Tudo começou com uma brincadeira, o Carlos, meu colega de obra, é um paraguaio com quem a gente se dá muito bem, um cara grande de corpo e fortão, mas não mais alto que eu. Um dia eu peguei ele tentando conquistar um travesti e sempre zoava que ia mandar a foto e os vídeos pra mulher dele, mas a verdade é que eu não tinha tirado foto nenhuma. Mas eu contei pra quase todos os nossos colegas de obra. E isso incomodava ele pra caralho. Então, como nas sextas ele geralmente bebia muito no almoço, sempre no meio da tarde ele tava meio lerdo, então eu tinha que ameaçar que se ele não se ligasse, eu mandava as fotos pra mulher. E a verdade é que ele se cagava de medo, porque aí ele começava a trampar direito, mesmo reclamando. A vingança veio no meu aniversário, aproveitando que o capataz não tava e que era sábado. O Raul, outro colega também paraguaio, me fala que iam trazer uma puta pra obra, ou pelo menos foi o que me fizeram acreditar. E eu caí na armadilha. Esse dia a gente era 5. Enquanto a gente comia, vem o Raul com um pano e me diz que tinham uma surpresa pro meu aniversário, mas que eu tinha que vendar os olhos. Eu olho pra todo mundo meio me fazendo de desconfiado, mas surpreso, e aceito, pensando que era a puta. Enquanto me sentam num balde virado, ele me venda os olhos e diz: Raul: a gente tem um presentinho pra você, mas pra ativar, você tem que dar 4 beijinhos. Com um tom de cumplicidade e meio debochado, e continua: mas sem as mãos... Ok? Eu: mmm ok, respondi com confiança. Eu esperava uns lábios da suposta puta, então vou beijando e em cada beijo é uma explosão de risadas, embora eu não descobrisse quem eu tava beijando. Eu ia tirar a venda e me seguram pra evitar, enquanto as risadas continuavam. Se ouve a voz do Carlos: Carlos: - e aí, adivinhou? Eu: uma gostosa...? Uma... buceta...? Cada opção que eu dava era negativa e eles riam mais ainda. Carlos: mais uma rodada pra ver se você adivinha. Já bem tentado pela risada, volto a beijar as quatro vezes, mas continuava sem adivinhar, mesmo esfregando contra meus lábios com mais intensidade. E as risadas. continuavam. Então pensei que, como íamos comer churrasco, era carne crua. E quando eu disse isso, as risadas ficaram mais altas. Isso se repetiu umas 4 ou 5 vezes mais. Carlos: e sabe o que é?, responde segurando o riso. E continua. Eu: eh, como? Não é algum corte de carne ou linguiça? Carlos: vamos ver se você descobre pelo gosto! Pode passar a língua, se adivinhar a gente tira a venda. Mas você não tem quatro chances, só uma. Aceita? Eu: bora, mas o que eu ganho? Com tom de brincadeira. Eu pensando que era alguma linguiça crua ou algo assim. Carlos: bom, coloca a língua bem pra fora e abre bem a boca. Mas sem trapaça com as mãos. E ele segura minhas mãos na nuca com uma mão só dele. Eu obedeço e sinto ele ficar bem do meu lado e me apoia a pica de lado, bem desde a base. Uma pica peluda que dava pra ver que era grossa, cheia de veias e duríssima. Ele passa até a cabeça, fica bem na minha frente e mete na minha boca até onde dava. Aí que eu percebo tarde demais que era a pica dele. Com a mão livre ele tira minha venda e enquanto bombava devagar, me dando ânsia e mesmo eu tentando sacudir a cabeça, a pica na minha boca parecia fundida e ele comenta. Carlos: pra quem você vai mandar foto agora? Pra minha mina? E a sua, o que vai pensar de você? Que tem um marido promíscuo? Aí eu percebo que o Raul estava gravando tudo e os outros tavam lá, foto e mais foto. Carlos: agora você vai chupar bem chupado ou sua mulher vai receber tudo. Eu queria negar com a cabeça, que não existiam fotos dele. Mas ele continuava bombando, e eu segurando a ânsia. A pica não era comprida pra caralho, mas era bem grossa. Carlos: então chupa, e chupa bem, porque a partir de agora vai ser sua mamadeira. Enquanto ia me dando instruções, como posicionar os lábios pra não arranhar, e ficamos assim por um bom tempo. Dava pra ver que o Raul tava voando de tesão e depois de um tempo. Carlos: chupa bem minhas bolas e ele tira a pica e eu começo a chupar e lamber as bolas peludas dele. Enquanto ele começa a se masturbar forte e rápido e comenta com gemidos. Carlos: faz tipo Duas semanas sem dar pra ninguém, vou encher tua boca de porra e você engole tudo ou tua mina fica sabendo de tudo. Abre bem essa boca, puta. E mostra a língua. Eu, sem conseguir pensar, obedeço. E enquanto ele goza, metade na minha cara e o resto na minha boca, com uns 4 ou 5 jatos fortíssimos. Eu, entre ânsias e engasgos, tento engolir tudo, mas era uma quantidade absurda, sério. Mas ele não tirava a pica da minha boca, que continuava pulsando que nem um coração descontrolado. E enquanto eu termino de deixar a pica dele limpinha. O Gustavo grita que a comida já tava pronta. Eu já não tinha mais fome nenhuma, mas levanto e percebo que eu tava duraço. Tento disfarçar, mas naquele dia, como nunca, peguei uma cerveja e comecei a beber pra parar de pensar. Não podia ser que eu tinha gostado daquilo. Queria tirar o gosto de pica e saco da boca. Os outros comeram como se nada tivesse acontecido. Fizeram piadinhas comigo como se não fosse nada demais. O Gustavo fala que o capataz mandou mensagem dizendo que eles podiam ir embora bem quando quase todo mundo tinha terminado. Então depois do almoço a gente ia embora. Aproveitei a deixa, desci e fui me trocar com o Gustavo e o outro cara. O Carlos vem atrás de mim, me agarra pelo pulso e me encosta na parede, de frente pra ele, e comenta: "Carlos: cê vai pro segundo round, bebê!" Ele pega no meu volume e, pra minha surpresa, eu endureço de novo. Não sei se por nervoso ou o quê. Mas isso acendeu ele na hora, e o Carlos comentou: "cê se apaixonou, puta? Gostou da minha pica?" E ele me abaixa de lado, eu fico em "L", e com o que sobrou do vinho ele joga na mão direita, e com a esquerda puxa a pica pra fora e mete na minha boca de novo. A direita vai pro meu cu. Ele podia ter baixado minha calça de moletom, mas foi direto na virilha, enfiou o dedo por um buraco e rasgou de uma vez. Mesma coisa com a cueca. Me deixando com o cu de fora. Ele achou o ânus na hora e começou a dedar como se já tivesse aberto. Como percebeu que não conseguia, cuspiu nos dedos e tentou de novo. Eu tentava tirar a mão dele, mas ele me dava... Xirando no cu pra ele parar. E começou a enfiar os dedos. Primeiro um e depois o outro. Tinha o dedão e o anelar enfiados até o fundo, entrando e saindo. Me fazia chorar de dor, enquanto eu continuava chupando ele como dava. Pelos gemidos e ofegos do Carlos, o Raúl aparece e comenta: "Raul: Uff, que delícia, continua a festa. Vou buscar uma coisa". E enquanto ele continuava dilatando meu cu e me afogando na pica. O Raúl volta e mostra uma calcinha fio dental pro Carlos. Ele termina de arrancar os restos da minha calça e cueca, tira minha camiseta e coloca em mim como se fosse uma peruca fake, e me veste com a calcinha. Ao mesmo tempo que me faz apoiar as mãos numa pilha de sacos de cimento. E puxando a calcinha pro lado, começa a arrombar meu cu. E comenta entre gemidos: "Carlos: filma Raul, filma que tô morrendo de vontade de ver a mulher dele vendo como o marido é uma putinha, minha putinha. Então, me pede mais pica e me chama de papai, ou sua mulher fica sabendo de tudo". Eu: "me dá pica papai, me dá pica". Aguentando a dor e a entrada da pica que já tava entrando inteira. Enquanto o Raúl filmava tudo, cortava quando o Carlos mandava eu falar que tava gostando da pica, e voltava a gravar quando eu falava. Depois de uns minutos, o Raúl não aguentou mais e se posicionou na minha frente, enquanto o Carlos já tava sacudindo meu cu com força, tirando quase inteira e metendo a pica até o fundo. Me fazendo lacrimejar. Perdi a conta de quantas vezes gozei. E agora o Raúl também tava esfregando a pica na minha cara pra eu chupar. Era uma pica mais normal e depilada. Então comecei a chupar como dava. Depois de um bom tempo, o Carlos fica tenso e eu sinto ele enchendo meu cu de porra, mas sem descanso ele me vira pro Raúl, que enfia de uma vez. Enquanto o Carlos limpava a pica na minha camiseta. As investidas do Raúl eram bem mais rápidas que as do Carlos. E depois de uns minutos, ele goza também. O Carlos jogou minha camiseta e ele também se limpou. E enquanto eu recuperava o fôlego, o Carlos comenta: "Carlos: a partir de agora, você vai ser a putinha da... obra. E olha, não vem mais não, porque tua mina vai ficar sabendo. Então vem que aos sábados, de agora em diante, eu te arrebento a bunda. E se pintar durante a semana também. Raul.: a tanga, leva e traz limpa. Também, recuperando o fôlego, Carlos; e bom, já que tá nisso. Dá pra depilar essa bundinha minúscula, não? Ou melhor ainda, eu te raspo na próxima. Continua...
5 comentários - Da traição à extorsão (conto gay) parte 1