulher e quase 50% dessas mulheres eram umas putas safadas, então se você fosse encarregado ou chefe, era muito fácil comer alguma. Não era bem assim com o pessoal hierárquico, que não se misturava muito com o pessoal do chão de fábrica. Naquela época, eu tava comendo uma mina do chão de fábrica que, depois de um tempo transando comigo, me contou que a Graciela, uma chefe de vendas, tinha perguntado por mim. A Graciela tinha uns 24/25 anos e eu, na época, tinha trinta e cinco. A Graciela tinha acabado de terminar um namoro que durava desde os 14 anos dela. Resumindo, ela nunca tinha tido outro relacionamento. Então não tinha nenhuma experiência de ficar com outra pessoa. Foi aí que a mina que eu tava comendo aconselhou ela a viver a vida e comer qualquer cara que ela curtisse. Aí ela confessou que queria começar comigo. Poucos dias depois, teve uma exposição relacionada ao trabalho e eu encontrei as duas. Como o lugar tava bem chato, a gente sentou na cafeteria pra tomar algo e bater papo. Depois de várias horas de fofoca sobre quem tava com quem na fábrica, ficou bem tarde e o lugar tava fechando. A Graciela morava pro mesmo lado que eu, então me ofereci pra dar uma carona. Ela aceitou e a gente partiu. Durante o trajeto, não trocamos nem uma palavra, então achei que eu tinha que tomar a iniciativa, já que a amiga dela tinha me contado que ela era muito tímida e não tinha experiência nenhuma. Ao chegar numa rua escura, parei o carro e ela não disse nada, só ficou olhando pra frente. Então, antes que ela falasse qualquer coisa, eu disse que era casado e não ia largar minha família por ninguém, mas que tava disposto a curtir um momento bom com ela se ela topasse. Sem me olhar, ela disse: "pra mim não tem problema". Então desabotoei o cinto de segurança dela e... Aproximei meu rosto no dela e comecei a beijá-la. Ela respondia aos meus beijos com os lábios meio trêmulos. Ficamos nos beijando por um tempo, feito adolescentes. Como a situação não avançava, peguei o touro pelas aspas, segurei a mão dela e a coloquei sobre minha calça, na altura do pau. Ela só deixou a mão apoiada enquanto eu desabotoava uns botões da blusa dela e enfiava a mão nos peitos. Ela só respondia com a boca e a língua aos meus beijos. Meu pau parecia que ia rasgar a calça. Ao ver que ela só tinha a mão parada ali, desafivelei o cinto e abri a calça. Tirei meu pau pra fora e enrolei a mão dela nele. Depois continuei beijando ela e apertando os peitos. Ela nem me masturbava, só segurava meu pau duro, que parecia ter vida própria, de tanto que pulsava. Como vi que a coisa não andava, passei meu braço pela nuca dela e ajudei a incliná-la até meu pau. Tive que fazer um pouco de força, porque ela resistiu um pouco. Mesmo assim, ela se deixou levar. Ao chegar no meu pau, segurei ele com a mão e enfiei na boca dela. Ou ela não tinha muita experiência, ou nunca tinha chupado um pau, porque só ficava parada com meu pau apertado entre os lábios. Como ela não chupava, puxei o cabelo dela com a mão e segurei a cabeça dela enquanto, com o movimento da minha bacia, comecei a comer a boca dela. Meus poucos pelos pubianos entravam no nariz dela e fizeram ela espirrar umas duas vezes. Mesmo assim, ela nunca deixou de envolver meu pau com os lábios enquanto eu continuava comendo a boca dela. Até que não aguentei e, sem ser muito cavalheiro, nem perguntei e despejei todo o meu gozo na boca dela. As bochechas dela incharam com todo o sêmen dentro da boca. Segurei a cabeça dela até soltar a última gota de porra dentro da boca dela. Ela, sem dizer nada, engoliu até a última gota e sentou de novo. Graciela, enquanto eu guardava meu pau, tirou um lenço da bolsa e limpou os restos de gozo dos lábios. Sem dizer palavra, liguei o carro, mas bem antes de sair, ela soltou um grande... vômito no painel do carro e no carpete Foi assim que meu carro ficou cheio de vômito de macarrão e porra E um cheiro ácido nojento Ela chorou pedindo desculpas o caminho todo até chegar na casa dela De qualquer forma depois daquele dia a gente teve outros encontros mais PIRADO NA MARY No primeiro ano do colégio uns colegas quando à tarde a gente tinha oficina e o professor não vinha, a gente se escondia atrás de um depósito e lá alguns fumavam e outros depois de um tempo a gente trocava punhetas cruzadas Uma tarde eu tava escondido com um colega que às vezes a gente trocava masturbação cruzada A gente sentou um do lado do outro e começou a se masturbar freneticamente até quase ao mesmo tempo a gente gozou Mas eu fazia tempo que não me masturbava então soltei várias gozadas fortes e longas que saíram pra cima e caíram no chão Depois disso a gente voltou de novo pros outros Mais tarde quando a gente tava no buffet percebo que o cara que tinha me masturbado tinha uma porrada de porra no topete do cabelo loiro dele Tinha ficado um tempão na frente de todo mundo com a meleca no cabelo Rapidamente quando percebi avisei ele e ele passou a mão no cabelo pra tirar e espalhou mais por isso ficou com o topete duro pra cima igual o personagem de Pirado na Mary BANHADO EM CHOCOLATE Lá pelos anos 90 quando era febre os remises e como eu tinha ficado sem trabalho aproveitava e de noite fazia remis com meu carro Assim de dia procurava trabalho tranquilo Na zona do lado de Campo de Mayo era comum ver algumas travestis trabalhando De vez em quando eu parava e pegava alguma e fazia ela me chupar Algumas eu insistia e comia ali no carro E eu tinha virado freguês de uma travesti meio veterana que me chupava e deixava eu comer sem cobrar se já fosse muito tarde e não tivesse cliente Uma madrugada com muita neblina eu vinha pela zona e custava a ver se minha amiga transsexual tava por ali Dei umas voltas e não via ela e de repente me chamou a atenção outra travesti parada numa esquina que eu nunca tinha visto por ali, que quando passei ela abriu o casaco e só estava de calcinha. As tetas enormes dela, meio caídas, me chamaram a atenção. Dei a volta e quando ia perguntar sobre o programa, ela se adiantou e me disse: me leva pra um hotel e faz o que quiser comigo de graça, desde que me tire desse frio. Como a noite estava meio parada, aceitei e mandei ela subir. Já dentro do carro, pude ver que apesar de ser meio grandona e um pouco musculosa, ela era bem feminina. E principalmente muito simpática. Falava pra caralho. Me contou que era a primeira vez que vinha pra região, mas que não tinha gostado porque tinha pouco movimento e tinha treta com as outras minas. Enquanto a gente ia no caminho, ela foi abaixando meu zíper e tirando meu pau pra fora enquanto dizia: - vamos conferir a mercadoria. Assim que tirou meu pau, ela se inclinou e começou a me chupar enquanto eu dirigia. Aliás, quando eu tava pedindo o quarto no hotel, ela continuava me chupando. Já dentro do quarto, ela tirou o casaco enquanto andava e deixou cair no chão. E assim, semi nua, foi rebolando o rabo em direção ao banheiro. Eu rapidamente me despi e esperei ela sentado no sofá. Quando saiu do banheiro, saiu totalmente nua. Jogou a bolsa no chão e se ajoelhou na minha frente e começou a me chupar de novo. A saliva dela escorria pelas minhas bolas e pelo meu cu. Tentei segurar a cabeça dela, e ela me disse pra não tocar no cabelo porque bagunçava a peruca. Depois de chupar meu pau por um bom tempo, eu já tava quase gozando. Aí ela subiu em cima de mim e enfiou minha cara nas tetonas dela. Eu comecei a chupar e apalpar, e sentia por baixo os pontos das cicatrizes dos implantes. Tirei minha cara das tetas dela e aproximei minha boca da dela pra beijar. Ela desviou o rosto e me disse que não beijava na boca. Com o movimento da cintura dela, fez meu pau ficar bem na porta do cu dela. Ela pegou minha cabeça e afundou de novo nas tetas dela, e enquanto Ela rebolava a bunda e assim, sem as mãos e só com o movimento do quadril, enfiou a pica no cu. Naquela época a gente era bem irresponsável e era comum comer no pelo. Quando entrou tudo, ela alternava entre ficar parada e chupar com o cu a minha pica, pra depois montar em mim como se fosse um cavalo. De repente, tava me sufocando com as tetas e sinto ela tremer. Ao mesmo tempo, sinto minha barriga toda molhada. A pica dela apoiada no meu abdômen tinha gozado. Eu também não aguentei muito e soltei um grito e despejei tudo dentro do cu dela. Esqueci do que ela tinha me falado e puxei ela pelo cabelo e beijei. Ela respondeu com a boca bem fechada e tirando minha mão do cabelo dela. Minha pica continuava meia dura. Quando você é jovem e tá muito tarado, é normal a pica não baixar. Ela começou a montar de novo com força e depois de uns minutos minha pica tava dura de novo. Eu queria mudar de posição, mas como ela era grandona, não dava pra mover ela e muito menos tirar da excitação. Mas por mais forte que ela me comesse, eu não gozava. Tentei beijar ela de novo e ela me disse de novo que não beijava na boca. Mas depois disso, ela fez algo inusitado. Ela tirou minha pica do cu e se ajoelhou no chão. Abriu bem minhas pernas e vi ela pegar minha pica cheia de um chocolate do cu dela e enfiar na boca e começar a chupar e bater punheta. Continuou assim até eu soltar uns jatos de porra na boca dela. Depois disso, pegou a bolsa e começou a se vestir sem se lavar. Eu fui ao banheiro e lavei bem os restos do gozo dela da minha barriga, e as bolas tavam escorrendo com um pouco de merda líquida que tinha vazado do cu dela. Ao sair do hotel, ela me pediu uns trocados de gorjeta. Dei e ela desceu do carro pra pegar o ônibus. Nunca entendi como ela não se deixava beijar, mas chupou minha pica recém-tirada do cu dela, que à primeira vista tava cheia de merda líquida misturada com minha porra. ARQUIVO ENCERRADO. Dias antes do ano 2000, tinha a crença de que o fim do mundo ia chegar. mundo, que tinha que desconectar os computadores e muitos mitos parecidos. No meu trabalho tinha uma gostosa que acreditava em todas essas coisas e estava doida esses dias. Eu a ouvia e internamente pensava que tinha que aproveitar aquela situação pra comer ela, já que ela era muito gostosa, tinha um rabo perfeito. Foi assim que no almoço comecei a encher a cabeça dela de que antes do fim do ano a gente devia fazer algo louco. A conversa foi esquentando e ela me confessou que nunca tinha traído o parceiro, e ele sim, muitas vezes, que nunca tinha dado o cu, nunca tinha feito em outro lugar que não fosse uma cama, nem num carro. Eu continuei enchendo a cabeça dela de que ela tinha que fazer alguma coisa daquilo. Me ofereci pra ajudar ela a realizar algo da lista de pendências que ela tinha. Mais tarde recebi uma ligação dela no meu escritório e ela confessou que ficou pensando na minha proposta o tempo todo. Como era dia 28 de dezembro, dia dos santos inocentes, pensei que ela tava me zoando. Então falei pra gente conversar no dia seguinte. No dia seguinte, no almoço, ela confessou que tava com medo do que podia acontecer nos próximos dias e que tava disposta a fazer algo. Na nossa mesa entrou outra pessoa, então não conseguimos continuar conversando. Depois do almoço, vejo ela passar e ir pro depósito de arquivos. Olhei bem pra ninguém me ver e segui ela. Entrei no depósito e, antes que ela dissesse qualquer coisa, tranquei a porta e apaguei a luz. Eu sabia que quase a única que entrava lá era ela. Ao me ver ali, ela se assustou e perguntou o que eu tava fazendo. Então falei pra gente riscar várias coisas da lista dela de uma vez. Agarrei ela pela cintura e puxei pra perto de mim, comecei a beijar o pescoço dela, enquanto empurrava ela contra a estante e desabotoava a blusa pra tirar os peitos dela pra fora. Ela não falou nada em nenhum momento, só empurrava a bacia pra frente pra sentir meu pau. Eu sabia que não tinha muito tempo porque alguém podia aparecer, então meti a mão por baixo da saia dela. Puxei a calcinha fio dental dela e ao tocar a buceta dela tava bem molhadinha, aliás tava bem pegajosa, como se o fluxo dela fosse gel. Meu pau tava que ia explodir, então virei ela e fiz ela reclinar um pouco pra frente. Eu atrás dela, tinha na minha frente aquela bunda linda que eu tanto queria. Sem perder tempo, puxei a calcinha fio dental e, sem camisinha, enfiei de uma vez. Quando tava bem dentro, ela começou a rebolar a bunda igual aquela putaria famosa da atriz de vestido verde. Então comecei a comer ela rápido, mas sem fazer barulho. Tentava não bater nas nádegas dela. Enquanto isso, colocava minhas mãos na boca dela pra abafar os gemidos. Ela de repente me fala: — não vai gozar dentro. Então tirei o pau da buceta dela e apoiei na racha da bunda. Depois passei meus dedos cheios do fluxo pegajoso dela pelo cu. Aí segurei a cintura dela com uma mão e com a outra comecei a enfiar o pau no cu dela. Pra ser a primeira vez que ela levava uma anal, entrava bem fácil. Devagar fui enfiando até o talo. De novo comecei a comer ela com força, mas às vezes não dava pra fazer sem a gente fazer barulho. Me inclinei pra frente e me agarrei nos peitos suados dela. Então fiquei parado e meu pau começou a soltar a porra dentro do cu dela. Ficamos mais um minuto assim, parados, com a respiração acelerada, enquanto meu pau dormia dentro do cu dela. No momento em que meu pau saiu do cu dela, o lugar se inundou de uma vez com um fedor terrível de merda. Também ouvi uns passos lá fora, então guardei o pau e vazei. Ela ficou sozinha e vários minutos depois vi ela passar pro escritório dela. Enquanto tava no meu escritório, parecia que o cheiro de merda tinha grudado no meu nariz. Mas não era isso — quando fui me higienizar, percebi que a cabeça do pau tava toda cheia de merda bem fedida. Tive que sacrificar a cueca porque tava suja de merda e impregnada com o cheiro. No dia seguinte, quando a gente entrou no trabalho, tava um puta auê porque as... da limpeza tinham encontrado um pedaço de merda no chão do depósito de arquivos. Aparentemente, quando tirei a pica do cu dela, além da bosta que ficou grudada na minha pica, também caiu um pedaço de merda no chão, e por isso tinha aquele cheiro nojento. Com certeza, por causa da penumbra do lugar e do nervosismo, a gente nem percebeu. Passaram o dia inteiro tentando descobrir quem tinha cagado no chão. Por sorte, nunca descobriram o que aconteceu, e fecharam o depósito, e só ela tinha a chave. Assim como o fim do mundo, não deu em nada. Mas pelo menos eu comi aquele cu, e ela riscou várias coisas da lista de coisas pra fazer. Tentei comer ela de novo outras vezes, mas não rolou. BEIJO BRANCO Quando eu era adolescente, tive a sorte de comer várias mulheres bem mais velhas que eu. Uma delas, uma vez, tava me fazendo um boquete e, depois que eu gozei tudo dentro da boca dela, ela me beijou e passou pra minha boca todo o meu leite que tava na boca dela. Embora escondido às vezes já tivessem gozado na minha boca, nunca tinha sentido o gosto do meu próprio leite na boca. No começo, me deu bastante nojo. DEDO NA PRÓSTATA Eu já tinha contado que tinha comido uma colega de trabalho que se chamava Graciela. Aos poucos, a gente ia avançando no sexo. Ela cada vez se soltava mais e aprendia algo novo. Sempre que podia, lia um livro ou revista e, em algum encontro que a gente tinha, aproveitava pra colocar em prática o que tinha lido. Foi assim que, um dia, depois de transar, fiquei deitado de lado na cama vendo TV. Ela voltou do banheiro e me abraçou por trás, cruzou um braço por baixo do meu corpo e, com as unhas, acariciava minha pica e minhas bolas. Com a outra, massageava minhas nádegas. A cabeça dela tava no meu pescoço, e eu podia sentir a respiração dela, que tava cada vez mais acelerada. Minha pica, de tanto ela coçar com as unhas, tinha ficado dura de novo, e a outra mão dela percorria toda a minha bunda. Cada vez que ela chegava perto do meu cu, instintivamente eu empurrava a bunda mais pra fora. De repente, ela começou a meter bem devagarzinho a unha dela na minha uretra e enquanto fazia isso eu sinto algo frio e cremoso no meu cu. Não sei como ela fez, mas tava passando lubrificante na minha bunda. Enquanto me enfiava a unha na uretra e batia uma pra mim, eu sinto o dedo da outra mão começando a entrar no meu cu. Com muito cuidado ela enfiava a unha comprida dentro do meu rabo. Ela apertou mais o corpo contra o meu. Os peitos dela pressionavam minhas costas enquanto enterrava mais o dedo dentro do meu cu. Aí, com uma voz de quem tava bebada, ela pergunta: — li que muitos caras gostam de ser tocados assim, te incomoda eu te tocar desse jeito ou continuo? Eu, que tava entregue total, falei pra ela continuar. Ela ficou cutucando dentro do meu cu até a unha dela tocar minha próstata e meu pau começou a soltar porra enquanto ela tinha a unha na minha uretra. Depois de uns minutos, já tinha dois dedos dentro do meu cu tocando minha próstata e meu pau continuava soltando pequenos jatos brancos. Quando meu pau parou de soltar porra, ela tirou bem devagar os dedos do meu cu. Depois disso, ao olhar as unhas compridas dela, umas tavam cheias de porra e as da outra mão tavam cheias de merda embaixo. Por vários dias ela jurava que mesmo tendo lavado, sentia e achava que ainda tinha merda embaixo das unhas porque o cheiro continuava lá. Cheirei as unhas dela e era verdade, vários dias depois as duas unhas que estiveram dentro do meu cu tinham cheiro de merda. Assim como essas histórias, eu tenho muitas outras. Se vocês têm algum tipo de história escatológica e engraçada, podem contar nos comentários.
1 comentários - Sexo sujo também pode ser gostoso