Jogo psicológico 5

Sofia chegou na casa dos pais ao entardecer de sexta-feira, arrastando a maletinha e com o rosto transtornado. Depois da briga violenta com o Julián de madrugada por causa das fotos no celular, ela precisava sair do apartamento antes que a tensão ficasse insuportável. Na sala, os pais esperavam por ela, tomando café tranquilamente. Sofia se jogou no sofá e desabou a chorar de raiva, desabafando com eles. Sofia: —É que eu não aguento mais, mãe! O Julián é louco! Ele mexeu no meu celular ontem à noite e começou a gritar comigo que nem um doente. Só porque viu umas fotinhas que mandei pra Cami... uma onde tô de fio dental e outra onde saio assim, do jeito que Deus me trouxe ao mundo. Ele começou a me chamar de puta, falar que eu tô fazendo ele de otário! Tipo, são fotos de amigos, só isso! Ele não aguenta mais ver a Cami nem perto de mim. A mãe dela largou a xícara de café na mesa, suspirou com maturidade e se aproximou pra passar a mão nas costas dela. Mãe: —Ai, minha filha... você tem que ter um pouquinho de paciência. Pra homem que vem de fora é difícil entender. No começo, todos são assim fechados e ciumentos. O pai da Sofia, sentado na poltrona reclinável, concordou com a cabeça devagar, olhando pra filha com uma calma desconcertante. Pai: —Sua mãe tem razão, Sofia. Tem que ter paciência com o rapaz enquanto ele se adapta. Olha, no começo eu também sofri muito com sua mãe... ela me dava uma canseira danada e o ciúme me corroía. Mas depois eu entendi que é melhor a paz, viver tranquilo. Eu decidi que o mais importante era a felicidade da sua mãe e a harmonia da casa. O Julián eventualmente vai entender que se quer ficar com você, tem que aprender a dividir e a não ser tão possessivo. Mãe: —Isso sim, meu amor. Você não deixa amargarem sua vida. Se ele ficar difícil, você dá um tempo pra ele pensar, mas não vai deixar as inseguranças dele tirarem sua paz. Na manhã seguinte, Sofia desceu pra cozinha de roupão, descalça e despenteada. O cheiro de café O cheiro de café fresco e ovos mexidos tomava conta do corredor. Para a surpresa dela, sentado no balcão da copa, com uma bermuda confortável e um sorriso tranquilo, estava Camilo comendo um pedaço de torrada. Sofia parou no meio do caminho, surpresa. Sofia: —Cami?... O que você tá fazendo aqui tão cedo? Eu não te chamei... A mãe dela saiu do fogão com um sorriso satisfeito, servindo uma xícara de café fumegante na frente de Camilo. Mãe: —A gente te chamou ontem à noite, meu amor. Como a gente te viu tão estressada e amargurada por causa do ciúme do Julián, a gente pediu pro Cami vir te fazer companhia um pouco pra te mimar e tirar essa cara de bunda. O pai passou por trás do balcão, deu um tapinha carinhoso no ombro do Camilo e olhou pra Sofia com cumplicidade. Pai: —Isso, filha. Tomem o café de vocês numa boa. A gente vai ficar aqui na sala vendo TV. Depois sobe pro quarto pra desestressar um pouco, que o Cami sabe bem como tirar sua tensão. Fica tranquila que a gente não vai incomodar. Camilo soltou uma risadinha baixa, piscando o olho pra Sofia enquanto dava um gole no café. Camilo: —Já ouviu seus pais, gostosa. Termina seu café e a gente sobe... te preparei uma massagem relaxante pra tirar todo o estresse que aquele amargurado do seu namorado te deixou. No antigo quarto da Sofia, com a luz do sol entrando pela janela, Camilo a deitou de bruços na cama. Com as mãos cheias de óleo, começou a massagear as costas e os ombros dela devagar, descendo suavemente até o quadril. O toque das mãos quentes e o cheiro do óleo fizeram Sofia soltar um suspiro profundo, fechando os olhos. Sofia: —Mmmh... delícia, Cami... tava precisando muito disso...Jogo psicológico 5Camilo tirou a bata por completo, deixando-a nua sobre os lençóis. Ele se posicionou entre as pernas dela e começou a beijar sua nuca, descendo pela coluna até as nádegas, enquanto abria as coxas dela com firmeza. O que começou como uma massagem suave virou, em minutos, um encontro selvagem. Camilo tirou a roupa, deitou-se sobre ela e afundou de uma só vez na buceta dela, completamente molhada pelo óleo e pela excitação acumulada.namoradaPLACK! PLACK! PLACK! PLACK! O choque contínuo e seco da pelve do Camilo contra as nádegas da Sofía ecoava pelo segundo andar inteiro. O som dos fluidos corporais e do lubrificante ressoava denso e úmido (SCHLICK, SCHLICK, SCHLICK) conforme a rola entrava e saía de ponta a ponta. Sofía: —AIH... AIH... CAMI! Mmmh... sim, meu amor... enfia tudo em mim! Dura pra caralho, aih... aih... vai mais forte, que eu tô me acabando...cornudoCamilo: —Você adora que eu meta aqui na sua casa, né?... Olha como você fica toda melada... Sofía: —SIM... AIH... AIH! METE FORTE, CAMI... AIHH!namorada infielOs gritos da Sofía rompem o silêncio da casa. Apoiada de quatro na cama da infância dela, a Sofía arqueava as costas enquanto o Camilo agarrava com força a cintura dela, metendo com ferocidade sem se importar com quem ouvisse. Lá embaixo na sala, a televisão passava um programa de notícias num volume moderado. Lá em cima, os gemidos agudos da Sofía e as batidas secas contra a cabeceira da cama eram perfeitamente audíveis. —AIH... AIH... MEU AMOR... MAIS FORTE, AIHHH!— ecoava do andar de cima.Namorado ingenuoA mãe da Sofia mudou de canal tranquilamente e deu um gole no chá dela. O pai, ao ouvir os gritos descontrolados da filha, soltou um sorriso safado e disse pra esposa em voz baixa: Pai: — Definitivamente... filho de peixe, peixinho é. Saiu igualzinha à mãe quando é bem atendida. A mãe soltou uma risadinha cúmplice, deu um tapinha de leve no braço do marido e continuaram vendo televisão como se nada tivesse acontecendo.Jogo psicológico 5Já entrada a tarde, depois de várias rodadas de sexo, os dois estavam deitados na cama, suados e relaxados. Sofia olhava para o teto, pensando nas palavras que o pai dela tinha dito na noite anterior sobre ter paciência com o Julián. Camilo, que ainda estava com o sangue quente, começou a provocar ela de novo: passava os dedos pela barriga dela, amassava os peitos e roçava a virilha com a pica meia dura. Sofia sorriu com preguiça, tirou o pé do travesseiro e se acomodou entre as pernas do Camilo. Sofia: — Calma, Cami... deixa ela durinha de novo... Sofia abriu a boca e começou a lamber a cabeça da pica do Camilo. Com um som molhado e constante (GULP, GLUCK, GLUCK), engoliu ela até o fundo da garganta, passando a língua no freio e arrancando gemidos baixos dele.namoradaEnquanto chupava com devoção e sentia a pica endurecer dentro da boca, Sofia esticou a mão até a mesa de cabeceira e pegou o celular. Procurou o contato do Julián e ligou. No apartamento, Julián tinha passado o dia inteiro andando em círculos, com o coração na mão e a culpa corroendo o peito. Ao ver a chamada da Sofia entrar, atendeu no primeiro toque. Julián: —Sofia! Meu amor... finalmente você me liga... Juro que fiquei pensando muito no que aconteceu, me sinto péssimo... Do outro lado da linha, a voz da Sofia soava calma, suave e estranhamente relaxada. Enquanto falava, continuava descendo e subindo a cabeça, soltando pequenos sons de sucção (SLURP, GLUCK) contra a pica do Camilo. Sofia: —Oi, meu amor... —disse Sofia, respirando ofegante entre as chupadas—: Fica tranquilo... conversei com meus pais e eles me fizeram entender muitas coisas... Julián ouviu um pequeno estalo molhado e um engasgo suave ao fundo, mas estava tão aliviado de ouvi-la que não prestou atenção. Julián: —Sério, meu bem? A gente pode conversar? Sinto muita sua falta, essa casa está gelada sem você... Sofia apertou os lábios ao redor do tronco do Camilo, passando a língua para dar um carinho profundo bem antes de responder ao telefone, enquanto Camilo acariciava o cabelo dela com safadeza e soltava uma respiração pesada.cornudoSofia: —Sim, meu amor... meus pais me disseram que a gente tem que ter paciência com você, que isso é um processo... Que tal a gente se encontrar hoje à tarde num café pra conversar numa boa?... Já tô bem mais tranquila.

Julian: —Sim, claro que sim! Onde você quiser, meu amor. Já tô indo pra aí.

Sofia: —Beleza, meu anjo... se prepara e me avisa quando sair... um beijo.

Sofia desligou o telefone, jogou o celular nas cobertas e afundou o rosto de novo no colo do Camilo, recebendo uma estocada profunda na garganta até o fundo, enquanto Julian, do outro lado da cidade, saía de casa feliz achando que a namorada tinha caído em si.namorada infiel

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