Saindo do meu plantão no hospital

Caso alguém não tenha lido meus contos anteriores, convido a lerem, de qualquer forma vou me descrever rapidinho, meu nome é Daniela e moro no México, sou de corpo magrinho, baixinha, sou bem dedicada à academia então posso me gabar de estar em forma, meu maior atributo diria que são minhas pernas e minha bunda e mesmo não sendo tão volumosa como antes, sinto que é bonita mesmo parecendo metida eu dizer isso, tenho olhos castanhos e cabelo preto, atualmente estou nos meus 20 anos então tento viver o momento o máximo que posso. Essa é uma foto recente onde já estou um pouco mais magra que antes, antes eu não estava acima do peso mas tinha mais bunda, ou seja, era um pouco maiorzinha kkkkSaindo do meu plantão no hospitalEssa é uma foto de antes kkkk. Como vocês podem ver, eu tava com a bunda mais cheinha, sinto que agora ela tá um pouco menor, mas continua igualmente gostosa.vadiaEstou fazendo mais exercícios para recuperar minha bunda kkkkk. A história a seguir acontece algumas semanas atrás, quando por causa das várias mudanças de clima e da estação, peguei uma gripe meio forte que até confundi com covid, então antes de tudo decidi fazer o teste e, ao dar negativo, fui para o hospital onde trabalho. Bom, onde faço minhas práticas, como alguns já sabem, já vivi situações não muito normais, tive uma vida sexual bem peculiar, mas vale deixar claro que, como outras situações, isso eu não buscava de jeito nenhum. Já transei no hospital e com colegas, mas nesse caso eu não tinha intenção de que acontecesse, só rolou kkkkk. Cheguei no hospital e já eram umas 6:30, porque eu entro à tarde, quase de noite, e fico a noite toda no hospital, e procurei um lugar na rua pra deixar meu carro, que finalmente eu já tinha. Quando estava estacionando meu carro, se aproximou um homem daqueles que cuidam ou guardam lugar pra estacionar, meio ilegal mas é bem normalizado, falei pra ele que não ia demorar, que ia deixar uns papéis e mais algumas coisas (claro que ia demorar, eu tinha plantão), ele mexeu nas coisas dele e me deixou estacionar, não sem antes me dar um sorriso cheio de luxúria e me devorar com o olhar, algo que eu já tô acostumada, embora não estivesse nada provocativa, confortável sim, um avental cirúrgico preto meio justinho mas não tão chamativo e um moletom branco por cima, por baixo uma calcinha fio dental preta de renda, aquele dia não tinha querido levar fio dental que é o que costumo usar mais, e um sutiã também de renda preta, eu tava doente e além disso tinha que trabalhar, então não ia tão glamurosa, tipo, não tava feia, mas não dei tanta atenção à minha aparência naquele dia. Cheguei no consultório de ambulatório, consultório típico, gente esperando numa sala bonita, aquele dia não tinha muita gente, uma recepcionista não tão simpática mas nada de anormal, eu tinha que falar com um médico sobre uns assuntos das minhas práticas, o A oficina ficava no fim de um corredor comprido, alguns metros afastada da sala de espera. Bati na porta e ele se levantou pra abrir, vamos chamá-lo de Manuel. O Manuel é um homem de uns 50 anos, tá muito bem conservado, eu diria, pra idade dele. É bem alto comparado a mim kkkk, tipo uns 1,80, com uns quilinhos a mais, mas olha, ele parece musculoso, não parece gordo, bem cuidado, dá pra ver que ainda mantém hábitos saudáveis. Tinha aquela cara típica de senhor enjoado, mas quando começava a falar, virava alguém super simpático. Assim que entrei, ele me cumprimentou e perguntou como eu tava. — Oi, boa tarde, mocinha... Daniela, já trouxe os documentos que a gente combinou? — falou enquanto olhava uma anotação que provavelmente a recepcionista tinha deixado sobre um paciente ou algo assim. *Boa tarde, Doutor Manuel.* — falei do jeito mais educado possível. Não passava nada pela minha cabeça além de saúde, meus estudos e que meus documentos estivessem certos. Sentei e comecei a contar sobre meus documentos e minha situação. Quando ele me ouviu e viu meu estado, perguntou se eu tava doente, e eu respondi que sim, que tinha achado que era COVID, mas o teste deu negativo e já tava tudo bem. Comecei a contar meus sintomas: dores de cabeça repentinas, corpo cansado, tosse ocasional, sintomas típicos. Ele tava atento a mim, muito respeitoso e profissional, porque basicamente ele também era meu professor, já que às vezes dava aula pra gente. A verdade é que eu sempre achei ele gato, e ele me intimidava e me deixava nervosa. Ele comentou que pela época do ano era algo bem comum, mas que ia me examinar mesmo assim, independente de eu já ter me autodiagnosticado. Me mandou ficar de pé e ir pra uma balança pra começar a revisão, e que ele ia garantir que tudo tivesse certo. Ele tava de costas, era daquelas balanças meio antigas que ele precisa fazer o processo manual, não eram digitais, saca? Ele ajustou o aparelho e, como era mais alto que eu, não teve problema. Pra me medir também não, mas acho que demorou mais que o normal. Ele me pediu que eu descesse e me sentasse numa espécie de cama. —Preciso pedir que a senhora tire o moletom, por favor. Tirei e fiquei só de roupa cirúrgica, nada de outro mundo, mas notei que o olhar dele foi direto pros meus peitos. Não era decotado, mas tinha gola em V, não dava pra ver nada kkkk, mas parecia que ele queria descobrir se aparecia algo. Ele colocou o estetoscópio e começou a me examinar, pedia exercícios de respiração e me surpreendeu bastante que a mão livre dele estivesse na minha perna. Não achei estranho, embora estivesse muito perto de mim, mais do que o normal. A mão dele na minha perna, a respiração dele perto da minha me fez ver as coisas de outra forma, que talvez aquilo não fosse uma simples consulta. Ele me pediu pra deitar de barriga pra cima na cama, fiz sem perguntar nada. Quando tentei me acomodar, fiquei bem perto dele, notei a respiração dele ofegante. *—Tá tudo bem, Doutor? —Só preciso fazer mais alguns testes, tenho que examinar seus pulmões pra descartar qualquer coisa, isso você deve saber muito bem, por favor, deite-se. Eu estava deitada de lado, minha bunda estava a centímetros do pau dele e nessa altura eu já tava ficando com calor kkkk, ter aquele médico que eu achava lindo demais perto de mim finalmente, depois de ver ele tantas vezes no hospital. Ele continuou me examinando e pedindo pra eu tossir e respirar, a mão dele estava de novo na minha coxa, mas agora eu sentia que ele apertava um pouco mais. Ao notar que eu não fazia nenhum gesto, ele resolveu se arriscar e acariciar minha perna lentamente até que a mão dele desceu pra minha bunda por só alguns segundinhos. *—Tem algum problema, Doutor? —Absolutamente nenhum, tá tudo muito bem, muito, muito bem. Percebi que ele falou isso com outro sentido kkkk, parecia que eu também chamava a atenção do doutor ou no mínimo ele queria me comer, qualquer uma das duas me agradava e eu me deixava kkkk. —Pronto, pode se levantar e vestir o moletom. Foi a única coisa que eu não obedeci. —Dani, não... Não tem problema nenhum, essa revisão que eu fiz em você, lembra de fazer quando atender pacientes assim, os sintomas são só de uma gripe mesmo, te parabenizo, noto que você está muito em forma e isso fortalece seu corpo, recomendo que nessa época você fique bem agasalhada e não se exponha muito a mudanças bruscas de temperatura, volto a te dizer, você está muito, muito bem, e de saúde também. *Muito obrigada, Doutor, fico aliviada que não seja nada grave, embora eu esteja estudando medicina, às vezes me sugestiono kkkk e poder voltar pro meu plantão, tem mais alguma coisa, Doutor, já entreguei minha documentação e obrigada por me examinar? Dei um pulinho pra descer daquela maca, fiquei a centímetros do corpo dele e nossos olhares se encontraram fixamente, com a barba por fazer, os olhos castanhos de caçador, o cheiro que ele tinha, o jaleco branco e as mãos fortes eram agora detalhes que eu não conseguia ignorar, antes eu não tinha reparado tanto nele por causa do tempo, mas agora eu queria levá-lo pra cama, olhei direto nos olhos dele e ele tomou a iniciativa, colocou as mãos na minha cintura e sem desviar o olhar avançou em minha direção, abri meus lábios e ele me beijou de um jeito muito terno, a mão direita acariciava minhas costas e a esquerda meu abdômen, os dedos roçavam meu avental cirúrgico, como se quisesse entrar, senti algo crescendo na virilha dele e ficando duro, minhas mãos penduradas no pescoço dele, ele parou de me beijar pra levar os lábios ao meu pescoço, a respiração ofegante dele me fazia estremecer, levei as mãos dele até minha bunda, ele apertou e me beijou de novo intensamente, me deu um tapa sonoro na bunda que me fez soltar um gritinho que tive que calar mordendo o lábio, ele me levou de volta praquela espécie de maca, me sentei e continuamos nos beijando apaixonadamente. -Preciso te examinar de novo, Dani, noto que você tá com uma febre repentina kkkk... *Sim, Doutor? Tá bem, me examina, você é mais experiente que eu, aliás, quero que me examine bem direitinho, posso voltar nos próximos plantões de novo? -Sim, sim, Dani, como eu te falei, você tá perfeita, mas vem para revisá-la e que ela continue aprendendo, eu adoraria revisá-la por completo se você concordar. *Por mim, adoraria, agora mesmo estou me sentindo melhor, muito melhor doutor, como posso te agradecer por essa revisão? Ele levantou meus braços sem parar de me beijar, tirou minha filipina do cirúrgico e seus lábios foram direto beijar meus seios por cima do sutiã, ele os cheirava, até que abaixou meu sutiã e deixou meus peitos à mostra e continuou beijando-os, parecia que queria me devorar, beijava eles inteiros, alternava entre os dois passando a língua pelos meus mamilos durinhos, mordia eles suavemente antes de colocá-los na boca, eu segurava o rosto dele contra meus seios, meus dedos brincavam com o cabelo dele e eu começava a gemer, não queria que aquilo parasse, fazia tempo que ninguém me comia assim, era bem visível a experiência que ele tinha, nós dois segurávamos os gemidos discretos porque lá fora podiam nos ouvir. *Gostou, Dr? Vê alguma coisa estranha? -De jeito nenhum, senhorita, está tudo perfeito, tudo no lugar, muito, muito bem. *Então não para, doutor, isso é tão gostoso, continua assim, me come inteira por favor... Sem se afastar de mim, ele começou a desabotoar o cinto. -Dani, já sei como você pode me pagar... *Sim? Me diz, doutor, o que eu posso fazer?? -Você vai chupar minha pica, o que eu sempre quis de você e já imaginei várias vezes, gostou da ideia? É um pirulito pra uma cliente especial... *Sim? Vou gostar? Nossa, eu estava extasiada, aquele homem tinha imaginado me ter de joelhos chupando a pica dele e me comendo, nossa, aquele homem queria me penetrar desde quando e me fazer dele, eu me sentia tão lisonjeada. -Você vai amar, vai querer que eu te dê sempre que me ver por aí. Mordi meu lábio e andei até ele. *Sim, Dr, pra mim tá perfeito, eu adoro pirulitos. -Esse você vai gostar muito, não vai querer terminar e provavelmente vai querer mais. Eu o beijei de novo e acariciei a pica dele por cima da calça, tocava ela suavemente, abaixei um pouco a calça e a cueca dele e pulou uma pica bem dura, bem dura, marcada de veias, era do jeito que eu gosto, acima da média e Essa grossura fazia ela parecer muito apetitosa, gorda, eu sabia que essa piroca ia me agradar demais. Engoli a saliva sem tirar os olhos dela e comecei a puxar o membro, puxei a glande e pude vê-la em todo o seu esplendor, ela me beijava intensa e devagar, mordia meus lábios enquanto acariciava minha buceta. - Vamos, senhorita, isso vai fazer você se sentir melhor, essa pica é exatamente o que você precisa, e eu vou te dar algo mais. *O que mais, doutor? - Porra, com isso você vai ficar mais que bem... Caminhei até a porta do consultório e tranquei, não queria que ninguém me pegasse chupando o pau do meu chefe, depois disso me ajoelhei ainda segurando a pica dela e a beijei, meus lábios se encheram de sua porra preliminar, pegajosa, lambi a glande e abri meus lábios, engoli a pica dela e continuei puxando, chupava e olhava nos olhos dela, de novo perdi o controle, acariciava os ovos pesados, cuspia na pica para puxar mais fácil, me encostava nela para cheirar e lamber desde os ovos, chupava rápido e ela me pegava pelo cabelo, sabia o que queria, as mãos dela foram para minha nuca e começou a fazer pressão, soltei a pica e ela começou a me comer pela boca.Anal

Sexo anal-Ufff senhorita, mas que boquinha você tem, me perdoe, mas eu tenho que comer essa sua boquinha, engole tudo. Comecei a ter ânsia e coloquei minhas mãos nas pernas dele, ele parou por um momento e tirou para eu respirar, na hora me pus a lamber o pau inteiro dele, beijava e lambia como uma desesperada, como se fosse a última vez que fosse chupar, continuava puxando e enchia de saliva, cuspi nele e enfiava de novo na boca, tirava e passava no meu rostinho, chupava as bolas dele e ficava com tudo estendido na minha cara, ele batia com o pau em mim e eu me agarrava com força para me comer pela boca, não sei quantas vezes repetimos o processo, mas eu estava fervendo, precisava ser comida já, meus joelhos já doíam e quando ia me levantar alguém bateu na porta. •Doutor, está tudo em ordem? Sua consulta já está aqui esperando. -Sim, sim, não se preocupe, está tudo bem, já estou terminando, me dá 5 minutos, vai dizer que não demoro, quase acabei... Tudo isso acontecia enquanto eu continuava chupando o pau dele, sabia que dessa vez ele não ia me comer, as mãos dele voltaram às minhas bochechas, acariciou e enfiou o pau de novo na minha boca, eu sabia o que ia acontecer e esperava ansiosa, ele estava me dando uma delícia pela boca, tirava só para esfregar em mim e me deixar respirar, voltou pra minha boca e as investidas ficaram mais duras e lentas, parou de se mover e o pau começou a pulsar, sentia ele engrossar dentro da minha boca e os jatos começaram a sair. -Ahh ufff sim sim senhorita, toma sua porra... engole tudo até o fundo. Tirou o pau da minha boca e começou a gozar, os primeiros jatos direto na minha boca, outros no meu rosto, era tanta que escorria grosso e caía nos meus peitos. -Quero que você coma. Abri a boca para ele ver como estava cheia de porra antes de fechar e engolir tudo, adorei tudo, ele pegou o pau e passou nos meus lábios antes de enfiar na minha boca para limpar, segurei com as mãos e beijei, chupei para deixar limpinho, ele juntou o resto com os dedos... dedos e os levo à minha boca, lambi e beijei do mesmo jeito, bateram na porta de novo. -medicoAh, já vou, terminei… Me solto do braço dele e me levanto, ele me pega pela cintura e me beija de novo, eu me esfregava naquela pica já dura e ele chupou meus peitos de novo. -Que vontade de cancelar tudo, mas essas bundinhas merecem um tratamento especial, tenho que dar toda a minha atenção, mas você ganhou um passe assinado pra ir pra casa, não fica de plantão não, amadurece e se alguém perguntar, fala que eu autorizei porque você não tava se sentindo bem. *São suas quando quiser, Doutor, eu também quero chupar essa pica e que você me coma sem pressa e aproveitar essa rola gostosa… Procurei minha filipina e meu moletom, ele se arrumou e me abraçou por trás. -Adorei isso, senhorita Daniela, a gente tem que se ver de novo porque ficou faltando eu examinar isso. Falou enquanto acariciava minha bunda. Depois te vejo no meu consultório. *Eu adoraria, Doutor, também queria que você examinasse e me desse mais daquela vara. A gente riu feito bobo e ele me beijou, "me arrumei" rapidinho antes de sair do consultório dele, atravessei o corredor comprido e só tinha um paciente esperando, me despedi da recepcionista e fui procurar meu carro, quando cheguei lá, tava de novo aquele mesmo cara que guarda as vagas. -São 60 conto, loirinha.

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