Adriana, a puta da família 2

aqui vai a segunda parte dessa história safada


espero que vocês aproveitem muito


OBRIGADO POR ME LER


I need the Spanish text to translate. Please provide it.


PELOS PONTOS










Bom, eu sou o padrasto do corno do meu enteado, um otário de pinto pequeno, bom pra nada, que além de ser corno é um inútil até pra trabalhar. O corno casou com a Adriana, a típica professora puta. Nunca escondi o que penso dela e, quando posso, deixo bem claro, embora o corno às vezes tente defendê-la. Ele acha que na família todo mundo quer comer ela e por isso zoam tanto dela. A única coisa boa que essa puta tem são as tetas, que a gorda gosta de ficar mostrando. Ela acha que assim pega qualquer um, e claro que o corno deixa ela se vestir como quiser. Às vezes acho que ele deseja que eu transforme ela na minha puta, sabendo muito bem que se eu fizer isso, com certeza deixo ela de cama, assim como deixei a mãe dela, que só uma vez eu comi pelo cu. Isso foi mais que suficiente pra ela, que desde então mal me deixa transar com ela. Eu conheço muitos segredos da Adriana, ela conta tudo pra minha esposa, já que comigo quase não fala. A inimizade entre nós é mútua, eu sei disso tanto quanto ela. Minha mulher fica com pena quando eu humilho ela, coisa que faço com frequência. Desde que meu enteado perdeu o emprego, só faz bicos, às vezes corta grama, e por isso cuida da casa. O gordinho faz os serviços de mulher como se fosse uma dona de casa. Segundo ele, é pra Adriana poder trabalhar na escola enquanto ele cuida dos dois filhos dela, porque, embora ele negue, assim como a mãe dele, não são filhos dele. Vai saber qual macho engravidou essa puta. A Adriana é muito dominadora com o corno, me dá risada que ela pode ser assim com qualquer macho. Normalmente, quando a gente se reúne, o desafio fica no ar. Segundo minha mulher, eu procuro a rejeição dela, assim como as filhas dela, Mabel e Ana, também não a toleram, embora os maridos delas, Jorge e Carlos, sejam indiferentes. Claro que concordam comigo sobre o quanto a Adriana é puta, mas eles só ignoram ela. Tenho certeza de que fazem isso por medo das suas mulheres, com certeza gostariam de tê-la na cama. Se tem uma coisa que não A Adriana é uma vergonha, parceiro, gostar de sair mostrando as tetas pra qualquer um em qualquer lugar, disso o Oscar tem muita culpa, o corno do marido dela. O Carlos fala isso sempre, é evidente que o Oscar, meu enteado, com a piroquinha dele não faz nem cócegas na gorda. Pra mim isso não é motivo pra virar uma puta safada que não para de procurar problema o tempo todo. Uma vez minha mulher me disse que entre a Adriana e eu tinha um desafio, eu tava muito seguro de que ia vencer ela na cama e ela achava o mesmo, embora pra mim esse desafio quem criou foram elas. A questão de nem a Ana nem a Mabel tolerarem ela é porque sentem ciúmes, ciúmes de eu poder comer ela como comi as duas, isso é um segredo entre nós e elas sabem o quanto eu sou bruto quando esquento com uma mulher, isso elas viveram na pele, as duas. Até os filhos delas queriam ver o resultado desse desafio, mas mesmo que eu quisesse comer a Adriana, isso seria difícil mesmo, a puta sabe provocar e também sabe deixar um macho com tesão quando quer. Mesmo assim eu sei que um dia ela vai cair e nesse dia ela vai aprender que com um macho de verdade não se brinca porque sempre se perde. A questão é que em janeiro chegou o aniversário do Carlos, as coisas tinham ido muito bem pra ele e ele queria estrear a piscina nova, então fomos pra lá e tive que levar eles também. A ideia era passar um fim de semana longo com o Carlos. Já na chegada percebi que a puta tava toda assanhada, tinha vindo com um vestido tão decotado que quase dava pra ver as tetas todas e do jeito que ela se mexia a qualquer momento elas caíam pra fora e era isso que os caras queriam. Eu achava engraçado a atuação submisso do corno e da Adriana também, que obedecia minha mulher em tudo. O mais cômico foi quando ela trouxe o bolo do Carlos e acendeu a vela, uma puta não poderia fazer o que ela fez e o que ninguém esperava é que ela prometesse dar o presente dele depois que ele apagasse a vela, a gente já queria ver como ela entregava o presente dela. peitos para o aniversariante, incluindo a Mabel, a esposa dele, e se fizesse na frente do cuck seria a cereja do bolo, mas ficou só nisso, depois da festa as mulheres foram fofocar na sala e nós ficamos conversando e bebendo no quintal até que começamos a jogar cartas, coisa que o maricas do Oscar nunca faz, ele só senta e fica olhando a gente jogar e faz a única coisa que sabe, servir a gente em tudo, cansei de zoar ele com a soprada de vela da Adriana pro Carlos, como bom cuck, ele tava resignado e não aguentou muito ter bebido, foi muito lindo ver como o puxa-saco pediu pra mulher dele nos atender porque ele ia dormir, foi assim que a puta cumpriu com o presente dela dando um beijinho no Carlos na frente de todo mundo, mas não foi só isso, quando finalmente fomos dormir, o Carlos foi pro banheiro e um tempo depois ela entrou, isso eu consegui ver porque fiquei espiando, foi assim que a puta deu o presente de verdade, chupou a pica dele no banheiro e até deixou ele brincar com os peitos dela e não satisfeita com isso ainda deu a buceta nojenta dela, a pica do Carlos ficou bem cheinha e assim ela foi dormir com o cuck do Oscar, tudo isso eu vi pessoalmente da janela do banheiro, a verdade é que aquela puta me dava um certo nojo, naquela mesma manhã a Mabel foi a primeira a acordar e vir tomar café, contei o que tinha visto e como vingança a Mabel se entregou pra mim, ela tava furiosa com a Adriana e eu aproveitei essa raiva pra dar uma boa fodida no quintal, ela ficou bem acabada embora eu tentasse ser delicado, desde então a Mabel foi pra cama dela na mesma hora que o Carlos se levantava, quase ao mesmo tempo apareceram o Oscar e a Adriana com aquele biquíni ridículo, parecia estar gritando me dá pica já, não só os peitos quase tudo de fora, mas também a calcinha enfiada entre as nádegas, andar assim como se nada fosse fazia ela parecer uma caça-pica, tomaram café e os caras convidaram ela pra entrar na piscina, foi isso que nos deixou com tesão, ver como ela se divertia com os caras se deixando apalpar na água por eles, que não paravam de rir e apoiar ela o tempo todo, a ponto de que quando finalmente saíram dava pra ver as marcas da piscina na roupa de banho delas e a puta saiu se ajeitando o sutiãzinho do biquíni pra deitar de barriga pra cima pegando sol enquanto a gente continuava afirmando o quanto a Adriana é uma vadia pro Oscar, foi aí que o próprio corno me disse que queria ver como eu comia a esposa dele e só assim admitiria que ela é uma puta dada, uma vagabunda de marca maior, falei que se fosse necessário eu faria mesmo sentindo nojo, naquela tarde a Adriana passou o tempo todo na piscina e depois do jantar todo mundo foi jogar loteria, nisso ela parecia ter sorte a putinha, já de madrugada fomos descansar, duas horas depois levantei pra mijar bem na surdina, lá estava a puta ajoelhada na cozinha, chupando as picas dos sobrinhos dela, era de se esperar, os caras estavam soltos e mesmo a puta implorando pra não fazerem, os três comeram ela enquanto zoavam o quanto a tia deles era uma vadia, a professora, a Adriana não conseguia se soltar e acho que também não queria de verdade e assim foi pro quarto deitar com o corno, agora sim a puta tinha despertado em mim a vontade de rachar ela ao meio mesmo continuando com nojo dela, no outro dia todo mundo entrou na piscina menos a puta que segundo ela o biquíni dela tava sujo, então ela ficou responsável por preparar as saladas e o Oscar me pediu pra fazer uns churrascos e dar uma ajuda pra mulher dele, eu sabia que o corno esperava ver eu comendo a mulher dele na cozinha, mas só de olhar pra ela já me dava nojo, nessa a gente conversou sobre trabalho, depois de muita conversa falei pra ela ir descansar, foi assim que almoçamos e depois tive que levar o corno e a puta dele pra casa no meu carro, depois disso não vi eles por uns meses até que um belo dia a vagabunda apareceu grávida, o Oscar me disse que o Raul, um amigo velho dele, tinha ficado na casa dele, ele trabalhava em outro estado e passaram uns quinze dias juntos, Deixaram o corno bem prenhado, embora quando eu contei pra ele, ele negava. Assim, grávida, ela ia dar aula na escola, passando vergonha alheia. Claro que quando deu à luz, o corno do Oscar se virou pra sustentar o bastardo e também pra cuidar dele, e três meses depois voltaram a comemorar a nova gravidez da puta. O Oscar me implorou pra ajudar pra que, depois do parto, amarrassem as trompas da vagabunda e ela nunca mais engravidasse, coisa que minha esposa fez com muito prazer.

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