Oi, de novo eu depois de um bom tempo. Aliás, notei que não postei a última parte de outro conto que vou subir nos próximos dias, mas por enquanto vou postar este que achei em inglês, espero que gostem, porque também tem várias partes kkkk
São 9:00 da manhã, estou no trabalho olhando pra bunda da minha colega de serviço Lucia quando percebo que chega uma mensagem no Facebook. Ao abrir, vejo que é uma ex-colega da época da faculdade, não sabia nada dela há uns 10 anos. Fiquei surpreso porque antes de responder a mensagem entrei no perfil dela, e lá notei que ela tinha um filho pequeno de 7 anos, então descartei na hora a possibilidade de comer ela, porque pensei "merda, com certeza ainda tá com aquele idiota e só me escreveu pra uma típica reunião de ex-turma". Pequena pausa: sim, conheço a puta em questão e o marido dela. Na faculdade eu queria comer ela, sempre fui um cara medianamente atraente, não alguém que chama muita atenção, mas sim alguém que atrai uma certa quantidade de mulheres. Então meu plano na época era comer ela porque eu gostava muito dela. O nome dela é Karina, o do marido (na época namorado) acho que era Luis. O ponto é que no final a gente se curtia, mas ela não queria trair o namorado, então me bloqueou de tudo. Voltando ao conto, eu ia responder com indiferença, mas como realmente queria me livrar dela, pensei "bom, vou responder com intenção clara de só querer comer ela e descartar. Se ela responder bem, ótimo pra mim, e se ela se irritar e parar de falar comigo, também ótimo pra mim". A conversa fluiu rápido, obviamente não falei direto que queria arrebentar a buceta dela, soltei umas piadas de duplo sentido pra ver se ela entrava no jogo, e ela entrou. Claro, não como uma mina que você percebe que quer transar na hora, ela seguiu como uma mulher que... nota que ela está interessada, mas não vai te falar tão abertamente porque não quer parecer uma oferecida, então ficamos nessa brincadeira por um tempo até que ela soltou a frase "não, é que nesse momento eu tô querendo me separar do pai do meu filho, mas eu convivo com ele porque quero levar a festa em paz até a gente se separar", isso pra mim foi carta aberta de que ela queria que eu comesse ela, mas queria fazer disfarçado. Passaram os dias, mais ou menos 1 mês desde que a gente tinha começado a conversar, e a gente se encontrou um dia, ela me pediu pra ir buscá-la na escola do filho dela, queria que eu esperasse na frente pra ninguém ver ela indo embora comigo. Chegou o dia, eu tava na frente da escola, via um monte de criança sendo deixada pelas mães, mas não conseguia avistar ela, por dentro eu pensava "já era, a puta se arrependeu", porque a entrada na escola é até às 8h da manhã, decidi esperar mais 15 minutos pra ver se por acaso aparecia, e por acaso foi o que aconteceu, vi ela virar a esquina correndo com o filho pela mão, ela ainda não tinha me visto, mas o filho sim, me olhou o caminho inteiro da quadra até chegar no portão da escola, me encarava enquanto a mãe puxava ele pela mão pra chegar, me olhava como se soubesse que a mãe dele ia tomar um café da manhã bem leitoso; quando ela deixou o filho, ficou olhando pra todos os lados, não me via até eu levantar a mão e ela me ver, vi ela chegar, era:menina, média de quase 1,70m, meio alta a filha da puta, cinturinha muito muito muito fina, bunda tinha pouca realmente, mas dava pra ver que era redondinha, e peitos ela tinha um bom tamanho, até quando eu vi pareciam maiores do que o normal, acho que porque já era mãequando chego nela, dei um beijo de canto de boca e me fiz de idiota, como se tivesse sido sem querer, levei ela direto pra minha casa, onde ela perguntou se eu morava sozinho, a casa é minha, comprei há anos, mas minha mãe mora comigo, obviamente sou um depravado, mas não um que abandonaria a própria mãe, e minha mãe ainda trabalhava mais por distração do que por necessidade real, então pra tirar ela de cena logo falei que sim, que eu morava na casa da minha mãe, mas que ela tava trabalhando; pareceu não ligar, levei ela de transporte público em vez de táxi ou meu carro, mesmo sabendo que ia comer ela, não me justifico, costumo ser um imbecil quando quem vou comer não é material de esposa pra mim. Chegamos na minha casa, conversamos um pouco, ela perguntou do meu trabalho e outras coisas mais, relembramos os velhos tempos porque ela teve que largar a faculdade por culpa do marido, ela me contou o de sempre, que ele tratava ela mal, que já não tinham mais intimidade, que só conviviam por causa do filho e essas histórias, uma coisa levou à outra como sempre, acabamos nos beijando, terminei tirando a roupa dela, porque ela fingia que não queria mas não fazia força quando eu tirava a roupa, e aí notei certos detalhes:Os peitos dela eram maiores, mas caídos, nada exagerado, mas a pele realmente parecia esticada. A pele dela era branca, a buceta bem rosada com tons de vermelho escuro, os mamilos eram marrom clarinho, e ela já estava molhada.Então procedi a baixar a calça e a cueca, meu pau estava meio ereto, mas não sei se era por nervosismo ou o quê, meu pau caiu completamente, nunca tinha me acontecido isso, não sabia se era um sinal do trágico e excitante desfecho que me esperava, mas ele não subia, e ela, ao vê-lo naquele estado flácido, disse:que coisinha tão engraçadinha e pequenininha, parece muito fofoe quando eu levantei o olhar, ela me olhou como se tivesse percebido o que tinha dito e completouparece do tamanho do meu maridoo que essa ideia me acalmou um pouco, me fez pensar "ok, estou dentro do intervalo que ela conhece, e ela me disse que só tinha transado com o marido dela a vida toda". pra não passar vergonha, comecei a beijá-la e desci minha mão pra masturbá-la enquanto meu pau reagia, não vou mentir, nunca tinha sentido uma buceta tão molhada há muito tempo, mas não foi isso que realmente me surpreendeu, ela tinha me dito antes pra ter cuidado com ela porque a vagina dela era pequena, que apesar de ter tido um filho sentia dor em algumas posições ou coisas assim, o que me surpreendeu foi que quando coloquei primeiro um dedo, sentia bastante espaço, quando coloquei dois foi igual, chegou um ponto que coloquei meus 4 dedos e ainda assim sentia espaço sobrando, entendo que a vagina com a excitação pode esticar pra se adaptar, mas não lembrava que tanto e principalmente não o comprimento, mas a largura da buceta, no final essa primeira experiência passei vergonha porque não subiu, ela foi embora dizendo que me entendia e tal, que na próxima talvez as coisas dessem certo e que entendia que talvez os nervos tinham me vencido porque a gente se via depois de tempo.
assim passou mais um mês até conseguirmos coincidir de novo, dessa vez me sentia mais preparado, porque tinha comido uma amiga há 2 semanas e tinha rendido bem, mas nessa ocasião falhou de novo no começo, mas acho que já tinha notado o porquê, quando vi a vagina da Karina de novo, notava não só o rosado característico com nuances de vermelho escuro, mas que ela já estava aberta desde o início, não saberia dizer se parecia que ela já tinha transado antes de vir ou se parecia daquelas vaginas abertas que se nota que foram usadas até o cansaço, o ponto é que coloquei ela de quatro e comecei a esfregar a cabeça do meu pau no cu dela, como parecia bem fechadinho, isso me estimulou e meu pau subiu de novo, vale ressaltar que meu pau mede 15cm, mas a grossura de 14cm é o que sempre me ajudou, porque a cabeça parece grotescamente enorme quando meu pau tá no máximo. Uma vez meu pau tava bem duro, enfiei ele nela, não vou mentir pra vocês, era como se um anão entrasse por uma porta dupla, porque não só eu sentia um espaço sobrando largo demais em profundidade, mas também sentia meu pau dançando dentro daquela pussy. Efetivamente, algo dentro de mim dizia que aquela pussy já tinha sido esticada até perder a garantia do fabricante. Não me abalei, encarei como um desafio, me mexi, fiz todo tipo de posição, até estimulei o clitóris dela, e embora parecesse que ela gostava, parecia que não era nada surpreendente pra ela, até em alguns momentos ela me diziacuidado, você tá chegando fundo demais e tá me doendo" com um gesto fingido de dor,e eu na minha cabeça dizia "sim, claro, sua filhinha de puta, bem que você tem a buceta mais aberta que atriz pornô, mas vou fingir que acredito em você" porque podem acreditar quando eu digo que eu metia tudo o mais fundo que podia e mesmo assim não sentia que chegava a lugar nenhum. fiquei assim por um bom tempo até gozar, gozei dentro dela tudo o que pude, mas tipo escorregador, meu semen escorreu rápido dela. pra não alongar a história, ficamos assim quase um ano transando, se bem que aquela buceta não apertava muito, ela dava uns boquetes que nem explicando pra outras minas conseguiam igualar, depois desse ano fui gostando mais e mais dela, começamos um relacionamento, ela ainda morava com o marido, se bem que me dizia que não tinham intimidade, aos poucos fui acreditando nela, obviamente aquela buceta dizia outra coisa, mas dado o tempo e a familiaridade que criamos comecei a acreditar, até que numa ocasião propus que eu usasse um extensor, daqueles que parecem paus de silicone mas que também servem de camisinha, meu pau de 15cm com aquilo chegava a uns 20cm, mas ela disse que não porque não gostava de grandes, aí eu rebati como ela sabia disso se nunca tinha provado um grande porque só tinha provado o do marido, e nisso escapou delabom, o do pai do meu filho, esse é bem grande, ao que eu respondi que tão grande assim se ela tinha me dito que era parecido com o meu, ao que ela respondeusó um pouquinho maior, 2cm no máximo",Obviamente eu fiquei incomodado, porque sentia que ela tinha mentido pra mim. A gente, os dois pelados, começou a discutir que ela tinha me enganado e tal, e aí ela me esclareceu.quando seu pintinho tava todo pequenininho e caído eu falei que parecia com o do pai do meu filhoe era verdade, tipo a slut não mentiu, então tive que engolir minha raiva kkkk ela começou a me masturbar como que pra fazer as pazes enquanto a gente continuava conversando sobre o marido dela, eu perguntava o tamanho pra conferir a diferença e meu pau ficou muito duro enquanto ela me contava e mostrava como com as duas mãos ela cobria meu pau como se nada, enquanto com o marido dela quando tinham intimidade mesmo usando as duas mãos a cabeça ficava pra fora, isso me deu uma ereção que eu não esperava, a cabeça do meu pau tava tão vermelha que parecia que ia explodir a qualquer momento. entre ela me contando detalhes tipo que a cabeça do do marido era maior e até o pau dele era mais grosso, meu pau ficava mais duro até que eu acabei gozando pra caralho. depois disso passei dias sem conseguir dormir de pensar que o marido dela passava o tempo comendo ela e que por isso ela não apertava mais, já que tanto do marido teria feito ela se adaptar ao pau do marido. e assim passaram meses onde eu criei confiança suficiente pra fazer ela acreditar que não me incomodava se ela continuasse dando pro marido porque eu entendia que eles moravam no mesmo teto e que podia rolar de vez em quando, no final ela caiu na armadilha, me contou que quando tava perto de ovular não conseguia se controlar porque dava muita vontade, e que como o marido tava por perto, só nessas ocasiões ela dava pra ele, supostamente uma vez por mês. nesse dia que ela me contou isso eu me masturbei sozinho no meu quarto enquanto tentava imaginar como o marido comia ela, foi uma mistura estranha entre raiva porque ela tinha me dito que não tinham intimidade e que só conviviam pra manter a paz pelo filho e excitação de saber que aquela pussy já tinha se adaptado ao pau de outro de um jeito que o meu nem fazia cócegas nela, foi uma mistura de prazer muito estranha mas viciante, até cheguei a querer saber como era o pau do marido dela, não porque eu fosse gay kkkk mas eu queria saber o que era que aquela buceta realmente curtia. Assim passou um tempo, até que chegamos aos 2 anos, e me veio uma ideia. Durante as conversas, descobri onde o marido dela trabalhava, então procurei se tinha vagas naquela empresa, e pra minha sorte tinha. E não é que dei de cair na mesma sala que o marido dela? No começo, ele quase me reconheceu, mas não reconheceu, porque quando me apresentei, usei meu segundo nome e deixei a barba crescer um pouco. Assim se passaram 3 meses, onde virei amigo do marido dela. Na real, ele e eu já nos conhecíamos, mas ele não tinha me reconhecido porque antes eu sempre me barbeava. O ponto é que depois de 3 meses comecei a sair com o marido dela e uns colegas do escritório pra beber. Foi aí que fiquei sabendo que ele já tinha comido várias amigas da Karina, e ainda se gabava abertamente do tamanho do pau dele. Até que numa conversa ele revelou ter 23cm de pica, era mais do que eu tinha imaginado, e até bem mais que a minha. Achei que era fanfarrão, até ele me mostrar fotos das amigas da Karina sendo penetradas por ele, e até uns vídeos onde elas não gemiam, mas gritavam de tesão. Aí um dos colegas dele falou: "Ei, e sua esposa não percebe? Você não disse que um velho amigo dela tinha voltado a escrever pra ela?" Foi aí que tentei escutar tudo pra decorar, e ele respondeu pro amigoa puta estúpida da minha mulher? você acha que depois das fodas que eu dou nela, outro pau vai conseguir fazer cócegas? essa puta tem a buceta mais aberta que bolso de palhaço graças a mim, e esse amiguinho aí eu duvido que tenha feito ela gritar ou se contorcer de prazer como eu?Isso me excitou e comecei a perguntar um monte de coisas, foi aí que descobri que praticamente era ela quem implorava pra ele transar quase todo dia, e até rindo, ela me mostrou um vídeo onde ela se contorcia, gemia, gritava e tudo mais, aí ele me disse "mas não se preocupa, porque não tenho ciúmes dos caras do trabalho verem vídeos da minha mulher, já que eu também comi algumas minas do trabalho". Isso fez com que na próxima vez que transei com a Karina eu prestasse atenção nas reações dela, ela fazia uns sons que comparados com os do vídeo que eu tinha visto dava pra notar que eram fingidos os que ela fazia comigo, e até num momento ela falou "uff, já gozei", mas eu já tinha gravado na minha cabeça a ideia de que quando ela realmente gozava era capaz até de se mijar inteira, essa ideia ficou martelando na minha cabeça por dias, praticamente eu era o enfeite, o "namorado" vitrine, ela só gostava de mim fisicamente, mas sexualmente ela respondia como uma puta no cio pro pau do marido, e eu ainda lembrava dos chats onde ela praticamente implorava pra transar.
Bom galera, isso é toda a primeira parte, na segunda parte fica mais interessante, espero que vocês curtam esse relato embora não seja meu.
São 9:00 da manhã, estou no trabalho olhando pra bunda da minha colega de serviço Lucia quando percebo que chega uma mensagem no Facebook. Ao abrir, vejo que é uma ex-colega da época da faculdade, não sabia nada dela há uns 10 anos. Fiquei surpreso porque antes de responder a mensagem entrei no perfil dela, e lá notei que ela tinha um filho pequeno de 7 anos, então descartei na hora a possibilidade de comer ela, porque pensei "merda, com certeza ainda tá com aquele idiota e só me escreveu pra uma típica reunião de ex-turma". Pequena pausa: sim, conheço a puta em questão e o marido dela. Na faculdade eu queria comer ela, sempre fui um cara medianamente atraente, não alguém que chama muita atenção, mas sim alguém que atrai uma certa quantidade de mulheres. Então meu plano na época era comer ela porque eu gostava muito dela. O nome dela é Karina, o do marido (na época namorado) acho que era Luis. O ponto é que no final a gente se curtia, mas ela não queria trair o namorado, então me bloqueou de tudo. Voltando ao conto, eu ia responder com indiferença, mas como realmente queria me livrar dela, pensei "bom, vou responder com intenção clara de só querer comer ela e descartar. Se ela responder bem, ótimo pra mim, e se ela se irritar e parar de falar comigo, também ótimo pra mim". A conversa fluiu rápido, obviamente não falei direto que queria arrebentar a buceta dela, soltei umas piadas de duplo sentido pra ver se ela entrava no jogo, e ela entrou. Claro, não como uma mina que você percebe que quer transar na hora, ela seguiu como uma mulher que... nota que ela está interessada, mas não vai te falar tão abertamente porque não quer parecer uma oferecida, então ficamos nessa brincadeira por um tempo até que ela soltou a frase "não, é que nesse momento eu tô querendo me separar do pai do meu filho, mas eu convivo com ele porque quero levar a festa em paz até a gente se separar", isso pra mim foi carta aberta de que ela queria que eu comesse ela, mas queria fazer disfarçado. Passaram os dias, mais ou menos 1 mês desde que a gente tinha começado a conversar, e a gente se encontrou um dia, ela me pediu pra ir buscá-la na escola do filho dela, queria que eu esperasse na frente pra ninguém ver ela indo embora comigo. Chegou o dia, eu tava na frente da escola, via um monte de criança sendo deixada pelas mães, mas não conseguia avistar ela, por dentro eu pensava "já era, a puta se arrependeu", porque a entrada na escola é até às 8h da manhã, decidi esperar mais 15 minutos pra ver se por acaso aparecia, e por acaso foi o que aconteceu, vi ela virar a esquina correndo com o filho pela mão, ela ainda não tinha me visto, mas o filho sim, me olhou o caminho inteiro da quadra até chegar no portão da escola, me encarava enquanto a mãe puxava ele pela mão pra chegar, me olhava como se soubesse que a mãe dele ia tomar um café da manhã bem leitoso; quando ela deixou o filho, ficou olhando pra todos os lados, não me via até eu levantar a mão e ela me ver, vi ela chegar, era:menina, média de quase 1,70m, meio alta a filha da puta, cinturinha muito muito muito fina, bunda tinha pouca realmente, mas dava pra ver que era redondinha, e peitos ela tinha um bom tamanho, até quando eu vi pareciam maiores do que o normal, acho que porque já era mãequando chego nela, dei um beijo de canto de boca e me fiz de idiota, como se tivesse sido sem querer, levei ela direto pra minha casa, onde ela perguntou se eu morava sozinho, a casa é minha, comprei há anos, mas minha mãe mora comigo, obviamente sou um depravado, mas não um que abandonaria a própria mãe, e minha mãe ainda trabalhava mais por distração do que por necessidade real, então pra tirar ela de cena logo falei que sim, que eu morava na casa da minha mãe, mas que ela tava trabalhando; pareceu não ligar, levei ela de transporte público em vez de táxi ou meu carro, mesmo sabendo que ia comer ela, não me justifico, costumo ser um imbecil quando quem vou comer não é material de esposa pra mim. Chegamos na minha casa, conversamos um pouco, ela perguntou do meu trabalho e outras coisas mais, relembramos os velhos tempos porque ela teve que largar a faculdade por culpa do marido, ela me contou o de sempre, que ele tratava ela mal, que já não tinham mais intimidade, que só conviviam por causa do filho e essas histórias, uma coisa levou à outra como sempre, acabamos nos beijando, terminei tirando a roupa dela, porque ela fingia que não queria mas não fazia força quando eu tirava a roupa, e aí notei certos detalhes:Os peitos dela eram maiores, mas caídos, nada exagerado, mas a pele realmente parecia esticada. A pele dela era branca, a buceta bem rosada com tons de vermelho escuro, os mamilos eram marrom clarinho, e ela já estava molhada.Então procedi a baixar a calça e a cueca, meu pau estava meio ereto, mas não sei se era por nervosismo ou o quê, meu pau caiu completamente, nunca tinha me acontecido isso, não sabia se era um sinal do trágico e excitante desfecho que me esperava, mas ele não subia, e ela, ao vê-lo naquele estado flácido, disse:que coisinha tão engraçadinha e pequenininha, parece muito fofoe quando eu levantei o olhar, ela me olhou como se tivesse percebido o que tinha dito e completouparece do tamanho do meu maridoo que essa ideia me acalmou um pouco, me fez pensar "ok, estou dentro do intervalo que ela conhece, e ela me disse que só tinha transado com o marido dela a vida toda". pra não passar vergonha, comecei a beijá-la e desci minha mão pra masturbá-la enquanto meu pau reagia, não vou mentir, nunca tinha sentido uma buceta tão molhada há muito tempo, mas não foi isso que realmente me surpreendeu, ela tinha me dito antes pra ter cuidado com ela porque a vagina dela era pequena, que apesar de ter tido um filho sentia dor em algumas posições ou coisas assim, o que me surpreendeu foi que quando coloquei primeiro um dedo, sentia bastante espaço, quando coloquei dois foi igual, chegou um ponto que coloquei meus 4 dedos e ainda assim sentia espaço sobrando, entendo que a vagina com a excitação pode esticar pra se adaptar, mas não lembrava que tanto e principalmente não o comprimento, mas a largura da buceta, no final essa primeira experiência passei vergonha porque não subiu, ela foi embora dizendo que me entendia e tal, que na próxima talvez as coisas dessem certo e que entendia que talvez os nervos tinham me vencido porque a gente se via depois de tempo.
assim passou mais um mês até conseguirmos coincidir de novo, dessa vez me sentia mais preparado, porque tinha comido uma amiga há 2 semanas e tinha rendido bem, mas nessa ocasião falhou de novo no começo, mas acho que já tinha notado o porquê, quando vi a vagina da Karina de novo, notava não só o rosado característico com nuances de vermelho escuro, mas que ela já estava aberta desde o início, não saberia dizer se parecia que ela já tinha transado antes de vir ou se parecia daquelas vaginas abertas que se nota que foram usadas até o cansaço, o ponto é que coloquei ela de quatro e comecei a esfregar a cabeça do meu pau no cu dela, como parecia bem fechadinho, isso me estimulou e meu pau subiu de novo, vale ressaltar que meu pau mede 15cm, mas a grossura de 14cm é o que sempre me ajudou, porque a cabeça parece grotescamente enorme quando meu pau tá no máximo. Uma vez meu pau tava bem duro, enfiei ele nela, não vou mentir pra vocês, era como se um anão entrasse por uma porta dupla, porque não só eu sentia um espaço sobrando largo demais em profundidade, mas também sentia meu pau dançando dentro daquela pussy. Efetivamente, algo dentro de mim dizia que aquela pussy já tinha sido esticada até perder a garantia do fabricante. Não me abalei, encarei como um desafio, me mexi, fiz todo tipo de posição, até estimulei o clitóris dela, e embora parecesse que ela gostava, parecia que não era nada surpreendente pra ela, até em alguns momentos ela me diziacuidado, você tá chegando fundo demais e tá me doendo" com um gesto fingido de dor,e eu na minha cabeça dizia "sim, claro, sua filhinha de puta, bem que você tem a buceta mais aberta que atriz pornô, mas vou fingir que acredito em você" porque podem acreditar quando eu digo que eu metia tudo o mais fundo que podia e mesmo assim não sentia que chegava a lugar nenhum. fiquei assim por um bom tempo até gozar, gozei dentro dela tudo o que pude, mas tipo escorregador, meu semen escorreu rápido dela. pra não alongar a história, ficamos assim quase um ano transando, se bem que aquela buceta não apertava muito, ela dava uns boquetes que nem explicando pra outras minas conseguiam igualar, depois desse ano fui gostando mais e mais dela, começamos um relacionamento, ela ainda morava com o marido, se bem que me dizia que não tinham intimidade, aos poucos fui acreditando nela, obviamente aquela buceta dizia outra coisa, mas dado o tempo e a familiaridade que criamos comecei a acreditar, até que numa ocasião propus que eu usasse um extensor, daqueles que parecem paus de silicone mas que também servem de camisinha, meu pau de 15cm com aquilo chegava a uns 20cm, mas ela disse que não porque não gostava de grandes, aí eu rebati como ela sabia disso se nunca tinha provado um grande porque só tinha provado o do marido, e nisso escapou delabom, o do pai do meu filho, esse é bem grande, ao que eu respondi que tão grande assim se ela tinha me dito que era parecido com o meu, ao que ela respondeusó um pouquinho maior, 2cm no máximo",Obviamente eu fiquei incomodado, porque sentia que ela tinha mentido pra mim. A gente, os dois pelados, começou a discutir que ela tinha me enganado e tal, e aí ela me esclareceu.quando seu pintinho tava todo pequenininho e caído eu falei que parecia com o do pai do meu filhoe era verdade, tipo a slut não mentiu, então tive que engolir minha raiva kkkk ela começou a me masturbar como que pra fazer as pazes enquanto a gente continuava conversando sobre o marido dela, eu perguntava o tamanho pra conferir a diferença e meu pau ficou muito duro enquanto ela me contava e mostrava como com as duas mãos ela cobria meu pau como se nada, enquanto com o marido dela quando tinham intimidade mesmo usando as duas mãos a cabeça ficava pra fora, isso me deu uma ereção que eu não esperava, a cabeça do meu pau tava tão vermelha que parecia que ia explodir a qualquer momento. entre ela me contando detalhes tipo que a cabeça do do marido era maior e até o pau dele era mais grosso, meu pau ficava mais duro até que eu acabei gozando pra caralho. depois disso passei dias sem conseguir dormir de pensar que o marido dela passava o tempo comendo ela e que por isso ela não apertava mais, já que tanto do marido teria feito ela se adaptar ao pau do marido. e assim passaram meses onde eu criei confiança suficiente pra fazer ela acreditar que não me incomodava se ela continuasse dando pro marido porque eu entendia que eles moravam no mesmo teto e que podia rolar de vez em quando, no final ela caiu na armadilha, me contou que quando tava perto de ovular não conseguia se controlar porque dava muita vontade, e que como o marido tava por perto, só nessas ocasiões ela dava pra ele, supostamente uma vez por mês. nesse dia que ela me contou isso eu me masturbei sozinho no meu quarto enquanto tentava imaginar como o marido comia ela, foi uma mistura estranha entre raiva porque ela tinha me dito que não tinham intimidade e que só conviviam pra manter a paz pelo filho e excitação de saber que aquela pussy já tinha se adaptado ao pau de outro de um jeito que o meu nem fazia cócegas nela, foi uma mistura de prazer muito estranha mas viciante, até cheguei a querer saber como era o pau do marido dela, não porque eu fosse gay kkkk mas eu queria saber o que era que aquela buceta realmente curtia. Assim passou um tempo, até que chegamos aos 2 anos, e me veio uma ideia. Durante as conversas, descobri onde o marido dela trabalhava, então procurei se tinha vagas naquela empresa, e pra minha sorte tinha. E não é que dei de cair na mesma sala que o marido dela? No começo, ele quase me reconheceu, mas não reconheceu, porque quando me apresentei, usei meu segundo nome e deixei a barba crescer um pouco. Assim se passaram 3 meses, onde virei amigo do marido dela. Na real, ele e eu já nos conhecíamos, mas ele não tinha me reconhecido porque antes eu sempre me barbeava. O ponto é que depois de 3 meses comecei a sair com o marido dela e uns colegas do escritório pra beber. Foi aí que fiquei sabendo que ele já tinha comido várias amigas da Karina, e ainda se gabava abertamente do tamanho do pau dele. Até que numa conversa ele revelou ter 23cm de pica, era mais do que eu tinha imaginado, e até bem mais que a minha. Achei que era fanfarrão, até ele me mostrar fotos das amigas da Karina sendo penetradas por ele, e até uns vídeos onde elas não gemiam, mas gritavam de tesão. Aí um dos colegas dele falou: "Ei, e sua esposa não percebe? Você não disse que um velho amigo dela tinha voltado a escrever pra ela?" Foi aí que tentei escutar tudo pra decorar, e ele respondeu pro amigoa puta estúpida da minha mulher? você acha que depois das fodas que eu dou nela, outro pau vai conseguir fazer cócegas? essa puta tem a buceta mais aberta que bolso de palhaço graças a mim, e esse amiguinho aí eu duvido que tenha feito ela gritar ou se contorcer de prazer como eu?Isso me excitou e comecei a perguntar um monte de coisas, foi aí que descobri que praticamente era ela quem implorava pra ele transar quase todo dia, e até rindo, ela me mostrou um vídeo onde ela se contorcia, gemia, gritava e tudo mais, aí ele me disse "mas não se preocupa, porque não tenho ciúmes dos caras do trabalho verem vídeos da minha mulher, já que eu também comi algumas minas do trabalho". Isso fez com que na próxima vez que transei com a Karina eu prestasse atenção nas reações dela, ela fazia uns sons que comparados com os do vídeo que eu tinha visto dava pra notar que eram fingidos os que ela fazia comigo, e até num momento ela falou "uff, já gozei", mas eu já tinha gravado na minha cabeça a ideia de que quando ela realmente gozava era capaz até de se mijar inteira, essa ideia ficou martelando na minha cabeça por dias, praticamente eu era o enfeite, o "namorado" vitrine, ela só gostava de mim fisicamente, mas sexualmente ela respondia como uma puta no cio pro pau do marido, e eu ainda lembrava dos chats onde ela praticamente implorava pra transar.
Bom galera, isso é toda a primeira parte, na segunda parte fica mais interessante, espero que vocês curtam esse relato embora não seja meu.
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