Seguindo os relatos da minha mente cuckold, aqui vou contar como minha esposa, ainda menina entrando na adolescência, começou a se interessar em ser uma hot wife sem nem saber o verdadeiro significado disso. Bom, então vamos lá. Minha sogra, minha religiosa sogra, tinha se separado do marido. Pra ser sincero, não sei o motivo, só sei que eu fui o errado, porque por uns dois meses ela foi morar na minha casa junto com meu cunhado, um ano mais velho que minha esposa Lupe, embora meu cunhado só tenha durado uns 22 dias porque decidiu juntar com a namorada dele na época. Depois de 2 meses, minha sogra decidiu comprar uma casinha na vila da comunidade de onde ela era, uma casa que só tinha um quarto com banheiro, sala e cozinha. Na real, era bem espaçosa, tinha um quintal grande com uma árvore enorme. A gente começou a ir mais pra lá, pro lugar de onde minha esposa e a família dela eram. Comecei a conhecer mais parentes e o círculo social delas. Foi lá que ela conheceu seu Miguel, um cara alto, quase 1,80m, moreno, cabelo penteado pra trás, bem fortão, mal-encarado, bigode bem grosso, pedreiro de profissão, muito parecido com o Emilio Rivera, um ator de filme americano que toda vez que vejo lembro do seu Miguel. Um cara que só pela presença já impunha respeito. Quando a gente o conheceu, ele se aproximou e, falando com a Lupita, disse: "Como você ficou gostosa, puxou tudo da sua mãe". E a Lupe simplesmente respondeu: "E sou igualzinha à minha mãe". Estavam chegando as festas da comunidade, pra onde fomos convidados pelas tias e primas da minha Lupe. Minha esposa escolheu um vestido, um vestido longo com umas botas de salto e um sutiã meia-taça e uma calcinha fio dental pequena que, mesmo sem transparecer, marcava por cima do vestido. O dia passou normal, comida, bebida, alguns amigos e até primos da minha esposa devoravam ela só de olhar. Ela tava muito linda, sinceramente. Chegou a hora de ir à missa, fomos, saímos da missa e fomos pra área de jogos comprar algumas coisas, jantamos e... A banda começou a tocar e decidimos ir deixar as coisas que compramos na casa da mãe dela pra ficar mais à vontade na pista de dança. Não sei o que aconteceu, mas não vimos mais a mãe dela, ela sumiu. Ficamos umas 2 horas na pista de dança bebendo e dançando, eu deixava ela dançar com amigos, com conhecidos, e aquilo realmente me deixava excitado. Chegou a hora de ir embora, ela me pediu pra ir na casa da mãe dela buscar as coisas que tínhamos comprado, porque ela já tava muito cansada e ia me esperar lá com uma prima dela. Então fui pra casa da mãe dela, quando cheguei tava um silêncio total, mais do que o normal. Me aproximei devagar e entrei no quintal, onde tem uma janela grande, mas por uma fresta da cortina pude ver pra dentro, justamente na sala, e oh surpresa: lá estava minha sogra, mas não tava sozinha, tava com o Dom Miguel, o compadre dela. Vi ele sentar e minha sogra se ajoelhar e tirar uma pica enorme da calça dele, algo parecido com a do meu amigo Victor, menos morena, mas mais curvada e grossa no meio do tronco, e minha sogra, sem reclamar, começou a fazer sexo oral nele. Decidi parar de observar e fui embora com minha esposa, que me perguntou pelas coisas e eu disse que não tinha ninguém na casa da mãe dela, que a gente passava lá no dia seguinte pra pegar. Chegamos em casa e a verdade é que eu já tava muito tarado, levei ela pra cama, levantei o vestido dela e comecei a fazer sexo oral nela. Me levantei e de uma só vez enfiei a pica até o fundo, e então perguntei se ela não queria brincar como a gente fazia antes, e ela disse: "é o que eu ia te falar, tenho uma surpresa pra você". E da gaveta de calcinhas dela tirou um vibrador parecido com uma pica de verdade, mais ou menos do tamanho da minha pica, e eu perguntei: "agora de onde você tirou isso?" e ela disse: "a Miriam me vendeu, lá onde vende lingerie também tem esses brinquedos". De verdade, a gente parecia criança com brinquedo novo. No meio-dia do dia seguinte, fomos na casa da mãe dela buscar as coisas e almoçar. De verdade, eu olhei pra mãe dela com um semblante diferente, ela tava muito feliz, muito... conversadeira e eu disse como não, se ontem à noite devem ter dado a foda da vida dela. Surgiu a conversa de que queríamos construir um muro na casa que alugávamos em troca do aluguel, o que a dona aprovou, e então minha sogra disse pra minha esposa: "fala pro seu pai ver se ele quer fazer, e se não quiser, fala pro meu compadre Miguel, com certeza ele vai querer e não vai cobrar muito". Conversei com minha esposa e ela disse que talvez o pai dela não quisesse, então fomos falar com o seu Miguel. Chegamos na casa dele e a filha dele saiu, e eu disse: "Lupe, estamos procurando seu Miguel pra um serviço". Saiu o velho sem camisa, forte, mas não de academia, mais de trabalho, com uma calça de moletom cinza, e eu posso jurar que dava pra ver o pau dele tão grande quanto quando vi com minha sogra, obviamente não ereto, mas muito grande e grosso. A Lupe comentou sobre o serviço e ele aceitou. Chegou o dia do serviço, um sábado à tarde, pra eu poder ajudar, e aí chegou meu sogro também pra ajudar. Quando chegou, cumprimentou o compadre bem animado e começamos o trabalho. No final, a Lupe fez comida pra gente e já tinha umas cervejas ali pra passar o tempo depois do trabalho. Terminando a comida e a bebida, eles se despediram de nós, e o seu Miguel disse pro meu sogro que se quisesse beber mais alguma coisa, fosse até a casa dele, que talvez encontrasse a comadre, ou seja, minha sogra. Eu pensei comigo mesmo: "meu sogro não sabe de nada, esse filho da puta quer dar em cima da esposa dele, foda-se se você quer ir pra lá". Meu sogro disse: "vamos ver se encontramos minha velha e tomamos umas cervejas lá". Então a Lupe só conseguiu dizer: "vão sim, falem com minha mãe" e sorriu bem satisfeita. Eu percebi o óbvio, que ela queria que o pai dela fosse atrás da mãe dela, e eu por dentro pensando: "será que o compadre não é o sortudo aí". Nós fomos tomar banho e beber, coloquei música reggaeton, que naquela época começava a tocar um pouco mais em todo lugar, vocês sabem, "Gasolina" do Daddy Yankee, "La Batidora" e todas aquelas de perrear, era quase algo... novo e eu disse agora sim, sua puta, você vai dançar pra mim porque eu quero te foder como nunca e quero que você fique bem putona, e então tirei um baseado que tinha conseguido uns dias antes e, já meio bêbada, ela se animou de novo a dar umas tragadas. Foi muito quente aquela noite, sério, e a gente tirou o vibrador e comecei a brincar, dando pra ela chupar meu pau enquanto eu penetrava a bucetinha dela com o vibrador, e então lembrei da mãe dela, do pai e do compadre e falei: "ei, cê acha que já acharam sua mãe, o compadre e seu pai?" E ela disse: "acho que sim, porque hoje já são 11 da noite e minha mãe não me ligou, ela sempre liga antes das 10, com certeza tão lá ainda na casa dela". Eu falo: "cê acha que o seu Miguel ainda tá lá?" e ela responde: "sim, acho que tão tendo festa" e sorriu. Então, não sei se por tesão ou o que, eu falei que tinha algo pra contar sobre a mãe dela e o compadre, e ela disse: "fala, me conta" e então eu disse que tinha visto eles conversando naquele dia da festa na sala da casa dela, e ela respondeu: "e aí, o que aconteceu? cê viu mais alguma coisa?" e eu falei: "não, só isso" e ela disse: "ah, tá bom..." e aí eu soltei a bomba, falei: "o seu Miguel tava comendo sua mãe na sala" e ela só sorriu e disse: "eu já sabia", falou: "bom, não daquele dia, eu já tinha visto ele há muitos anos, quando eu tinha 11 anos foi a primeira vez que vi" e eu falei: "sério? e por que cê nunca contou pro seu pai?" e ela respondeu: "é que meu pai tava lá, e não uma vez, várias vezes" e eu falei: "como assim, quero que cê me conta" e ela disse: "olha, meu pai ficava bebendo com o compadre e dava dinheiro pra mim e pro meu irmão sairmos pra brincar com nossos primos, já de noite a gente gostava de ir dormir na casa da nossa avó, mas um dia eu decidi voltar pra casa, a poucas casas de onde minha avó morava, e foi aí que eu vi eles pela primeira vez. Minha mãe dançando com o seu Miguel e meu pai sentado com o cigarro e a cerveja no sofá, não notei nada estranho, mas mesmo assim não quis fazer barulho pra não me repreenderiam por sair com a minha avó, foi então que vi minha mãe se abaixar e começar a chupar a rola do Dom Miguel, eu era tão inocente que realmente não sabia o que estava acontecendo, só via os três zoando e rindo, mas olhei a coisa do Dom Miguel e era muito grande, maior que a do meu pai, só fui pro meu quarto e dormi, e assim aconteceu várias vezes. Mas quando entrei no ensino médio foi que fui conhecendo e começando a entender do que se tratava, o que eu gostava era que quando o Dom Miguel ia em casa nos davam dinheiro e compravam coisas pra gente, e no dia seguinte saíamos pra comer e eu via meus pais mais felizes do que nunca, e isso eu realmente gostava muito. No ensino médio não faltou a típica menina que contava que tinha ouvido os pais transando e que a mãe dela era a super mulher que transava muito bem, e eu por dentro sempre pensava: se elas soubessem que minha mãe dá até pra 2 e um com a rola enorme. Então eu decidi que se um dia eu pudesse ser como minha mãe, eu ia adorar, porque sempre a via feliz e era isso que eu queria pra minha vida. De verdade, eu quase gozei só de ouvir o que ele me contava, ouvir que meu sogro macho alfa era na real um corno e minha sogra uma puta, e sem querer ele foi induzindo isso na minha agora puta-esposa. Por hoje é só, ainda falta contar o nascimento da minha Sweetie e a festa de batizado dela e muitas outras aventuras com a minha puta-esposa.
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