Fui na calentura e comi o cu do chinês

Era dia dos professores, bem antes da primavera, com calor. Fazia dias que eu vinha me esquentando com o Matu e com o Martín, mas um por causa da vida de adulto, e o outro por estar namorando, não estavam me dando bola.
Meus pais me acordaram quando saíram, tipo 8 da manhã. Voltei a dormir até umas 9 e pouco, às 10 tomei café. A casa estava vazia e eu tinha acordado com tesão. Comecei a mandar mensagem pro Matu, pra ver o que ele tava fazendo. Ele respondeu que tava trampando. Eu ficava de preguiça na cama, comecei a me despir. Mandei uma foto, mas não apareceu o visto azul. Falei com o Martín, pra ver o que ele tava fazendo, mas ele não respondeu, sempre dormia até tarde quando não tinha aula. Comecei a ver porno de trans, olhava aquelas bundas lindas, como pediam cock, e me sentia igual.
Salivei um dedo e comecei a me acariciar o cu. Ficava esperando mensagens mas não rolava nada. Comecei a me tocar como se fosse bater uma, mas não me satisfazia. Virava na cama, não sabia o que fazer com meu corpo. Precisava que algo entrasse no meu rabo urgente.
Levantei da cama e comecei a ver o que tinha por perto que eu pudesse meter, tava desesperado. Os desodorantes eram grossos demais, os perfumes também. Olhei na minha escrivaninha e peguei uma caneta. Salivei e fui enfiando no meu cu. Entrou fácil, como eu sabia que ia ser (não era a primeira vez que tentava). Vi um marca-texto rosa que eu tinha, salivei, e mandei pro meu cu, também entrou fácil.
Meu coração batia mais rápido. Chequei meu celular, com o marca-texto na bunda, e nenhuma mensagem. Precisava de cock urgente.
Com o marca-texto enfiado no cu comecei a andar pela casa, procurando algo mais grosso pra meter. Não achei nada no banheiro, nada no quarto dos meus pais. Fui pra cozinha, e três coisas chamaram minha atenção: um espremedor de batata, uma espátula com cabo grosso e, por último, o rolo de amassar pão.
Por ordem de grossura e tamanho, comecei com o espremedor de batata. Salivei bastante, me Ensalinei a mão que passei na bunda e enfiei: entrou fácil, de novo. Comecei a meter e tirar, sentia o esfíncter relaxando e contraindo, meus olhos começavam a revirar, o tesão me cegava. Passei para a espátula, foi mais difícil, tinha pelo menos dois dedos de grossura, mas aos poucos fui enfiando até entrar, confortável. Metia e tirava fácil, me sentia muito puta. Enfiei até o fundo, passando o cabo grosso para a parte fina, chegando até onde começa a parte de verdade da espátula. Devia ter mais de 20 cms enfiados na bunda. Enfiei até o talo e deixei lá. Comecei a andar pela minha casa, sentindo como me preenchia a bunda estar assim, com o cu invadido, andando pela casa como uma puta, desejando pica. Aceitaria qualquer pica, literalmente qualquer rola servia. E daí passei para o rolo de amassar: nas laterais tinha a parte das mãos, e no meio o cilindro de madeira, largo, grosso. Lubrifiquei o melhor que pude, mas não conseguia enfiar. Pensei "cabeças mais largas já comi", mas não entrava. Já achava que era demais pra mim, até que, lentamente, passando a pontinha ao redor do meu cu, consegui enfiar. Senti muita satisfação, além de me sentir muito puta enfiando um rolo de amassar na bunda. Só enfiei o cabo, não a parte cilíndrica e larga de madeira, mas mesmo assim adorei. Senti que flutuava de tesão. Estava desesperado pra alguém entrar na minha casa, me ver assim, nu enfiando um rolo de amassar na bunda, e me dar pica. Sem dizer uma palavra, alguém entrar, se despir, e enfiar a pica na minha bunda pra acalmar essa sede de pica que eu tinha. Precisava de uma pica dentro de mim e não sabia o que fazer. Ainda quente, sem tocar no meu pau, parei de me masturbar a bunda. Não era o que eu precisava, não era suficiente. Sempre gostei de me estimular, mas não se compara com carne de verdade, com outra pessoa metendo, empurrando o corpo dela. dentro do seu. E eu não sabia o que fazer a respeito (ainda não conhecia o grindr, nem nada do tipo).
Me cansei de me masturbar daquele jeito e falei "chega". Tomei um banho, fui fazer coisas da escola, mas o tesão não passava. Falei "bom, vou fazer umas compras pra casa, e assim passa, caminhando". Mas eu continuava muito tarado, então ao me vestir planejei o seguinte: sair com uma camiseta solta, que deixasse minha pele à mostra, e com um short branco sem cueca. Lembrava de ter saído vestido assim e de homens me olharem na rua uma vez que fui encontrar o Matu. Calcei o tênis e saí assim, pra dar uma volta pelo bairro, e na volta passar no supermercado chinês pra comprar o que faltava em casa.
Sem rumo nenhum, com o sangue a mil, saí pra caminhar. Dei umas voltas, em avenidas com muita gente andava normal, em ruas menos movimentadas aproveitava pra rebolar a cintura pros dois lados, era um jeito de corporificar meu tesão de alguma forma. Entrei numa padaria, tinha bastante gente e tive que fazer fila. Tentava fazer contato visual com o pessoal que tava lá, mas ninguém me dava bola. O povo foi embora, a padaria ficou vazia e chegou minha vez. O dono era um cara de mais de 30 (eu tava terminando o 4º ano), não era muito bonito, mas quis puxar conversa, pra ver se ele me dava corda. Pedi uns chicletes, ele me disse onde estavam mas eu não via, perguntei se o dia tinha sido muito corrido, puxei um papo. Pedi um pirulito, demorei de propósito pra escolher qual. No meio apareceu uma senhora, que deixei passar, ela pediu uns cigarros e foi embora. Eu continuei conversando com o dono, já sendo pouco sutil: eu molhava os lábios, olhava pros dele, sorria, fazia contato visual. Olhei em volta pra ver se não vinha ninguém e me joguei: pedi umas camisinhas. Ele me perguntou quais, e eu disse que não sabia, quais eram as melhores pra ele. Ele me disse que usava umas com textura (umas prime vermelhas), e pedi uma caixinha. Eu não sabia mais como puxar conversa nem como encarar a situação, então paguei e fui embora, depois de agradecer muito pela ajuda. Ao sair, na frente da janela dela, sem dobrar os joelhos, fiquei amarrando o cadarço do meu tênis (que não estava desamarrado, só queria que ela visse minha bunda). Quando terminei, virei pra ver se ela estava me olhando e me decepcionei quando percebi que ela não estava, mexia no celular.
Tava pra baixo, então fui pra casa, mas antes tinha que passar no chinês. Caminhei as quadras sem pensar, sem reparar em ninguém. Meu celular continuava sem mensagens, o dono da banca não tinha me dado bola, tava com tesão e frustrado. Entrei no chinês e fui pras prateleiras do fundo; tava tudo vazio, sem ninguém, caminhei e fui pegando minhas coisas. Me abaixei pra decidir o que levar e noto que o repositor tava perto, e não só perto, tava me olhando. Era um cara jovem, bem magro, tipo 25 anos, moreninho, cabelo um pouco comprido, um bigode mal feito, olhos castanhos. Não era bonito, mas me atraía, um "rocho" gostoso. Vestia roupa toda gasta, luvas e aquilo que os repositores usam pra não foder a coluna. Olho pra ele com o pirulito na boca, noto que ele tá me vendo, desvio o olhar por um segundo, instintivamente... e olho de novo. A gente se encara por vários segundos. Sem pensar, só pelo fato de ter o pirulito, tiro da boca e passo a língua, mantendo o contato visual.
Vejo ele morder um pouco o lábio e minha mente já começou a imaginar cenários: se era por minha causa, que ele me agarrasse e me comesse ali mesmo, mas na real eu tava em águas desconhecidas: nunca tinha "pegado" ninguém. Não sabia o que mais podia fazer pra avançar. Só fiquei olhando pra ele, lambendo meu pirulito. Passei a língua como se tivesse lambendo a cabeça de uma rola diante do olhar dele. Ele se aproximou, começou a abastecer uma prateleira com um produto que tava perto de mim. Eu não me mexi, meu coração batia a mil, sacudia dentro do peito, tava muito nervoso e com muito tesão. Já tinha jogado minhas cartas: eu tinha me mostrado bem putinho, o que acontecesse a seguir já estava fora do meu controle.
Estando perto de mim, ele falou. Me disse algo sobre aquele produto estar em promoção. Acho que respondi algo tipo "ah", e só. Continuava sem me mexer. Meus olhos ficavam divididos entre olhar pra ele e vagar por qualquer lugar, ganhando tempo pra olhar de novo. Ele se aproxima mais e fala comigo de novo.
- Repositor: Às 14 a gente fecha, voltamos a abrir às 16:30. - já eram quase 13h.
- Eu: Ah... - olhando pra ele, nervoso.
- Repositor: Você pode me esperar na esquina da praça. - uma esquina na diagonal do mercado.
- Eu: Beleza, então...
Olhei pra ele uma última vez e fui pro caixa. Paguei com a cabeça a mil, era um turbilhão. Eu tava desesperado por pica antes, mas agora tinha surgido uma oportunidade real, com um completo desconhecido, e eu não sabia o que fazer. Voltei pra casa e um monte de coisa passava pela minha cabeça: "será que ele queria mesmo me comer? e se ele quiser me mat*r? e se eu passar mal? e se eu não gostar no final? e se ele me estupr@r?". Cheguei em casa e eram 13h. Sabia que tinha a opção de não ir, que era o mais seguro. Mas ao mesmo tempo... não parava de andar, tinha um tesão dentro de mim que não dava trégua. Sentia o coração batendo forte no peito, tava com muito tesão e muito medo. Deu 13:30 e fui tomar outro banho. Ao sair da água, decidi. Tomei banho com água bem gelada por uns minutos, e ao sair, sem o tesão ter diminuído, pensei "foda-se, vou". Coloquei a mesma roupa de antes, e esperei uns minutos. 13:45 eu já tava na esquina do parque, mascando um chiclete. Tinha uma vista perfeita do supermercado: assim que passou das 14, todo mundo saiu. O repositor ficou conversando uns minutos com o verdureiro; esse foi pra um lado, e o repositor veio na minha direção.
- Repositor: Vem, vamos. - fazendo um gesto quando chegou perto.
Sem dizer uma palavra, comecei a segui-lo. Caminhávamos lado a lado, mas sem falar nada. Fizemos uma Um quarteirão e meio, e paramos numa porta. Era um PH. Caminhamos por um corredor até o fundo, onde ficava a casa dele. Entrei, era um lugar bonito mas mal cuidado e meio sujo. Ele ligou a TV, abriu a geladeira e me ofereceu refrigerante (que era tipo uma Coca Booty, mas de uma marca mais barata). Me perguntou meu nome, eu perguntei o dele (Kevin), e ele disse que ia tomar um banho rápido. Me sentei no sofá, nervoso, esperando. Tava na casa de um completo estranho só porque ele me ofereceu, tudo pra matar a sede que eu tava na Booty, e agora me sentia totalmente vulnerável.

Ele saiu do banho só de short de futebol. Tinha um corpo gostoso, moreninho, sem barriga, meio peludo mas não muito. Sentou comigo no sofá. Passou o braço no encosto, perto da minha cabeça.

- Kevin: Tá bem?
- Eu: Tô.
- Kevin: Tá nervoso?
- Eu: Um pouco kkk.
- Kevin: É sua primeira vez?
- Eu: Kkk não... - ele começou a acariciar meu cabelo com a mão no encosto.
- Kevin: Chega mais.

Eu chego perto e ele aproxima o rosto. A gente começou a se beijar e eu fui me soltando aos poucos. Comecei a acariciar o peito dele, o pescoço. Ele colocou uma mão na minha coxa e foi subindo. Tava me deixando muito excitado sentir uns lábios novos, uma língua nova, umas mãos novas na minha pele. Ele tirou minha camiseta e a gente continuou se beijando. Ele começou a beliscar meus mamilos de leve e eu soltava suspiros. Coloquei uma mão na perna dele, perto do volume que já tava maior. Ele abaixou o braço do encosto e eu me inclinei pra ele alcançar minha Booty. Ele enfiou a mão por baixo da minha calça e percebeu que eu não tava de cueca.

- Kevin: Você veio preparado.
- Eu: Sim kkk.

A gente se beijou de novo, dessa vez mais apaixonado. Ele enfiava a língua com força e acariciava minhas nádegas com força. Começou a beijar meu pescoço e eu me excitei de vez. Comecei a acariciar a pica dele por cima do short, e ele logo abaixou. A pica dele saltou como uma mola apontando pro teto. Era uma pica bonita, não muito grossa e também não tão grande. como as que eu conhecia, mas compridinha, um pouco acima da média. Parecia deliciosa, ideal para o que eu precisava. Tinha uma cabeça rosa-escura, pele mais morena que no resto do corpo, com pelos, mas não muito longos. Eu acariciava ela enquanto ele continuava me beijando o pescoço. Agarrei e comecei a bater uma pra ele. Ele me fez tirar o short e ficamos os dois pelados no sofá dele. Me ajeitei ficando de frente pra ele. Kevin molhou um dedo com saliva e começou a acariciar meu ânus. Um gemido escapou quando senti o dedo dele no meu buraquinho. Ele colocou uma mão na minha nuca e empurrou minha cabeça em direção à pica dele.
Não resisti. Era pra isso que eu tinha vindo, era isso que eu tinha saído pra procurar. Enfiei a pica dele na boca. Engoli quase toda, deixei a saliva escorrer, e comecei a subir e descer a boca na pica dele, acariciando com meus lábios. Kevin soltou um suspiro e me deixou fazer enquanto acariciava minhas costas e minha bunda. Eu chupava a pica dele e acariciava as bolas com a mão. A pica dele tava bem dura, enchia minha boca. Sentia o cheiro masculino dele, a textura da cabeça, a tensão do corpo.
- Kevin: Vamos pro quarto.
Tirei a boca da pica dele e ele me levou pela mão até o quarto, que era só alguns passos. Me sentou na cama e colocou a pica na minha frente. Comecei a chupar de novo, dessa vez ele tomava mais iniciativa. Ele começou a comer minha boca, primeiro com suavidade, e depois mais na selvageria. Aos poucos, mais e mais da pica dele ia entrando, até que finalmente engoli ela toda. Meus lábios encostaram nos pelos da virilha dele. Pela primeira vez na vida eu tinha conseguido enfiar uma pica inteira na boca.
- Kevin: Você engole toda, safada.
Ele falou isso como um elogio e me deixou respirar. Me afastei tossindo, deixando fios de saliva entre minha boca e a pica dele. E voltei a fazer. Enfiei a pica inteira dele na boca uma, outra e outra vez. Eu me engasgava com a pica dele por vontade própria, adorava sentir meu nariz batendo na pélvis dele e as bolas dele quicando no meu queixo. Era a primeira vez que eu vivia aquilo e eu queria aproveitar. Sentia a cabeça dele batendo no fundo da minha garganta, o líquido pré-seminal enchendo minha boca, se misturando com minha baba. Repeti até ele se afastar, com o pau durinho como um ferro.
Pegou sachês de lubrificante e uma camisinha. Me mandou deitar na cama, de barriga pra cima. Colocou um travesseiro na minha cintura, elevando parte do meu corpo. Vestiu a camisinha e espalhou lubrificante no pau dele e no meu cu. Enfiou um dedo, logo tentou com outro. Já estava meio aberto de ter ficado brincando com minha raba em casa, e entraram fácil. Kevin se jogou em cima de mim, colocando minhas pernas nos ombros dele, e foi me arrombando. Logo, com um empurrãozinho, conseguiu enfiar a cabeça. Escapou um gemido forte, e depois de um segundo de silêncio, retomei o gemido quando Kevin me penetrava cada vez mais. Ele se apoiou mais em cima de mim, dobrando meus joelhos até a altura da minha cabeça, com a respiração dele batendo no meu rosto. Sentia minha raba cheia de carne, o que eu estava procurando. Saí pra achar alguém que me comesse e achei. Agora tava na casa de um desconhecido, um trabalhador que na hora do descanso tá comendo uma puta dada de graça. Mordi o lábio pra me calar um pouco, olhei nos olhos castanhos dele, a cara de tesão enquanto o pau afundava na minha raba.
Ele começou a tirar e meter com ritmo. Eu tava abraçada no pescoço dele, às vezes agarrando as costas, sendo esmagada pelo peso dele enquanto me comia. Dava pra ouvir meu som favorito, o de um saco batendo na minha bunda, era maravilhoso. Já tendo me masturbado sem gozar antes, tava muito excitada e aproveitando muito. Ele se endireita, segurando atrás dos meus joelhos, empurrando eles até o travesseiro, e começa a meter com força. O pau dele entrava até o fundo da minha raba e eu gemia que nem uma vadia. A cama deslizava a cada estocada, eu tava quase de cabeça pra baixo do jeito que ele tava me comendo. Ele metia forte e me fazia gritar, e parecia que cada grito Isso me deixava ainda mais ousada.
Ele me comeu com força por um bom tempo até eu pedir pra mudar de posição, minhas pernas estavam incomodando. Falei pra ele deitar e me acomodei por cima. Com cuidado, enfiei a pica dele até o fundo. Mordi o lábio, me acostumando com a posição, e comecei a me mover devagar, levantando e descendo a raba pra meter e tirar a pica dele. Kevin suspirava, eu me sentia poderosa. Usava ele como um pedaço de carne, igual ele fazia comigo. Eu queria a pica dele, ele queria minha raba, os dois saíam ganhando. Ele tinha as mãos na minha cintura pra ajudar no movimento; peguei uma e levei até meus lábios. Agarrei o dedo indicador dele e lambi antes de chupar.
- Kevin: Que viado você é, mano.
- Eu: Obrigada - respondi sorrindo, me fazendo de sonsa.
Fiquei me mexendo por cima dele por um tempo, variando o ritmo. Notei que ele parecia estar mais perto de gozar. Deitei sobre ele, mexendo só a cintura. Percebia que ele tava gostando, mas minhas pernas já não aguentavam mais. Ele mandou eu ficar de quatro e me posicionei, com o peito no colchão e os joelhos dobrados, me entregando inteira. Ele, de joelhos na cama, meteu de uma vez até o fundo e começou a me comer com força. Me segurava pela cintura e empurrava meu corpo contra o dele pra meter com mais raiva. O som do meu corpo batendo no dele era um escândalo, meus gemidos também.
- Kevin: Toma, vagabunda, toma. Tá gostando?
- Eu: Sim, SIM! Me come.
Ele grunhia cada vez mais, até que de repente se afastou de mim. Virei a cabeça e vi como em meio segundo ele tirou a camisinha e jorrou gozo na minha raba. Foram uns 7 ou 8, tava cheio mesmo. Minhas nádegas principalmente e também minha cintura estavam cheias de porra, e um pouco tinha caído nas minhas costas. Me deixei cair no colchão, exausta, com calor e com o cu aberto, sentindo os rios de gozo se juntando na minha fenda. Kevin sentou na cama, também respirando pesado.
- Kevin: Gostou?
- Eu: Sim, sim, foi bom. - respondi com uma sorriso.
Ele foi ao banheiro. Pensei que ia me trazer papel pra me limpar, mas tava tomando outro banho. Esperei ele no quarto até sair, já meio vestido. Me perguntou se eu podia me vestir, que já tinha que voltar pro trampo. Meio envergonhado, me vesti rápido. Ainda nem tinha secado o cum dele na minha bunda e já tava cruzando a porta dele. Meus joelhos tremiam dos sacudões que ele me deu, meu hálito cheirava a pica, mas não liguei muito. Me deu tesão caminhar pra casa com cum na bunda e os lábios com gozo. Devia estar aparecendo pelo short branco, sem cueca, e eu sentia o cum descendo devagar pelas nádegas até as coxas, mas não tava nem aí. Sentia aquele cum nas minhas nádegas como um troféu, como uma medalha que eu tinha conquistado. Saí pra ser comido e agora voltava com a bunda arrombada e com o cum de um desconhecido em cima de mim.
Cheguei em casa e me despi, joguei a roupa num canto e comecei a me masturbar enquanto mexia no cum da bunda, já quase seco. Juntei um pouco com o dedo e meti na boca. Gozei na hora e apaguei do jeito que tava. Tive que tomar outro banho por causa do cheiro de cum que eu tava, o meu e o do repositor do mercado. Minha bunda tava um grude, me toquei no cu e senti ele formigando. Fiquei muito feliz, satisfeito com o que fiz. Seria a primeira de muitas vezes em que eu saísse pra procurar pica e me deixar comer por qualquer um.

8 comentários - Fui na calentura e comi o cu do chinês

aleqp +1
que lindo me calentaste mal
Que bueno, yo me caliento mucho al escribir 😊😘
Ótimo conto. Te mantém tenso. Excelente.
Jaja gracias, recuerdo estar muy nervioso ese dia
que lindo!! mas agora você cruzou uma linha, hein...
Jaja si, muy trola me sentí ese dia