Com o passar das semanas, a produção na cutie aumentou e o Santiago teve que reestruturar a logística dos turnos. Pra manter o trabalho pesado no socavão durante o horário de maior calor, ele organizou a equipe do dia, juntando vários peões de fora contratados na região. O Santiago, o Mateo e o Camilo saíam bem cedo pra cutie pra coordenar o trabalho pesado junto com os trabalhadores locais — que vinham do povoado, trabalhavam lá em cima na montanha e, no fim da tarde, voltavam pras suas casas. O Lucas, por sua vez, ficou escalado na equipe do turno da tarde e da noite pra supervisionar a manutenção, de modo que a manhã inteira ele tinha livre em casa pra descansar. Essa distribuição fazia com que, depois das sete da manhã, quando o Santiago e os dois irmãos mais velhos iam pro socavão, a casa ficasse num silêncio absoluto. Só ficávamos eu e o Lucas. As primeiras horas da manhã passavam tranquilas. Eu me dedicava a organizar a cozinha, lavar a louça e varrer o assoalho de madeira enquanto o Lucas dormia no quarto dele depois da jornada. Perto das nove e meia de uma quarta-feira, o calor começava a apertar na montanha. Eu ia andando pelo corredor em direção à sala com um pano na mão pra limpar a poeira. Ao passar na frente do quarto do Lucas, notei que a cortina de tecido grosso não estava fechada de todo; deixava um vão de uns quatro dedos perto do batente. Por pura inércia, dei uma olhada rápida enquanto caminhava.
Lucas (22) estava sentado na beira da cama, vestindo só uma bermuda curta de tecido fino. Tinha as pernas abertas, o torso nu brilhando por uma camada fina de suor e a mão direita enfiada de cheio na cueca, mexendo num ritmo constante. Tinha a cabeça inclinada pra trás contra a parede de madeira e os olhos fechados, soltando respirações curtas e pesadas. Parei um segundo, congelada no meio do corredor. O som dos suspiros dele no meio do silêncio da manhã me fez apertar o pano com força entre os dedos. Naquele momento, as tábuas do chão rangeram sob meus pés. Lucas abriu os olhos de repente. O olhar dele tropeçou direto no meu pela fresta da cortina. Em vez de se cobrir, se assustar ou se soltar, ele ficou completamente imóvel, me encarando fixo enquanto o peito subia e descia agitado. O ar entre os dois ficou pesado, denso. Devagar, Lucas tirou a mão da bermuda, revelando a silhueta marcada e firme no tecido. Apoiou os cotovelos nos joelhos, passou a mão no pescoço suado e me chamou num sussurro baixo, quase abafado. LUCAS: cunhada... vem aqui um momento, por favor. O som da voz quebrada dele me deu um choque no estômago. Olhei de canto pra porta principal da casa, totalmente deserta, e depois voltei a fixar os olhos na moldura do quarto dele. VALERIA: O que foi, Lucas? — perguntei num murmúrio, dando dois passos cautelosos em direção à cortina sem me atrever a entrar de vez. Lucas afastou a cortina por completo e se levantou. Ficou parado a menos de um metro de mim. O calor que emanava do corpo dele dava pra sentir no ambiente, misturado com o cheiro forte de pele. Tinha os olhos arregalados de vergonha, mas também de uma desesperação evidente. LUCAS: Preciso te falar uma coisa... não aguento mais isso, de verdade. VALERIA: Vai se vestir, Lucas, por favor... Se alguém descer daqui e te ver assim... LUCAS: Ninguém vai descer a essa hora, Santiago e Os caras tão enfurnados no buraco até meio-dia. cunhada... olha como eu tô. Tô há semanas trancado nesse mato vendo ela andar pela casa de shortinho, ouvindo ela do lado do meu quarto... vou acabar enlouquecendo. Senti o rosto esquentar de uma vez. O coração começou a martelar contra as costelas. VALERIA: Lucas, você sabe muito bem quem eu sou. Sou a namorada do Santiago, seu irmão mais velho. Nunca mais me fala uma coisa dessas. Ela deu um passo curto na minha direção, diminuindo a distância. Baixou a voz pra um tom de súplica, olhando direto pra minha boca. LUCAS: Eu sei quem a senhora é... mas não tô pedindo pra gente transar nem nada errado, juro por Deus. Só... deixa eu ver seus peitos por um segundo. Só ver de longe. Deixa eu te olhar enquanto eu me masturbo aqui na parede e eu não encho mais o seu saco, te imploro. VALERIA: Cê tá completamente maluco! Como é que você tem coragem de me pedir uma safadeza dessas? Se o Santiago descobrir isso, ele mata a gente e te joga pra fora de casa. LUCAS: O Santiago não vai saber de nada porque isso fica entre a gente. São dois minutos, cunhada... Olha como eu tô cheio, te suplico, não me deixa assim. Eu me encostei no batente da porta. As palavras do Lucas ecoavam na minha cabeça. A ideia do que ele pedia era uma loucura total, mas ver o irmão mais novo do meu namorado tremendo de tesão aos meus pés, implorando, deu um curto-circuito na minha mente. A culpa bateu de frente com uma faísca de vaidade e dominação que eu nunca tinha sentido antes. Varri o corredor uma última vez. Tava tudo calmo. VALERIA: Se você falar uma palavra pra alguém... ou se tentar dar um passo na minha direção... eu cuido pra que o Santiago te ponha pra fora daqui hoje mesmo. Entendeu? LUCAS: Juro pela minha vida que eu não saio daqui. Por favor, cunhada... Engoli a saliva com dificuldade. Com as mãos tremendo levemente pela descarga de adrenalina, soltei o pano no chão. No chão, levei as mãos até a barra da minha blusa e a levantei devagar até a altura do peito, deixando meus seios completamente à mostra diante dos olhos dele.
Lucas soltou um ar denso pela boca. Os olhos dele se dilataram por completo, percorrendo cada centímetro da minha pele sem disfarce. Sem perder um segundo, ele baixou o shorts até as coxas, agarrou o pau ereto com a mão direita e começou a se masturbar na minha frente num ritmo lento e pesado, mastigando o ar enquanto não tirava os olhos dos meus peitos.
Fiquei imóvel, encostada na madeira, sentindo as coxas tensionarem com o impacto da cena. O irmão do meu namorado estava se tocando a um metro de mim, completamente consumido pelo meu corpo no meio do silêncio da casa. Passaram uns três minutos longos. As batidas do meu coração ecoavam nos meus ouvidos enquanto o som da pele dele batia firme no quarto. Lucas apertou os dentes, soltou um gemido grave e abafado na garganta e gozou com força, sujando o chão de madeira aos pés dele. Ele se limpou com um pano velho que tinha em cima da cama, respirando em golfadas. Eu baixei a blusa de uma vez, tremendo, peguei o pano do chão e caminhei rápido pra cozinha sem dizer uma palavra. Durante o resto do dia mal olhei pra ele. Santiago e os irmãos desceram pro almoço, o dia seguiu normal, mas por dentro eu sentia que tinha deixado uma porta aberta da qual não tinha mais volta. Passaram quatro dias. Na sexta de manhã a casa ficou deserta de novo depois que a turma saiu às sete. O calor era de matar. Eu tentava me concentrar na rotina, mas a expectativa já corria nas minhas veias. Lá pelas dez, enquanto eu organizava umas panelas na cozinha, ouvi os passos descalços do Lucas no corredor. Dessa vez ele não ficou na cortina esperando eu passar. Apareceu direto na entrada da cozinha, vestido só com o shortinho curto, se apoiando no batente de madeira. LUCAS: cunhadinha... bom dia. Eu me virei devagar, secando as mãos num pano. VALERIA: Bom dia, Lucas. Vai se vestir que daqui a pouco eu começo a fazer o almoço. Lucas sorriu com uma desenvoltura que não tinha quatro dias atrás. Deu um passo pra dentro da cozinha, me olhando a blusa justa. LUCAS: Vem cá, cunhadinha... vai me ajudar com aquilo de sempre antes de começar a cozinhar? VALERIA: ¡De novo você, Lucas! Não seja atrevido. Já te falei que aquilo de terça foi só dessa vez porque Eu vi ele desesperado. Isso não é brincadeira. LUCAS: Não é brincadeira nenhuma, cunhada... mas você sabe o quanto me fez bem. Olha, eu fiquei na minha esses dias todos, trabalhando direitinho. Me ajuda só um pouquinho, não seja má. São três minutos e ninguém tá te vendo. Me fiz de difícil, colocando as mãos na cintura e balançando a cabeça, mas a verdade é que a adrenalina tava me corroendo por dentro. Saber que o moleque dependia do meu corpo pra se acalmar me dava uma sensação de poder viciante. VALERIA: Lucas... é a última vez, ouviu? Se o Santiago descobrir que isso virou rotina, ele mata a gente. LUCAS: O Santiago não sabe de nada. Vem cá então... Me encostei de costas na parede lateral da cozinha, onde ninguém pudesse me ver de fora. Sem esperar mais, peguei a barra da blusa e levantei até os peitos, olhando fixo nos olhos dele.
Lucas soltou um suspiro longo. Baixou o short sem hesitar um segundo e começou a se masturbar com agilidade, me encarando com uma cara de pau que me fez apertar as pernas. Já não tinha mais a vergonha do primeiro dia; agora havia uma cumplicidade sombria entre nós dois. LUCAS: Meu Deus... que delícia de peitos que a senhora tem, cunhada... não me canso de olhar pra eles. VALERIA: Cala a boca e faz rápido, não fala besteira — falei com a voz embargada, embora por dentro sentisse a barriga queimar inteira ao ouvi-lo.
Levou apenas dois minutos para gozar de novo, finalizando com folga enquanto eu observava o corpo dele tremendo na minha frente. Ele se limpou com calma, arrumou a roupa e se despediu com uma piscadinha antes de voltar pro quarto. Na terça seguinte, a rotina já estava totalmente estabelecida. O que começou como um favor desesperado tinha virado nosso encontro fixo das manhãs quando a casa ficava vazia. Às nove e meia entrei na cozinha sabendo que ele viria. Assim que ouvi os passos dele, me posicionei no canto da parede. Lucas entrou de bermuda, confiante, e nem precisou me implorar: levantei a blusa de uma vez, deixando meus peitos à mostra. Lucas baixou a roupa e começou a se masturbar. Mas dessa vez, passaram três minutos, depois cinco... e nada. O ritmo da mão dele era rápido, mas a respiração de Lucas não acelerava. Ele suava com o calor da manhã, mas não conseguia chegar lá. VALERIA: Se apressa, Lucas... O que que há com você hoje? A gente já tá demorando demais e os meninos podem descer pra pegar ferramentas a qualquer momento. LUCAS: Já vai, cunhada... é que... espera, não tá saindo. VALERIA: Como assim não tá saindo? Se apressa que meus braços vão cansar de ficar aqui parada. Lucas parou a mão por um segundo. Soltou um ar pesado pela boca, passou o dorso do braço na testa suada e me olhou nos olhos com a cara vermelha de frustração. LUCAS: É que já não funciona como nas primeiras vezes, cunhada... Te ver já não me excita tanto quanto no começo se eu ficar só olhando daqui. VALERIA: Como assim? E então o que você quer que eu faça? Lucas deu um passo na minha direção, diminuindo o espaço entre os dois na cozinha, e olhou direto pros meus lábios com os olhos acesos. LUCAS: Bom... me ajuda de outro jeito. Com as mãos... só um pouquinho, pra eu gozar rápido e não te encher mais o saco. VALERIA: Mas você tá doido! Nem pensa em me pedir isso. Uma coisa é te mostrar, outra bem diferente pegar nele. Esquece. Eu baixei a blusa de uma vez e dei um passo pra sair pro corredor, mas o Lucas me segurou suavemente pelo pulso. A mão dele tava queimando. LUCAS: Não me deixa assim, cunhada, pelo amor de Deus... Vou ficar de pau duro o dia inteiro e isso tá doendo. Só com a boca um pouquinho e pronto, te juro que gozo rápido. Fiquei congelada na porta da cozinha. Olhei pra entrada da casa vazia. Deixar ele frustrado e cheio de tesão em casa era um risco, mas além disso, ver o olhar suplicante do mais novo despertou algo dentro de mim. VALERIA: Tá bom... Mas só um momento. E nem pense em tocar na minha cabeça, nem ouse gozar. O Lucas baixou a calça e eu vi o pau dele na minha cara, isso me deu um tesão danado sentir o cheiro e quando peguei com minhas mãos, meu deus, era uma descarga de adrenalina e safadeza. Comecei a bater uma pra ele e ouvir ele dizer como eu era boa me excitou um pouco. Assim passaram uns minutos até ele começar a gozar em jatos.
Assim passaram os dias, a rotina mudou de novo, mas numa terça o Lucas não vinha e eu perguntei o que ele tinha, ele me disse que já não sentia mais o mesmo, eu pensei: esse vai me fazer de novo, e agora o que ele quer que eu faça, que chupe ou o quê?
LUCAS: ué, foi a senhora mesma que disse, cunhada.
Eu fiquei calada e falei que ele era louco.
LUCAS: cunhada, não faz assim, vê que eu tô muito carregado.
Eu fiquei em silêncio, sentindo uma mistura de emoções, me levantei e fui embora.
LUCAS: cunhada, espera, não vai não... brincadeira, continua com a mão, mas não me deixa assim.
Eu fui colocar cadeado na porta.
VALERIA: tá bom, mas se você me tocar ou gozar na minha boca...
Lucas se ajoelhou na hora no chão de madeira da cozinha, baixando a bermuda. Eu me abaixei devagar, apoiando as mãos nos meus próprios joelhos pra manter a distância, e recebi o pau dele ereto na boca. Sentir o calor e a firmeza do irmão do meu namorado na minha língua me deu um arrepio da cabeça aos pés. A cabeça girava: era o irmão do Santiago, o mesmo sangue do homem com quem eu dormia toda noite. Comecei a mexer a cabeça devagar, sentindo a barriga apertar de pura adrenalina enquanto ouvia os primeiros gemidos abafados do moleque contra o chão.
Durou só uns dois minutos antes de eu sentir ele endurecer. Me afastei bem na hora. Lucas gozou no chão, ofegando, enquanto eu limpava a boca com a mão. VALERIA: Vai agora pro seu quarto — falei num sussurro agitado, mas firme. Aquela primeira vez de boca marcou uma nova fronteira. Durante a semana seguinte, a rotina voltou a se instalar nas manhãs a sós. Mas algo profundo tinha mudado dentro de mim. Já não fazia só pra agradar ele ou pra evitar que fizesse barulho ou besteira; agora era eu que esperava ansiosa pelas nove e meia da manhã. O calor da casa, a falta de sinal, o isolamento e saber que eu tava brincando com o irmão mais novo do Santiago me despertavam uma excitação avassaladora. Já não me sentia a vítima de uma chantagem; sentia uma eletricidade viva correndo pelo corpo toda vez que me imaginava com ele nas mãos. Na sexta seguinte, às dez da manhã, nem esperei o Lucas me pedir. Tava esperando ele na cozinha, encostada na bancada, com a cabeça fervendo de tesão. Quando o Lucas entrou de bermuda, confiante, esperando o roteiro de sempre, olhei direto nos olhos dele com um sorriso safado. Sem rodeios nem explicação. Me agachei devagar na frente dele, estiquei a mão, puxei o pano de uma vez só e recebi ele de boca cheia. O Lucas soltou um gemido surpreso, se segurando na bancada da cozinha. LUCAS: Meu Deus... cunhadinha... que delícia... Me entreguei por completo ao ato, usando ele pra minha própria excitação. Mantinha um ritmo constante, profundo e fluido, saboreando o calor da pele dele enquanto sentia o atrito das coxas perto do meu rosto. Meus pensamentos iam a mil: a linha com o cunhado tava totalmente apagada na minha cabeça, esmagada pela intensidade do momento e pelo tesão de ter o caçula da família completamente rendido aos meus lábios.
Em poucos minutos, a respiração do Lucas ficou selvagem. Ele sentiu os espasmos inevitáveis na base e começou a tentar se afastar pra não me sujar. LUCAS: Já, cunhada, já...! Sai, sai que eu vou gozar! Ao ouvir o aviso dele, em vez de soltar e me afastar como das outras vezes, um impulso perverso de dominação me tomou por completo. Em vez de sair, estiquei os braços, segurei firme nas nádegas e na cintura dele, colando ele direto contra meu rosto pra que não pudesse recuar nem um centímetro. Apertei os lábios com mais força ao redor do pau dele e acelerei o movimento com fúria, chupando com gosto. LUCAS: Não, cunhada, espera! Eu vou...! Ele não conseguiu terminar de falar. O primeiro jato quente e grosso saltou direto pro fundo da minha garganta. O Lucas arqueou as costas num espasmo violento, abafando um grito de prazer no teto da cozinha enquanto se agarrava desesperado nos meus ombros. Eu não soltei. Mantive a pressão gole após gole, sentindo as batidas profundas do pau dele na minha boca, engolindo cada jato quente sem deixar escapar uma única gota no chão.
Quando finalmente o soltei, Lucas desabou de joelhos na madeira, ofegante, desorientado e me encarando com os olhos arregalados de espanto com o que tinha acabado de acontecer. Passei a língua pelos lábios, limpando com o canto da mão e saboreando o traço denso que ficava na minha garganta. Olhei pra ele de cima, agitada, mas com uma calma fria no olhar. VALERIA: Isso não aconteceu... Vai pro seu quarto agora. Lucas assentiu sem jeito, ainda tremendo, e se esgueirou pelo corredor até a cama dele. Fiquei sozinha na cozinha, encostada na parede, sentindo o coração disparado e o ventre em chamas como nunca antes na minha vida. Passei a língua pelos dentes, curtindo a sensação. Achava que tinha total controle do jogo naquela casa, sem desconfiar que as portas que eu acabara de abrir estavam só começando a se escancarar.
Lucas (22) estava sentado na beira da cama, vestindo só uma bermuda curta de tecido fino. Tinha as pernas abertas, o torso nu brilhando por uma camada fina de suor e a mão direita enfiada de cheio na cueca, mexendo num ritmo constante. Tinha a cabeça inclinada pra trás contra a parede de madeira e os olhos fechados, soltando respirações curtas e pesadas. Parei um segundo, congelada no meio do corredor. O som dos suspiros dele no meio do silêncio da manhã me fez apertar o pano com força entre os dedos. Naquele momento, as tábuas do chão rangeram sob meus pés. Lucas abriu os olhos de repente. O olhar dele tropeçou direto no meu pela fresta da cortina. Em vez de se cobrir, se assustar ou se soltar, ele ficou completamente imóvel, me encarando fixo enquanto o peito subia e descia agitado. O ar entre os dois ficou pesado, denso. Devagar, Lucas tirou a mão da bermuda, revelando a silhueta marcada e firme no tecido. Apoiou os cotovelos nos joelhos, passou a mão no pescoço suado e me chamou num sussurro baixo, quase abafado. LUCAS: cunhada... vem aqui um momento, por favor. O som da voz quebrada dele me deu um choque no estômago. Olhei de canto pra porta principal da casa, totalmente deserta, e depois voltei a fixar os olhos na moldura do quarto dele. VALERIA: O que foi, Lucas? — perguntei num murmúrio, dando dois passos cautelosos em direção à cortina sem me atrever a entrar de vez. Lucas afastou a cortina por completo e se levantou. Ficou parado a menos de um metro de mim. O calor que emanava do corpo dele dava pra sentir no ambiente, misturado com o cheiro forte de pele. Tinha os olhos arregalados de vergonha, mas também de uma desesperação evidente. LUCAS: Preciso te falar uma coisa... não aguento mais isso, de verdade. VALERIA: Vai se vestir, Lucas, por favor... Se alguém descer daqui e te ver assim... LUCAS: Ninguém vai descer a essa hora, Santiago e Os caras tão enfurnados no buraco até meio-dia. cunhada... olha como eu tô. Tô há semanas trancado nesse mato vendo ela andar pela casa de shortinho, ouvindo ela do lado do meu quarto... vou acabar enlouquecendo. Senti o rosto esquentar de uma vez. O coração começou a martelar contra as costelas. VALERIA: Lucas, você sabe muito bem quem eu sou. Sou a namorada do Santiago, seu irmão mais velho. Nunca mais me fala uma coisa dessas. Ela deu um passo curto na minha direção, diminuindo a distância. Baixou a voz pra um tom de súplica, olhando direto pra minha boca. LUCAS: Eu sei quem a senhora é... mas não tô pedindo pra gente transar nem nada errado, juro por Deus. Só... deixa eu ver seus peitos por um segundo. Só ver de longe. Deixa eu te olhar enquanto eu me masturbo aqui na parede e eu não encho mais o seu saco, te imploro. VALERIA: Cê tá completamente maluco! Como é que você tem coragem de me pedir uma safadeza dessas? Se o Santiago descobrir isso, ele mata a gente e te joga pra fora de casa. LUCAS: O Santiago não vai saber de nada porque isso fica entre a gente. São dois minutos, cunhada... Olha como eu tô cheio, te suplico, não me deixa assim. Eu me encostei no batente da porta. As palavras do Lucas ecoavam na minha cabeça. A ideia do que ele pedia era uma loucura total, mas ver o irmão mais novo do meu namorado tremendo de tesão aos meus pés, implorando, deu um curto-circuito na minha mente. A culpa bateu de frente com uma faísca de vaidade e dominação que eu nunca tinha sentido antes. Varri o corredor uma última vez. Tava tudo calmo. VALERIA: Se você falar uma palavra pra alguém... ou se tentar dar um passo na minha direção... eu cuido pra que o Santiago te ponha pra fora daqui hoje mesmo. Entendeu? LUCAS: Juro pela minha vida que eu não saio daqui. Por favor, cunhada... Engoli a saliva com dificuldade. Com as mãos tremendo levemente pela descarga de adrenalina, soltei o pano no chão. No chão, levei as mãos até a barra da minha blusa e a levantei devagar até a altura do peito, deixando meus seios completamente à mostra diante dos olhos dele.
Lucas soltou um ar denso pela boca. Os olhos dele se dilataram por completo, percorrendo cada centímetro da minha pele sem disfarce. Sem perder um segundo, ele baixou o shorts até as coxas, agarrou o pau ereto com a mão direita e começou a se masturbar na minha frente num ritmo lento e pesado, mastigando o ar enquanto não tirava os olhos dos meus peitos.
Fiquei imóvel, encostada na madeira, sentindo as coxas tensionarem com o impacto da cena. O irmão do meu namorado estava se tocando a um metro de mim, completamente consumido pelo meu corpo no meio do silêncio da casa. Passaram uns três minutos longos. As batidas do meu coração ecoavam nos meus ouvidos enquanto o som da pele dele batia firme no quarto. Lucas apertou os dentes, soltou um gemido grave e abafado na garganta e gozou com força, sujando o chão de madeira aos pés dele. Ele se limpou com um pano velho que tinha em cima da cama, respirando em golfadas. Eu baixei a blusa de uma vez, tremendo, peguei o pano do chão e caminhei rápido pra cozinha sem dizer uma palavra. Durante o resto do dia mal olhei pra ele. Santiago e os irmãos desceram pro almoço, o dia seguiu normal, mas por dentro eu sentia que tinha deixado uma porta aberta da qual não tinha mais volta. Passaram quatro dias. Na sexta de manhã a casa ficou deserta de novo depois que a turma saiu às sete. O calor era de matar. Eu tentava me concentrar na rotina, mas a expectativa já corria nas minhas veias. Lá pelas dez, enquanto eu organizava umas panelas na cozinha, ouvi os passos descalços do Lucas no corredor. Dessa vez ele não ficou na cortina esperando eu passar. Apareceu direto na entrada da cozinha, vestido só com o shortinho curto, se apoiando no batente de madeira. LUCAS: cunhadinha... bom dia. Eu me virei devagar, secando as mãos num pano. VALERIA: Bom dia, Lucas. Vai se vestir que daqui a pouco eu começo a fazer o almoço. Lucas sorriu com uma desenvoltura que não tinha quatro dias atrás. Deu um passo pra dentro da cozinha, me olhando a blusa justa. LUCAS: Vem cá, cunhadinha... vai me ajudar com aquilo de sempre antes de começar a cozinhar? VALERIA: ¡De novo você, Lucas! Não seja atrevido. Já te falei que aquilo de terça foi só dessa vez porque Eu vi ele desesperado. Isso não é brincadeira. LUCAS: Não é brincadeira nenhuma, cunhada... mas você sabe o quanto me fez bem. Olha, eu fiquei na minha esses dias todos, trabalhando direitinho. Me ajuda só um pouquinho, não seja má. São três minutos e ninguém tá te vendo. Me fiz de difícil, colocando as mãos na cintura e balançando a cabeça, mas a verdade é que a adrenalina tava me corroendo por dentro. Saber que o moleque dependia do meu corpo pra se acalmar me dava uma sensação de poder viciante. VALERIA: Lucas... é a última vez, ouviu? Se o Santiago descobrir que isso virou rotina, ele mata a gente. LUCAS: O Santiago não sabe de nada. Vem cá então... Me encostei de costas na parede lateral da cozinha, onde ninguém pudesse me ver de fora. Sem esperar mais, peguei a barra da blusa e levantei até os peitos, olhando fixo nos olhos dele.
Lucas soltou um suspiro longo. Baixou o short sem hesitar um segundo e começou a se masturbar com agilidade, me encarando com uma cara de pau que me fez apertar as pernas. Já não tinha mais a vergonha do primeiro dia; agora havia uma cumplicidade sombria entre nós dois. LUCAS: Meu Deus... que delícia de peitos que a senhora tem, cunhada... não me canso de olhar pra eles. VALERIA: Cala a boca e faz rápido, não fala besteira — falei com a voz embargada, embora por dentro sentisse a barriga queimar inteira ao ouvi-lo.
Levou apenas dois minutos para gozar de novo, finalizando com folga enquanto eu observava o corpo dele tremendo na minha frente. Ele se limpou com calma, arrumou a roupa e se despediu com uma piscadinha antes de voltar pro quarto. Na terça seguinte, a rotina já estava totalmente estabelecida. O que começou como um favor desesperado tinha virado nosso encontro fixo das manhãs quando a casa ficava vazia. Às nove e meia entrei na cozinha sabendo que ele viria. Assim que ouvi os passos dele, me posicionei no canto da parede. Lucas entrou de bermuda, confiante, e nem precisou me implorar: levantei a blusa de uma vez, deixando meus peitos à mostra. Lucas baixou a roupa e começou a se masturbar. Mas dessa vez, passaram três minutos, depois cinco... e nada. O ritmo da mão dele era rápido, mas a respiração de Lucas não acelerava. Ele suava com o calor da manhã, mas não conseguia chegar lá. VALERIA: Se apressa, Lucas... O que que há com você hoje? A gente já tá demorando demais e os meninos podem descer pra pegar ferramentas a qualquer momento. LUCAS: Já vai, cunhada... é que... espera, não tá saindo. VALERIA: Como assim não tá saindo? Se apressa que meus braços vão cansar de ficar aqui parada. Lucas parou a mão por um segundo. Soltou um ar pesado pela boca, passou o dorso do braço na testa suada e me olhou nos olhos com a cara vermelha de frustração. LUCAS: É que já não funciona como nas primeiras vezes, cunhada... Te ver já não me excita tanto quanto no começo se eu ficar só olhando daqui. VALERIA: Como assim? E então o que você quer que eu faça? Lucas deu um passo na minha direção, diminuindo o espaço entre os dois na cozinha, e olhou direto pros meus lábios com os olhos acesos. LUCAS: Bom... me ajuda de outro jeito. Com as mãos... só um pouquinho, pra eu gozar rápido e não te encher mais o saco. VALERIA: Mas você tá doido! Nem pensa em me pedir isso. Uma coisa é te mostrar, outra bem diferente pegar nele. Esquece. Eu baixei a blusa de uma vez e dei um passo pra sair pro corredor, mas o Lucas me segurou suavemente pelo pulso. A mão dele tava queimando. LUCAS: Não me deixa assim, cunhada, pelo amor de Deus... Vou ficar de pau duro o dia inteiro e isso tá doendo. Só com a boca um pouquinho e pronto, te juro que gozo rápido. Fiquei congelada na porta da cozinha. Olhei pra entrada da casa vazia. Deixar ele frustrado e cheio de tesão em casa era um risco, mas além disso, ver o olhar suplicante do mais novo despertou algo dentro de mim. VALERIA: Tá bom... Mas só um momento. E nem pense em tocar na minha cabeça, nem ouse gozar. O Lucas baixou a calça e eu vi o pau dele na minha cara, isso me deu um tesão danado sentir o cheiro e quando peguei com minhas mãos, meu deus, era uma descarga de adrenalina e safadeza. Comecei a bater uma pra ele e ouvir ele dizer como eu era boa me excitou um pouco. Assim passaram uns minutos até ele começar a gozar em jatos.
Assim passaram os dias, a rotina mudou de novo, mas numa terça o Lucas não vinha e eu perguntei o que ele tinha, ele me disse que já não sentia mais o mesmo, eu pensei: esse vai me fazer de novo, e agora o que ele quer que eu faça, que chupe ou o quê? LUCAS: ué, foi a senhora mesma que disse, cunhada.
Eu fiquei calada e falei que ele era louco.
LUCAS: cunhada, não faz assim, vê que eu tô muito carregado.
Eu fiquei em silêncio, sentindo uma mistura de emoções, me levantei e fui embora.
LUCAS: cunhada, espera, não vai não... brincadeira, continua com a mão, mas não me deixa assim.
Eu fui colocar cadeado na porta.
VALERIA: tá bom, mas se você me tocar ou gozar na minha boca...
Lucas se ajoelhou na hora no chão de madeira da cozinha, baixando a bermuda. Eu me abaixei devagar, apoiando as mãos nos meus próprios joelhos pra manter a distância, e recebi o pau dele ereto na boca. Sentir o calor e a firmeza do irmão do meu namorado na minha língua me deu um arrepio da cabeça aos pés. A cabeça girava: era o irmão do Santiago, o mesmo sangue do homem com quem eu dormia toda noite. Comecei a mexer a cabeça devagar, sentindo a barriga apertar de pura adrenalina enquanto ouvia os primeiros gemidos abafados do moleque contra o chão.
Durou só uns dois minutos antes de eu sentir ele endurecer. Me afastei bem na hora. Lucas gozou no chão, ofegando, enquanto eu limpava a boca com a mão. VALERIA: Vai agora pro seu quarto — falei num sussurro agitado, mas firme. Aquela primeira vez de boca marcou uma nova fronteira. Durante a semana seguinte, a rotina voltou a se instalar nas manhãs a sós. Mas algo profundo tinha mudado dentro de mim. Já não fazia só pra agradar ele ou pra evitar que fizesse barulho ou besteira; agora era eu que esperava ansiosa pelas nove e meia da manhã. O calor da casa, a falta de sinal, o isolamento e saber que eu tava brincando com o irmão mais novo do Santiago me despertavam uma excitação avassaladora. Já não me sentia a vítima de uma chantagem; sentia uma eletricidade viva correndo pelo corpo toda vez que me imaginava com ele nas mãos. Na sexta seguinte, às dez da manhã, nem esperei o Lucas me pedir. Tava esperando ele na cozinha, encostada na bancada, com a cabeça fervendo de tesão. Quando o Lucas entrou de bermuda, confiante, esperando o roteiro de sempre, olhei direto nos olhos dele com um sorriso safado. Sem rodeios nem explicação. Me agachei devagar na frente dele, estiquei a mão, puxei o pano de uma vez só e recebi ele de boca cheia. O Lucas soltou um gemido surpreso, se segurando na bancada da cozinha. LUCAS: Meu Deus... cunhadinha... que delícia... Me entreguei por completo ao ato, usando ele pra minha própria excitação. Mantinha um ritmo constante, profundo e fluido, saboreando o calor da pele dele enquanto sentia o atrito das coxas perto do meu rosto. Meus pensamentos iam a mil: a linha com o cunhado tava totalmente apagada na minha cabeça, esmagada pela intensidade do momento e pelo tesão de ter o caçula da família completamente rendido aos meus lábios.
Em poucos minutos, a respiração do Lucas ficou selvagem. Ele sentiu os espasmos inevitáveis na base e começou a tentar se afastar pra não me sujar. LUCAS: Já, cunhada, já...! Sai, sai que eu vou gozar! Ao ouvir o aviso dele, em vez de soltar e me afastar como das outras vezes, um impulso perverso de dominação me tomou por completo. Em vez de sair, estiquei os braços, segurei firme nas nádegas e na cintura dele, colando ele direto contra meu rosto pra que não pudesse recuar nem um centímetro. Apertei os lábios com mais força ao redor do pau dele e acelerei o movimento com fúria, chupando com gosto. LUCAS: Não, cunhada, espera! Eu vou...! Ele não conseguiu terminar de falar. O primeiro jato quente e grosso saltou direto pro fundo da minha garganta. O Lucas arqueou as costas num espasmo violento, abafando um grito de prazer no teto da cozinha enquanto se agarrava desesperado nos meus ombros. Eu não soltei. Mantive a pressão gole após gole, sentindo as batidas profundas do pau dele na minha boca, engolindo cada jato quente sem deixar escapar uma única gota no chão.
Quando finalmente o soltei, Lucas desabou de joelhos na madeira, ofegante, desorientado e me encarando com os olhos arregalados de espanto com o que tinha acabado de acontecer. Passei a língua pelos lábios, limpando com o canto da mão e saboreando o traço denso que ficava na minha garganta. Olhei pra ele de cima, agitada, mas com uma calma fria no olhar. VALERIA: Isso não aconteceu... Vai pro seu quarto agora. Lucas assentiu sem jeito, ainda tremendo, e se esgueirou pelo corredor até a cama dele. Fiquei sozinha na cozinha, encostada na parede, sentindo o coração disparado e o ventre em chamas como nunca antes na minha vida. Passei a língua pelos dentes, curtindo a sensação. Achava que tinha total controle do jogo naquela casa, sem desconfiar que as portas que eu acabara de abrir estavam só começando a se escancarar.
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