Meus 3 vizinhos, meus 3 amigos, meus 3 caras tarados foram embora, me deixaram sozinha, com tesão e querendo mais, não conseguia parar de pensar neles me tocando e me chupando ao mesmo tempo, me dando prazer em qualquer parte do corpo que usavam de mim, qualquer parte do meu corpo que roçavam com seus paus quentes e duros. Eu lembrava que eles chegaram suados e sujos depois de jogar bola, mas não ligaram, meu ex nunca fez isso, ele sempre tinha que estar limpinho e perfumado, talvez por isso eu nunca chegasse a explodir essa parte de mim, nunca soube que eu precisava que algum homem voltasse sujo ou suado do trabalho ou de jogar bola pra me comer assim, só pra saciar a sede dele e me usar como uma puta até que esses 3 caras fizeram isso e agora, eu queria mais.
Tomei um banho e experimentei algumas calcinhas fio dental de tudo que tinha comprado, além disso na minha caixa secreta tinha algumas que nunca usei, mas não conseguia me decidir. "Essa vermelha fica bem em mim, mas já usei vermelha hoje, melhor outra." "Essa preta, ela se encaixa bem na minha bunda, pode ser, além disso o conjunto combina." "Esse conjunto branco... Mmm não, acho que pareço uma anjinha e não é o que eu quero hoje." Vi uma caixinha, meio velha no fundo que uma vez há muito tempo eu tinha comprado mas não usado. Eu estava mais nervosa do que quando alguém tem um primeiro encontro com uma pessoa de quem gosta muito e quer se ver perfeita, com a diferença de que eu pretendia me ver como uma puta para eles.
Escrevi no grupo, fazendo uma enquete de qual cor preferiam, todas tinham opiniões diferentes e complicaram ainda mais a minha decisão. Não vou contar a conversa pra não prolongar isso à toa, a única coisa que vou dizer é que tentavam me enrolar, falando que não viriam, que tinham outras coisas pra fazer, que sairiam com os amigos à noite, não sabia se acreditava ou não, porque no fim de semana anterior tinham me deixado na mão de verdade e eu não queria me arriscar, embora também não quisesse parecer desesperada.
No fim da tarde, eu também queria brincar como eles faziam e achei que mandando fotos, mostrando as coisinhas que eu experimentei, poderia convencê-los fácil, mas eles continuavam se fazendo de durões. O único que parecia estar perto de ceder e, sendo realista, se eu o pegasse sozinho ele não ia negar, era o Nico. Ele foi o único que me pediu algo, como vocês podem imaginar, o cara é obcecado pelas minhas tetas. Eu ri sozinha ao pensar: "Não me importaria de brincar de mãe e filho pra dar a teta". Desculpa, meus pensamentos estão cada vez mais sem noção.
Talvez nele estivesse a chave. Não queria escrever para ele, não seria a mesma coisa do que tê-lo cara a cara, onde ele não poderia escapar das minhas duas armas sedutoras. Tinha que arriscar tudo e rezar para que saísse conforme o planejado na minha mente: uma regata branca meio curta e bem decotada, junto com um short que não deixava nada à mostra, mas se você fizesse um movimento descuidado, com certeza um pedaço da bunda apareceria. Saí para o quintal e fui direto para o muro. Quando o chamei, saiu a mãe dele, dona Mari. Por sorte, ela me cumprimentou de longe, acenando e sorrindo.
Mari: Tô cozinhando, meu amor, depois te dou um salve.
Eu: Bora ver quando a dona Mari me convida pra comer, hein. Eu cumprimentei ela do mesmo jeito que ela me cumprimentou.
Mari: Quando você quiser.
Eu: Fechou, e eu convido vocês pra piscina.
Fechamos um trato rápido e alegre, gosto muito da mãe dele, sempre foi boa comigo. O Nico se aproximou do tecido e, a cada passo que dava, olhava pros meus peitos disfarçadamente, mesmo eu estando de braços cruzados, dava pra sentir a vontade dele de me despir com o olhar.
N: Oi Maca, o que rolou?
Eu: Não, nada. Mas queria te perguntar uma coisa e quero que você me fale a verdade. Vocês vão vir hoje ou não?
N: Sei lá, de verdade, porque a gente já tinha planos.
Eu: Então, cê tem planos?
N: Se já tínhamos combinado com os caras do time e algumas minas.
Eu: Olha só. Falei, deixando claro meu incômodo.
Quando eu ia responder, apareceu o pai dele, veio dar um oi rapidinho, tenho que admitir que mesmo tendo uns 20 anos de diferença e não sendo do meu tipo pessoas bem mais velhas que eu, ele não era feio não. A gente trocou umas piadas e besteiras e depois nos deixaram sozinhos de novo. Mas não sem antes ele se despedir com umas olhadas pras minhas tetas, já entendi de onde vem tanta taradice do filho por tetas, aparentemente vem de família, e continuei conversando com o filho dele.
Eu: Então, você vai embora?
N: Sei lá, não tô muito a fim.
Eu: E do que você tá afim?
Peguei o tecido que nos dividia com a mão esquerda na altura da cabeça e a direita coloquei na cintura, ele fixou o olhar nos meus peitos na hora, não tava de sutiã e graças ao tecido fino da minha regata dava pra notar sem problema meus bicos duros e empinados. Não conseguia responder, o cara ficou com a visão turva e as palavras não saíam.
Eu: Ei, minha cara tá aqui. Ela levantou o olhar. Do que você tá afim?
N: Já pode imaginar. Disse isso olhando pra minha buceta de novo.
Eu: Não, não sei, me fala.
N: De agarrar essas tetas com força e comer elas inteiras.
Eu: Ah, é? Falei olhando pros meus peitos e levantando eles ainda mais.
N: Sim, você me deixou com a pica dura pra caralho.
Vamos ver...
Desci minha mão esquerda, na altura da pica dele, com a palma virada pro lado dele. Ele me olhou, olhou pros dois lados garantindo que ninguém visse nada do que ia rolar, aproximou o quadril e finalmente consegui tocar com meus dedos entre a cerca a pica dele. Do jeito que deu, agarrei a cabeça e tentei fazer um movimento leve, como se tivesse masturbando ele. Ele fechou os olhos por um momento, se deixando levar pelo prazer. Eu mordia os lábios olhando pra pica dele e depois pros olhos dele: "Se mexe você". Deixei a mão parada e agora era ele que se movia, comendo minha mão. Que sensação gostosa é o proibido, ainda mais quando você corre o risco de ser pego, e se for gente conhecida, pior ainda.
Você ainda não sabe o que fazer?
N: Não, já sei o que vou fazer.
O quê?
N: Continua, Maca, pega na minha pica.
Eu: Mmm.. Tá bem dura, do jeito que eu gosto.
N: Você me deixa assim.
Eu: Eu faço você ficar com a piroca dura?
N: Sim, bati muita punheta pensando nisso.
Eu: Dá pra ver que você me imaginou do mesmo jeito, seu punheteiro.
N: Muitas formas, depois te conto, mas continua.
Eu: Que cor de calcinha você gosta que eu vista?
N: Que difícil, todos ficam bem em você, mas um preto me encanta, você fica muito putinha.
Eu: Me conta, o que você vai fazer então?
N: Vou gozar na sua mão, aqui.
Tirei a mão rapidinho, se ele gozasse ali, não ia me ajudar a trazer os 3 lá pra minha casa mais tarde.
N: O que você tá fazendo?
Eu: Não vou deixar você me acabar aqui.
N: Por quê?
Eu: Porque depois você não vai me ajudar.
N: Se eu vou te ajudar, eu juro.
Eu: Se quiser gozar na minha mão, vem na minha casa e se não, eu imagino outros lugares onde você pode gozar.
N: Onde?
Não me preocupei em olhar para os dois lados como ele fez pra garantir que ninguém me visse, afinal, se o pai me visse fazendo isso, acho que não ia brigar com o filho, muito pelo contrário, ia é me parabenizar.
Eu: Trancado no seu quarto, em cima de um pedaço de papel higiênico, pensando em mim. E se não... Aqui. Falei juntando minhas tetas com as duas mãos e mexendo elas. Você sabe o que fazer.
Me virei pra voltar pra minha casa e, aproveitando que sabia que ele tava me olhando, mexi um pouco a bunda, cê sabe, pra dar uma incrementada. Fiquei esperando ansiosa, os minutos passavam e ele não aparecia, quando comecei a pensar que a lealdade aos amigos era maior que a vontade de ficar comigo. O que vocês acham? A campainha tocou.
Eu: Quem é? Gritei de dentro, sem dar muita importância.
N: Eu.
Eu: Quem é? Falei abrindo a porta, reconhecendo a voz dela.
N: E aí, Nico.
Abri a porta da rua, ele entrou e ficou do meu lado, tranquei a porta. "Entra", falei, mas ele fez um gesto de cavalheiro me deixando passar. "Com certeza quer ver minha bunda, bom, que ele veja", pensei. Ele não me deixou nem falar, nem perguntar nada, foi direto ao ponto.
N: Tira essa porra de dentro de mim.
Eu: Como?
N: O que você ouviu, tira essa porra de mim.
Eu: Mas você vai me ajudar com o que eu te pedi?
N: Pra você fazer isso, tem que me dar mais.
Eu: O que mais você quer? Eu tiro a porra e você me ajuda, esse é o trato.
N: O trato é outro, eu te ajudo, mas você realiza algumas fantasias.
Eu: Como quais?
N: Depois eu te falo.
Eu: E o que você tá me pedindo agora?
N: Isso você vai fazer, porque você é uma puta, me deixou com tesão e agora tem que pagar por isso.
Fiquei chocada dele falar comigo assim, mas também queria, precisava que não parassem de me tratar como fizeram hoje. Ele sentou no sofá e me ordenou "Começa", dava pra notar que ele tava muito nervoso, ele queria ser o "macho", o que mandava, e eu optei por aumentar a autoestima dele, ser boazinha com ele e ceder o controle pra ele achar que pode fazer o que quiser comigo.
Me ajoelhei, ele baixou um pouco a bermuda e a cueca, mas eu quis continuar. "Deixa comigo", falei, mordendo o lábio inferior, olhando nos olhos dele e pro pau com cara de safada, de precisar daquele pau. Ele relaxou enquanto eu descia a roupa até os tornozelos, olhei pro pau dele de novo, diferente, com a pele quase cobrindo a cabeça, mas mesmo assim eu gostava cada vez mais.
Eu: Me diz você, como quer que eu tire a porra, devagar ou com força?
N: Vai devagar no começo e cada vez mais forte.
Eu sabia que ele responderia isso, se não fizesse daquele jeito talvez não aguentasse mais de 2 minutos nas minhas mãos. Eu masturbei ele devagar de cima pra baixo, chupei ele duas ou três vezes "Que delícia" falei e continuei dando prazer com a minha mão. Aumentei a velocidade, já tinha ele onde queria, um cara totalmente indefeso nas minhas mãos, ele tava completamente deitado no meu sofá com as mãos ao lado do corpo e a cabeça jogada pra trás, ninguém tinha chupado ele assim ou talvez ninguém tinha chupado ele na vida, de vez em quando ele me olhava e com uma mão tocava meu rosto ou cabelo de leve.
Eu: Quero saber quais fantasias você tem comigo, quero que você me conte, o que você quer que eu realize pra você.
N: Quero que você me leve pra um hotel, nunca fui.
Eu: Sem problema, vamos lá. Só isso?
N: Não, quero que você se fantasie pra mim. Você não sabe quantas vezes eu bati uma pensando nisso.
Eu: De quê? Muitas?
N: Te imaginei com todos e todos me deixaram com tesão, quero que você vista um com o qual se sinta mais puta.
Eu: Mmm… posso ter uma ideia. Mas me conta, você bateu muita punheta?
N: Faz meses que eu me masturbo todo dia pensando em você, mas comecei há anos.
Eu: Que cara atrevido.
N: Te dei a porra de todas as formas que você imagina na minha cabeça.
Eu: E agora você pode me dar do jeito que quiser de verdade, percebeu?
N: Não tinha pensado nisso.
Eu: Me fala o que você quiser que eu faço pra você.
N: Não consigo decidir, faz você.
Era a minha hora de explodir a cabeça dele, fazer ele pensar que eu era a putinha dele e tudo o que viesse à mente. Cuspi na minha mão e aumentei a velocidade, ele gemia pra caralho, minha buceta ficava mais molhada na velocidade dos gemidos dele, cada vez que eu via a pica dele, eu gostava mais.
Eu: Te conto uma coisa?
N: Aja..
Eu: Eu também bati muita punheta pra você.
Ele abriu os olhos me olhando surpreso, era verdade que eu me toquei pensando nele, mas também não foi "muito" uma mentirinha.
E aí, sabe de uma coisa?
O quê?
Você tem uma rola melhor do que eu imaginava.
N: É maior?
Eu: Muito maior do que eu imaginava (Também não era verdade)
N: Uff… O que você imaginava?
Eu: Que você me comia em qualquer lugar, onde você tivesse vontade e me enchia de porra.
N: Onde eu te comia?
Eu: Agora você vai ver, vou realizar minha fantasia também.
Não era bem assim, mas dava um tesão a mais e eu ainda sabia o ponto fraco que ele tinha por mim. Fiz um baita esforço engolindo fundo várias vezes sem parar até a saliva escorrer pra caralho pela pica dele e pela minha boca também.
N: Vou gozar.
Eu: Ainda não, aqui não é como na minha fantasia.
Parei de chupar e ele me olhou enquanto eu tirava a regata, meus mamilos estavam duros e empinados, minhas tetas mais firmes, agarrei elas e cuspi. Levei o pau dele entre elas e comecei a me masturbar, sentia o calor dele em mim, cada vez que descia ficava à mostra uma parte da cabeça do pau dele quase roxa, tava claro que ele já não aguentava mais, os gemidos dele me pareciam muito excitantes e eu aumentava a velocidade, enquanto sem parar continuava cuspindo entre elas.
N: Ah sim, tanta punheta que eu bati, imaginando isso. Que peitão gostoso.
Eu: É melhor do que as suas punhetas?
N: Muito melhor, você também queria isso?
Não tanto quanto ele, mas dá pra ver que sim.
Eu: Sim, eu imaginava isso assim, adoro.
N: O que você tava pensando?
Eu: Que eu te masturbava com as minhas tetas assim, forte, e você gozava tudo nelas.
N: É isso aí, continua.
Eu: Olha pra mim, olha como eu te masturbo com as minhas tetas, gostoso, enche as minhas tetas de porra.
N: Não para, não para.
Eu: Vai, me dá essa porra, suja minhas tetas com essa porra toda.
Poucos segundos depois ele começou a gozar, foi por puro instinto ou vontade daquele momento, mas num ato reflexo eu abri a boca e coloquei a língua pra fora, na esperança de poder provar o gozo dele e, pra minha surpresa, era uma delícia.
Ficou rendido no meu sofá e, pra dar uma última olhada, juntei umas gotinhas pra pôr na minha boca e engolir.
Eu: Você gostou?
M: Muito, já quero que você realize sua fantasia de novo.
Eu: Fica tranquilo, que a minha parte eu tô fazendo, agora você vai fazer a sua parte?
N: Sim, mesmo que eu não queira fazer isso e ter você só pra mim, eu tenho que cumprir a minha parte.
Eu: Você vai me ter de novo só pra você, bebê, não esquece que eu tenho que te levar pra um hotel. Falei dando um beijinho carinhoso.
N: É verdade, já me veio uma ideia pra cumprir com a minha parte.
Eu: Ah é? O quê?
N: Vem, vamos pro teu quarto.
Nós nos olhamos brincando, ele pegou minha mão e me levou pro meu próprio quarto, eu ia sorrindo atrás dele e com as tetas ainda cheias de porra. O que será que esse cara vai inventar agora?
Tomei um banho e experimentei algumas calcinhas fio dental de tudo que tinha comprado, além disso na minha caixa secreta tinha algumas que nunca usei, mas não conseguia me decidir. "Essa vermelha fica bem em mim, mas já usei vermelha hoje, melhor outra." "Essa preta, ela se encaixa bem na minha bunda, pode ser, além disso o conjunto combina." "Esse conjunto branco... Mmm não, acho que pareço uma anjinha e não é o que eu quero hoje." Vi uma caixinha, meio velha no fundo que uma vez há muito tempo eu tinha comprado mas não usado. Eu estava mais nervosa do que quando alguém tem um primeiro encontro com uma pessoa de quem gosta muito e quer se ver perfeita, com a diferença de que eu pretendia me ver como uma puta para eles.
Escrevi no grupo, fazendo uma enquete de qual cor preferiam, todas tinham opiniões diferentes e complicaram ainda mais a minha decisão. Não vou contar a conversa pra não prolongar isso à toa, a única coisa que vou dizer é que tentavam me enrolar, falando que não viriam, que tinham outras coisas pra fazer, que sairiam com os amigos à noite, não sabia se acreditava ou não, porque no fim de semana anterior tinham me deixado na mão de verdade e eu não queria me arriscar, embora também não quisesse parecer desesperada.
No fim da tarde, eu também queria brincar como eles faziam e achei que mandando fotos, mostrando as coisinhas que eu experimentei, poderia convencê-los fácil, mas eles continuavam se fazendo de durões. O único que parecia estar perto de ceder e, sendo realista, se eu o pegasse sozinho ele não ia negar, era o Nico. Ele foi o único que me pediu algo, como vocês podem imaginar, o cara é obcecado pelas minhas tetas. Eu ri sozinha ao pensar: "Não me importaria de brincar de mãe e filho pra dar a teta". Desculpa, meus pensamentos estão cada vez mais sem noção.
Talvez nele estivesse a chave. Não queria escrever para ele, não seria a mesma coisa do que tê-lo cara a cara, onde ele não poderia escapar das minhas duas armas sedutoras. Tinha que arriscar tudo e rezar para que saísse conforme o planejado na minha mente: uma regata branca meio curta e bem decotada, junto com um short que não deixava nada à mostra, mas se você fizesse um movimento descuidado, com certeza um pedaço da bunda apareceria. Saí para o quintal e fui direto para o muro. Quando o chamei, saiu a mãe dele, dona Mari. Por sorte, ela me cumprimentou de longe, acenando e sorrindo.
Mari: Tô cozinhando, meu amor, depois te dou um salve.
Eu: Bora ver quando a dona Mari me convida pra comer, hein. Eu cumprimentei ela do mesmo jeito que ela me cumprimentou.
Mari: Quando você quiser.
Eu: Fechou, e eu convido vocês pra piscina.
Fechamos um trato rápido e alegre, gosto muito da mãe dele, sempre foi boa comigo. O Nico se aproximou do tecido e, a cada passo que dava, olhava pros meus peitos disfarçadamente, mesmo eu estando de braços cruzados, dava pra sentir a vontade dele de me despir com o olhar.
N: Oi Maca, o que rolou?
Eu: Não, nada. Mas queria te perguntar uma coisa e quero que você me fale a verdade. Vocês vão vir hoje ou não?
N: Sei lá, de verdade, porque a gente já tinha planos.
Eu: Então, cê tem planos?
N: Se já tínhamos combinado com os caras do time e algumas minas.
Eu: Olha só. Falei, deixando claro meu incômodo.
Quando eu ia responder, apareceu o pai dele, veio dar um oi rapidinho, tenho que admitir que mesmo tendo uns 20 anos de diferença e não sendo do meu tipo pessoas bem mais velhas que eu, ele não era feio não. A gente trocou umas piadas e besteiras e depois nos deixaram sozinhos de novo. Mas não sem antes ele se despedir com umas olhadas pras minhas tetas, já entendi de onde vem tanta taradice do filho por tetas, aparentemente vem de família, e continuei conversando com o filho dele.
Eu: Então, você vai embora?
N: Sei lá, não tô muito a fim.
Eu: E do que você tá afim?
Peguei o tecido que nos dividia com a mão esquerda na altura da cabeça e a direita coloquei na cintura, ele fixou o olhar nos meus peitos na hora, não tava de sutiã e graças ao tecido fino da minha regata dava pra notar sem problema meus bicos duros e empinados. Não conseguia responder, o cara ficou com a visão turva e as palavras não saíam.
Eu: Ei, minha cara tá aqui. Ela levantou o olhar. Do que você tá afim?
N: Já pode imaginar. Disse isso olhando pra minha buceta de novo.
Eu: Não, não sei, me fala.
N: De agarrar essas tetas com força e comer elas inteiras.
Eu: Ah, é? Falei olhando pros meus peitos e levantando eles ainda mais.
N: Sim, você me deixou com a pica dura pra caralho.
Vamos ver...
Desci minha mão esquerda, na altura da pica dele, com a palma virada pro lado dele. Ele me olhou, olhou pros dois lados garantindo que ninguém visse nada do que ia rolar, aproximou o quadril e finalmente consegui tocar com meus dedos entre a cerca a pica dele. Do jeito que deu, agarrei a cabeça e tentei fazer um movimento leve, como se tivesse masturbando ele. Ele fechou os olhos por um momento, se deixando levar pelo prazer. Eu mordia os lábios olhando pra pica dele e depois pros olhos dele: "Se mexe você". Deixei a mão parada e agora era ele que se movia, comendo minha mão. Que sensação gostosa é o proibido, ainda mais quando você corre o risco de ser pego, e se for gente conhecida, pior ainda.
Você ainda não sabe o que fazer?
N: Não, já sei o que vou fazer.
O quê?
N: Continua, Maca, pega na minha pica.
Eu: Mmm.. Tá bem dura, do jeito que eu gosto.
N: Você me deixa assim.
Eu: Eu faço você ficar com a piroca dura?
N: Sim, bati muita punheta pensando nisso.
Eu: Dá pra ver que você me imaginou do mesmo jeito, seu punheteiro.
N: Muitas formas, depois te conto, mas continua.
Eu: Que cor de calcinha você gosta que eu vista?
N: Que difícil, todos ficam bem em você, mas um preto me encanta, você fica muito putinha.
Eu: Me conta, o que você vai fazer então?
N: Vou gozar na sua mão, aqui.
Tirei a mão rapidinho, se ele gozasse ali, não ia me ajudar a trazer os 3 lá pra minha casa mais tarde.
N: O que você tá fazendo?
Eu: Não vou deixar você me acabar aqui.
N: Por quê?
Eu: Porque depois você não vai me ajudar.
N: Se eu vou te ajudar, eu juro.
Eu: Se quiser gozar na minha mão, vem na minha casa e se não, eu imagino outros lugares onde você pode gozar.
N: Onde?
Não me preocupei em olhar para os dois lados como ele fez pra garantir que ninguém me visse, afinal, se o pai me visse fazendo isso, acho que não ia brigar com o filho, muito pelo contrário, ia é me parabenizar.
Eu: Trancado no seu quarto, em cima de um pedaço de papel higiênico, pensando em mim. E se não... Aqui. Falei juntando minhas tetas com as duas mãos e mexendo elas. Você sabe o que fazer.
Me virei pra voltar pra minha casa e, aproveitando que sabia que ele tava me olhando, mexi um pouco a bunda, cê sabe, pra dar uma incrementada. Fiquei esperando ansiosa, os minutos passavam e ele não aparecia, quando comecei a pensar que a lealdade aos amigos era maior que a vontade de ficar comigo. O que vocês acham? A campainha tocou.
Eu: Quem é? Gritei de dentro, sem dar muita importância.
N: Eu.
Eu: Quem é? Falei abrindo a porta, reconhecendo a voz dela.
N: E aí, Nico.
Abri a porta da rua, ele entrou e ficou do meu lado, tranquei a porta. "Entra", falei, mas ele fez um gesto de cavalheiro me deixando passar. "Com certeza quer ver minha bunda, bom, que ele veja", pensei. Ele não me deixou nem falar, nem perguntar nada, foi direto ao ponto.
N: Tira essa porra de dentro de mim.
Eu: Como?
N: O que você ouviu, tira essa porra de mim.
Eu: Mas você vai me ajudar com o que eu te pedi?
N: Pra você fazer isso, tem que me dar mais.
Eu: O que mais você quer? Eu tiro a porra e você me ajuda, esse é o trato.
N: O trato é outro, eu te ajudo, mas você realiza algumas fantasias.
Eu: Como quais?
N: Depois eu te falo.
Eu: E o que você tá me pedindo agora?
N: Isso você vai fazer, porque você é uma puta, me deixou com tesão e agora tem que pagar por isso.
Fiquei chocada dele falar comigo assim, mas também queria, precisava que não parassem de me tratar como fizeram hoje. Ele sentou no sofá e me ordenou "Começa", dava pra notar que ele tava muito nervoso, ele queria ser o "macho", o que mandava, e eu optei por aumentar a autoestima dele, ser boazinha com ele e ceder o controle pra ele achar que pode fazer o que quiser comigo.
Me ajoelhei, ele baixou um pouco a bermuda e a cueca, mas eu quis continuar. "Deixa comigo", falei, mordendo o lábio inferior, olhando nos olhos dele e pro pau com cara de safada, de precisar daquele pau. Ele relaxou enquanto eu descia a roupa até os tornozelos, olhei pro pau dele de novo, diferente, com a pele quase cobrindo a cabeça, mas mesmo assim eu gostava cada vez mais.
Eu: Me diz você, como quer que eu tire a porra, devagar ou com força?
N: Vai devagar no começo e cada vez mais forte.
Eu sabia que ele responderia isso, se não fizesse daquele jeito talvez não aguentasse mais de 2 minutos nas minhas mãos. Eu masturbei ele devagar de cima pra baixo, chupei ele duas ou três vezes "Que delícia" falei e continuei dando prazer com a minha mão. Aumentei a velocidade, já tinha ele onde queria, um cara totalmente indefeso nas minhas mãos, ele tava completamente deitado no meu sofá com as mãos ao lado do corpo e a cabeça jogada pra trás, ninguém tinha chupado ele assim ou talvez ninguém tinha chupado ele na vida, de vez em quando ele me olhava e com uma mão tocava meu rosto ou cabelo de leve.
Eu: Quero saber quais fantasias você tem comigo, quero que você me conte, o que você quer que eu realize pra você.
N: Quero que você me leve pra um hotel, nunca fui.
Eu: Sem problema, vamos lá. Só isso?
N: Não, quero que você se fantasie pra mim. Você não sabe quantas vezes eu bati uma pensando nisso.
Eu: De quê? Muitas?
N: Te imaginei com todos e todos me deixaram com tesão, quero que você vista um com o qual se sinta mais puta.
Eu: Mmm… posso ter uma ideia. Mas me conta, você bateu muita punheta?
N: Faz meses que eu me masturbo todo dia pensando em você, mas comecei há anos.
Eu: Que cara atrevido.
N: Te dei a porra de todas as formas que você imagina na minha cabeça.
Eu: E agora você pode me dar do jeito que quiser de verdade, percebeu?
N: Não tinha pensado nisso.
Eu: Me fala o que você quiser que eu faço pra você.
N: Não consigo decidir, faz você.
Era a minha hora de explodir a cabeça dele, fazer ele pensar que eu era a putinha dele e tudo o que viesse à mente. Cuspi na minha mão e aumentei a velocidade, ele gemia pra caralho, minha buceta ficava mais molhada na velocidade dos gemidos dele, cada vez que eu via a pica dele, eu gostava mais.
Eu: Te conto uma coisa?
N: Aja..
Eu: Eu também bati muita punheta pra você.
Ele abriu os olhos me olhando surpreso, era verdade que eu me toquei pensando nele, mas também não foi "muito" uma mentirinha.
E aí, sabe de uma coisa?
O quê?
Você tem uma rola melhor do que eu imaginava.
N: É maior?
Eu: Muito maior do que eu imaginava (Também não era verdade)
N: Uff… O que você imaginava?
Eu: Que você me comia em qualquer lugar, onde você tivesse vontade e me enchia de porra.
N: Onde eu te comia?
Eu: Agora você vai ver, vou realizar minha fantasia também.
Não era bem assim, mas dava um tesão a mais e eu ainda sabia o ponto fraco que ele tinha por mim. Fiz um baita esforço engolindo fundo várias vezes sem parar até a saliva escorrer pra caralho pela pica dele e pela minha boca também.
N: Vou gozar.
Eu: Ainda não, aqui não é como na minha fantasia.
Parei de chupar e ele me olhou enquanto eu tirava a regata, meus mamilos estavam duros e empinados, minhas tetas mais firmes, agarrei elas e cuspi. Levei o pau dele entre elas e comecei a me masturbar, sentia o calor dele em mim, cada vez que descia ficava à mostra uma parte da cabeça do pau dele quase roxa, tava claro que ele já não aguentava mais, os gemidos dele me pareciam muito excitantes e eu aumentava a velocidade, enquanto sem parar continuava cuspindo entre elas.
N: Ah sim, tanta punheta que eu bati, imaginando isso. Que peitão gostoso.
Eu: É melhor do que as suas punhetas?
N: Muito melhor, você também queria isso?
Não tanto quanto ele, mas dá pra ver que sim.
Eu: Sim, eu imaginava isso assim, adoro.
N: O que você tava pensando?
Eu: Que eu te masturbava com as minhas tetas assim, forte, e você gozava tudo nelas.
N: É isso aí, continua.
Eu: Olha pra mim, olha como eu te masturbo com as minhas tetas, gostoso, enche as minhas tetas de porra.
N: Não para, não para.
Eu: Vai, me dá essa porra, suja minhas tetas com essa porra toda.
Poucos segundos depois ele começou a gozar, foi por puro instinto ou vontade daquele momento, mas num ato reflexo eu abri a boca e coloquei a língua pra fora, na esperança de poder provar o gozo dele e, pra minha surpresa, era uma delícia.
Ficou rendido no meu sofá e, pra dar uma última olhada, juntei umas gotinhas pra pôr na minha boca e engolir.
Eu: Você gostou?
M: Muito, já quero que você realize sua fantasia de novo.
Eu: Fica tranquilo, que a minha parte eu tô fazendo, agora você vai fazer a sua parte?
N: Sim, mesmo que eu não queira fazer isso e ter você só pra mim, eu tenho que cumprir a minha parte.
Eu: Você vai me ter de novo só pra você, bebê, não esquece que eu tenho que te levar pra um hotel. Falei dando um beijinho carinhoso.
N: É verdade, já me veio uma ideia pra cumprir com a minha parte.
Eu: Ah é? O quê?
N: Vem, vamos pro teu quarto.
Nós nos olhamos brincando, ele pegou minha mão e me levou pro meu próprio quarto, eu ia sorrindo atrás dele e com as tetas ainda cheias de porra. O que será que esse cara vai inventar agora?
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