Parte 1:https://www.poringa.net/posts/relatos/6157051/Trans-de-grindr-me-puso-a-prueba-en-un-bano-publico.htmlDesculpa a demora, achei que o rascunho tinha se perdido e não tava a fim de escrever tudo de novo.
Depois daquele primeiro encontro, levamos vários dias pra conseguir marcar outro. Em parte porque não batia o horário, em parte porque ela queria comer no pelo e tava muito insistente com isso. Eu achava a ideia uma delícia, mas não confiava, até que ela disse que na mesma semana a gente podia fazer os exames os dois pra eu ficar tranquilo.
Com exames limpos e dia livre, combinamos de nos ver numa sexta à tarde-noite no apartamento dela. Um bom tempo antes, me limpei e preparei bem a raba com um brinquedo pequeno pra me dilatar e não sofrer tanto. Eu sabia que ela tinha uma pica grande, curto sexo anal, mas não curto muito a parte do começo.
Comprei um vinho branco pra dividir e peguei um uber até o apartamento dela, uns 15 minutos do meu. Pra ser sincero, tava muito nervoso e passou pela cabeça cancelar, mas já tava entregue demais... no fundo, morria de vontade de ser comido por aquela mulher.
Cheguei no prédio dela e depois de uma mensagem ela desceu pra me abrir. Era um prédio modesto e pequeno, mas relativamente novo, sem porteiro. Melhor, pensei, ninguém sabe das minhas aventuras no grindr e prefiro que continue assim.
Vi ela exatamente como lembrava depois do encontro que tivemos naquele banheiro, alta e magra, 1,75 - 1,80 de altura, cabelo curto na altura dos ombros, pele branca e rosto andrógino. Dessa vez um pouco mais produzida, tinha os olhos delineados, uma maquiagem leve e um vestido preto até os joelhos. Com aquela maquiagem, os traços dela com certeza pareciam mais femininos e, olhando de relance, qualquer um pensaria que é mulher. Eu também tinha me arrumado um pouco mais, vesti uma camiseta, calça jeans e meu melhor perfume de pegador (embora naquela ocasião eu fosse o pegado). Tenho 1,65 e nessa situação mais relaxada a diferença de altura ficou evidente.
Nos cumprimentamos com um beijo no rosto, ela ficou feliz em ver o vinho que escolhi e subimos no elevador falando besteira. Realmente começou como um encontro qualquer e meus nervos deram uma acalmada.
O apartamento dela estava arrumado, com umas decorações maneiras e luz baixa. Sentamos lado a lado no sofá e brindamos com o vinho. Desde o início senti que era ela quem mandava na situação, sempre com uma mão na minha perna ou acariciando meu cabelo e pescoço. Me surpreendeu a doçura dela, diferente da última vez, quando foi uma égua dominadora que fez o que quis comigo.
Conversa vai, conversa vem, a coisa começou a esquentar e nos entregamos num beijo totalmente safado e babado, a língua dela se mexia pra todo lado e ela devorava meu pescoço. As mãos dela foram pro meu rabo e as minhas pro volume dela, que ao apalpar percebi que ela não tava de calcinha. Levantei o olhar e vi de novo aquela cara de puta perversa que ela faz, e soube que tava à mercê dela.
Quando me dei conta, ela já tava deitada no sofá com o vestido levantado até a cintura e eu de joelhos no chão. Sem perder tempo, comecei a chupar aquela pica linda até que ela levantou um pouco mais as pernas e me deu a primeira ordem: "Chupa bem minha buceta, vai".
Nunca na vida me esforcei tanto pra chupar uma buceta, tava endemoniado e ela tava curtindo pra caralho. Devem ter sido uns 5 minutos intensos até que ela me agarrou pelo cabelo e trouxe minha boca de volta pros ovos e pra pica dela.
Fiquei mamando mais um pouco e ela me levou pela mão até o quarto. Lá a gente se despiu e eu vi pela primeira vez os peitinhos dela, e não consegui segurar a vontade de chupá-los. De novo ela assumiu o controle e me fez ficar de quatro na cama pra começar a chupar minha buceta com muita vontade e saliva. Até aquele momento ela ainda não tinha tocado na minha pica, mas tava com meus ovos bem agarrados na mão esquerda, enquanto com a direita me dava uns tapas.
Quando me deixou no ponto, ela começou com os dedos, primeiro um, depois dois, e aí perdi a conta. porque eu voava de prazer até que ela me fez saber "quatro dedos você tem dentro, promíscua, agora sim eu vou te comer". Ela pegou um lubrificante na mesinha de cabeceira e ao sentir o gel frio um arrepio percorreu minhas costas.
Não precisou de sutileza, eu estava tão dilatado que ela conseguiu meter até o fundo e sem camisinha de uma vez. Logo começou a bombar à vontade, alternando a velocidade e sem parar de falar putaria. Aos poucos perdi a força e fui abaixando meu corpo até ficar deitado e ela por cima de mim. Ela pausou um momento pra se ajeitar melhor e aí sim começou a me dar com força. A bacia dela batia palma contra minha bunda e eu não conseguia parar de gemer enquanto ela me partia ao meio.
Depois de uma bombada dessas ela parou pra descansar uns minutinhos. Eu virei de barriga pra cima e nos beijamos com um tesão fenomenal. Quando ela ficou pronta, colocou minhas perninhas no ombro, lubrificou a piroca e de novo mandou pra dentro. Agora sim eu podia ver de frente a cara de safada dela, e ela aproveitou que eu tava de frente pra me agarrar pelo pescoço enquanto me comia. Com a outra mão pegou minha piroca que tava dura que nem pedra e começou a bater uma no mesmo ritmo. Também não perdeu a chance de cuspir na minha cara e me dar tapas de novo.
"Nem pense em gozar, depois você vai me comer você" ela disse e instantaneamente eu comecei a gozar sem conseguir me controlar. Ela do jeito que deu juntou minha porra com a mão e passou na minha boca, esfregando depois pelo meu rosto.
Ela riu enquanto continuava dando com fúria na minha bunda, "você só serve pra ser uma promíscua, assim nunca vai conseguir me comer".
Um momento depois ela soltou uns gemidos e senti ela me enchendo de porra. Ela diminuiu o ritmo e me deu uns beijos com doçura, quase de namorados. Fiquei impressionado com a facilidade que ela passava de uma comedora perversa pra uma fofa doce e carinhosa, ela realmente tinha o melhor dos dois mundos.
De novo a gente descansou e ela disse que adorou. Eu por minha parte fiquei destruído, minhas perninhas tremiam, a porra continuava saindo da minha bunda e tinha minha própria porra na barriga e um pouco espalhada pelo meu rosto.
Aí ela disse que eu podia tomar um banho se quisesse, e eu aceitei. Entrei no chuveiro ainda processando tudo o que tinha acontecido até que ela abriu a porta e entrou no banheiro sem avisar. "O que foi?" – perguntei, "Vou mijar" – respondeu sem hesitar. Nada de estranho, mas em vez de usar o vaso, ela se aproximou do chuveiro, abriu a cortina e fechou a água.
Continuava sem entender o que tava rolando até que ela me mandou ajoelhar, de novo com cara de safada. Obedeci e em questão de segundos ela tava mijando no meu corpo.
Depois daquele primeiro encontro, levamos vários dias pra conseguir marcar outro. Em parte porque não batia o horário, em parte porque ela queria comer no pelo e tava muito insistente com isso. Eu achava a ideia uma delícia, mas não confiava, até que ela disse que na mesma semana a gente podia fazer os exames os dois pra eu ficar tranquilo.
Com exames limpos e dia livre, combinamos de nos ver numa sexta à tarde-noite no apartamento dela. Um bom tempo antes, me limpei e preparei bem a raba com um brinquedo pequeno pra me dilatar e não sofrer tanto. Eu sabia que ela tinha uma pica grande, curto sexo anal, mas não curto muito a parte do começo.
Comprei um vinho branco pra dividir e peguei um uber até o apartamento dela, uns 15 minutos do meu. Pra ser sincero, tava muito nervoso e passou pela cabeça cancelar, mas já tava entregue demais... no fundo, morria de vontade de ser comido por aquela mulher.
Cheguei no prédio dela e depois de uma mensagem ela desceu pra me abrir. Era um prédio modesto e pequeno, mas relativamente novo, sem porteiro. Melhor, pensei, ninguém sabe das minhas aventuras no grindr e prefiro que continue assim.
Vi ela exatamente como lembrava depois do encontro que tivemos naquele banheiro, alta e magra, 1,75 - 1,80 de altura, cabelo curto na altura dos ombros, pele branca e rosto andrógino. Dessa vez um pouco mais produzida, tinha os olhos delineados, uma maquiagem leve e um vestido preto até os joelhos. Com aquela maquiagem, os traços dela com certeza pareciam mais femininos e, olhando de relance, qualquer um pensaria que é mulher. Eu também tinha me arrumado um pouco mais, vesti uma camiseta, calça jeans e meu melhor perfume de pegador (embora naquela ocasião eu fosse o pegado). Tenho 1,65 e nessa situação mais relaxada a diferença de altura ficou evidente.
Nos cumprimentamos com um beijo no rosto, ela ficou feliz em ver o vinho que escolhi e subimos no elevador falando besteira. Realmente começou como um encontro qualquer e meus nervos deram uma acalmada.
O apartamento dela estava arrumado, com umas decorações maneiras e luz baixa. Sentamos lado a lado no sofá e brindamos com o vinho. Desde o início senti que era ela quem mandava na situação, sempre com uma mão na minha perna ou acariciando meu cabelo e pescoço. Me surpreendeu a doçura dela, diferente da última vez, quando foi uma égua dominadora que fez o que quis comigo.
Conversa vai, conversa vem, a coisa começou a esquentar e nos entregamos num beijo totalmente safado e babado, a língua dela se mexia pra todo lado e ela devorava meu pescoço. As mãos dela foram pro meu rabo e as minhas pro volume dela, que ao apalpar percebi que ela não tava de calcinha. Levantei o olhar e vi de novo aquela cara de puta perversa que ela faz, e soube que tava à mercê dela.
Quando me dei conta, ela já tava deitada no sofá com o vestido levantado até a cintura e eu de joelhos no chão. Sem perder tempo, comecei a chupar aquela pica linda até que ela levantou um pouco mais as pernas e me deu a primeira ordem: "Chupa bem minha buceta, vai".
Nunca na vida me esforcei tanto pra chupar uma buceta, tava endemoniado e ela tava curtindo pra caralho. Devem ter sido uns 5 minutos intensos até que ela me agarrou pelo cabelo e trouxe minha boca de volta pros ovos e pra pica dela.
Fiquei mamando mais um pouco e ela me levou pela mão até o quarto. Lá a gente se despiu e eu vi pela primeira vez os peitinhos dela, e não consegui segurar a vontade de chupá-los. De novo ela assumiu o controle e me fez ficar de quatro na cama pra começar a chupar minha buceta com muita vontade e saliva. Até aquele momento ela ainda não tinha tocado na minha pica, mas tava com meus ovos bem agarrados na mão esquerda, enquanto com a direita me dava uns tapas.
Quando me deixou no ponto, ela começou com os dedos, primeiro um, depois dois, e aí perdi a conta. porque eu voava de prazer até que ela me fez saber "quatro dedos você tem dentro, promíscua, agora sim eu vou te comer". Ela pegou um lubrificante na mesinha de cabeceira e ao sentir o gel frio um arrepio percorreu minhas costas.
Não precisou de sutileza, eu estava tão dilatado que ela conseguiu meter até o fundo e sem camisinha de uma vez. Logo começou a bombar à vontade, alternando a velocidade e sem parar de falar putaria. Aos poucos perdi a força e fui abaixando meu corpo até ficar deitado e ela por cima de mim. Ela pausou um momento pra se ajeitar melhor e aí sim começou a me dar com força. A bacia dela batia palma contra minha bunda e eu não conseguia parar de gemer enquanto ela me partia ao meio.
Depois de uma bombada dessas ela parou pra descansar uns minutinhos. Eu virei de barriga pra cima e nos beijamos com um tesão fenomenal. Quando ela ficou pronta, colocou minhas perninhas no ombro, lubrificou a piroca e de novo mandou pra dentro. Agora sim eu podia ver de frente a cara de safada dela, e ela aproveitou que eu tava de frente pra me agarrar pelo pescoço enquanto me comia. Com a outra mão pegou minha piroca que tava dura que nem pedra e começou a bater uma no mesmo ritmo. Também não perdeu a chance de cuspir na minha cara e me dar tapas de novo.
"Nem pense em gozar, depois você vai me comer você" ela disse e instantaneamente eu comecei a gozar sem conseguir me controlar. Ela do jeito que deu juntou minha porra com a mão e passou na minha boca, esfregando depois pelo meu rosto.
Ela riu enquanto continuava dando com fúria na minha bunda, "você só serve pra ser uma promíscua, assim nunca vai conseguir me comer".
Um momento depois ela soltou uns gemidos e senti ela me enchendo de porra. Ela diminuiu o ritmo e me deu uns beijos com doçura, quase de namorados. Fiquei impressionado com a facilidade que ela passava de uma comedora perversa pra uma fofa doce e carinhosa, ela realmente tinha o melhor dos dois mundos.
De novo a gente descansou e ela disse que adorou. Eu por minha parte fiquei destruído, minhas perninhas tremiam, a porra continuava saindo da minha bunda e tinha minha própria porra na barriga e um pouco espalhada pelo meu rosto.
Aí ela disse que eu podia tomar um banho se quisesse, e eu aceitei. Entrei no chuveiro ainda processando tudo o que tinha acontecido até que ela abriu a porta e entrou no banheiro sem avisar. "O que foi?" – perguntei, "Vou mijar" – respondeu sem hesitar. Nada de estranho, mas em vez de usar o vaso, ela se aproximou do chuveiro, abriu a cortina e fechou a água.
Continuava sem entender o que tava rolando até que ela me mandou ajoelhar, de novo com cara de safada. Obedeci e em questão de segundos ela tava mijando no meu corpo.
2 comentários - transexual do grindr me sodomiza inteira