Faz uns dias decidimos sair com uns amigos que não via há tempo, numa vibe de farra e tudo mais pra relaxar. Como era de se esperar, me arrumei toda gostosa, fazia um tempo que não os via e queria causar impacto, já que dois dos amigos que eu veria em algum momento já tinham dado em cima de mim. Eu tenho namorado, então só fiz pra provocar mesmo e mostrar tudo o que eles perderam, e também pra exibir o corpo com minhas amigas, que não são nada mal. Vestí um vestido roxo de alcinha bem curto, uma calcinha fio dental daquelas bem pequenas que não atrapalham, meia 7/8 com liga e uns saltos bem altos pra não parecer anã perto das minhas amigas. Arrumei um pouco o cabelo, uma maquiagem leve e fui pro rolê, pode crer.
Peguei um táxi e fui pro lugar onde a gente ia beber. Pela primeira vez na vida cheguei cedo num encontro e nenhum dos meus amigos tinha chegado. Sentei no balcão e pedi um mojito. Não reparei que um dos caras que tava lá ficou me encarando desde que eu cheguei, até que ele veio pro balcão e pediu umas cervejas pra ele e pros colegas, sem tirar os olhos das minhas pernas. Ele era gato, moreno e fortão, dava pra ver pela camisa. Quando notei que eu tava olhando e percebi a olhada indiscreta dele, ele sorriu e disse:
- Oi, me chamo Aldo.
- Oi, tudo bem? Sou a Frida.
- Você veio sozinha?
- Tô esperando alguém.
- Senta aqui.
- Você é muito gostosa, não devia esperar.
- Vale a pena o que eu espero.
- Quer companhia?
- Não faria mal... o que você faz da vida?
Comecei a conversar com ele e em uns 20 minutos já parecíamos melhores amigos, tomando uns drinks. Ele nem lembrava dos amigos dele e eu não me importava de passar o tempo entre risadas e uma ótima conversa... Mas tudo isso se quebrou e ele quase se jogou em cima de mim como um cachorro quando, por um descuido, um dos meus peitos escapou do vestido com tanto movimento de tanto rir. Assim que ele viu, quis mamar e meteu a mão até na minha buceta, que com as lambidas que ele deu no meu peito já tava começando a ficar molhada. A situação me irritou muito no começo, porque eu tinha deixado claro que tinha namorado e que não tava procurando dar pra ninguém. Ninguém naquela noite, a verdade é que me relaxei assim que senti os dedos dele no meu clitóris. Quando eu tava começando a aproveitar mais, ele se afastou e me pediu desculpa, disse que não conseguiu se segurar e que me perdoasse, que era o pior dos safados, ao que eu respondi com um beijo apaixonado na boca e sussurrei: "isso não fica assim". Me levantei e o levei pela mão atrás de mim, eu conhecia o lugar como a palma da minha mão, já que tinha visitado várias vezes, então, como naquele momento a música tava muito alta e o lugar começava a esquentar, levei ele pro banheiro dos funcionários que, pra sorte de muitos, quase sempre fica vazio. Me sentei na pia com as pernas bem abertas e disse:
- Quer ou não quer???
Ao que ele respondeu com uns beijos muito apaixonados e selvagens e num instante abaixou o zíper do meu vestido e tirou ele dos meus braços, saltando pro peito dele meus seios endurecidos. Ele se afastou um momento, massageou eles, observou e na hora não hesitou em devorar meus mamilos enquanto um dos dedos dele fazia círculos no meu clitóris já enlouquecido. Comecei a gemer como uma louca quando ele enfiou dois dedos de uma vez na minha boceta, começou a mexer e me disse:
- Vou comer essa doçura que você tem.
Em seguida abriu mais minhas pernas e começou a chupar toda a minha rachadura que tava ensopada, e pelos gemidos dele sei que os dois tavam gostando. Ele me deu uma chupada de matar, então não demorei muito pra gozar com a língua dele me perfurando. Quis retribuir o favor e na hora pulei e abaixei a calça dele, e de lá pulou uma pica prestes a explodir. Comecei a lamber toda a cabeça, era uma pica de campeonato, daquelas que a gente queria acordar e dormir com ela todos os dias e que te comessem por todos os buracos que tem. Lambi todo o tronco e as bolas por igual, queria engolir ela inteira, então bem devagar pra ele aproveitar fui introduzindo na minha boca até ter ela toda lá dentro. Ele só gemia e me dizia:
- Continua, vadia.
Ele me segurou pela nuca e começou a marcar o ritmo que queria que eu chupasse. mamou, chupei até ele gozar e me apoiei na pia e ele me disse
—anda, vadia, que agora você vai saber o que é transar
ele nem tinha terminado de falar quando já tinha o instrumento inteiro cravado em mim e eu soltei um grito de prazer tão alto que ele ficou mais excitado ainda, tirou meu vestido pela cabeça e começou a me palmadar como se eu fosse uma égua enquanto eu não conseguia parar de gemer e gritar que nem uma louca
—que era isso que eu gostava
—que me desse mais
—que metesse mais forte
o cara não pensou duas vezes e depois disso começou a me comer de um jeito descomunal, metia como se quisesse que saísse pela minha boca, não demorei nada pra gozar de novo e ele gozou quase na mesma hora, a gente se vestiu enquanto se recuperava, antes de sair ele me disse
—me passa seu número pra quando eu quiser transar de novo onde não devo?
olhei pra ele e disse que era só sexo, que eu era vadia e ele um idiota qualquer que corre atrás da bunda mais grande que vê, e voltei pro balcão
continua...
espero que tenham gostado, aceito comentários e sugestões
Peguei um táxi e fui pro lugar onde a gente ia beber. Pela primeira vez na vida cheguei cedo num encontro e nenhum dos meus amigos tinha chegado. Sentei no balcão e pedi um mojito. Não reparei que um dos caras que tava lá ficou me encarando desde que eu cheguei, até que ele veio pro balcão e pediu umas cervejas pra ele e pros colegas, sem tirar os olhos das minhas pernas. Ele era gato, moreno e fortão, dava pra ver pela camisa. Quando notei que eu tava olhando e percebi a olhada indiscreta dele, ele sorriu e disse:
- Oi, me chamo Aldo.
- Oi, tudo bem? Sou a Frida.
- Você veio sozinha?
- Tô esperando alguém.
- Senta aqui.
- Você é muito gostosa, não devia esperar.
- Vale a pena o que eu espero.
- Quer companhia?
- Não faria mal... o que você faz da vida?
Comecei a conversar com ele e em uns 20 minutos já parecíamos melhores amigos, tomando uns drinks. Ele nem lembrava dos amigos dele e eu não me importava de passar o tempo entre risadas e uma ótima conversa... Mas tudo isso se quebrou e ele quase se jogou em cima de mim como um cachorro quando, por um descuido, um dos meus peitos escapou do vestido com tanto movimento de tanto rir. Assim que ele viu, quis mamar e meteu a mão até na minha buceta, que com as lambidas que ele deu no meu peito já tava começando a ficar molhada. A situação me irritou muito no começo, porque eu tinha deixado claro que tinha namorado e que não tava procurando dar pra ninguém. Ninguém naquela noite, a verdade é que me relaxei assim que senti os dedos dele no meu clitóris. Quando eu tava começando a aproveitar mais, ele se afastou e me pediu desculpa, disse que não conseguiu se segurar e que me perdoasse, que era o pior dos safados, ao que eu respondi com um beijo apaixonado na boca e sussurrei: "isso não fica assim". Me levantei e o levei pela mão atrás de mim, eu conhecia o lugar como a palma da minha mão, já que tinha visitado várias vezes, então, como naquele momento a música tava muito alta e o lugar começava a esquentar, levei ele pro banheiro dos funcionários que, pra sorte de muitos, quase sempre fica vazio. Me sentei na pia com as pernas bem abertas e disse:
- Quer ou não quer???
Ao que ele respondeu com uns beijos muito apaixonados e selvagens e num instante abaixou o zíper do meu vestido e tirou ele dos meus braços, saltando pro peito dele meus seios endurecidos. Ele se afastou um momento, massageou eles, observou e na hora não hesitou em devorar meus mamilos enquanto um dos dedos dele fazia círculos no meu clitóris já enlouquecido. Comecei a gemer como uma louca quando ele enfiou dois dedos de uma vez na minha boceta, começou a mexer e me disse:
- Vou comer essa doçura que você tem.
Em seguida abriu mais minhas pernas e começou a chupar toda a minha rachadura que tava ensopada, e pelos gemidos dele sei que os dois tavam gostando. Ele me deu uma chupada de matar, então não demorei muito pra gozar com a língua dele me perfurando. Quis retribuir o favor e na hora pulei e abaixei a calça dele, e de lá pulou uma pica prestes a explodir. Comecei a lamber toda a cabeça, era uma pica de campeonato, daquelas que a gente queria acordar e dormir com ela todos os dias e que te comessem por todos os buracos que tem. Lambi todo o tronco e as bolas por igual, queria engolir ela inteira, então bem devagar pra ele aproveitar fui introduzindo na minha boca até ter ela toda lá dentro. Ele só gemia e me dizia:
- Continua, vadia.
Ele me segurou pela nuca e começou a marcar o ritmo que queria que eu chupasse. mamou, chupei até ele gozar e me apoiei na pia e ele me disse
—anda, vadia, que agora você vai saber o que é transar
ele nem tinha terminado de falar quando já tinha o instrumento inteiro cravado em mim e eu soltei um grito de prazer tão alto que ele ficou mais excitado ainda, tirou meu vestido pela cabeça e começou a me palmadar como se eu fosse uma égua enquanto eu não conseguia parar de gemer e gritar que nem uma louca
—que era isso que eu gostava
—que me desse mais
—que metesse mais forte
o cara não pensou duas vezes e depois disso começou a me comer de um jeito descomunal, metia como se quisesse que saísse pela minha boca, não demorei nada pra gozar de novo e ele gozou quase na mesma hora, a gente se vestiu enquanto se recuperava, antes de sair ele me disse
—me passa seu número pra quando eu quiser transar de novo onde não devo?
olhei pra ele e disse que era só sexo, que eu era vadia e ele um idiota qualquer que corre atrás da bunda mais grande que vê, e voltei pro balcão
continua...
espero que tenham gostado, aceito comentários e sugestões
1 comentários - Virei uma putinha Pt.1