Já estava há três dias sem dormir quando encontrei aquelas mensagens no celular daquele filho da puta. Três dias aguentando a cara de idiota dele fingindo que estava tudo bem, enquanto eu sabia perfeitamente que aquele desgraçado estava me traindo com a assistente do trabalho. Aquela puta de cabelo loiro e peitos de silicone que sempre me olhava com cara de "sou melhor que você" toda vez que eu ia buscá-lo no escritório. Mas eu não sou nenhuma otária. Sou uma mulher de trinta e dois anos, com um corpo que ainda provoca paus duros onde quer que eu vá. Rabo firme, cintura fina, peitos naturais e grandes que quicam quando eu ando, e uma cara de safada que sei usar perfeitamente quando quero conseguir o que eu quero. E naquele fim de semana, enquanto aquele imbecil do meu marido estava "em viagem de negócios" — leia-se: comendo a puta dele em algum hotel de merda — eu decidi que ia devolver o favor da maneira mais filha da puta possível.
Não com qualquer um. Com o sogro dela. Seu Raúl. Aquele velho filho da puta de cinquenta e oito anos que ainda mantém um corpo de maromba, com aqueles braços tatuados e aquele olhar de predador que me deixava nervosa toda vez que a gente se via nos almoços de família. Ele sempre me olhava com aqueles olhos escuros, percorrendo meu corpo como se eu fosse um pedaço de carne fresca. E eu, gostosa fiel, nunca tinha dado importância. Até agora. Sábado de manhã acordei com uma determinação que fazia minha buceta vibrar só de pensar. Eu ia comer meu sogro. Ia dar a melhor transa da vida de puta dele, e depois iria pra minha casa sabendo que tinha corneado o filho com o pai. Essa era minha vingança perfeita. Mas não ia ser qualquer trepada rápida e suja. Não. Eu queria que o velho morresse de prazer, que ficasse viciado nessa buceta, que nunca mais conseguisse olhar pro filho nos olhos sem pensar em como me tinha de pernas abertas na cama dele. E pra isso, precisava me armar como a puta profissional que sou. Tomei um banho longo, quente, deixando a água escorrer pelos meus peitos enquanto imaginava a cara do seu Raúl quando me visse. Depilei a buceta por completo, deixando lisinha e rosadinha, aquela buceta perfeita de neném que eu sei que enlouquece os homens. Passei loção no corpo inteiro, massageando minhas coxas, minha bunda, meus peitos até minha pele brilhar como seda. E então chegou a parte que me excitou de verdade: a escolha do look. Abri meu guarda-roupa e peguei o conjunto que tinha comprado especificamente pra isso. Uma saia lápis preta, curta, que ficava logo acima dos joelhos mas subia quando eu me abaixava, deixando à mostra a borda das minhas meias de liga. Uma blusa branca de seda, quase transparente, que amarrava no pescoço como gravata mas deixava ver o preto do meu sutiã push-up por baixo. Os saltos vermelhos, aqueles agulha de doze centímetros que fazem minha bunda ficar espetacular e que me obrigam a andar com essa rebolada provocante que deixa qualquer pau duro.
Mas o melhor vinha por baixo. Coloquei as meias pretas de renda, com as ligas de renda que se prendiam nas minhas coxas. E depois, o que me fazia sentir como uma puta de luxo: o plug anal. Tirei ele da caixa, preto, brilhante, com uma joia vermelha na base que apareceria entre minhas nádegas se eu me abaixasse o suficiente. Lubrifiquei bem com gel, e então, de pé em frente ao espelho, separei minhas nádegas com uma mão enquanto com a outra pressionava ele contra meu buraquinho.
Caralho, que gostoso foi. Aquela pressão inicial, aquele estiramento do meu cu virgem — bom, não tão virgem, mas quase — enquanto o plug ia entrando, me preenchendo, me fazendo sentir cheia e safada e excitada ao mesmo tempo. Eu gemia sozinha no meu quarto quando a base finalmente encaixou, sentindo a joia vermelha apertada entre minhas nádegas, fria e provocante. Coloquei a saia, a blusa, deixei os dois botões de cima abertos pra dar uma boa amostra do meu decote. Me maquiei como uma gostosa: lábios vermelhos intensos, delineador estilo gatinho que me fazia parecer perigosa, e uma sombra dourada nas pálpebras que destacava meus olhos castanhos. Deixei o cabelo solto, ondulado, caindo sobre os ombros como uma cascata negra. Me olhei no espelho e quase gozei sozinha. Parecia uma secretária daquelas de filme pornô, a que acaba sendo fodida em cima da mesa do chefe. Mas melhor. Muito melhor. Eu tinha o visual de uma mulher que sabe exatamente o que quer e como conseguir. Peguei minha bolsa, joguei uns preservativos — por via das dúvidas, embora a verdade fosse que eu queria sentir o esperma dele dentro de mim, cru e quente — e saí rumo à casa do seu Raul. Ele morava sozinho desde que a esposa, a sogra, tinha ido morar com a irmã em outro estado há dois anos. Uma casa grande, de dois andares, num bairro tranquilo. Perfeita pro que eu tinha planejado. Cheguei lá por volta das onze da manhã. Tava nervosa, sim, mas mais excitada do que nervosa. Minha buceta tava molhada desde que eu tinha me vestido, e cada vez que eu andava sentia o plug se mexendo dentro do meu cu, me lembrando o quão puta eu tava sendo. Toquei a campainha. Esperei. Ouvi passos e então a porta se abriu. Lá estava ele. Seu Raul, de calça de moletom cinza e uma camiseta branca justa que marcava cada músculo do torso. O cabelo grisalho mas bem penteado, aquela barba por fazer de três dias que dava um ar de lobo, e aqueles olhos escuros que me olharam de cima a baixo com uma mistura de surpresa e tesão imediato. — Oi, sogro — falei com minha voz mais doce, mas carregada de intenção—. Você tá sozinho? —Sim... sim, entra —gaguejou, abrindo a porta completamente, sem parar de olhar pras minhas pernas, meu decote, minha cara de safada. Entrei caminhando com aquele passo que eu tinha ensaiado, deixando meus quadris balançarem, o salto batendo no chão com aquele som seco e provocativo. Passei por ele roçando de leve, deixando meu perfume — um Chanel intenso e doce — flutuar no ar. —Vim... falar com você —falei, me virando no hall, me apoiando na parede com uma mão enquanto a outra brincava com a barra da minha saia—. É sobre seu filho. —O que aconteceu? Ele tá bem? —perguntou, se aproximando, confuso mas claramente distraído pelo jeito que eu tava vestida. —Seu filho é um filho da puta infiel —soltei, e vi os olhos dele se arregalarem—. Ele vem me traindo com a assistente dele. E eu... eu decidi que merecia um pouco de diversão também. Dom Raúl me encarou, processando. A garganta dele se mexeu ao engolir. As mãos fecharam em punhos ao lado do corpo. —O que você tá dizendo, filha? —falou, mas a voz saiu rouca, grave. —Que eu quero que você me coma, sogrão —sussurrei, me aproximando dele, tão perto que meus peitos quase roçavam o peito dele—. Que eu quero sentir seu pau dentro de mim. Que eu quero que você me faça gritar mais alto do que seu filho jamais me fez gritar. Que eu quero que você me use como a puta que eu sou. E então eu fiz algo que acabou de deixar ele maluco. Me agachei devagar, como se fosse pegar algo do chão, mas na real era pra ele ver. A saia subiu por completo, deixando à mostra minhas meias de renda, as ligas, e entre minhas nádegas, aquele plug preto com a joia vermelha brilhando como um convite safado. —Porra... —sussurrou, e eu ouvi a respiração dele ficar pesada—. Você tá doida. —Doida de tesão —me endireitei devagar, me virando pra olhar por cima do ombro—. Você vai me deixar assim? Com a buceta molhada e o cu preparado pra você? Não esperei resposta. Me virei e caminhei até a sala, sabendo que ele me seguia, sentindo o olhar dele cravado na minha bunda. Parei ao lado do sofá e me virei. Ele estava ali, a centímetros de mim, com o pau já marcando claramente naquelas calças cinzas. Um pau grande, grosso, perfeito. —Me toca —ordenei—. Me toca como se fosse seu. E o velho filho da puta não precisou de mais convite. Me agarrou pela cintura com força, uma mão grande e calejada que me apertava com fome, e com a outra segurou meu rosto, enfiando os dedos na minha boca. Chupei eles como uma puta, olhando nos olhos dele, deixando minha saliva molhar tudo. —Puta... —ele rosnou—. Sempre soube que você era uma puta. —E você sempre quis comer sua nora, né, sogrão? —murmurei contra os dedos dele—. Agora é sua chance. Me fode. Me fode como o cachorro que você é. Ele me empurrou contra o encosto do sofá, me fazendo dobrar sobre ele. Senti a mão dele na minha nuca, me pressionando pra baixo, enquanto com a outra levantava minha saia por completo, deixando minha bunda no ar. Ouvi o gemido dele quando viu o plug. —Que porra é isso, puta? —ele disse, girando um pouco, me fazendo gemer—. Você preparou seu cu pra mim? —Sim... sim, sogrão —ofeguei—. Quero que você tire com a boca e depois meta com seu pau. Quero sentir você no meu cu. Quero que você me arrebente. —Puta do caralho —ele cuspiu, e ouvi o som da roupa dele caindo. Ele se agachou atrás de mim e de repente senti a língua quente e molhada dele lambendo ao redor do plug, chupando a base, puxando de leve com os dentes. Gemi como uma puta no cio, arqueando as costas, me oferecendo mais. Depois, com um movimento lento e deliberado, agarrou a joia e começou a puxar. —Ai, sim... sim, sogrão, tira —supliquei—. Tira o plug e chupa meu cu. O plug saiu gradualmente, centímetro por centímetro, e meu cu ficou aberto, vazio, pulsando. Seu Raúl não perdeu tempo: enfiou a língua direto no meu buraco, lambendo, me penetrando com ela, fazendo minhas pernas tremerem. Era humilhante e excitante ao mesmo tempo, sentir meu Sogro comendo meu cu como se fosse a última refeição dele, grunhindo contra minha carne, enfiando dois dedos na minha buceta enquanto lambia meu cuzinho. —Você tá encharcada, putinha —disse ele, tirando a boca por um segundo—. Sua buceta tá escorrendo. Era assim que meu filho te comia? Assim tão gostosa? —Mais... mais gostosa, sogro —eu gemi—. Ele nunca fez isso comigo. Ele nunca comeu meu cu. Por favor, não para. Mas ele se levantou. Senti ele atrás de mim, a presença imponente dele, o calor. E então senti o contato: o pau dele, enorme, grosso, quente, roçando minhas nádegas. Era maior que o do filho dele. Muito maior. —Vou te foder —anunciou, segurando minha cintura—. Vou te foder até você não aguentar mais andar. E depois vou te encher de porra, putinha. Vou deixar sua buceta e seu cu cheios do meu leite. —Sim, por favor, sim —eu chorei, mexendo a cintura, tentando achar o pau dele—. Me fode, sogro. Me fode com força. Ele entrou de uma vez. Uma estocada profunda, brutal, que me fez gritar e cravar as unhas no sofá. O pau dele me preencheu por completo, me esticando, batendo no fundo na hora. Ele começou a meter sem piedade, tirando quase tudo e voltando com força, fazendo meus peitos quicarem contra o encosto do sofá, fazendo meu corpo inteiro se mover a cada estocada. —Assim, isso, assim... —eu gemia—. Mais forte, sogro, mais forte. Me fode como a putinha que eu sou. Me fode melhor que seu filho. —Cala a boca e aguenta esse pau —ele grunhiu, puxando meu cabelo e jogando minha cabeça pra trás—. Cala a boca e sente eu arrebentar sua buceta, putinha. O som dos nossos corpos se chocando enchia a sala: *plap, plap, plap*, molhado e obsceno. Eu sentia a pélvis dele batendo na minha bunda, as bolas dele quicando no meu clitóris. Eu tava no céu. Cada estocada me levava mais perto do limite, e quando ele enfiou a mão por baixo de mim pra apertar meu clitóris entre os dedos, eu explodi. —Tô gozando... tô gozando, sogro... —eu gritei, me contraindo em volta do pau dele, encharcando ele com meus fluidos—. Ah, porra, sim! —Isso, vadia, engole meu pau —ordenou, sem parar, continuando a meter através do meu orgasmo—. Me aperta, safada. Me aperta forte. Quando eu parei de tremer, ele me virou. Me sentou na borda do sofá e ficou de pé na minha frente, o pau dele brilhando com meus fluidos, enorme e vermelho e pulsando. Ele pegou e colocou na minha cara. —Abre —ordenou—. Abre a boca como uma boa vadia e chupa. Eu obedeci. Abrindo a boca o máximo que pude, recebi ele, provando a mim mesma na carne dele, aquele sabor misturado de pré-gozo e meus fluidos. Ele começou a foder minha boca com a mesma brutalidade com que tinha fodido minha buceta, me segurando pela cabeça, enfiando até o fundo da minha garganta, me fazendo engasgar. —Engole, vadia —rosnou—. Engole meu pau inteiro. Quero sentir sua garganta. E eu fiz. Relaxei minha garganta, deixei entrar até o fundo, sentindo a cabeça dele no mais profundo de mim, meus olhos lacrimejando, minha saliva escorrendo pelo queixo, minha maquiagem certamente borrada me dando cara de puta barata. Ele me agarrou pelos peitos por cima da blusa, apertando forte enquanto usava minha boca como uma masturbadora.
Quando ele finalmente tirou o pau pra fora, eu tava ofegante, coberta de saliva, meu peito subindo e descendo rápido. —Quero sua bunda —falou simples—. Quero essa raba que você já deixou preparada com o plug. Posso? —Por favor... —supliquei, me virando de quatro de novo, oferecendo meu cu pra ele—. Fode meu cu, sogrão. Arrebenta meu cu. Sou toda sua. Ele se abaixou de novo e lambeu meu cu mais uma vez, lubrificando com a saliva, enfiando um dedo, depois dois, me abrindo. Aí se posicionou atrás de mim. Senti a ponta do pau dele, enorme e quente, pressionando contra meu buraquinho. Ele começou a empurrar, devagar mas firme, e eu gemi sentindo ele me abrir, me esticar, aquela sensação de ardor delicioso que me fazia ver estrelas. —Ai, porra... você é muito grande... —gemi—. Devagar, sogrão, por favor... —Já te abri com a língua, putinha —ele rosnou—. Agora aguenta meu pau como deve ser. E ele entrou. Centímetro por centímetro doloroso, até estar completamente dentro do meu cu, me preenchendo como ninguém nunca tinha preenchido, me fazendo sentir tão cheia, tão usada, tão puta. Ele começou a se mover, primeiro devagar, tirando e metendo com movimentos circulares, e depois aumentando o ritmo, mais rápido, mais forte, até estar me dando uma surra de cu brutal, as cadeiras dele batendo na minha bunda, as mãos me agarrando com força, deixando marcas que com certeza iam durar dias. —Seu cu é melhor que a buceta de qualquer puta —ele rosnou—. Tão apertado, tão quente. Vou gozar, putinha. Vou encher seu cu de porra. —Sim, sim, me enche... —gritei, sentindo outro orgasmo se aproximando, dessa vez mais intenso, mais profundo—. Goza no meu cu, sogrão. Me marca como sua. Deixa seu leite dentro de mim. —Ah, putinha! —ele gritou, e eu senti ele se tensar, as estocadas ficando erradas, desesperadas—. Tô gozando! Tô gozando na sua raba, putinha! E ele explodiu. Senti o leite quente, grosso, enchendo meu cu, jato após jato, me encharcando por dentro enquanto ele gemia como um bicho, cravando até o fundo e ficando parado, pulsando dentro de mim. Eu também gozei, meu terceiro orgasmo do dia, contraindo minha buceta em volta do pau dele, espremendo, tirando cada gota de porra. Ficamos assim por um momento, ofegantes, suados, ele dobrado sobre minhas costas, beijando minha nuca com uma ternura que contrastava com a brutalidade da foda. Depois ele saiu devagar, e senti a porra dele escorrendo pelas minhas coxas, quente e humilhante e perfeita. Me virei pra olhar ele. Tava lindo, com o cabelo bagunçado, o peito subindo e descendo, o pau dele ainda meio duro e brilhante. Me sentei no sofá, com as pernas abertas, sem me importar que ele visse a porra saindo de mim, minha buceta vermelha e usada, meu cu aberto. —Isso... isso não pode acontecer de novo — ele disse, mas a voz dele não soava convencida. —Claro que pode, sogrão — sorri, me limpando a porra das coxas com um dedo e levando à boca—. Vai acontecer muitas vezes mais. Seu filho me traiu, e agora o pai dele vai cuidar de me dar o que ele não consegue. Ou você prefere que eu conte pro seu filho como você meteu o pau no meu cu? Seu Raul me olhou, e vi nos olhos dele que ele sabia que tava preso. Que eu tinha o controle. Que isso tava só começando. —puta... — ele suspirou, mas tava sorrindo—. Você é uma puta perigosa. —Sua puta — corrigi, me levantando e ajeitando minha saia, sentindo o plug de novo na minha mão—. E agora, se me dá licença, vou pra casa tomar um banho. Mas fica com isso. Estendi o plug pra ele, ainda úmido, ainda cheirando a mim e a ele. —Da próxima vez que eu vier — sussurrei, beijando a bochecha dele—. Quero que você coloque em mim antes de me foder. Fechado? Ele assentiu, pegando o plug com a mão trêmula, olhando pra ele como se fosse um troféu. Saí da casa dele andando como se nada, com o cu dolorido, a buceta satisfeita, e a certeza de que tinha acabado de começar a melhor vingança da minha vida. Meu marido podia continuar fodendo a putinha loira dele o quanto quisesse. Eu tinha algo melhor: o pai dele, o pau enorme dele, e o controle absoluto dos dois. E Enquanto dirigia de volta pra casa, com o esperma do seu Raúl ainda dentro de mim, sujando minha calcinha de renda, não consegui evitar um sorriso. Isso ia ser uma traição deliciosa, longa, e cheia de gozadas como a de hoje. Porque sim, eu sou uma puta. Mas sou uma puta inteligente. E agora eu tinha o pai e o filho na palma da minha mão. Ou melhor, na palma da minha bunda.
Não com qualquer um. Com o sogro dela. Seu Raúl. Aquele velho filho da puta de cinquenta e oito anos que ainda mantém um corpo de maromba, com aqueles braços tatuados e aquele olhar de predador que me deixava nervosa toda vez que a gente se via nos almoços de família. Ele sempre me olhava com aqueles olhos escuros, percorrendo meu corpo como se eu fosse um pedaço de carne fresca. E eu, gostosa fiel, nunca tinha dado importância. Até agora. Sábado de manhã acordei com uma determinação que fazia minha buceta vibrar só de pensar. Eu ia comer meu sogro. Ia dar a melhor transa da vida de puta dele, e depois iria pra minha casa sabendo que tinha corneado o filho com o pai. Essa era minha vingança perfeita. Mas não ia ser qualquer trepada rápida e suja. Não. Eu queria que o velho morresse de prazer, que ficasse viciado nessa buceta, que nunca mais conseguisse olhar pro filho nos olhos sem pensar em como me tinha de pernas abertas na cama dele. E pra isso, precisava me armar como a puta profissional que sou. Tomei um banho longo, quente, deixando a água escorrer pelos meus peitos enquanto imaginava a cara do seu Raúl quando me visse. Depilei a buceta por completo, deixando lisinha e rosadinha, aquela buceta perfeita de neném que eu sei que enlouquece os homens. Passei loção no corpo inteiro, massageando minhas coxas, minha bunda, meus peitos até minha pele brilhar como seda. E então chegou a parte que me excitou de verdade: a escolha do look. Abri meu guarda-roupa e peguei o conjunto que tinha comprado especificamente pra isso. Uma saia lápis preta, curta, que ficava logo acima dos joelhos mas subia quando eu me abaixava, deixando à mostra a borda das minhas meias de liga. Uma blusa branca de seda, quase transparente, que amarrava no pescoço como gravata mas deixava ver o preto do meu sutiã push-up por baixo. Os saltos vermelhos, aqueles agulha de doze centímetros que fazem minha bunda ficar espetacular e que me obrigam a andar com essa rebolada provocante que deixa qualquer pau duro.
Mas o melhor vinha por baixo. Coloquei as meias pretas de renda, com as ligas de renda que se prendiam nas minhas coxas. E depois, o que me fazia sentir como uma puta de luxo: o plug anal. Tirei ele da caixa, preto, brilhante, com uma joia vermelha na base que apareceria entre minhas nádegas se eu me abaixasse o suficiente. Lubrifiquei bem com gel, e então, de pé em frente ao espelho, separei minhas nádegas com uma mão enquanto com a outra pressionava ele contra meu buraquinho.
Caralho, que gostoso foi. Aquela pressão inicial, aquele estiramento do meu cu virgem — bom, não tão virgem, mas quase — enquanto o plug ia entrando, me preenchendo, me fazendo sentir cheia e safada e excitada ao mesmo tempo. Eu gemia sozinha no meu quarto quando a base finalmente encaixou, sentindo a joia vermelha apertada entre minhas nádegas, fria e provocante. Coloquei a saia, a blusa, deixei os dois botões de cima abertos pra dar uma boa amostra do meu decote. Me maquiei como uma gostosa: lábios vermelhos intensos, delineador estilo gatinho que me fazia parecer perigosa, e uma sombra dourada nas pálpebras que destacava meus olhos castanhos. Deixei o cabelo solto, ondulado, caindo sobre os ombros como uma cascata negra. Me olhei no espelho e quase gozei sozinha. Parecia uma secretária daquelas de filme pornô, a que acaba sendo fodida em cima da mesa do chefe. Mas melhor. Muito melhor. Eu tinha o visual de uma mulher que sabe exatamente o que quer e como conseguir. Peguei minha bolsa, joguei uns preservativos — por via das dúvidas, embora a verdade fosse que eu queria sentir o esperma dele dentro de mim, cru e quente — e saí rumo à casa do seu Raul. Ele morava sozinho desde que a esposa, a sogra, tinha ido morar com a irmã em outro estado há dois anos. Uma casa grande, de dois andares, num bairro tranquilo. Perfeita pro que eu tinha planejado. Cheguei lá por volta das onze da manhã. Tava nervosa, sim, mas mais excitada do que nervosa. Minha buceta tava molhada desde que eu tinha me vestido, e cada vez que eu andava sentia o plug se mexendo dentro do meu cu, me lembrando o quão puta eu tava sendo. Toquei a campainha. Esperei. Ouvi passos e então a porta se abriu. Lá estava ele. Seu Raul, de calça de moletom cinza e uma camiseta branca justa que marcava cada músculo do torso. O cabelo grisalho mas bem penteado, aquela barba por fazer de três dias que dava um ar de lobo, e aqueles olhos escuros que me olharam de cima a baixo com uma mistura de surpresa e tesão imediato. — Oi, sogro — falei com minha voz mais doce, mas carregada de intenção—. Você tá sozinho? —Sim... sim, entra —gaguejou, abrindo a porta completamente, sem parar de olhar pras minhas pernas, meu decote, minha cara de safada. Entrei caminhando com aquele passo que eu tinha ensaiado, deixando meus quadris balançarem, o salto batendo no chão com aquele som seco e provocativo. Passei por ele roçando de leve, deixando meu perfume — um Chanel intenso e doce — flutuar no ar. —Vim... falar com você —falei, me virando no hall, me apoiando na parede com uma mão enquanto a outra brincava com a barra da minha saia—. É sobre seu filho. —O que aconteceu? Ele tá bem? —perguntou, se aproximando, confuso mas claramente distraído pelo jeito que eu tava vestida. —Seu filho é um filho da puta infiel —soltei, e vi os olhos dele se arregalarem—. Ele vem me traindo com a assistente dele. E eu... eu decidi que merecia um pouco de diversão também. Dom Raúl me encarou, processando. A garganta dele se mexeu ao engolir. As mãos fecharam em punhos ao lado do corpo. —O que você tá dizendo, filha? —falou, mas a voz saiu rouca, grave. —Que eu quero que você me coma, sogrão —sussurrei, me aproximando dele, tão perto que meus peitos quase roçavam o peito dele—. Que eu quero sentir seu pau dentro de mim. Que eu quero que você me faça gritar mais alto do que seu filho jamais me fez gritar. Que eu quero que você me use como a puta que eu sou. E então eu fiz algo que acabou de deixar ele maluco. Me agachei devagar, como se fosse pegar algo do chão, mas na real era pra ele ver. A saia subiu por completo, deixando à mostra minhas meias de renda, as ligas, e entre minhas nádegas, aquele plug preto com a joia vermelha brilhando como um convite safado. —Porra... —sussurrou, e eu ouvi a respiração dele ficar pesada—. Você tá doida. —Doida de tesão —me endireitei devagar, me virando pra olhar por cima do ombro—. Você vai me deixar assim? Com a buceta molhada e o cu preparado pra você? Não esperei resposta. Me virei e caminhei até a sala, sabendo que ele me seguia, sentindo o olhar dele cravado na minha bunda. Parei ao lado do sofá e me virei. Ele estava ali, a centímetros de mim, com o pau já marcando claramente naquelas calças cinzas. Um pau grande, grosso, perfeito. —Me toca —ordenei—. Me toca como se fosse seu. E o velho filho da puta não precisou de mais convite. Me agarrou pela cintura com força, uma mão grande e calejada que me apertava com fome, e com a outra segurou meu rosto, enfiando os dedos na minha boca. Chupei eles como uma puta, olhando nos olhos dele, deixando minha saliva molhar tudo. —Puta... —ele rosnou—. Sempre soube que você era uma puta. —E você sempre quis comer sua nora, né, sogrão? —murmurei contra os dedos dele—. Agora é sua chance. Me fode. Me fode como o cachorro que você é. Ele me empurrou contra o encosto do sofá, me fazendo dobrar sobre ele. Senti a mão dele na minha nuca, me pressionando pra baixo, enquanto com a outra levantava minha saia por completo, deixando minha bunda no ar. Ouvi o gemido dele quando viu o plug. —Que porra é isso, puta? —ele disse, girando um pouco, me fazendo gemer—. Você preparou seu cu pra mim? —Sim... sim, sogrão —ofeguei—. Quero que você tire com a boca e depois meta com seu pau. Quero sentir você no meu cu. Quero que você me arrebente. —Puta do caralho —ele cuspiu, e ouvi o som da roupa dele caindo. Ele se agachou atrás de mim e de repente senti a língua quente e molhada dele lambendo ao redor do plug, chupando a base, puxando de leve com os dentes. Gemi como uma puta no cio, arqueando as costas, me oferecendo mais. Depois, com um movimento lento e deliberado, agarrou a joia e começou a puxar. —Ai, sim... sim, sogrão, tira —supliquei—. Tira o plug e chupa meu cu. O plug saiu gradualmente, centímetro por centímetro, e meu cu ficou aberto, vazio, pulsando. Seu Raúl não perdeu tempo: enfiou a língua direto no meu buraco, lambendo, me penetrando com ela, fazendo minhas pernas tremerem. Era humilhante e excitante ao mesmo tempo, sentir meu Sogro comendo meu cu como se fosse a última refeição dele, grunhindo contra minha carne, enfiando dois dedos na minha buceta enquanto lambia meu cuzinho. —Você tá encharcada, putinha —disse ele, tirando a boca por um segundo—. Sua buceta tá escorrendo. Era assim que meu filho te comia? Assim tão gostosa? —Mais... mais gostosa, sogro —eu gemi—. Ele nunca fez isso comigo. Ele nunca comeu meu cu. Por favor, não para. Mas ele se levantou. Senti ele atrás de mim, a presença imponente dele, o calor. E então senti o contato: o pau dele, enorme, grosso, quente, roçando minhas nádegas. Era maior que o do filho dele. Muito maior. —Vou te foder —anunciou, segurando minha cintura—. Vou te foder até você não aguentar mais andar. E depois vou te encher de porra, putinha. Vou deixar sua buceta e seu cu cheios do meu leite. —Sim, por favor, sim —eu chorei, mexendo a cintura, tentando achar o pau dele—. Me fode, sogro. Me fode com força. Ele entrou de uma vez. Uma estocada profunda, brutal, que me fez gritar e cravar as unhas no sofá. O pau dele me preencheu por completo, me esticando, batendo no fundo na hora. Ele começou a meter sem piedade, tirando quase tudo e voltando com força, fazendo meus peitos quicarem contra o encosto do sofá, fazendo meu corpo inteiro se mover a cada estocada. —Assim, isso, assim... —eu gemia—. Mais forte, sogro, mais forte. Me fode como a putinha que eu sou. Me fode melhor que seu filho. —Cala a boca e aguenta esse pau —ele grunhiu, puxando meu cabelo e jogando minha cabeça pra trás—. Cala a boca e sente eu arrebentar sua buceta, putinha. O som dos nossos corpos se chocando enchia a sala: *plap, plap, plap*, molhado e obsceno. Eu sentia a pélvis dele batendo na minha bunda, as bolas dele quicando no meu clitóris. Eu tava no céu. Cada estocada me levava mais perto do limite, e quando ele enfiou a mão por baixo de mim pra apertar meu clitóris entre os dedos, eu explodi. —Tô gozando... tô gozando, sogro... —eu gritei, me contraindo em volta do pau dele, encharcando ele com meus fluidos—. Ah, porra, sim! —Isso, vadia, engole meu pau —ordenou, sem parar, continuando a meter através do meu orgasmo—. Me aperta, safada. Me aperta forte. Quando eu parei de tremer, ele me virou. Me sentou na borda do sofá e ficou de pé na minha frente, o pau dele brilhando com meus fluidos, enorme e vermelho e pulsando. Ele pegou e colocou na minha cara. —Abre —ordenou—. Abre a boca como uma boa vadia e chupa. Eu obedeci. Abrindo a boca o máximo que pude, recebi ele, provando a mim mesma na carne dele, aquele sabor misturado de pré-gozo e meus fluidos. Ele começou a foder minha boca com a mesma brutalidade com que tinha fodido minha buceta, me segurando pela cabeça, enfiando até o fundo da minha garganta, me fazendo engasgar. —Engole, vadia —rosnou—. Engole meu pau inteiro. Quero sentir sua garganta. E eu fiz. Relaxei minha garganta, deixei entrar até o fundo, sentindo a cabeça dele no mais profundo de mim, meus olhos lacrimejando, minha saliva escorrendo pelo queixo, minha maquiagem certamente borrada me dando cara de puta barata. Ele me agarrou pelos peitos por cima da blusa, apertando forte enquanto usava minha boca como uma masturbadora.
Quando ele finalmente tirou o pau pra fora, eu tava ofegante, coberta de saliva, meu peito subindo e descendo rápido. —Quero sua bunda —falou simples—. Quero essa raba que você já deixou preparada com o plug. Posso? —Por favor... —supliquei, me virando de quatro de novo, oferecendo meu cu pra ele—. Fode meu cu, sogrão. Arrebenta meu cu. Sou toda sua. Ele se abaixou de novo e lambeu meu cu mais uma vez, lubrificando com a saliva, enfiando um dedo, depois dois, me abrindo. Aí se posicionou atrás de mim. Senti a ponta do pau dele, enorme e quente, pressionando contra meu buraquinho. Ele começou a empurrar, devagar mas firme, e eu gemi sentindo ele me abrir, me esticar, aquela sensação de ardor delicioso que me fazia ver estrelas. —Ai, porra... você é muito grande... —gemi—. Devagar, sogrão, por favor... —Já te abri com a língua, putinha —ele rosnou—. Agora aguenta meu pau como deve ser. E ele entrou. Centímetro por centímetro doloroso, até estar completamente dentro do meu cu, me preenchendo como ninguém nunca tinha preenchido, me fazendo sentir tão cheia, tão usada, tão puta. Ele começou a se mover, primeiro devagar, tirando e metendo com movimentos circulares, e depois aumentando o ritmo, mais rápido, mais forte, até estar me dando uma surra de cu brutal, as cadeiras dele batendo na minha bunda, as mãos me agarrando com força, deixando marcas que com certeza iam durar dias. —Seu cu é melhor que a buceta de qualquer puta —ele rosnou—. Tão apertado, tão quente. Vou gozar, putinha. Vou encher seu cu de porra. —Sim, sim, me enche... —gritei, sentindo outro orgasmo se aproximando, dessa vez mais intenso, mais profundo—. Goza no meu cu, sogrão. Me marca como sua. Deixa seu leite dentro de mim. —Ah, putinha! —ele gritou, e eu senti ele se tensar, as estocadas ficando erradas, desesperadas—. Tô gozando! Tô gozando na sua raba, putinha! E ele explodiu. Senti o leite quente, grosso, enchendo meu cu, jato após jato, me encharcando por dentro enquanto ele gemia como um bicho, cravando até o fundo e ficando parado, pulsando dentro de mim. Eu também gozei, meu terceiro orgasmo do dia, contraindo minha buceta em volta do pau dele, espremendo, tirando cada gota de porra. Ficamos assim por um momento, ofegantes, suados, ele dobrado sobre minhas costas, beijando minha nuca com uma ternura que contrastava com a brutalidade da foda. Depois ele saiu devagar, e senti a porra dele escorrendo pelas minhas coxas, quente e humilhante e perfeita. Me virei pra olhar ele. Tava lindo, com o cabelo bagunçado, o peito subindo e descendo, o pau dele ainda meio duro e brilhante. Me sentei no sofá, com as pernas abertas, sem me importar que ele visse a porra saindo de mim, minha buceta vermelha e usada, meu cu aberto. —Isso... isso não pode acontecer de novo — ele disse, mas a voz dele não soava convencida. —Claro que pode, sogrão — sorri, me limpando a porra das coxas com um dedo e levando à boca—. Vai acontecer muitas vezes mais. Seu filho me traiu, e agora o pai dele vai cuidar de me dar o que ele não consegue. Ou você prefere que eu conte pro seu filho como você meteu o pau no meu cu? Seu Raul me olhou, e vi nos olhos dele que ele sabia que tava preso. Que eu tinha o controle. Que isso tava só começando. —puta... — ele suspirou, mas tava sorrindo—. Você é uma puta perigosa. —Sua puta — corrigi, me levantando e ajeitando minha saia, sentindo o plug de novo na minha mão—. E agora, se me dá licença, vou pra casa tomar um banho. Mas fica com isso. Estendi o plug pra ele, ainda úmido, ainda cheirando a mim e a ele. —Da próxima vez que eu vier — sussurrei, beijando a bochecha dele—. Quero que você coloque em mim antes de me foder. Fechado? Ele assentiu, pegando o plug com a mão trêmula, olhando pra ele como se fosse um troféu. Saí da casa dele andando como se nada, com o cu dolorido, a buceta satisfeita, e a certeza de que tinha acabado de começar a melhor vingança da minha vida. Meu marido podia continuar fodendo a putinha loira dele o quanto quisesse. Eu tinha algo melhor: o pai dele, o pau enorme dele, e o controle absoluto dos dois. E Enquanto dirigia de volta pra casa, com o esperma do seu Raúl ainda dentro de mim, sujando minha calcinha de renda, não consegui evitar um sorriso. Isso ia ser uma traição deliciosa, longa, e cheia de gozadas como a de hoje. Porque sim, eu sou uma puta. Mas sou uma puta inteligente. E agora eu tinha o pai e o filho na palma da minha mão. Ou melhor, na palma da minha bunda.
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