minha primeira vez como Nayeli Bueno tudo começou assim a questão foi que uma vez eu estava numa festa com a minha família na qual eu teria se não me lembro mal 18 anos atualmente tenho 41 anos me descrevo pra dar uma ideia de mim bem sou morena clara, olhos castanhos, cabelo curto, alta meço 190, sou gordinha, tenho uns peitos por causa da gordurinha e dos hormônios que meu amo me deu naquela época tenho pernas longas e uma bunda não muito grande mas firme, minhas experiências são várias e meio loucas, eu sou do estado do México, eu já me vestia antes de tudo isso mas como sempre fazia escondido dos outros, mas aquele dia na casa da minha família algo aconteceu que mudou tudo e apesar de eu ter gostado e ter dado muito certo também não posso negar que me confundiu e me assustou bastante já que alguém mais sabia dos meus gostos e necessidades, no começo tentei me negar mas o medo e a excitação falaram mais alto que meu desejo de evitar sinceramente mas bom não vou divagar mais na minha mente como você me pediu amo vou contar como as coisas aconteceram.
Bom, estávamos na festa e estávamos bebendo e comemorando. Eu tava de roupa normal, bermuda de praia, tênis e, claro, não posso negar, uma fio dental preta por baixo. Sempre gostei, adoro o roçar do tecido na minha bunda. Mas enfim, a gente tava nessa quando já eram quase 3 da manhã. Eu tinha bebido mais que o normal e tava meio tonto, então fui ao banheiro, mas não tranquei a porta. Entrei, molhei o rosto e aí senti que ia vomitar. Me debrucei na privada, mas nisso, sem perceber, meu tio entrou. Um cara alto, forte, moreno, que trabalha na construção civil, é viúvo. Quando me inclinei, sem querer ele viu a fio dental e riu, me perguntou por que eu usava aquilo e puxou ela, enfiando ainda mais fundo na minha bunda. Por motivos óbvios, me assustei e perguntei o que ele tava fazendo. Ele disse que só tava olhando. Eu me afastei e saí do banheiro, ele ficou lá dentro. Depois, umas meia hora mais tarde, eu realmente queria ir dormir, mas meu tio não deixava, dizia pra eu continuar lá, e me deu mais bebida. Já mais bêbado, fui pro meu quarto. Se foi por embriaguez ou por tesão, não sei dizer. O fato é que não tranquei a porta do quarto. Comecei a me despir e, como é meu costume, só durmo de fio dental e sutiã. Ia dormir assim quando ouço alguém entrar no quarto. Por instinto, a única coisa que fiz foi me cobrir com o edredom, mas quando virei pra ver, percebi que era meu tio. Ele disse: "Olha só o que temos aqui, uma putinha gostosa, quente e bêbada". Eu me assustei e mandei ele sair, mas ele disse que não, que queria me ver, que eu me descobrisse ou ele mesmo faria, e que não seria nada agradável pra mim. Eu disse que não, que fosse embora. Aí ele puxou meu edredom e me deixou sentada ali, só de fio dental e sutiã. Tentei me cobrir, mas ele segurou minhas mãos e disse: "Não faz isso, quero ver minha nova putinha, e você tem que se comportar comigo como o que você é: uma puta submissa, minha puta submissa. E a partir de hoje, você me pertence, tem que me obedecer e me satisfazer como... uma boa puta, o jeito dela falar comigo, mais do que me irritar, me deixava ainda mais excitado. depois ela me puxou pelo cabelo e, já de pé, começou a me tocar e a beliscar meus mamilos. levantou minha cara e me deu um beijo delicioso, a barba mal feita arranhando enquanto com a outra mão começou a me apalpar a bunda e, de repente, me deu um tapa forte na nádega, me fazendo pular, mas sem me soltar da boca dela. depois de me agradar por um bom tempo, eu podia sentir que o pau dela estava duríssimo dentro da calça e comecei a acariciar. então ele tirou a camisa e o peito estava completamente cheio de pelos e bem definido. ele me fez ajoelhar e desabotoar a calça dele, de repente pulou o pau dele, que pra mim era enorme, nunca tinha visto outro pau além do meu e aquele era realmente grosso e grande, mas tudo bem. ele me disse: pra eu abrir a boca, que se eu queria ser uma puta, eu tinha que saber chupar e ele ia me ensinar. eu disse que não, que não queria, que me deixasse, embora bem lá no fundo eu desejasse como uma louca, mas enfim.
Mas ele me disse: que nada daquilo, que se eu não fizesse, ele contaria pra todo mundo o que acontecia, aí eu me assustei de verdade e falei que não tinha problema, que eu faria, mas que ele não contasse nada, mas antes ele me deu dois tapas na cara dizendo: que cachorra não opina nem pensa, só obedece e acata as ordens do dono, e que daquele momento em diante aquilo era ele pra mim, meu dono, senhor e amo, que eu era só uma puta, a puta dele, e que era propriedade dele, que nada nem ninguém poderia fazer nada comigo sem a autorização dele, e que ele decidiria o que faria comigo e com meu corpo. Eu não respondi nada, só fiquei quieta. Ele me fez abrir a boca e mandou eu colocar a língua pra fora, então ele aproximou o pau dele e começou a enfiar na minha boquinha. Mesmo nunca tendo chupado um pau antes, a ideia me excitava pra caralho, e aí ele enfiou e mandou eu chupar bem ou pagaria caro. Então comecei a meter na boca, claro que era impossível engolir inteiro, mas fiz um puta esforço, até engasguei, e quando ele tava o mais fundo que dava, ele me segurou pela cabeça e me deixou assim, sem conseguir me soltar, mas depois me soltou porque com o barulho alguém podia nos ouvir. Depois ele enfiou de novo até o fundo, fez isso várias vezes, controlando o ritmo com as mãos enquanto me falava um monte de coisa que me deixava mais molhada, que eu era uma puta boqueteira, que me via como uma puta fazendo serviço, que eu seria a puta escrava dele pra sempre, coisas assim. Depois de um tempo ele me segurou mais forte e meteu mais forte, de repente senti os jatos de porra na minha garganta, sem ter o que fazer, engoli tudo, era muita. Ele disse que tava há vários meses sem sexo e que tinha guardado aquilo pra próxima puta que encontrasse, e que melhor que fosse eu. Depois disso ele mandou eu levantar e me fez dar duas voltas, disse que eu parecia uma puta e mandou eu ficar de quatro na cama. Eu obedeci porque ele me deu um tapa forte na bunda que deixou meu rabo vermelho, fiquei na posição e ele começou a acariciar minha bunda, e me disse que eu estava perfeita para ser açoitada, então começou a me dar palmadas na bunda, foram tipo dez, e depois eu já estava chorando, ele me disse: que eu não chorasse, que uma puta recebe seu castigo sem barulho nem lágrimas. Depois colocou o cinto dele no meu pescoço e apertou como se fosse uma coleira e puxou, me dizendo que era meu colar. Depois baixou minha calcinha fio dental e começou a passar o dedo no furinho da minha bunda, me disse que eu estava muito apertada, eu disse que nunca tinham me comido por ali, e ele riu e me disse: que isso era ótimo, que queria arrombar uma bunda virgem e que aí sim eu poderia ser a puta dele, eu implorei que não, que ia doer e que alguém podia nos ouvir, então ele colocou a cueca suja dele, encharcada de suor, mijo e porra seca, na minha boca, dizendo: que eu mordesse, que ele não queria ouvir nenhum barulho meu. Então ele cuspiu na minha bunda e continuou enfiando o dedo, primeiro um, depois dois e três, e quando já estava assim, me disse: que agora eu saberia o que é um homem e que eu deveria ficar feliz por ele me permitir sentir a pica dele no meu cu sujo de porca estúpida. Sem mais, ele se posicionou atrás de mim e colocou a cabeça da pica dele na entrada do meu cu, eu me assustei, mas ele puxou minha coleira e me disse: que eu ficasse quieta, que aproveitasse ou doeria mais, que de qualquer jeito aquele cu era dele e ele ia usar. Depois começou a empurrar e eu tentei me soltar, mas ele me segurava pela coleira e não me deixava fugir, eu fiquei parada porque quando ele puxava, me enforcava. Aí ele começou a empurrar mais e mais, e cada vez entrava mais, de repente ele parou e me disse: que já estava quase tudo dentro, que não era tão ruim, mas eu sentia que não aguentava mais, via estrelinhas e doía pra caralho. De repente senti um último empurrão que me fez ver o céu e o inferno ao mesmo tempo enquanto sentia as bolas dele batendo na minha bunda. Ele me ordenou começar a me mexer, mas eu não conseguia, então me deu uma palmada forte que eu pensei que iam nos ouvir, mas nada. Então ele me puxou pela coleira e começou a me montar sem piedade nenhuma, eu só mordia a cueca dele e as lágrimas escorriam. lágrimas, tenho que aceitar que depois de um tempo a dor parou de ser sentida e se transformou num prazer inimaginável, eu me sentia cheia, quente, completa e extremamente feliz. então ele afrouxou a coleira e eu comecei a me mexer sozinha, então ele riu e me disse: "tá vendo, sua puta, como não é tão ruim? já até tá curtindo, né?", eu só fiquei vermelha, mas era verdade, eu tinha despertado a puta dentro de mim e não tinha mais como guardá-la, aquilo era demais, eu já não era eu, eu era a puta do meu tio, a puta dele, e estava feliz, completa, de verdade. depois de um tempo ele gozou dentro de mim, mesmo tendo gozado, eu senti de novo ele me enchendo, depois ele saiu, mas não sem antes me dizer: que eu era uma boa puta e que devia apertar a bunda, que nada de deixar a porra dele vazar, que como boa puta eu devia guardar e valorizar como o maior presente. eu fazia o que podia, mas quando ele me puxou pra me levantar, um pouco escorreu e caiu no chão, ele viu e me deu outro tapa, me puxou pela coleira e me disse: que eu limpasse com a língua, e foi o que eu fiz, minha vontade realmente tinha desaparecido, só restava a puta da Nayeli, a puta submissa e desejosa de servir a um macho, e só. depois de limpar, ele me disse: que eu limpasse a pica dele bem, que deixasse ela brilhando, e foi o que eu fiz. depois ele se vestiu e tirou a coleira do meu pescoço, se virou e me disse: que ia embora, que depois ele daria notícias, mas que daquele dia em diante eu só pertencia a ele e mais nada. ele saiu do meu quarto me deixando assim, só confusa, com tesão e muito feliz. PROCURO MACHOS DEGENERADOS VICIADOS GROSSEIROS PERVERTIDOS BRUTOS UM DONO OU AMO CAFETÃO QUE ME LEVE PRA FORA E ME EXIBA À NOITE, ME FEMINIZE E COLOQUE PIERCING NOS MAMILOS E MARCAS DE ESCRAVA, FAÇA SUA PUTA SER PUTA DE VERDADE, ESTOU AOS SEUS PÉS.
Bom, estávamos na festa e estávamos bebendo e comemorando. Eu tava de roupa normal, bermuda de praia, tênis e, claro, não posso negar, uma fio dental preta por baixo. Sempre gostei, adoro o roçar do tecido na minha bunda. Mas enfim, a gente tava nessa quando já eram quase 3 da manhã. Eu tinha bebido mais que o normal e tava meio tonto, então fui ao banheiro, mas não tranquei a porta. Entrei, molhei o rosto e aí senti que ia vomitar. Me debrucei na privada, mas nisso, sem perceber, meu tio entrou. Um cara alto, forte, moreno, que trabalha na construção civil, é viúvo. Quando me inclinei, sem querer ele viu a fio dental e riu, me perguntou por que eu usava aquilo e puxou ela, enfiando ainda mais fundo na minha bunda. Por motivos óbvios, me assustei e perguntei o que ele tava fazendo. Ele disse que só tava olhando. Eu me afastei e saí do banheiro, ele ficou lá dentro. Depois, umas meia hora mais tarde, eu realmente queria ir dormir, mas meu tio não deixava, dizia pra eu continuar lá, e me deu mais bebida. Já mais bêbado, fui pro meu quarto. Se foi por embriaguez ou por tesão, não sei dizer. O fato é que não tranquei a porta do quarto. Comecei a me despir e, como é meu costume, só durmo de fio dental e sutiã. Ia dormir assim quando ouço alguém entrar no quarto. Por instinto, a única coisa que fiz foi me cobrir com o edredom, mas quando virei pra ver, percebi que era meu tio. Ele disse: "Olha só o que temos aqui, uma putinha gostosa, quente e bêbada". Eu me assustei e mandei ele sair, mas ele disse que não, que queria me ver, que eu me descobrisse ou ele mesmo faria, e que não seria nada agradável pra mim. Eu disse que não, que fosse embora. Aí ele puxou meu edredom e me deixou sentada ali, só de fio dental e sutiã. Tentei me cobrir, mas ele segurou minhas mãos e disse: "Não faz isso, quero ver minha nova putinha, e você tem que se comportar comigo como o que você é: uma puta submissa, minha puta submissa. E a partir de hoje, você me pertence, tem que me obedecer e me satisfazer como... uma boa puta, o jeito dela falar comigo, mais do que me irritar, me deixava ainda mais excitado. depois ela me puxou pelo cabelo e, já de pé, começou a me tocar e a beliscar meus mamilos. levantou minha cara e me deu um beijo delicioso, a barba mal feita arranhando enquanto com a outra mão começou a me apalpar a bunda e, de repente, me deu um tapa forte na nádega, me fazendo pular, mas sem me soltar da boca dela. depois de me agradar por um bom tempo, eu podia sentir que o pau dela estava duríssimo dentro da calça e comecei a acariciar. então ele tirou a camisa e o peito estava completamente cheio de pelos e bem definido. ele me fez ajoelhar e desabotoar a calça dele, de repente pulou o pau dele, que pra mim era enorme, nunca tinha visto outro pau além do meu e aquele era realmente grosso e grande, mas tudo bem. ele me disse: pra eu abrir a boca, que se eu queria ser uma puta, eu tinha que saber chupar e ele ia me ensinar. eu disse que não, que não queria, que me deixasse, embora bem lá no fundo eu desejasse como uma louca, mas enfim.
Mas ele me disse: que nada daquilo, que se eu não fizesse, ele contaria pra todo mundo o que acontecia, aí eu me assustei de verdade e falei que não tinha problema, que eu faria, mas que ele não contasse nada, mas antes ele me deu dois tapas na cara dizendo: que cachorra não opina nem pensa, só obedece e acata as ordens do dono, e que daquele momento em diante aquilo era ele pra mim, meu dono, senhor e amo, que eu era só uma puta, a puta dele, e que era propriedade dele, que nada nem ninguém poderia fazer nada comigo sem a autorização dele, e que ele decidiria o que faria comigo e com meu corpo. Eu não respondi nada, só fiquei quieta. Ele me fez abrir a boca e mandou eu colocar a língua pra fora, então ele aproximou o pau dele e começou a enfiar na minha boquinha. Mesmo nunca tendo chupado um pau antes, a ideia me excitava pra caralho, e aí ele enfiou e mandou eu chupar bem ou pagaria caro. Então comecei a meter na boca, claro que era impossível engolir inteiro, mas fiz um puta esforço, até engasguei, e quando ele tava o mais fundo que dava, ele me segurou pela cabeça e me deixou assim, sem conseguir me soltar, mas depois me soltou porque com o barulho alguém podia nos ouvir. Depois ele enfiou de novo até o fundo, fez isso várias vezes, controlando o ritmo com as mãos enquanto me falava um monte de coisa que me deixava mais molhada, que eu era uma puta boqueteira, que me via como uma puta fazendo serviço, que eu seria a puta escrava dele pra sempre, coisas assim. Depois de um tempo ele me segurou mais forte e meteu mais forte, de repente senti os jatos de porra na minha garganta, sem ter o que fazer, engoli tudo, era muita. Ele disse que tava há vários meses sem sexo e que tinha guardado aquilo pra próxima puta que encontrasse, e que melhor que fosse eu. Depois disso ele mandou eu levantar e me fez dar duas voltas, disse que eu parecia uma puta e mandou eu ficar de quatro na cama. Eu obedeci porque ele me deu um tapa forte na bunda que deixou meu rabo vermelho, fiquei na posição e ele começou a acariciar minha bunda, e me disse que eu estava perfeita para ser açoitada, então começou a me dar palmadas na bunda, foram tipo dez, e depois eu já estava chorando, ele me disse: que eu não chorasse, que uma puta recebe seu castigo sem barulho nem lágrimas. Depois colocou o cinto dele no meu pescoço e apertou como se fosse uma coleira e puxou, me dizendo que era meu colar. Depois baixou minha calcinha fio dental e começou a passar o dedo no furinho da minha bunda, me disse que eu estava muito apertada, eu disse que nunca tinham me comido por ali, e ele riu e me disse: que isso era ótimo, que queria arrombar uma bunda virgem e que aí sim eu poderia ser a puta dele, eu implorei que não, que ia doer e que alguém podia nos ouvir, então ele colocou a cueca suja dele, encharcada de suor, mijo e porra seca, na minha boca, dizendo: que eu mordesse, que ele não queria ouvir nenhum barulho meu. Então ele cuspiu na minha bunda e continuou enfiando o dedo, primeiro um, depois dois e três, e quando já estava assim, me disse: que agora eu saberia o que é um homem e que eu deveria ficar feliz por ele me permitir sentir a pica dele no meu cu sujo de porca estúpida. Sem mais, ele se posicionou atrás de mim e colocou a cabeça da pica dele na entrada do meu cu, eu me assustei, mas ele puxou minha coleira e me disse: que eu ficasse quieta, que aproveitasse ou doeria mais, que de qualquer jeito aquele cu era dele e ele ia usar. Depois começou a empurrar e eu tentei me soltar, mas ele me segurava pela coleira e não me deixava fugir, eu fiquei parada porque quando ele puxava, me enforcava. Aí ele começou a empurrar mais e mais, e cada vez entrava mais, de repente ele parou e me disse: que já estava quase tudo dentro, que não era tão ruim, mas eu sentia que não aguentava mais, via estrelinhas e doía pra caralho. De repente senti um último empurrão que me fez ver o céu e o inferno ao mesmo tempo enquanto sentia as bolas dele batendo na minha bunda. Ele me ordenou começar a me mexer, mas eu não conseguia, então me deu uma palmada forte que eu pensei que iam nos ouvir, mas nada. Então ele me puxou pela coleira e começou a me montar sem piedade nenhuma, eu só mordia a cueca dele e as lágrimas escorriam. lágrimas, tenho que aceitar que depois de um tempo a dor parou de ser sentida e se transformou num prazer inimaginável, eu me sentia cheia, quente, completa e extremamente feliz. então ele afrouxou a coleira e eu comecei a me mexer sozinha, então ele riu e me disse: "tá vendo, sua puta, como não é tão ruim? já até tá curtindo, né?", eu só fiquei vermelha, mas era verdade, eu tinha despertado a puta dentro de mim e não tinha mais como guardá-la, aquilo era demais, eu já não era eu, eu era a puta do meu tio, a puta dele, e estava feliz, completa, de verdade. depois de um tempo ele gozou dentro de mim, mesmo tendo gozado, eu senti de novo ele me enchendo, depois ele saiu, mas não sem antes me dizer: que eu era uma boa puta e que devia apertar a bunda, que nada de deixar a porra dele vazar, que como boa puta eu devia guardar e valorizar como o maior presente. eu fazia o que podia, mas quando ele me puxou pra me levantar, um pouco escorreu e caiu no chão, ele viu e me deu outro tapa, me puxou pela coleira e me disse: que eu limpasse com a língua, e foi o que eu fiz, minha vontade realmente tinha desaparecido, só restava a puta da Nayeli, a puta submissa e desejosa de servir a um macho, e só. depois de limpar, ele me disse: que eu limpasse a pica dele bem, que deixasse ela brilhando, e foi o que eu fiz. depois ele se vestiu e tirou a coleira do meu pescoço, se virou e me disse: que ia embora, que depois ele daria notícias, mas que daquele dia em diante eu só pertencia a ele e mais nada. ele saiu do meu quarto me deixando assim, só confusa, com tesão e muito feliz. PROCURO MACHOS DEGENERADOS VICIADOS GROSSEIROS PERVERTIDOS BRUTOS UM DONO OU AMO CAFETÃO QUE ME LEVE PRA FORA E ME EXIBA À NOITE, ME FEMINIZE E COLOQUE PIERCING NOS MAMILOS E MARCAS DE ESCRAVA, FAÇA SUA PUTA SER PUTA DE VERDADE, ESTOU AOS SEUS PÉS.
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