Capítulo 3. Planejamento e Execução.Enquanto minha mãe tá descansando no quarto dela, eu fico na cozinha e começo a lavar a louça, assim eu ajudo ela em alguma coisa, alivio o peso dela de limpar a casa, manter tudo limpinho.
Assim que termino de lavar, vou pro meu quarto descansar, mas minha mente tá a mil por hora, pensando em como fazer ela se sentir especial. Então pego meu laptop e começo a escrever o plano que vou seguir à risca.
Passo 1. Mudar minha imagem com ela.Então pare de me ver como alguém imaturo e comece a me ver como um homem confiável, bom, com valores; que ela se sinta à vontade do meu lado. Se meu pai maltrata ela, eu farei tudo ao contrário, vou contrapor as ações dele com as minhas, pra que ela não se sinta mal. Vou tratar ela com amor, respeito e dignidade, coisas que meu pai pisoteou muitas e milhares de vezes. Então, a partir de hoje, sempre vou elogiar a roupa dela, a comida dela, as atitudes dela, por menores que sejam, vou aplaudir. Também vou ser seus ouvidos, seu ombro, seu apoio incondicional pra ela desabafar comigo tudo o que a incomoda, o que a irrita. Simplesmente vou ser o pilar dela pra ela se recarregar e descansar de todo problema que tá afligindo ela.
Vou começar com isso primeiro e veremos o que acontece com o tempo.
Olho o relógio, são 3:30 da tarde, escuto barulho lá fora, vejo meu pai na cozinha, abrindo a geladeira, pegando as últimas 3 latas de cerveja, indo pra sala, liga a TV, senta pra assistir. Passo e cumprimento, ele só me olha, me cumprimenta com um gesto e continua na dele. Vou até a geladeira, vejo o que tem pra jantar, percebo que não tem muitas opções, ovo, um pedaço de frango do almoço, uma coisinha de nada do caldo. Então penso que é justo minha mãe comer algo que ela não precise preparar, ela não curte muito pizza, mas adora massas, meu pai e eu podemos comer pizza, pra ela vou pedir um fettuccine Alfredo. Com isso em mente já resolvi o jantar e vai ser um gesto legal pra ela... espero. Vou pro quarto dela, vejo que ela tá na cama, sentada encostada na cabeceira, vendo TV, Netflix, tá vendo uma série. Ela me vê, pausa:
- Tudo bem, filho? Precisa de alguma coisa?
- Sim, tá tudo bem. Sabe, eu dei uma olhada no que sobrou na geladeira e não vai dar pra gente jantar.
- Sim, percebi, vejo que tenho o que fazer pro jantar.
- Não, não se preocupa, já fiz o pedido, pedi pizza pra gente jantar…Vejo pela sua cara que… é pizza de novo…-Não se preocupa, é média, pro papai e pra mim. Pra você, pedi uma massa Alfredo.
- Ai, filho, não fica gastando muito das tuas economias, você vai precisar disso na faculdade.
- Não se preocupa com isso, já tá resolvido (Eu ajudo com dever de casa, resumos pros meus colegas e conhecidos e cobro por isso).
- Bom, sendo assim, obrigada, você é muito carinhoso comigo.
- O que você tá olhando?
- O jogo da lula. Foi a sua irmã que me recomendou.
- Ah, sim, me falaram que essa é gostosa.
- Senta aqui comigo e a gente assiste, quer amor? –Dandouna deu uma palmada na cama pra eu sentar com ela. O que faço com prazer para continuar vendo as pernas dela, os peitos dela. A gente tá junto, vendo a série até umas 5:30 da tarde, eu falo que já pedi a janta, que entregam em 70-90 minutos, ela me agradece, encosta a cabeça no meu ombro, a gente termina de ver o resto do episódio. Ela desliga a TV, olha a hora, me fala que vai tomar banho, me pede pra sair, eu saio com todo o pesar, mas aproveito pra ir pro outro banheiro fazer o mesmo. Já perto das 7:00 da noite toca a campainha, eu saio do meu quarto, falo pro meu pai receber a janta, minha mãe sai do quarto, eu falo pra ela esperar, enquanto sirvo o pai, ela fica com aquele olhar curioso. Não quero que ela abra a massa, quero ver a reação dela ao abrir, já que não falei que pedi pro entregador colocar um bilhete. Entrego rapidamente 3 fatias de pizza, 2 sachês de molho e um copo de refrigerante. Volto rápido até ela, falo pra ela sentar, pego onde está o pedido de massa, entrego e digo que espero que ela goste (tô falando da surpresa). Ela abre e na parte de cima do prato tem o bilhetinho que pedi pra colocarem:Sei que não sabem enxergar todo o valor, a ternura e a beleza imensa que você carrega por dentro; para mim, você é maravilhosa em todos os sentidos, com carinho sincero e o amor que você merece. Humberto.
Ela lê, me olha, volta a ler, vejo os olhos começarem a marejar, uma lágrima escorre pela bochecha dela, ela enxuga, e me diz: Ela é uma delícia, uma gostosa de dar água na boca.Ai, amor, amor, é a coisa mais linda que alguém já me disse, vocês não fazem ideia de como me deixam feliz ao saber que sou apreciada por alguém aqui em casa.
- Sempre fiz isso, você vale a pena, vale cada centavo que gastei em você, não duvide disso.
Ela limpa os olhos que estavam marejados, eu digo pra gente comer ou a janta vai esfriar. A gente janta com uma certa tranquilidade, conversamos sobre a série, que eu adoraria continuar vendo os outros episódios com ela e que a Ana tinha razão, que é uma boa série, ela me diz que sim, que também amaria ver comigo.
Por volta das 8:30 da noite, meu pai já se levanta, fala pra gente que vai dormir, porque amanhã ele sai cedo. Ele pede pra minha mãe ajudar a arrumar a mala dele. Ela responde que sim. Os dois vão, e eu fico ali recolhendo as coisas. Já era umas 11:30 da noite, fui ao banheiro e, voltando pro meu quarto, escuto meu pai falando com minha mãe:
- Vai, mulher, você já sabe que antes de eu ir, gosto que você me atenda como deve ser.
- Mas desta vez você vai me deixar terminar?
- Vai, mulher, começa a chupar.
Começo a ouvir os gemidos do meu pai... acho que ela tá chupando ele. Queria muito ver minha mãe, será que ela tá de lingerie? A curiosidade tá me corroendo, como já tá tudo apagado, talvez eu consiga espiar alguma coisa, já que só dá pra ver um pouco de luz pela fresta da porta, deve ser da TV, será que eu arrisco? Meu coração começa a bater, acho que vão ouvir de tão alto que tá batendo... tum, tum, TUM, TUM... tiro minhas sandálias, fico descalço, jogo elas de lado, me aproximo bem devagar, cada passo que dou parece pesado, tô perto da porta, encosto meu ouvido, começo a ouvir os gemidos do meu pai:
-Ahhh que delícia que você chupa, continua assim…
- Desta vez eu quero ficar por cima pra ditar o ritmo, quero que você não me deixe na mão como da última vez…
- Sim, sim, continua chupando, vai assim que delícia, meteeee aaaahhhhh…
Seguro a maçaneta da porta, giro bem de leve, suavemente, não tem tranca, abro devagar a porta, só uma frestinha, o suficiente pra ver meu pai deitado, minha mãe tá pelada, fazendo um boquete de campeão, dá pra ver um pouco, mas os movimentos da cabeça dela me dão uma ideia de que ela engole inteiro, meu pai tá segurando a cabeça dela, como se quisesse marcar o ritmo do boquete.
- Ahh, sim, agora vem montar no seu macho...
- Sim, meu amor, slurrrppp… dá uma última chupada nele.
Ela monta em cima dele, fico surpreso, nunca tinha visto minha mãe de um jeito tão sexual, tão safada, era a luxúria em forma de carne. Ela começa a se mover pra frente e pra trás, que nem cobra, se levanta e dá umas sentadas, mexe as cadeiras em círculos. Meu pau fica duro e começa a sair líquido pré-gozo sem eu nem me tocar. Fico mais tesudo ainda ouvindo minha mãe gemer:
- Ahhh deliciosa, deliciosa, já estava precisando disso, amor, aguenta só mais um pouco, já tô quase terminando.
- Ahhh, se apressa, ou não se mexe que já tô quase terminando, não vou demorar.
- Não, amor, aguenta um pouco, tô quase lá, aguenta ahhh já tá chegando, me toca, beija meus peitos, me acaricia, já tá quase, já tá quase, falta só um pouquinho… vai, amor, ahhhh…
- AHHHHH, yaaa love toma ahhhh que gostosa…
-NÃOOOO, NÃOOOO, TÔ QUASE LÁ, CONTINUA SE MEXENDOOOO NÃOOOO
- Já pode descer, amor, estava delicioso, você se mexe de um jeito gostoso… já vou dormir, beijos, smack. Vou ao banheiro me lavar e dormir.
- Você é um… ahhh, pra quê te falar, é sempre a mesma coisa com você…
Meu pai vai ao banheiro, deixando minha mãe na cama, continuo observando, vejo que ela começa a se tocar, tá procurando terminar o que meu pai não conseguiu.
-Ahhh, já tá quase, já tá quase…ahhhh,… ahhhh…
Ela continua se tocando, se esfrega furiosa com as mãos no clitóris, molha os dedos na boca, enfia 2 dedos, começa a meter e tirar com ímpeto… vejo como os peitos dela balançam no ritmo das penetrações. Estão uma delícia.
- Assim, assim, já quase, já tá chegando, agora vai ahhhhh AHHHHHHH…
Ela fica rendida, se vira de costas pra mim, admiro aquela bunda que ela carrega, como se nada fosse, fecho a porta devagar sem fazer o menor barulho. Vou pro meu quarto, me tranco, travo a porta, deito na minha cama, tiro tudo, short, cueca, meu pau tá ereto olhando pro teto, começo a me tocar, só precisei de 3-4 movimentos e sinto que explodo, sai que nem gêiser com muita pressão, alcança meu umbigo, perto do meu peito, não acredito que minha mãe me deixou completamente excitado a 1000%, que bastou umas punhetadas pra soltar a carga que eu tava acumulando. Durmo em minutos pensando nela como mulher, não como mãe.
SEGUNDA-FEIRAAcordo cedo, são 6h30 da manhã, ouço movimento na cozinha, me visto com uma camisa polo, uma calça jeans, tênis, pego minha mochila da escola, saio e vejo ela com um vestido meio largo, cozinhando, vejo ela apressada e me aproximo pra cumprimentar.
- Bom dia, mãe, precisa de ajuda com alguma coisa?
- Bom dia, filho, sim, obrigada, pode acordar seu pai. Que às 8:00 passam pra buscar ele.
- Tá bom, mãe.
Vou pro quarto dele, bato na porta do meu pai, abro a porta, ele tá meio dormindo, meio acordado, falo que são 6h45 da manhã, que a mãe já tá preparando o café da manhã, a marmita do dia, pra ele se arrumar. Ele me responde que tá ok e vai pro banheiro. Volto pra falar com ela que ele já acordou e tá no banheiro.
- Valeu, amor, você é uma grande ajuda.
- De nada, mana, já sabe que pode contar comigo no que eu puder ajudar.(e no que você quiser…) Me sento na cadeira da mesa de jantar, observando ela com atenção. Ela tá usando um vestido de verão, de alcinha, com um decote leve, mas que chega até as coxas. Com movimentos sutis, ela se levanta um pouco e eu consigo ver as coxas dela, e até vislumbro a calcinha, tipo fio dental. Enquanto isso, eu fico olhando e isso me faz lembrar do que vi ontem… agora com mais razão ainda, tô decidido a fazer ela se sentir especial, na ausência do pai. Pra quando ele voltar, ela tenha bem claro quem é que quer e valoriza ela de verdade. São 7h15 da manhã, estamos todos tomando café na sala de jantar, meu pai comenta:
- Quarta-feira pagam, mulher, te mando pra semana, administra bem, tá certo? E depois me manda mensagem se precisar de mais alguma coisa, mas fica ligada que nem sempre vou poder responder.
- Sim, eu sei, não se preocupa, meu bem.
- E você, cuida da sua mãe de qualquer otário que queira se aproveitar dela
- Claro, não precisa me dizer (se você soubesse, velho, se você soubesse…)
- Bem, a gente se vê. Já tão me avisando que tão chegando perto.Saímos para nos despedir dele, 10 minutos depois chega uma caminhonete passando com vários colegas de trabalho, a gente acena pra eles. Uns dão em cima da minha mãe, por sacanagem e pra irritar meu pai, que sobe no veículo xingando e brigando com eles porque cumprimentam A MULHER DELE…
Vemos eles irem embora, entramos em casa, finalmente estamos sozinhos, ESTOU SOZINHO com ela. Minha mãe me tira dos meus pensamentos:
- Bem, seu pai já foi, agora estamos só nós dois.
Minha mente podre começa a imaginar minha mãe de lingerie, a gente sozinho, ela montando em mim como fez ontem… começo a ficar excitado, procuro um jeito de esconder minha pica que tá marcando no short.
- Ah, sim, sim, assim você vai descansar das... coisas dele... bom, que tal você descansar. Enquanto eu limpo a casa, os pratos. Afinal, não tenho nada pra fazer, só esperar o correio com o resultado da prova.
- Ai, amor, você é um charme, não é justo que ultimamente você faça tudo sozinho, deixa eu te ajudar.
- Tá bom, você seca os pratos e eu lavo, beleza?
- Bem, bem... quem dera seu pai fosse como você algumas vezes.
- Já, mãe… se ele não pode (ou não quer, melhor dizendo), eu faço com muito prazer.
Começamos a limpar a louça, vejo de vez em quando como ela se mexe, com tanta graça, tanta sensualidade, não sei, se é minha mente doente que quer ver coisas que não existem ou se ela realmente se move de forma natural.
Depois falo que vou varrer, ela junta o lixo que se acumula, em seguida limpamos e sacudimos os móveis que tinham acumulado poeira do fim de semana.
Comento que vou colocar a máquina de lavar, ela me diz que tá tudo bem, vou buscar o cesto de roupa suja, tanto do meu quarto, quanto do dela, mas obviamente passo primeiro pelo deles, depois vou pro meu, levo os dois pro quarto onde fica a máquina. Começo a encher ela, enquanto minha mãe foi pro banheiro dela, aproveito pra vasculhar a calcinha que ela tava usando ontem… acho ela, levo ao meu nariz, aspiro como se fosse a melhor droga, o cheiro me impregna, vejo uma mancha leve, lambo sem pensar, encontro um sabor nada desagradável. Naquele momento tenho a pica a ponto de explodir, esfrego ela na roupa, sinto uma descarga elétrica que percorre meu corpo...quero tirar ela e esfregar, nisso escuto os passos dela se aproximando…me chamando onde eu tô, respondo que tô no quintal com a máquina enchendo. A roupa é separada, coloca a primeira carga na máquina. Temos uns 45 minutos aproximadamente até terminar o ciclo de lavagem. Enquanto isso, vejo minha mãe relaxada, mas com um olhar que não consigo decifrar, meio cansada, nesse momento eu falo pra ela:
- E aí, mãe, enquanto a máquina tá lavando, por que a gente não vê mais um episódio de Round 6, que cê acha?
- Boa ideia, coração.- Vamos pro seu quarto ver ela, ou a gente vê na sala? Onde você preferir.
- Na sala, pra ver a lavadora, melhor. Colocamos a série, ela se senta colocando os pés em cima do sofá, esticada, eu me sento ao lado, ponho as pernas dela sobre as minhas. Ela fica me olhando, não diz nada. Começo a massagear as pernas dela, da panturrilha até os pés, de forma suave, pressionando os dedos, aperto eles com delicadeza, alguns começam a estalar, continuo esfregando durante o capítulo inteiro. Ninguém fala nada, estamos vendo a TV. Percebo que minha pica tá marcando o short, tento me acalmar, sigo com as massagens, procuro não olhar as pernas dela, pra não me excitar. Minha mãe continua assistindo a TV, faz comentários sobre o jogador 001…
Quando o capítulo termina, dou duas palmadinhas pra ela me deixar ir checar a máquina de lavar, e tirar a roupa, ela me diz que me acompanha pra estender. E assim seguimos, a cada ciclo de lavagem era um capítulo, durante esse tempo eu continuava massageando as pernas dela. Pois ela esperava eu sentar pra colocar as pernas em cima de mim. Para o meio-dia, com a última leva de roupa estendida no varal, ela me diz:- Valeu, love, você me ajuda pra caralho.
- Você já sabe que pode contar comigo…em tudo…
- Você é um homem encantador, nunca mude. Vou descansar um pouquinho no quarto. Enquanto isso, pensa no que a gente vai comer.
Ela vai pro quarto dela, enquanto isso eu fico na sala, olhando pra bunda dela, é algo hipnótico. Fico pensando: como é possível que meu pai trate ela assim? Ela tem o que aqui se chama os 3C (Casa, comida e cuca) e que cuca que minha mãe carrega. Tô nessa quando surge do fundo do meu ser: e se eu espionar ela um pouco, ver o que ela faz... decido fazer isso, me aproximo como um ladrão que quer invadir uma casa, caminho até o quarto dela, abro a porta com cuidado, vejo pela fresta que ela tá deitada, mexendo no celular... e aí me vem uma ideia, com tanta excitação, meu tesão nubla minha razão, minha lógica foi de férias, pego meu telefone, coloco no modo silencioso, escrevo uma mensagem pra ela:Tem mulheres que não só são lindas de se olhar, são inesquecíveis de se sentir... e você tem essa mistura, charme e ternura que não é qualquer um que sabe apreciar. Você merece o mesmo que projeta: ternura, atenção, paixão e esse jeito gostoso de fazer a gente se sentir única... dessas que ficam na pele e na alma. Descansa um pouco, eu cuido do seu sono.
Envio, observo, ouço a notificação da mensagem, vejo que meu mensagem fica azul, ela já leu. Olho para ela agora, a expressão dela é de surpresa, não de irritação, vejo a mão dela indo direto ao peito, como sinal de carinho. Consigo o resultado que eu queria para ela, que ela se sinta especial. Vejo que ela está escrevendo, observo minha tela. -Chat-
Aracely: Você é um encanto! Nunca mude, suas palavras me enchem de alegria saber que sou valorizada. Te amo, filho.
Droga, ela ainda me vê como filho, preciso fazer ela me ver como homem, tenho que dar um jeito de mostrar que tem outro homem na casa que a valoriza. Escrevo pra ela:
Humberto: Você é a mulher mais gostosa que merece ser amada, paparicada o tempo todo. Quem me dera ter a sorte de ter uma mulher como você, como companheira de vida.
Aracely: Que coisas tão lindas você me diz. Me sinto feliz.
Humberto: Você não sabe como eu invejo o pai, por ter tanta sorte de ter te encontrado. Eu observo ela e sim, dá pra ver que ela tá muito feliz com essas mensagens, será que tão surtindo o efeito que eu quero? Não sei. Escrevo de novo:
Humberto: Sabe, adorei te dar massagem nas suas pernas, pra você relaxar. E adoraria continuar te dando enquanto a gente vê a série.
Aracely: Por mim, adoraria, me sinto mimada, você tá me acostumando mal com suas atenções…
Humberto: Ok, e se der, adoraria te ver com aquele macacão que você tem, uma vez eu te vi com ele, e você tava uma delícia.
Aracely: Kkkk, que coisa você fala, doidinho. Não usei porque seu pai não gosta que eu use.
Humberto: Mas, ele não tá aqui agora, nem vai estar por 14 dias…
Aracely: Vou pensar. Doidinho. Eu observo ela da minha posição, vejo que ela fica contente, abraça o celular no peito.
Ela se vira de lado, à minha vista... com o risco de ser visto, eu me retiro pro meu quarto... Fico jogando um pouco pra descansar e clarear a mente... que difícil é fazer isso depois de tudo que aconteceu...
Passaram algumas horas, só pra eu ser vencido, humilhado, derrotado, vi...ado, pelo órfão de Kos, não consigo parar de pensar nela. Nesse momento, escuto a notificação de mensagem no WhatsApp, vejo que é dela, pego o telefone, achando que era sobre a comida, abro a mensagem e naquele exato momento eu caio no céu, não acredito, ela me manda 2 fotos: uma com o macaquinho que eu pedi, e a outra muito melhor ainda, é um conjunto de top e um short cinza... com a seguinte mensagem Aracely: Este é o que você falou e este é outro que também tenho e que seu pai não me deixa usar… qual fica melhor em mim?

Demoro para responder, é uma decisão difícil, muito, muito difícil…
Assim que termino de lavar, vou pro meu quarto descansar, mas minha mente tá a mil por hora, pensando em como fazer ela se sentir especial. Então pego meu laptop e começo a escrever o plano que vou seguir à risca.
Passo 1. Mudar minha imagem com ela.Então pare de me ver como alguém imaturo e comece a me ver como um homem confiável, bom, com valores; que ela se sinta à vontade do meu lado. Se meu pai maltrata ela, eu farei tudo ao contrário, vou contrapor as ações dele com as minhas, pra que ela não se sinta mal. Vou tratar ela com amor, respeito e dignidade, coisas que meu pai pisoteou muitas e milhares de vezes. Então, a partir de hoje, sempre vou elogiar a roupa dela, a comida dela, as atitudes dela, por menores que sejam, vou aplaudir. Também vou ser seus ouvidos, seu ombro, seu apoio incondicional pra ela desabafar comigo tudo o que a incomoda, o que a irrita. Simplesmente vou ser o pilar dela pra ela se recarregar e descansar de todo problema que tá afligindo ela.
Vou começar com isso primeiro e veremos o que acontece com o tempo.
Olho o relógio, são 3:30 da tarde, escuto barulho lá fora, vejo meu pai na cozinha, abrindo a geladeira, pegando as últimas 3 latas de cerveja, indo pra sala, liga a TV, senta pra assistir. Passo e cumprimento, ele só me olha, me cumprimenta com um gesto e continua na dele. Vou até a geladeira, vejo o que tem pra jantar, percebo que não tem muitas opções, ovo, um pedaço de frango do almoço, uma coisinha de nada do caldo. Então penso que é justo minha mãe comer algo que ela não precise preparar, ela não curte muito pizza, mas adora massas, meu pai e eu podemos comer pizza, pra ela vou pedir um fettuccine Alfredo. Com isso em mente já resolvi o jantar e vai ser um gesto legal pra ela... espero. Vou pro quarto dela, vejo que ela tá na cama, sentada encostada na cabeceira, vendo TV, Netflix, tá vendo uma série. Ela me vê, pausa:
- Tudo bem, filho? Precisa de alguma coisa?
- Sim, tá tudo bem. Sabe, eu dei uma olhada no que sobrou na geladeira e não vai dar pra gente jantar.
- Sim, percebi, vejo que tenho o que fazer pro jantar.
- Não, não se preocupa, já fiz o pedido, pedi pizza pra gente jantar…Vejo pela sua cara que… é pizza de novo…-Não se preocupa, é média, pro papai e pra mim. Pra você, pedi uma massa Alfredo.
- Ai, filho, não fica gastando muito das tuas economias, você vai precisar disso na faculdade.
- Não se preocupa com isso, já tá resolvido (Eu ajudo com dever de casa, resumos pros meus colegas e conhecidos e cobro por isso).
- Bom, sendo assim, obrigada, você é muito carinhoso comigo.
- O que você tá olhando?
- O jogo da lula. Foi a sua irmã que me recomendou.
- Ah, sim, me falaram que essa é gostosa.
- Senta aqui comigo e a gente assiste, quer amor? –Dandouna deu uma palmada na cama pra eu sentar com ela. O que faço com prazer para continuar vendo as pernas dela, os peitos dela. A gente tá junto, vendo a série até umas 5:30 da tarde, eu falo que já pedi a janta, que entregam em 70-90 minutos, ela me agradece, encosta a cabeça no meu ombro, a gente termina de ver o resto do episódio. Ela desliga a TV, olha a hora, me fala que vai tomar banho, me pede pra sair, eu saio com todo o pesar, mas aproveito pra ir pro outro banheiro fazer o mesmo. Já perto das 7:00 da noite toca a campainha, eu saio do meu quarto, falo pro meu pai receber a janta, minha mãe sai do quarto, eu falo pra ela esperar, enquanto sirvo o pai, ela fica com aquele olhar curioso. Não quero que ela abra a massa, quero ver a reação dela ao abrir, já que não falei que pedi pro entregador colocar um bilhete. Entrego rapidamente 3 fatias de pizza, 2 sachês de molho e um copo de refrigerante. Volto rápido até ela, falo pra ela sentar, pego onde está o pedido de massa, entrego e digo que espero que ela goste (tô falando da surpresa). Ela abre e na parte de cima do prato tem o bilhetinho que pedi pra colocarem:Sei que não sabem enxergar todo o valor, a ternura e a beleza imensa que você carrega por dentro; para mim, você é maravilhosa em todos os sentidos, com carinho sincero e o amor que você merece. Humberto.
Ela lê, me olha, volta a ler, vejo os olhos começarem a marejar, uma lágrima escorre pela bochecha dela, ela enxuga, e me diz: Ela é uma delícia, uma gostosa de dar água na boca.Ai, amor, amor, é a coisa mais linda que alguém já me disse, vocês não fazem ideia de como me deixam feliz ao saber que sou apreciada por alguém aqui em casa.
- Sempre fiz isso, você vale a pena, vale cada centavo que gastei em você, não duvide disso.
Ela limpa os olhos que estavam marejados, eu digo pra gente comer ou a janta vai esfriar. A gente janta com uma certa tranquilidade, conversamos sobre a série, que eu adoraria continuar vendo os outros episódios com ela e que a Ana tinha razão, que é uma boa série, ela me diz que sim, que também amaria ver comigo.
Por volta das 8:30 da noite, meu pai já se levanta, fala pra gente que vai dormir, porque amanhã ele sai cedo. Ele pede pra minha mãe ajudar a arrumar a mala dele. Ela responde que sim. Os dois vão, e eu fico ali recolhendo as coisas. Já era umas 11:30 da noite, fui ao banheiro e, voltando pro meu quarto, escuto meu pai falando com minha mãe:
- Vai, mulher, você já sabe que antes de eu ir, gosto que você me atenda como deve ser.
- Mas desta vez você vai me deixar terminar?
- Vai, mulher, começa a chupar.
Começo a ouvir os gemidos do meu pai... acho que ela tá chupando ele. Queria muito ver minha mãe, será que ela tá de lingerie? A curiosidade tá me corroendo, como já tá tudo apagado, talvez eu consiga espiar alguma coisa, já que só dá pra ver um pouco de luz pela fresta da porta, deve ser da TV, será que eu arrisco? Meu coração começa a bater, acho que vão ouvir de tão alto que tá batendo... tum, tum, TUM, TUM... tiro minhas sandálias, fico descalço, jogo elas de lado, me aproximo bem devagar, cada passo que dou parece pesado, tô perto da porta, encosto meu ouvido, começo a ouvir os gemidos do meu pai:
-Ahhh que delícia que você chupa, continua assim…
- Desta vez eu quero ficar por cima pra ditar o ritmo, quero que você não me deixe na mão como da última vez…
- Sim, sim, continua chupando, vai assim que delícia, meteeee aaaahhhhh…
Seguro a maçaneta da porta, giro bem de leve, suavemente, não tem tranca, abro devagar a porta, só uma frestinha, o suficiente pra ver meu pai deitado, minha mãe tá pelada, fazendo um boquete de campeão, dá pra ver um pouco, mas os movimentos da cabeça dela me dão uma ideia de que ela engole inteiro, meu pai tá segurando a cabeça dela, como se quisesse marcar o ritmo do boquete.
- Ahh, sim, agora vem montar no seu macho...
- Sim, meu amor, slurrrppp… dá uma última chupada nele.
Ela monta em cima dele, fico surpreso, nunca tinha visto minha mãe de um jeito tão sexual, tão safada, era a luxúria em forma de carne. Ela começa a se mover pra frente e pra trás, que nem cobra, se levanta e dá umas sentadas, mexe as cadeiras em círculos. Meu pau fica duro e começa a sair líquido pré-gozo sem eu nem me tocar. Fico mais tesudo ainda ouvindo minha mãe gemer:
- Ahhh deliciosa, deliciosa, já estava precisando disso, amor, aguenta só mais um pouco, já tô quase terminando.
- Ahhh, se apressa, ou não se mexe que já tô quase terminando, não vou demorar.
- Não, amor, aguenta um pouco, tô quase lá, aguenta ahhh já tá chegando, me toca, beija meus peitos, me acaricia, já tá quase, já tá quase, falta só um pouquinho… vai, amor, ahhhh…
- AHHHHH, yaaa love toma ahhhh que gostosa…
-NÃOOOO, NÃOOOO, TÔ QUASE LÁ, CONTINUA SE MEXENDOOOO NÃOOOO
- Já pode descer, amor, estava delicioso, você se mexe de um jeito gostoso… já vou dormir, beijos, smack. Vou ao banheiro me lavar e dormir.
- Você é um… ahhh, pra quê te falar, é sempre a mesma coisa com você…
Meu pai vai ao banheiro, deixando minha mãe na cama, continuo observando, vejo que ela começa a se tocar, tá procurando terminar o que meu pai não conseguiu.
-Ahhh, já tá quase, já tá quase…ahhhh,… ahhhh…
Ela continua se tocando, se esfrega furiosa com as mãos no clitóris, molha os dedos na boca, enfia 2 dedos, começa a meter e tirar com ímpeto… vejo como os peitos dela balançam no ritmo das penetrações. Estão uma delícia.
- Assim, assim, já quase, já tá chegando, agora vai ahhhhh AHHHHHHH…
Ela fica rendida, se vira de costas pra mim, admiro aquela bunda que ela carrega, como se nada fosse, fecho a porta devagar sem fazer o menor barulho. Vou pro meu quarto, me tranco, travo a porta, deito na minha cama, tiro tudo, short, cueca, meu pau tá ereto olhando pro teto, começo a me tocar, só precisei de 3-4 movimentos e sinto que explodo, sai que nem gêiser com muita pressão, alcança meu umbigo, perto do meu peito, não acredito que minha mãe me deixou completamente excitado a 1000%, que bastou umas punhetadas pra soltar a carga que eu tava acumulando. Durmo em minutos pensando nela como mulher, não como mãe.
SEGUNDA-FEIRAAcordo cedo, são 6h30 da manhã, ouço movimento na cozinha, me visto com uma camisa polo, uma calça jeans, tênis, pego minha mochila da escola, saio e vejo ela com um vestido meio largo, cozinhando, vejo ela apressada e me aproximo pra cumprimentar.
- Bom dia, mãe, precisa de ajuda com alguma coisa?
- Bom dia, filho, sim, obrigada, pode acordar seu pai. Que às 8:00 passam pra buscar ele.
- Tá bom, mãe.
Vou pro quarto dele, bato na porta do meu pai, abro a porta, ele tá meio dormindo, meio acordado, falo que são 6h45 da manhã, que a mãe já tá preparando o café da manhã, a marmita do dia, pra ele se arrumar. Ele me responde que tá ok e vai pro banheiro. Volto pra falar com ela que ele já acordou e tá no banheiro.
- Valeu, amor, você é uma grande ajuda.
- De nada, mana, já sabe que pode contar comigo no que eu puder ajudar.(e no que você quiser…) Me sento na cadeira da mesa de jantar, observando ela com atenção. Ela tá usando um vestido de verão, de alcinha, com um decote leve, mas que chega até as coxas. Com movimentos sutis, ela se levanta um pouco e eu consigo ver as coxas dela, e até vislumbro a calcinha, tipo fio dental. Enquanto isso, eu fico olhando e isso me faz lembrar do que vi ontem… agora com mais razão ainda, tô decidido a fazer ela se sentir especial, na ausência do pai. Pra quando ele voltar, ela tenha bem claro quem é que quer e valoriza ela de verdade. São 7h15 da manhã, estamos todos tomando café na sala de jantar, meu pai comenta:
- Quarta-feira pagam, mulher, te mando pra semana, administra bem, tá certo? E depois me manda mensagem se precisar de mais alguma coisa, mas fica ligada que nem sempre vou poder responder.
- Sim, eu sei, não se preocupa, meu bem.
- E você, cuida da sua mãe de qualquer otário que queira se aproveitar dela
- Claro, não precisa me dizer (se você soubesse, velho, se você soubesse…)
- Bem, a gente se vê. Já tão me avisando que tão chegando perto.Saímos para nos despedir dele, 10 minutos depois chega uma caminhonete passando com vários colegas de trabalho, a gente acena pra eles. Uns dão em cima da minha mãe, por sacanagem e pra irritar meu pai, que sobe no veículo xingando e brigando com eles porque cumprimentam A MULHER DELE…
Vemos eles irem embora, entramos em casa, finalmente estamos sozinhos, ESTOU SOZINHO com ela. Minha mãe me tira dos meus pensamentos:
- Bem, seu pai já foi, agora estamos só nós dois.
Minha mente podre começa a imaginar minha mãe de lingerie, a gente sozinho, ela montando em mim como fez ontem… começo a ficar excitado, procuro um jeito de esconder minha pica que tá marcando no short.
- Ah, sim, sim, assim você vai descansar das... coisas dele... bom, que tal você descansar. Enquanto eu limpo a casa, os pratos. Afinal, não tenho nada pra fazer, só esperar o correio com o resultado da prova.
- Ai, amor, você é um charme, não é justo que ultimamente você faça tudo sozinho, deixa eu te ajudar.
- Tá bom, você seca os pratos e eu lavo, beleza?
- Bem, bem... quem dera seu pai fosse como você algumas vezes.
- Já, mãe… se ele não pode (ou não quer, melhor dizendo), eu faço com muito prazer.
Começamos a limpar a louça, vejo de vez em quando como ela se mexe, com tanta graça, tanta sensualidade, não sei, se é minha mente doente que quer ver coisas que não existem ou se ela realmente se move de forma natural.
Depois falo que vou varrer, ela junta o lixo que se acumula, em seguida limpamos e sacudimos os móveis que tinham acumulado poeira do fim de semana.
Comento que vou colocar a máquina de lavar, ela me diz que tá tudo bem, vou buscar o cesto de roupa suja, tanto do meu quarto, quanto do dela, mas obviamente passo primeiro pelo deles, depois vou pro meu, levo os dois pro quarto onde fica a máquina. Começo a encher ela, enquanto minha mãe foi pro banheiro dela, aproveito pra vasculhar a calcinha que ela tava usando ontem… acho ela, levo ao meu nariz, aspiro como se fosse a melhor droga, o cheiro me impregna, vejo uma mancha leve, lambo sem pensar, encontro um sabor nada desagradável. Naquele momento tenho a pica a ponto de explodir, esfrego ela na roupa, sinto uma descarga elétrica que percorre meu corpo...quero tirar ela e esfregar, nisso escuto os passos dela se aproximando…me chamando onde eu tô, respondo que tô no quintal com a máquina enchendo. A roupa é separada, coloca a primeira carga na máquina. Temos uns 45 minutos aproximadamente até terminar o ciclo de lavagem. Enquanto isso, vejo minha mãe relaxada, mas com um olhar que não consigo decifrar, meio cansada, nesse momento eu falo pra ela:
- E aí, mãe, enquanto a máquina tá lavando, por que a gente não vê mais um episódio de Round 6, que cê acha?
- Boa ideia, coração.- Vamos pro seu quarto ver ela, ou a gente vê na sala? Onde você preferir.
- Na sala, pra ver a lavadora, melhor. Colocamos a série, ela se senta colocando os pés em cima do sofá, esticada, eu me sento ao lado, ponho as pernas dela sobre as minhas. Ela fica me olhando, não diz nada. Começo a massagear as pernas dela, da panturrilha até os pés, de forma suave, pressionando os dedos, aperto eles com delicadeza, alguns começam a estalar, continuo esfregando durante o capítulo inteiro. Ninguém fala nada, estamos vendo a TV. Percebo que minha pica tá marcando o short, tento me acalmar, sigo com as massagens, procuro não olhar as pernas dela, pra não me excitar. Minha mãe continua assistindo a TV, faz comentários sobre o jogador 001…
Quando o capítulo termina, dou duas palmadinhas pra ela me deixar ir checar a máquina de lavar, e tirar a roupa, ela me diz que me acompanha pra estender. E assim seguimos, a cada ciclo de lavagem era um capítulo, durante esse tempo eu continuava massageando as pernas dela. Pois ela esperava eu sentar pra colocar as pernas em cima de mim. Para o meio-dia, com a última leva de roupa estendida no varal, ela me diz:- Valeu, love, você me ajuda pra caralho.
- Você já sabe que pode contar comigo…em tudo…
- Você é um homem encantador, nunca mude. Vou descansar um pouquinho no quarto. Enquanto isso, pensa no que a gente vai comer.
Ela vai pro quarto dela, enquanto isso eu fico na sala, olhando pra bunda dela, é algo hipnótico. Fico pensando: como é possível que meu pai trate ela assim? Ela tem o que aqui se chama os 3C (Casa, comida e cuca) e que cuca que minha mãe carrega. Tô nessa quando surge do fundo do meu ser: e se eu espionar ela um pouco, ver o que ela faz... decido fazer isso, me aproximo como um ladrão que quer invadir uma casa, caminho até o quarto dela, abro a porta com cuidado, vejo pela fresta que ela tá deitada, mexendo no celular... e aí me vem uma ideia, com tanta excitação, meu tesão nubla minha razão, minha lógica foi de férias, pego meu telefone, coloco no modo silencioso, escrevo uma mensagem pra ela:Tem mulheres que não só são lindas de se olhar, são inesquecíveis de se sentir... e você tem essa mistura, charme e ternura que não é qualquer um que sabe apreciar. Você merece o mesmo que projeta: ternura, atenção, paixão e esse jeito gostoso de fazer a gente se sentir única... dessas que ficam na pele e na alma. Descansa um pouco, eu cuido do seu sono.
Envio, observo, ouço a notificação da mensagem, vejo que meu mensagem fica azul, ela já leu. Olho para ela agora, a expressão dela é de surpresa, não de irritação, vejo a mão dela indo direto ao peito, como sinal de carinho. Consigo o resultado que eu queria para ela, que ela se sinta especial. Vejo que ela está escrevendo, observo minha tela. -Chat-
Aracely: Você é um encanto! Nunca mude, suas palavras me enchem de alegria saber que sou valorizada. Te amo, filho.
Droga, ela ainda me vê como filho, preciso fazer ela me ver como homem, tenho que dar um jeito de mostrar que tem outro homem na casa que a valoriza. Escrevo pra ela:
Humberto: Você é a mulher mais gostosa que merece ser amada, paparicada o tempo todo. Quem me dera ter a sorte de ter uma mulher como você, como companheira de vida.
Aracely: Que coisas tão lindas você me diz. Me sinto feliz.
Humberto: Você não sabe como eu invejo o pai, por ter tanta sorte de ter te encontrado. Eu observo ela e sim, dá pra ver que ela tá muito feliz com essas mensagens, será que tão surtindo o efeito que eu quero? Não sei. Escrevo de novo:
Humberto: Sabe, adorei te dar massagem nas suas pernas, pra você relaxar. E adoraria continuar te dando enquanto a gente vê a série.
Aracely: Por mim, adoraria, me sinto mimada, você tá me acostumando mal com suas atenções…
Humberto: Ok, e se der, adoraria te ver com aquele macacão que você tem, uma vez eu te vi com ele, e você tava uma delícia.
Aracely: Kkkk, que coisa você fala, doidinho. Não usei porque seu pai não gosta que eu use.
Humberto: Mas, ele não tá aqui agora, nem vai estar por 14 dias…
Aracely: Vou pensar. Doidinho. Eu observo ela da minha posição, vejo que ela fica contente, abraça o celular no peito.
Ela se vira de lado, à minha vista... com o risco de ser visto, eu me retiro pro meu quarto... Fico jogando um pouco pra descansar e clarear a mente... que difícil é fazer isso depois de tudo que aconteceu...
Passaram algumas horas, só pra eu ser vencido, humilhado, derrotado, vi...ado, pelo órfão de Kos, não consigo parar de pensar nela. Nesse momento, escuto a notificação de mensagem no WhatsApp, vejo que é dela, pego o telefone, achando que era sobre a comida, abro a mensagem e naquele exato momento eu caio no céu, não acredito, ela me manda 2 fotos: uma com o macaquinho que eu pedi, e a outra muito melhor ainda, é um conjunto de top e um short cinza... com a seguinte mensagem Aracely: Este é o que você falou e este é outro que também tenho e que seu pai não me deixa usar… qual fica melhor em mim?


Demoro para responder, é uma decisão difícil, muito, muito difícil…
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